Pesquisar Histórias:
Sobre mim:
A Elphaba...
Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.
Aviso:
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.
Aviso:
Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!
Contacto:
Contacto:
Etiquetas:
- Aquisições ( 94 )
- ArtePlural Edições ( 5 )
- Asa ( 272 )
- Bertrand ( 70 )
- Bizâncio ( 1 )
- Book Trailers ( 125 )
- Booksmile ( 23 )
- Caderno ( 1 )
- Casa das Letras ( 16 )
- Cinema ( 4 )
- Civilização ( 35 )
- Clube do Autor ( 38 )
- Colecção 1001 Mundos ( 78 )
- Contraponto ( 86 )
- Curiosidade ( 132 )
- Divulgação ( 1373 )
- Dom Quixote ( 4 )
- Editora Objectiva ( 3 )
- Editorial Presença ( 362 )
- Encontros ( 4 )
- G. Floy Studio ( 1 )
- Gailivro ( 36 )
- Grupo Leya ( 9 )
- Grupo Penguin Random House ( 62 )
- Livros d' Hoje ( 48 )
- Lua de Papel ( 9 )
- Lápis Azul ( 10 )
- Marcador ( 64 )
- Oficina do Livro ( 32 )
- Opiniões ( 576 )
- Outras Literatices Outras Coisas ( 21 )
- Passatempos ( 478 )
- Pergaminho ( 12 )
- Planeta Manuscrito ( 450 )
- Porto Editora ( 130 )
- Quetzal ( 8 )
- Quinta Essência ( 284 )
- Saída de Emergência ( 257 )
- Suma de Letras ( 50 )
- TOPSELLER ( 174 )
- Vogais ( 11 )
Com tecnologia do Blogger.
O Que Escrevo...
Seguidores
Blogues Com Histórias...
Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura Juvenil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura Juvenil. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Sinopse:
Seguir as regras.
Lembrar-me do que aconteceu.
Nunca me apaixonar.
O mundo de onde vim está em ruínas.
Estamos aqui para evitar a destruição da humanidade.
Mas se não seguirmos As Regras, tudo o que é importante
desaparecerá:
Amigos. Famílias. Sonhos. Amor.
O Ethan não pode nunca descobrir o meu segredo.
Que não vim de outro lugar.
Que vim de um outro tempo.
Efectivamente direccionada para os mais novos, a mais
recente narrativa de Ann Brashares em terras lusas equilibra na perfeição
romance, mistério e aventura, com um toque ficção científica que colocará os
jovens leitores a reflectir sobre o futuro do nosso planeta.
Como elucida e sinopse, Aqui e Agora conta-nos a
história de Prenna James, uma estranha na nossa contemporaneidade vinda do
futuro e que vive de forma condicionada no nosso presente, sufocada pelas Regras
que lhe permitem sobreviver na nossa realidade. Prenna irá acabar por se
envolver numa amizade proibitiva com Ethan e, paralelamente aos laços que se
estreitam entre ambos, descobrirá que são muitos os segredos guardados pela sua
comunidade emigrante e que as pistas para os desvendar poderão estar onde
menos espera.
Provavelmente graças ao seu público-alvo, é
relativamente fácil falar sobre esta história dada a clareza da mensagem
passada pela autora e devido à simplicidade das suas personagens comuns,
protótipos deste tipo de texto e com caminhos definidos desde o início. Assim,
esta é uma leitura bastante interessante para os menos experientes neste
género literário e que, quanto a mim, prima principalmente pelos seus contornos
e surpresas reveladas no desenlace.
Relativamente a intervenientes, Prenna e Ethan são quem mais se destaca, com todos os atributos necessários aos seus papéis; ela um
pouco mais perdida, tímida e inocente e ele muito curioso, astuto e corajoso,
perseguindo as suas convicções.
As personagens secundárias são igualmente apelativas
e primam pela sua diversidade. Tanto os “vilões” como os “heróis” contribuem activamente
para o enredo, pontuando-o com momentos intensos, o que dá ainda ênfase a
Prenna e Ethan.
