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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

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terça-feira, 26 de junho de 2012
Sinopse:
Rachel Braun sempre foi uma inspiração para o grupo de amigas, aquela que vivia a vida ao máximo. Antes de morrer, Rachel escreve uma carta para cada uma das três melhores amigas desafiando-as a enfrentarem os seus maiores medos. Sarah, uma enfermeira da assistência internacional, terá de cruzar meio mundo até reencontrar o único homem que realmente amou. Kate, a dona de casa e mãe a tempo inteiro, terá de se confrontar com o medo das alturas; o skydiving será uma revelação para Kate em todos os sentidos. E Jo, a mulher da sólida carreira no mundo dos media, aquela para quem a maternidade não é tema de conversa, fica com a mais aterrorizadora das tarefas: cuidar da filha de Rachel, a pequena órfã Grace. Ainda mal acreditando no desaparecimento da amiga, as três mulheres percebem que o legado de Rachel vai permanecer nas suas vidas e que ela jamais morrerá nos seus corações.

As Cores da Amizade fala-nos de três mulheres e de uma amiga. Fala-nos de três vidas díspares e de uma vida já perdida. Fala-nos de três formas diferentes de amar e de uma amizade incondicional que perdura muito para além da morte.

Sarah, Kate e Jo superam juntas, lentamente, a morte súbita daquela que lhes provou o verdadeiro significado do que é estar vivo e será com força de um afecto comum que ultrapassarão o último desejo da sua amada Rachel.
Sarah é uma flor exótica por descobrir que se perde em países de terceiro mundo dando, de com agrado, a sua vida e alma por todos aqueles que nunca tiveram nada. Ela salva vidas, falta salvar-se a si própria enterrando um passado que há muito deveria estar cicatrizado.
Kate é uma mulher com todos os seus apêndices, ou seja, marido, filhos, um lar quase perfeito e uma rotina onde apenas ela e as suas emoções ficam esquecidas. Ela terá de se libertar, para se reencontrar e voltar a ser feliz.
E Jo, bem Jo tem tudo! É rica, bonita, bem-sucedida e um exemplo de força, determinação e independência, mas o tempo passa e quis uma alma recordar-lhe que a assustadora palavra amor exige partilha. Ela terá nas suas mãos a oferta daquilo que mais terno guardava o coração da sua melhor amiga.
Amizade, amor e felicidade são três conceitos preciosos que preencherão as vidas Delas, as mais importantes, as que nunca poderão ficar esquecidas e as que terão de ficar unidas, sempre, independentemente do caminho ou do destino que Rachel lhes reservou.

Sumariamente, em palavras simples, esta é uma belíssima história sobre a coragem de recomeçar, servindo de exemplo para todos aqueles que se acomodam às fragilidades da vida.
Abordando temáticas muito diferentes, extremamente actuais, esta narrativa permite ao leitor explorar diferentes perspectivas de encarar a morte, de analisar o presente e de recordar o passado, tocando nas feridas mais profundas, para alcançar a libertação num futuro.
Da miséria ao luxo, atravessando relacionamentos conturbados, passando pelas dificuldades de carreira, muitos são os temas perscrutados envolvidos em emoções extremas que chegarão com facilidade a um leque alargado de leitores que, através de uma ou outra acção, acabará por se sentir próximo dos intervenientes em algum momento da história.

Lisa Verge Higgins tem uma escrita muito bonita e envolvente que consegue captar, de forma automática, a atenção total de quem lê.
A sua narrativa prima pela naturalidade com que trata questões controversas mantendo o interesse a expectativa até ao final que, embora um pouco previsível, não deixa de ser reconfortante após tantas páginas percorridas e uma imensidão de assuntos abordados.
As emoções são um dos pontos fortes transcritos através de formas muito diferentes de sentir e, nesse campo, penso que autora se encontra de parabéns conseguindo criar empatia, quase imediata, com o leitor.
O que também não pode ficar esquecida é a sua veia ficcional, Lisa permeia a sua história com diversos romances, voltas e reviravoltas, onde o entretenimento e o humor estão pontualmente presentes, tornando o enredo leve e fácil, perfeito para todos aqueles que pretendem uma leitura rápida e descontraída sem esquecer o que realmente importa. Muito bom.