As mais-valias do livro acabam, a meu ver, por estar
relacionadas com as temáticas abordadas, com as alterações climáticas a serem
exploradas e a merecerem um enorme destaque ao longo da obra, bem como as
consequências associadas a esta catástrofe – por exemplo fome e doenças
variadas. Esta questão em particular e especialmente bem conseguida, graças à
capacidade que a autora teve de estabelecer uma ponte entre a realidade e a
ficção, entre o presente e o futuro, para nos oferecer uma nova visão deste
tema tão pertinente.
Para terminar, a narrativa tem alguns pormenores
originais, como as Regras ou a estrutura e base da comunidade, alguns objectos
futuristas engraçados e gostei, igualmente, da forma como foram facultadas as
informações que conduzem ao final do livro – consegui surpreender-me. Só
lamentei que todo o desenlace fosse tão rápido, quase forçado, devido ao
caminho afectivo escolhido.
Em suma, este é um bom livro de entretenimento para
os mais jovens mas que não trará nada de novo para o leitor mais experiente
neste género de ficção. Um livro que se lê de um sopro, devido ao seu carácter
ligeiro e à sua escrita muito acessível.
Esta é uma aposta Editorial Presença, inserida na sua
colecção Noites Claras, histórias primorosas que tentem a aflorar questões
muito pertinentes.
Título: Aqui e Agora
Autora: Ann Brashares
Género: Romance; Fantasia; Juvenil
Editora: Editorial Presença
Para comprar o livro Aqui e Agora, clique aqui.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Sinopse:
Alerta!
Um grupo de seis jovens com poderes extraordinários está em fuga. O seu líder é
Maximum Ride, ou Max, uma rapariga de 14 anos que consegue voar. Deve ser
considerada perigosa.
Max
e o seu bando estão destinados a grandes voos. Vivem em condições difíceis e
não podem dar muito nas vistas. Afinal, seis miúdos com asas a atravessar os
céus não passam despercebidos?
Nesta
aventura o grupo vai ter de escapar ao terrível plano genocida criado por
cientistas maléficos, os batas-brancas. E como se não bastasse, há um traidor
entre eles. A união entre todos os elementos vai ser posta à prova enquanto
enfrentam os inimigos mais poderosos de todos os tempos.
Será
que um romance insuspeito, um blogue seguido por milhões de fãs e algumas
revelações vão contribuir para que a missão de salvar o mundo seja realmente
possível? Os leitores de James Patterson não vão descansar enquanto não tiverem
a resposta certa. Mas cuidado: estas páginas são completamente viciantes.
Naquele que é o meu livro favorito da série Maximum Ride até
ao momento, o enredo ganha novo ênfase, as personagens amadurecem e
tudo o que já era mau torna-se ainda pior. Novos pesadelos desenvolvem-se,
medos antigos reavivam-se e o inimigo finalmente adquire a sua assustadora
forma – tudo pode acontecer!
Maximum
Ride 3: Salvar o Mundo é um livro crucial para o destino dos heróis a que os
leitores já se habituaram, levando-os ao passado para lidarem com o presente e
abrindo-lhe uma janela para um futuro que se adivinha ainda mais complexo e
inimaginável que o previsto.
Tiquetaque... o tempo escoa, as armadilhas multiplicam-se e a fuga continua a ser a única
salvação para a singular família de Max, um grupo de seis crianças
voadoras e um cão que fala, um grupo que se sustém com sentimentos fortes e que
sobrevive graças à forte ligação que torna o bando uma só entidade. Mas como sobreviverão
de forem afastados?
A
separação do grupo é, desta feita, um dos muitos destaques deste terceiro livro,
pleno em reviravoltas, que espelha bem a criatividade de James Patterson que
resolveu destruir algo fundamental para esta equipa levando-a a passar por novas
adversidades nunca antes equacionadas pelos seus jovens. Um livro em que as
dificuldades superam tudo aquilo com que se confrontaram até ao momento e,
igualmente, um livro em que os laços, os de agora e os de antigamente, voltam a
surgir para preencher cada interveniente de emoção enquanto tentam, acima de
tudo, manter-se sãos, manter-se vivos.
Na
busca pela impossível normalidade, muitos são os riscos que cada um destes
jovens indivíduos está disposto a correr e alguns, infelizmente, podem
adivinhar-se fatais. Todavia há algo com que o inimigo não conta, a maturidade,
a coragem e a nobreza que cada um dos pequenos adquiriu longe da prisão que
lhes foi imposta à nascença, algo que os levará, ainda que por vezes por
caminhos apostos, a um rumo comum, a salvar o mundo por tudo aquilo em que
acreditam e para evitar um planeta povoado pelos horrores que fizeram parte dos
seus dias. Por tudo isto, e no que respeita a personagens, é fantástico
observar tanto as fragilidades como a evolução de alguns membros do bando, Max,
Fang e Nudge em particular, que se evidenciam em momentos chave, em momentos em
que tudo parece perdido.
As
questões familiares voltam novamente a ser um tema relevante, pois todas as
crianças – Max, Fang, Iggy, Nudge, Gazzy e Angel – desejam saber mais sobre o
seu passado. Neste sentido, o inimigo acaba por jogar muito bem com esta
fraqueza das personagens principais, torturando-as psicologicamente e
levando-as a duvidar de tudo o que as rodeia, confundindo-as e ao próprio
leitor com a linha ténue que separa a verdade e a mentira na ficção.
Em relação à face do mal que eu tanto
ambicionava descobrir, é agora destapada a ponta do véu e é dada a conhecer uma
parte da sua extensão que, para lá do Quartel-General da Itex, da Escola e do Instituto, ganha vários nomes, caras e contornos de
inocência cruel, ao mesmo tempo que tende a ilibar personagens que os heróis
julgavam monstros. Como citei anteriormente, a história ganha realmente novo ênfase a uma escala que ultrapassa os pequenos
que já não temem mostrar-se ao mundo pois, como é descrito na sinopse, está em
marcha um plano de genocídio à escala mundial.
No
que a novos seres diz respeito, devido a todas as alterações e aberrações
científicas que os batas-brancas efectuam, esta narrativa torna-se quase
chocante. Novas mutações genéticas são dadas a conhecer transformando híbridos como
os humano-lupinos Erasers, lobisomens, em verdadeiros anjinhos e os
maravilhosos miúdos pássaros, com todos os seus poderes fantásticos, em criações
fracas aos olhos de quem se julga Deus. São formas de vida combinadas
aterradoras a quem apagaram as almas que, felizmente, é coisa que não falta aos
protagonistas.
Num
campo afectivo, tenho obrigatoriamente que destacar a controversa e ao mesmo
tempo enternecedora ligação entre Max e Fang, uma relação inexplicável como eles próprios
e que me deixa com uma única certeza, eles nasceram para estar juntos, como irmãos, como
companheiros e, se for o meu lado romântico falar, com tudo aquilo que o
autor lhes puder oferecer.
Distante
desta questão, mas igualmente pertinente, é a postura de Angel neste livro.
Esta menina de seis anos é responsável por muitas transformações e viragens na
história tornando-a ainda mais emocionante e gosto, cada vez mais, das
características particulares que lhe foram atribuídas e que a transformam em algo assustadoramente especial entre o grupo – é uma verdadeira caixinha de
surpresas.
No
que respeita ao ambiente exposto, para lá da esterilidade dos laboratórios ou
dos momentos selvagens em que se aplicam máximas de sobrevivência, existe uma
abordagem interessante à sociedade actual e ao nosso universo contemporâneo, ainda mais evidente do que nos títulos anteriores. Em parte, isto acontece através do
blogue do Fang, das várias interacções e temas que este alcança no diálogo com
os seus leitores – onde promove a abertura de uma consciência crítica e alerta
para questões cruciais dos nossos dias –, mas também devido ao longo percurso
que as personagens percorrem pelo globo.
Em
suma, este terceiro livro não só mantém a acção e tensão habitual como a
intensifica, primando por novas surpresas em cada novo capítulo e destacando-se
pelas muitas informações que proporciona para o enredo central, em relação ao
mistério que envolve estas crianças e as experiências a que foram sujeitas,
bem como pelas muitas novidades de carácter emocional que tocarão o leitor.