Pessoalmente, penso que uma das vantagens de partir para um leitura sem expectativas é que nos conseguimos surpreender mais facilmente e isso foi exactamente o que me aconteceu, esta foi uma leitura extremamente agradável.
Gostei das abordagens emocionais variadas, das personagens no seu todo, e em particular, assim como críticas latentes aos assuntos que esquecemos no nosso dia-a-dia.
Para mim este foi uma pequena lição sobre a vida, divertida e perspicaz que sem dúvida recordarei e que sei, com certeza, que voltarei a reler pois tal como o próprio livro indica, existe sempre um novo começo. Um autora a seguir com atenção.  

Uma obra com o carimbo Porto Editora que sugiro a todos os leitores de romance em particular pois sei que ficarão surpreendidos e satisfeitos com tudo aquilo que estas páginas contêm.

Título: As Cores da Amizade
Autora: Lisa Verge Higgins
Género: Romance
Editora: Porto Editora


Emmi e Leo – A sétima onda sucede a Quando sopra o vento norte, publicado pela Porto Editora em junho de 2011.
À semelhança do livro anterior, Emmi e Leo – A sétima onda tem uma estrutura epistolar bastante contemporânea, baseada na troca de emails entre os protagonistas.

Título: Emmi e Leo – A sétima onda
Autor: Daniel Glattauer
N.º Páginas: 240
PVP: 15,50 €
ISBN: 978-972-0-04307-8

Sinopse:
«Pensas que não te vejo, que não te sinto. Engano. Puro engano. Quando te escrevo, seguro-te bem junto a mim.»
Emmi e Leo são os protagonistas de um amor virtual apaixonante, que passou por todo o tipo de emoções, menos a de um encontro físico. A relação, iniciada no irresistível Quando sopra o vento norte, parece ter chegado a um impasse. Leo decide partir para os EUA, renunciando a um amor impossível.
Quando regressa, longos meses depois, o encontro entre ambos concretiza-se. Mas Emmi continua casada e Leo tem em Pamela o amor estável com que sempre sonhara.
Só que, na verdade, os dois amantes nunca estiveram mais apaixonados. Conseguirão eles, por fim, vencer o destino que parece teimar em separá-los?
Livro Anterior


Leia as primeiras páginas: Aqui!

«Um enorme bestseller, e é fácil perceber porquê. Curto, surpreendente, elegantemente escrito, Quando sopra o vento norte explora a brilhante premissa do amor a partir de um e-mail acidental.» – Daily Mirror


Sobre o autor:
Daniel Glattauer nasceu em 1960, em Viena. Desde 1985 trabalha como escritor e jornalista, colaborando há mais de duas décadas com o diário austríaco Der Standard.

Autora de Loanda – Escravas, Donas e Senhoras, Isabel Valadão traz-nos neste livro “estórias e memórias de África”.
Dos anos 50 até ao final dos anos 70, passando por Angola, África do Sul e, finalmente, o retorno a Lisboa.

Título: A Sombra do Imbondeiro
Autora: Isabel Valadão
N.º Páginas: 272
PVP: 17,70 €
ISBN: 9789722524551

Sinopse:
«Tinha eu apenas seis anos de idade, no ano de 1951, quando teve início a estória que aqui vou relembrar. É uma estória banal de uma viagem que milhares e milhares de crianças empreenderam, em determinada altura das suas vidas. Eram crianças vulgares, portuguesas, inglesas, francesas, alemãs e belgas que fizeram um percurso idêntico, em Angola, Moçambique, Quénia, Congo, Zâmbia, Zimbabué e África do Sul, para ali levadas pelos progenitores atraídos pela magia do imenso continente africano, a terra das oportunidades, o novo El Dorado. Essa viagem fantástica até esse continente distante, simultaneamente misterioso e maravilhoso, marcou-as, indelevelmente, para o resto das suas vidas e moldou o seu carácter, para o bem ou para o mal, traçando o seu destino.»

Sobre a autora:
Isabel Valadão nasceu em Lisboa mas foi para Angola em 1951, com seis anos de idade, tendo aí vivido até 1975, pouco antes de aquela antiga colónia portuguesa se tornar independente. Acompanhando os pais no seu périplo angolano, passou por diversas regiões, desde o Lobito a Malange, até se fixar em Luanda, cidade onde viveu a adolescência, casou e onde nasceram as suas duas filhas. Durante alguns anos foi analista química dos Serviços de Geologia e Minas em Luanda e secretária da revista angolana Notícia. Regressou a Portugal em 1976, depois de uma breve passagem pela África do Sul, onde a sua família se refugiou, na sequência dos graves acontecimentos que antecederam a independência de Angola. Viveu em Macau, regressando definitivamente a Portugal em 1986. Licenciou-se aos 49 anos, em História de Arte, na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Em privado, dedicou-se à investigação na área da Defesa e Conservação do Património, paralelamente à conservação e restauro de pintura.
segunda-feira, 25 de junho de 2012

Com o magnifico e constante apoio da Quinta Essência é com enorme prazer que dou início ao primeiro passatempo para celebrar o aniversário do blogue.

Para sorteio estão 2 exemplares que eu simplesmente adorei, Nas Asas do Amor de Sarah Sundin.
A minha opinião: Nas Asas do Amor

Para se habilitar a receber um destes livros basta responder acertadamente às questões abaixo colocadas e ter em atenção as regras de participação.

Descubra as suas respostas: Aqui!

Boas leituras!

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 5 de Julho de 2012 (quinta-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!

Esta é uma semana muito especial para mimO Histórias”, como eu chamo ao meu blogue intimamente, vai fazer 2 aninhos.
É uma data que me é muito querida e tendo em conta todas as páginas que tive o prazer de folhear, e os números que consegui alcançar, é duplamente gratificante e nunca ousei pensar que chegaria tão longe.

Mais de 900 publicações…
Mais de 200 opiniões…
Mais de 110.000 visitas…
Mais de 1.200 comentários…

Mas estatísticas à parte, esta é uma publicação para agradecer, profundamente, a todos os que contribuem, nem que seja apenas com a simples leitura de uma opinião, para a concretização deste espaço que eu adoro e estimo com muito carinho.

A todos os meus leitoresobrigado!
A todos os meus seguidoresobrigado!
E às editoras, sem dúvida, o meu muitíssimo obrigado!


Discursos à parte, queria preparar algo especial para esta data e pensei em algo do género10 dias, 10 passatempos”, que vos parece?
Cada passatempo terá a duração, excepcional, de 10 dias para dar oportunidade aqueles que nem sempre vêm ao blogue de forma regular participarem e mesmo que eu não consiga estar presente os 10 dias consecutivos, sempre que por aqui passar deixo o novo passatempo até perfazer os 10.

Assim sendo resta-me agradecer-vos uma vez mais, e dizer-vos que com o apoio daqueles que cultivam o meu prazer pela leitura espero também conseguir desenvolver o vosso.

Boas leituras! 

domingo, 24 de junho de 2012

Sinopse:
Desde o massacre das bruxas, os Fae, que deviam proteger as suas primas há muito esquecidas, ignoraram as necessidades do resto do mundo. Agora as sombras voltam a alastrar-se sobre as aldeias do oriente. Sombras negras e poderosas que ameaçam todas as feiticeiras, todas as mulheres e os próprios Fae. Apenas três pessoas podem fazer frente à loucura coletiva que se está a disseminar e impedir que mais sangue seja derramado: o Bardo, a Musa, e a Ceifeira. Aiden, o Bardo, sabe que o mundo está dependente da proteção dos Fae, mas estes recusam-se a escutar os seus avisos sobre o mal que se esconde nas florestas. Vê-se obrigado a partir com o amor da sua vida, Lyrra, a Musa, numa aventura arriscada em busca do único Fae capaz de fazer o seu povo despertar da indiferença. Se os Fae não agirem depressa, ninguém sobreviverá…