Quanto
à escrita de James Patterson é perfeita para um público juvenil, com a
utilização de uma linguagem simples, muitos diálogos e recorrendo à ironia
fácil com que os mais novos se identificaram.
A
própria formatação do texto, com capítulos muito breves que nos impulsionam a
virar sempre mais uma página, é uma mais-valia, e o mesmo se passa com o tipo
de discurso utilizado em que o protagonista a fala directamente para o leitor, que desta forma se sente entrosado com a narrativa, se sente a fazer parte da história
independentemente da voz que chega até si, seja ela Max, Fang e, em determinado momento, até de Nudge.
Pessoalmente,
sei que não vos contei muito sobre o que realmente aconteceu neste texto, mas a
verdade é que sinto que qualquer informação que disponibilize pode ser um
spoiler para quem ainda não conhece Maximum Ride.
Enfim,
certo é que este foi para mim o melhor livro até à data, conseguindo prender-me
totalmente à história e começando a fazer-me sentir uma verdadeira ligação com várias
personagens, pelo que espero que o próximo livro, The Final Warning no
original, seja publicado em breve.
Esta
é uma aposta em grande da Topseller para o público juvenil mas que consegue,
igualmente, captar adeptos mais graúdos interessados em ficção científica e que
apreciem uma boa história de acção.
Maximum
Ride 2: Adeus à Escola (Opinião)
Título:
Maximum Ride 3: Salvar o Mundo
Autor:
James Patterson
Género:
Ficção Científica; Juvenil
Editora:
Topseller
sábado, 2 de novembro de 2013
Sinopse:
Passaram
24 horas desde que Max e o seu bando escaparam do Instituto, em Nova Iorque. Os
seis amigos com poderes extraordinários são 98% humanos e 2% pássaros continuam a emocionante
procura dos seus pais e da verdade sobre quem realmente são.
Embora
perseguidos pelos medonhos Erasers, os seis amigos tentam levar uma vida
normal, com a ajuda de uma agente do FBI. É assim que voltam a estudar e que
Max se apaixona por um rapaz, tentando a todo o custo não desvendar os seus
poderes
Mas
para este bando não existem dias normais. Max apercebe-se de que estão a ser
alvo de uma emboscada e que terão de abandonar a escola. E a situação é ainda
mais grave ela e os cinco amigos devem, supostamente, salvar o mundo. Mas salvá-lo de quem? Quando? E como?
Atendendo
ao facto de que li este livro há vários meses, pelo menos há cinco, esta não é
uma opinião muito fácil para mim, mas um breve folhear, para recordar alguns
dos acontecimentos marcantes, foi o suficiente para me lembrar da grande
evolução que esta série sofreu neste segundo livro, com muitas reviravoltas
marcantes e a evolução de uma protagonista que tenderá a tornar-se uma grande
heroína, Max, dentro o deste género literário em Portugal, ficção científica
juvenil.
Quem
leu o primeiro livro da série Maximum Ride, Maximum Ride: O Resgate de Angel,
certamente recordará os horrores passados vividos pelas seis personagens
principais desta história, seis jovens emocionalmente mutilados e,
geneticamente, cientificamente alterados.
Em
parte humanos e em parte pássaros, não há muita coisa que estes intervenientes,
alguns ainda crianças, mais desejem do que a normalidade, uma réstia da infância
que nunca tiveram durante o seu crescimento sem inocência. Desta feita, como o
próprio título indica, um dos pontos altos de Maximum Ride: Adeus à Escola tem
que ver com a oferta de esperança, com a oferta de uma vida banal que logo em
seguida lhes é retirada – uma jogada tão baixa quanto inteligente levada a cabo
pelos seus inimigos.
Para
lá do informação que já vos facultei e sem querer, como é habitual, cometer qualquer tipo
de spoiler, todo este livro se desenvolve seguindo a mesma linha de acção que o
seu antecedente, tendo a fuga e a perseguição, novamente, um lugar de destaque
que proporciona tensão constante. Novos factos e esclarecimentos pertinentes são
adicionados ao enredo ao longo de toda a narrativa, bem como novas personagens
atractivas a ambas as facções conhecidas até o momento – miúdos versus
laboratório. Mas não se iludam, esta história está apenas no seu início e
apesar de ter alguns pontos em comum com o livro anterior, as novidades são
consecutivas e permitem que seja possível começar a ser antever-se o propósito
de tudo o que foi aberrantemente feito e, embora nada desculpabilize os
anteriores carcereiros de Max e o seu bando, o desconhecido, um provável novo
inimigo, adivinha-se realmente assustador.