Luz e Sombras começa logo após o término da história anterior, quando podridão alastrava dizimando as Filhas da Deusa e os Fea, a pouco e pouco, tomavam consciência da perda do que lhes era mais sagrado, do que sempre consideraram como certo, o seu paraíso edílico. Era apenas o início do flagelo…
Embora uma pequena batalha tenha sido vencida, a guerra contra aquelas que vivem em sintonia com a Mãe parece não ter fim. O mal reúne-se. Os homens cegam. As mulheres morrem.
A magia brota como uma maldição e actos cada vez mais insanos, obscuros, são levados a cabo por aquele que, embora mutilado, insurge soldados pérfidos a prosseguir a sua demanda enraizando os seus tentáculos em corações outrora bondosos. Nunca os Fea, nunca as Bruxas, tiveram de chegar tão longe pela sua salvação, pela propagação de tudo aquilo em que acreditam e que a natureza acolhe transformando o bem e os sonhos em realidade. No entanto, ao longe, para lá da Serra da Mãe, enquanto persistirem as jóias da verdade, reside a esperança.

Luz e sombras são conceitos permanentes que vão sendo repetidos ao longo do livro, em diferentes contextos, vinculando a certeza que a perfeição não subiste sem trevas, de que a beleza também tem um lado negro, sendo essa a chave para os afectos mais puros. Assim sucede com a Ceifeira, uma personagem imensa que mais uma vez se encontra em destaque sendo o elo de ligação entre novos intervenientes e antigos, o elo de ligação das almas ao seu repouso final. Tal como a Morte, A Senhora da Floresta surpreende a cada passagem e ao longo de toda a história é soberba a sua evolução e contraste entre outros Fea. Ela personifica a grandiosidade das personagens que só Bishop consegue criar, repletas de honra, poder e temerosas por tudo aquilo em que acreditam. Uma das grandes revelações deste livro. 
Com uma vertente mais romântica Musa e Bardo estão cada vez mais próximos dos humanos, desempenhando um papel crucial neste segundo volume, eles são ricos em emoções, em acções repletas de poder que, de pequenos gestos, constroem o futuro para salvação do mundo em que ainda acreditam. Juntos aproximam-nos dos restantes seres da sua raça, aproximam-nos da transformação que todos eles deveriam sofrer e não deixam que fiquem esquecidos aqueles que no livro anterior desiludiram mas que, de certeza, têm ainda um papel fundamental a desempenhar.

No geral, se de princípio nos foi dado a conhecer o problema, agora agrupam-se as armas por tudo aquilo que é precioso para as muitas vidas descritas. O leitor volta a ficar próximo das Bruxas, Breenna em particular, reconhece e aprende mais profundamente sobre diversos Senhores Fea e compreende a dimensão de tudo aquilo que está em jogo nesta batalha entre a Luz e as Sombras. E, se de início, o leitor pode considerar a narrativa um pouco mais leve que a sua antecedente, não se iluda, é imenso o que está para vir e o medo, assim como a mulher, continuam a reiterar página após página.  

Anne Bishop tem uma criatividade magnífica e, embora eu possa ser suspeita por ser uma grande fã sua, penso que é inegável o valor das suas concepções de maravilhoso, bem como das suas personagens.
A autora tem uma escrita bela, fluida e envolvente que facilmente absorve o leitor para o universo fantasioso onde tudo é uma possibilidade, onde é impossível, de uma forma ou de outra, ficar indiferente.
As ligações criadas são enraizadas com o decorrer da leituras que nos permeia com descrições de tirar o folgo e caracterizações extremas que levam a que facilmente se crie laços com a ficção, sendo a vivência, de todo o enredo, muito bem conseguida.
Mestra na sua arte, esta é sem sombra para duvidas uma autora a ter sempre por perto, a seguir com proximidade, capaz de nos levar viajar por histórias que estão tão perto dos nossos sonhos como dos nossos pesadelos, na minha singela opinião, é fascinante.