Em
relação a personagens, as principais em particular, o meu afecto por Max aumentou
consideravelmente. Esta protagonista sofre imenso durante todo o livro, a um
nível quase mais psicológico do que físico, e a sua preocupação pelos que
estima é algo absoluto e incontestável que enternece quem lê. Ao contrário de
todos os outros, ela não pode ceder pois sente que tem de liderar, que foi
“programada” para tal e a voz que ouve na sua mente, sempre a indicar-lhe um
caminho no qual ela não pode confiar, é uma perturbadora prova disso mesmo.
Continuam
a fazer parte dos meus eleitos tanto Fang como de Angel, ainda que ambos, em
determinados momentos, tenham tido atitudes menos apelativas. Fang porque, ao
ser introduzido no mundo real, cede a alguns sentimentos mais comuns de
adolescente e eu espero mesmo muito de si – confesso que também tenho ideia
romântica de que ele e Max se entendam para lá da amizade –, e Angel porque
começa a revelar um poder de persuasão, para lá das asas que lhe permitem voar,
que por vezes me deixa receosa quando ao seu papel no grupo, tenho suspeitas
em relação a esta criança.
No
geral, ainda quanto ao bando, todos mantiveram os perfis traçados
anteriormente, foram-nos dados alguns pormenores quando aos seus passados e as
suas atitudes continuam a espelhar um lado de maturidade forçada mesclada com
os desejos de meninice. É importante ainda acrescentar que o bando tem um novo
membro, Total, que é bastante curioso.
A
maior parte dos novos dados conseguidos, para ir preenchendo lacunas em relação
às muitas perguntas sem resposta, e que levantaram novamente muitas questões,
estão relacionadas com o laboratório que alterou a maior parte das personagens
do enredo, onde estão incluídos os seus soldados, na maioria Erasers. Os
Erasers são criaturas terríveis, em parte lobos e, agora, também com asas, o
que torna a vida dos nossos voadores bastante complicada. Entre esta espécie de
vilões, sem que realmente o sejam, Ari merece destaque pelo sofrimento
individual que o impulsiona, juntamente com as suas missões, a estar numa
facção contrária aos miúdos que inveja, no entanto o seu protagonismo e
evidente e tem realmente um papel importante a desempenhar. Existem outros que
também merecem destaque, mas nomeá-los seria contar-vos mais do que devo.
De
um modo geral, entre batalhas, emoções fortes e cenas esgotantes, tudo está em
aberto e pode acontecer. No fim, ficou no ar dúvida sobre qual será a
verdadeira causa da experiencias efectuadas entre humanos e animais. E, mais uma
vez, tudo o que é relacionado com laboratórios e ensaios é criticado, o tema da
família, em particular a ausência parental, é discutido, assim como é
evidenciado pelos vários comportamentos dos intervenientes. Certo é que nada é
o que parece e o que fica por revelar neste texto é certamente tão importante
como o que nos é contado, deixando o leitor curioso quanto ao que poderá vir a acontecer.
Somatizando, este é o típico livro de aventura que proporciona, aos
leitores mais inexperientes o contexto de ficção científica, a possibilidade de usufruir de
uma realidade, neste caso de personagens, com poderes sobrenaturais alterados
pela ciência, num ambiente urbano e actual onde existem muitos segredos por revelar.
James
Patterson mantém um estilo de escrita acessível e assertivo, sempre
esclarecedor, para que tudo o que é exposto seja interiorizado, prevalecendo o
desejo contante de saber mais.
O
discurso directo dos intervenientes, Max e Ari, contribui para que seja criada
uma ligação com quem lê, através de duas perspectivas diferentes da realidade
em que estão inseridos o que, mais uma vez, é bastante inteligente como
atractivo ao público jovem e pouco interessado por narrativas mais descritivas.