Pessoalmente, eu sou o tipo de leitora que ficaria horas numa fila, ao calor e ao frio, para dizer a Anne Bishop que adoro o seu trabalho, um dia vai acontecer (eu sei!) mas, até lá, cada livro seu continua a fascinar-me e este não foi excepção.
Neste segundo livro da trilogia Pilares do Mundo foi excelente reencontrar personagens do livro anterior, não só porque isso me permitiu saber o que lhes reservou o futuro, como também confirmar a sua evolução que continuou a surpreender-me. O Povo Menor, embora pouco interventivo, começa agora a cativar-me e, apesar das contrariedades das suas atitudes, acabam por ser na minha perspectiva o lado mais selvagem, menos real, desta história muito ligada à natureza, o que me atrai.
Quanto ao resto gostei de tudo, das perversidades dos inquisidores, da simplicidade das bruxas, das novas povoações, dos novos Fea e dos momentos de humor que a autora conseguiu proporcionar. Gostei do equilíbrio entre bem e o mal, sempre presente, do lado mais triste de toda a narrativa, assim como do lado mais feliz que encoraja os seres ficcionais a seguir em frente. Uma obra magnífica.

Livro Anterior
Esta obra é mais uma aposta do Grupo Saída de Emergência pertencente à colecção Bang, que continua a trazer para terras lusas grandes nomes fantástico e ficção, prova disso é esta trilogia com dois volumes já publicados que conquistarão, sem qualquer dúvida, os adeptos deste género literário. Adorei.


Os Pilares do Mundo - Opinião

Título: Luz e Sombras
Autora: Anne Bishop
Género: Fantasia
Editora: Saída de Emergência

Título: Julgamento Mortal
Autora: J. D. Robb
N.º Páginas: 336
PVP: 17,80€
ISBN: 9789897100345

Sinopse:
Estava de pé no Purgatório enquanto observava a morte. O sangue e a maneira como ele escorria, a ferocidade do seu brilho. Tinha chegado àquele lugar com o temperamento obstinado de uma criança, cheio de calor, paixão e uma brutalidade negligente.

No clube noturno Purgatório, a tenente Eve Dallas descobre o corpo brutalmente assassinado de um colega polícia. Pouco depois, outro polícia é encontrado morto. Descobre-se que ambos os homens tinham uma ligação ao criminoso Max Ricker. Mas à medida que Eve aprofunda a investigação, expõe um caso de crime e corrupção policial que coloca a sua carreira em perigo. Para tornar as coisas piores, o clube Purgatório pertence ao seu marido milionário Roarke, um antigo sócio do criminoso Ricker. Inevitavelmente, as vidas pessoais e profissionais de Roarke e Eve acabam por se misturar, causando ainda mais confrontos num casamento já de si tempestuoso. Conseguirá Eve salvar a sua vida, reputação e, acima de tudo, o seu casamento?

«Roberts não vendeu 300 milhões de livros por acaso... um convincente e apaixonante livro... divertimento em ritmo acelerado.» - People

Saiba mais em: Saída de Emergência


Com Jill Mansell, o amor nunca é simples nem fácil. Mas é sempre divertido e inesquecível!

Título: Jogos Secretos
Autora: Jill Mansell
N.º Páginas: 384
PVP: 17,80€
ISBN: 9789897100352

Sinopse:
Suzy Curtis é a miúda que tem tudo: emprego de sonho, Rolls Royce vermelho e uma arrebatadora estrela de rock como ex-marido. Mas há dias em que nem ela devia sair da cama: ao tentar desesperadamente fugir a uma multa por excesso de velocidade, conhece Harry e vê-se numa alhada que envolve uma amostra de esperma, um polícia e um copo de batido do McDonald’s. Harry não é propriamente um caso de amor à primeira vista, mas é um caso sério de atração sexual. O que não vem nada a calhar pois a mãe de Suzy acaba de falecer deixando-a a braços com um segredo de família que promete mudar toda a sua vida…

«Não diga que não foi avisada: não será capaz de fazer nada até terminar este livro.» - Heat

Saiba mais em: Saída de Emergência


sábado, 23 de junho de 2012

Sinopse:
Abandonada no altar…
Beatrix Danbury sempre teve a certeza de que iria casar com William Mallory. Amava-o desde sempre e nunca duvidou que ele a amasse também. Mas quando Beatrix o obriga a ter de escolher entre uma vida a dois ou o seu sonho de sempre, ele decide-se pela última hipótese... a duas semanas do casamento.
O regresso do Duque...
William estava certo de que Beatrix o receberia de braços abertos. Os seis anos que haviam passado desde que a deixara, não tinham feito desaparecer o seu amor por ela. O problema é que Beatrix estava prestes a casar-se com outro homem. Alguém previsível e em quem sentia que podia confiar... alguém que era o oposto do seu antigo noivo.
Conseguirá William impedir o casamento do ano e ter Beatrix de volta, ou será tarde demais?