Quando
a mim, continuo a gostar desta história sem a idolatrar, e confesso que estou
cada vez mais curiosa para saber o que o destino revelou para Max e o seu bando
– algo que poderei descobrir dentro em breve com a novidade Maximum Ride: Salvar
o Mundo, já disponível.
Como nota final, permitam-me ainda pedir desculpa por qualquer lacuna na opinião, mas como vos disse no início, já li este livro há muitos meses.
Esta
é uma boa aposta da Topseller a pensar num público generalizado e, ao mesmo
tempo, nos mais jovens, que eu sugiro sem qualquer restrição a quem procura uma
ficção repleta de acção e pormenores científicos e emocionais interessantes.
Maximum
Ride: O Resgate de Angel (Opinião)
Titulo:
Maximum Ride: Adeus à Escola
Autor:
James Patterson
Género:
Ficção Científica
Editora:
Topseller
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Sinopse:
Retirados dos seus pais à nascença, os seis estavam
presos num laboratório secreto, onde foram alterados geneticamente para se
tornarem 98% humanos e 2% pássaros. Agora eles conseguem voar e escaparam da
sua prisão. Mas desconhecem as razões para tudo o que lhes foi feito, e não
sabem quanto tempo de vida lhes resta. No seu encalce estão os Erasers, seres
diabólicos criados no mesmo laboratório, que apanham Angel, a miúda mais nova e
especial do grupo de Max.
Conseguirá Max resgatar Angel e descobrir a verdade
sobre si e os seus amigos?
Com um conceito diferente, uma premissa interessante
e um ritmo de leitura veloz, Maximum Ride - O Resgate de Angel é o típico livro
de aventura e ficção que fará as delícias de jovens adultos que se iniciam no
género da ficção científica e gostaram de autores como, por exemplo, Scott
Westerfeld.
Como acontece com muitas outras histórias, esta
narrativa começa simples, repleta de pontas soltas e vai-se adensando com o folhear
deixando, no final, a vontade de ler mais e saber tudo o que ainda está
para vir através desta criação com imenso potencial de James Patterson.
Max, a figura de destaque entre seis protagonistas
geneticamente alterados que nos são apresentados, vê a sua parca estabilidade
ruir quando Angel, a mais nova do grupo, é raptada e levada para o laboratório
de onde a sua disfuncional família conseguiu, milagrosamente, fugir poucos anos
antes. Com os pesadelos vividos neste local esterilizado bem presentes na
memória, a única opção possível é reaver a inocente Angel ou morrer a tentar e
Max, como chefe deste grupo peculiar, dá início a uma jornada destinada ao
fracasso em que arriscará a vida de todos os que ama, vidas que só se completam
quando os seis voltarem a estar reunidos no ar.
Com diversificados pontos de interesse para o público
em geral mas também para o seu público-alvo – como uma ligeira introdução ao bullying
–, neste livro um, de oito que compõem a série Maximum Ride, é dada particular
atenção a todas as questões que se desenvolvem em laboratórios, um tema que eu
considero particularmente susceptível. Os maus-tratos e a perspectiva de desumanidade
que envolve muitas destas experiências, sem a certeza de sucesso e um mínimo de
dignidade para as cobaias, ficam latentes e são dinamizadas perante ensaios
realizados entre humanos e animais.
No que respeita ao maravilhoso, jovens com capacidades extraordinárias, em particular
a capacidade de voar e a sensação de liberdade por este feito transmitida, são
sempre motivo de fascínio para a imaginação fértil e, tenho de citar, no que
respeita a esta questão denota-se um esmero irrepreensível. É credível e, acima
de tudo interessante, ver como o autor adaptou, a partir de espécies de aves reiais, os hábitos e os instintos de sobrevivência das suas
personagens fortes, rápidas e resistentes.
O ponto franco, sem o ser, são os intervenientes que
ficamos a conhecer apenas superficialmente mas, tratando-se de uma série, fica
no ar a sensação de que o melhor ainda está para vir e que mais adiante haverá
a oportunidade de conhecer cada uma destas crianças, adultas à força, e com
passados que prometem a continuidade de uma aventura que, para já, proporciona
dois novos enigmas por cada resposta alcançada.