O Casamento do Ano remonta a uma época em que as senhoras tomavam banho vestidas e andar de carro era o auge da extravagância, até mesmo entre a nata social. Uma época em que os futuros eram planeados e os casamentos previsíveis, anunciados entre as famílias de bom-tom. Por tudo isto, quando uma jovem muito amada foi abandonada nas vésperas de cumprir o papel que lhe estava destinado, a sua vida perde o rumo e, os anos seguintes, foram um tormento desmedido para serenar o seu coração. E o jovem que a trocou por um sonho, esse, enterrou dentro si sentimentos que julgava esquecidos mas que, permaneceram, simplesmente adormecidos até ao dia em que um papel de jornal lhe mostrou que nada pode superar a imensidão do amor.

Beatrix é uma protagonista maravilhosa e os seus dilemas entre o estatuto social e a necessidade de se libertar, bem como as suas divisões entre a paixão e o que é politicamente correcto, captam facilmente a atenção do leitor que aprecia entusiasticamente a evolução imensa que a personagem sofre ao longo de toda a leitura. William não se fica atrás da mulher dos seus sonhos e, embora nem tenha comportamentos tipicamente masculinos, é fácil criarmos um laço de afectivo com a imensidão dos seus sentimentos e a sua ambição pela descoberta.

No geral esta acaba por ser uma história muito romântica e divertida que, devido à época e altura do ano em que se desenrola, permite diversas peripécias e a introdução de personagens muito variadas e apelativas. Das caracterizações aos cenários é notável o cuidado permanente e, não sendo um livro imenso, é sem qualquer dúvida uma excelente fonte de entretenimento para qualquer apreciador de romances.

Laura Lee Guhrke tem uma escrita muito agradável que permite que a leitura se desenvolva de forma simples sem perder intensidade.
É primorosa nas descrições que, não sendo extensas, permitem dar a ver todo o meio envolvente da acção. Da caracterização simples de vestuários, aos cenários diversificados, tudo se encontra ao alcance do leitor que vivencia de forma perfeita as paixões e desamores de um casal carismático.
Também os diálogos se encontram bem trabalhados, se tivermos em conta que a narrativa se desenvolve no início do século XVIII, sem que, no entanto, se perca o humor e a perspicácia necessários para manter acesa a chama deste passado tão restrito socialmente.
Indiscutivelmente, esta é uma boa história de amor, assertiva nos pontos-chave que confere à autora o mérito já atribuído dentro do género romance histórico.

Pessoalmente, sendo a minha estreia com esta autora, fui agradavelmente surpreendida. Ao longo de todo livro usufruí plenamente de voltas e reviravoltas contidas na narrativa que me divertiu, me fez suspirar e me prendeu a pulsação num final deveras emotivo.
Das personagens ao enredo, nada tenho apontar, muito pelo contrário. Extremamente atractivos e repletos de pormenores interessantes, os intervenientes foram um bálsamo para mim que gosto de histórias de época.
Uma obra maravilhosa que eu só tenho pena de não ter folheado à mais tempo e que me deixou, indubitavelmente, atenta aos títulos anteriores já publicados da mesma autora,

Este livro é uma aposta Livros d’Hoje que pertencente à colecção Tiara na qual já se encontram publicados títulos como A Paixão ou Aposta Indecente, narrativas repletas de paixão perfeitas para o público feminino. Gostei muito.

Título: O Casamento do Ano
Autora: Laura Lee Guhrke
Género: Romance Histórico
Editora: Livros d’Hoje - Tiara

Uma obra autobiográfica, em que é revelada a descoberta do amor e do sexo por uma adolescente, filha de uma família de colonos que vivem numa situação de falência na Indochina francesa, nos anos 30. Marguerite Duras, escritora que marcou a literatura francesa do século XX.

Título: O Amante
Autora: Marguerite Duras
N.º Páginas: 128
PVP: 14,00 €
ISBN: 9789892317564

Sinopse:
Saigão, anos 30. Uma bela jovem francesa conhece o elegante filho de um negociante chinês. Deste encontro nasce uma paixão. Ela tem quinze anos e é pobre. Ele tem vinte e sete e é rico. Os amantes, isolados num mundo privado de erotismo e autodescoberta, desafiam as convenções da sociedade.
Enquanto ela desperta para a possibilidade de traçar o seu próprio caminho no mundo, para o seu amante não há fuga possível. A separação é inevitável e tragicamente cadenciada pelos últimos acordes da presença colonial francesa a Oriente.
A jovem é a própria autora e este é o relato exacerbado de uma paixão inquieta e dilacerante. De tão etérea, a sua realidade gravar-lhe-ia no rosto marcas implacáveis de maturidade. Para o mundo, fica uma obra que contém toda a vida.
Obra intemporal, relato de um mundo perdido, O Amante foi vencedora do prestigiado Prémio Goncourt, em 1984, e confirmou o génio literário de Marguerite Duras, nome cimeiro da literatura mundial.

Sobre a autora:
Marguerite Duras (1941-1996) é um dos expoentes máximos da literatura europeia do século XX. Nascida na Indochina Francesa (atual Vietname), onde passou a infância e a adolescência, a autora fica profundamente marcada pela paisagem e pela vida da antiga colónia francesa, frequentemente referidas na sua obra. Foi também realizadora e dramaturga. Em 1984, venceu o prestigiado Prémio Goncourt com O Amante, romance traduzido para quarenta e três línguas e adaptado ao cinema em 1992.

Para mais informações sobre a Coleção Vintage consulte o blogue asavintage.blogs.sapo.pt

Há histórias que são verdadeiras, mas que não são reais.
Há vidas que são reais, mas que não são verdadeiras.

Título: Mães como Nós
Autora: Inês Barros Baptista
N.º Páginas: 340
PVP: 16,50 €
ISBN: 9789897240157

Sinopse:
Há anos que Dulce Rosa sonha ser mãe. Gostava de ser como Rita e de encher a casa de filhos. Há noites em que Patrícia não dorme, imaginando o regresso do pai do seu filho. À frente do espelho, Verónica esforça-se por disfarçar as marcas da maternidade, ao contrário de Clara, que as torna mais evidentes a cada dia que passa. Sophia trava uma luta entre o prazer e a culpa. Margarida e Rebeca concretizam o desejo de ter uma filha. Fátima vive à mercê de um pequeno déspota.
Estas são as histórias de Mães Como Nós. De mulheres com vidas semelhantes às nossas, com inquietações, mágoas, fragilidades, medos, incoerências, planos, sonhos.  Com filhos que a toda a hora chamam por “Mããããããããe!”, mas que nem sempre têm disponibilidade para atender aos seus apelos. Com ilusões e desilusões, dias melhores e dias piores, padrões, crenças, memórias. Com a esperança – comum a todos os seres –  de amarem e de serem amadas.


Sobre a autora:
Inês de Barros Baptista nasceu em Lisboa, em Setembro de 1966. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Trabalhou como copy-writer e como jornalista. Foi diretora da revista Pais&Filhos e colaboradora da revista Pública. Já publicou vários livros, entre os quais Há Vozes na Ilha, Os Dias da Luz, Pede um Desejo, Índigo - O Mistério do Rapaz de Luz e Morrer é só não ser visto.
É a autora de todas as histórias que conta a si própria sobre a vida, o mundo e os outros e muito poucas são verdadeiras. É mãe e coautora de quatro obras-primas: Francisca, Lucas, Madalena e Luísa. Gosta de fazer mandalas e de andar descalça e escreve avulso num blogue: http//www.ahumanidadedosporques.blogspot.com
quinta-feira, 21 de junho de 2012

Sinopse:
Como podemos escolher entre a nossa vida e a de um filho?
Os recém-casados Holly e Tom acabaram de se mudar para uma casa antiga na pitoresca Inglaterra rural. Quando Holly descobre um relógio lunar num jardim cheio de ervas, e o seu estranho mecanismo de cristal, está longe de suspeitar que ele vai mudar a sua vida para sempre. Pois o relógio lunar tem uma maldição.
A cada lua cheia, Holly consegue ver o futuro – um futuro que contém Tom a embalar a filha bebé de ambos, Libby, e a chorar a morte de Holly no parto…
Holly percebe que o relógio lunar está a oferecer-lhe uma escolha desesperada: dar a Tom o bebé que ele sempre quis e sacrificar a sua própria vida; ou salvar-se e apagar a vida da filha por quem se apaixonou.

A Escolha do Coração é uma história sobre o poder de dar ou retirar a oportunidade de ver o mundo, sobre o poder de decidir o valor e o peso de duas formas distintas de amor, é sobre o poder de uma decisão que não deveria, nunca, fazer parte de nenhum futuro, de nenhum destino.

Quando Holly descobre no seu jardim um antigo relógio lunar nada a poderia fazer prever a visão que este lhe iria conferir, a visão de um presente amargo capaz de lhe roubar a estabilidade e o mais importante de todos os seus tesouros, o homem do seu coração, Tom. Juntos, eles são um casal perfeito, com uma vida quase perfeita agora que encontraram o lar ideal para a sua futura família mas, rapidamente, os problemas sucedessem enquanto eles resistem com a força de um laço intenso de paixão. Tom, infelizmente, embarca consecutivamente em viagens de trabalho e Holly, com os seus dilemas secretos, sente-se cada vez mais só com uma predestinação incerta entre mãos e o rosto de Libby profundamente vinculado aos seus pensamentos, no seu coração.
Nada poderá dar certo com um futuro desgostoso segredado de uma visão, um futuro de dor e, neste caso, nem Jocelyn, a mais fiel das amigas, que já sofreu os seus medos, a conseguirá ajudar.

Repleta de emoção, esta é uma narrativa que expõe afectos profundos, que expõe o amor entre mãe e filho, o amor incondicional entre um homem e uma mulher e, ainda, uma amizade terna, crescente, entre duas vidas que cuidam de perdoar e, sem pedir nada em troca, estão presentes nos momentos mais difíceis.
Com pormenores dedicados ao maravilhoso, relações problemáticas e todo género de conceitos familiares este livro não deixa de ser, acima de tudo, extremamente sentimentalista, ligeiramente dramático, sendo ideal para os adoradores de romances emotivos

Amanda Brooke coloca muito de si própria na sua escrita e isso torna-se evidente ao olharmos para o seu passado e para história que apresenta. Com palavras simples e alguns retoques de humor, a autora aproxima-nos e envolve-nos com as suas personagens e os seus problemas, acabando por transmitir vivências e emoções que durante o decorrer da sua vida ultrapassou.
Obviamente que tratando-se de ficção o retracto descrito por Amanda está embelezado e é mais fácil para o leitor aceitar, e folhear, com fluidez o seu texto. O que também não pode ficar esquecida é a criatividade do enredo, para lá do drama central existem muitos factores de interesse e que, tenho a certeza, despertaram a curiosidade de quem lê. 

Pessoalmente, devo admitir que, senti algumas dificuldades em encontrar o meu ritmo de leitura e pontos de ligação com a narrativa.
Acho que em diversos momentos as emoções foram demasiado descritivas, a passagem do tempo foi repetitiva com as viagens constantes de Tom e o medo latente, sempre de presente, de Holly.
Ainda sim, na minha perspectiva, acho que esta história tem imenso potencial mas que, no entanto, deixou muitos pontos-chave por explorar. Se o livro fosse um pouco mais extenso dando a oportunidade de saber um pouco mais sobre os restantes intervenientes, para lá do casal principal, penso que a narrativa só teria tido a ganhar. Fica, no entanto, a vontade de ler algo mais desta autora, pois acredito que, com a sua imaginação e sentido de humor, tem muito mais para oferecer.

Este romance é uma aposta da apaixonante editora Quinta Essência que, como sempre, aposta na publicação de obras muito dedicadas à mulher e aos variados sentimentos que muitas vezes guarda só para si. Uma leitura que sugiro a quem gosta de romances e, em particular, a quem gosta de histórias comoventes.

Título: A Escolha do Coração
Autora: Amanda Brooke
Género: Romance
Editora: Quinta Essência

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