Em suma, este é um livro que proporciona boas horas
de entretenimento na companhia de Max, Iggy, Nudge, Gazzy e, os meus favoritos,
Angel e Fang. Todos diferentes, todos extraordinários e com uma ingenuidade infantil
versus força de vontade que deixará quem lê preso aos dramas e aventuras do seu singular crescimento.
James Patterson tem uma linguagem simples e fluida o
que, aliado aos capítulos curtos e à acção constante, proporciona uma leitura
voraz.
O facto de o autor, através da sua protagonista,
falar directamente ao leitor pode proporcionar um acréscimo de empatia e é, sem dúvida, um atractivo para o público juvenil.
As descrições são breves, sendo que muito pouco do
ambiente vivenciado é desenvolvido, e é dado especial destaque à acção e à tensão permanente que
acompanha o grupo de intervenientes.
Pessoalmente não foi uma leitura excepcional mas
gostei e faço parte do grupo de leitores que quer muito saber o que se seguirá.
Devem ter reparado que não desenvolvi muito a opinião
mas a verdade é que os pormenores mais interessantes estão ligados a acontecimentos
chave e, como já sabem, eu não gosto muito de spoilers.
Uma aposta assertiva Topseller, para miúdos e graúdos, que certamente ainda dará muito que falar e que eu sugiro em quem quiser entrar numa aventura repleta de acção e que promete muitas horas de entretenimento.
Título: Maximum Ride - O Resgate de Angel
Autor: James
Patterson
Género: Ficção, Juvenil
Editora: Topseller – Grupo Editorial 20|20
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Sinopse:
Gostei
igualmente das imagens que a autora escolheu para ilustrar o livro, muito fiéis
ao tempo em que se desenvolve a história. Era um tempo em que só havia obras
manuscritas e em que as ilustrações eram verdadeiras obras de arte mas, no
entanto, existiam já os primeiros carimbos – técnica denominada de xilografia,
elaborada através de entalhes na madeira – sendo, inclusivamente, a imagem
adoptada para ilustrar a nota final da autora baseada no bloco xilográfico que representa a
primeira autora da História do Livro a viver da escrita, Christine de Pizan.
(Philippa refere C. Pizan e a origem da imagem, o que eu achei fabuloso).
Estamos
em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente.
Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de
17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos
por toda a Europa.
Obedecendo
a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a
viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está
presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as
freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e
exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam
Isolde.
No
pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a
enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura
– Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e
até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem
histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da
Ordem das Trevas.
Para
quem segue o blogue com relativa regularidade e vai espreitando este e aquele
comentário, já ficou claro o quanto eu gosto de livros e o quanto eu atento a
pormenores porque estes fazem, na minha singela opinião, a verdadeira
diferença. Claro que o enredo é fundamental, é o mais importante, mas as
singularidades e o cuidado na elaboração de uma obra podem, definitivamente,
tornar uma narrativa excepcional mediana e uma narrativa mediana num livro de
grande valor. Em Predestinado estamos perante o segundo caso.
Esta
é uma história de entretenimento perfeita para introduzir o público jovem
adulto em romances históricos, que nem sempre são a primeira opção mas que
quando bem elaborados são sem dúvida uma fonte satisfação plena para o leitor
que aprende enquanto se diverte.
A
série Ordem das Trevas apresenta-nos um enredo de ficção e aventura ainda na época medieval, onde conhecemos a jovem e nobre dama Isolde, que remeterá os
leitores leigos, com eu, para um drama típico de um conto de fadas, e o
inquisidor Luca que, tal e qual cavaleiro, esta destinado a desbravar os males
que apoquentam a Cristandade.
Muito
sucintamente, em relação à história propriamente dita, numa região perto de
Roma, Lucretilo, Isolde é obrigada, após a morte do seu pai, a passar o resto
do seu fado num convento a mando do seu irmão e, consecutivamente, seu dono.
Nesta desgraça faz-se acompanhar pela sua dama de companhia, Ishraq, que não
sendo cristã é encarada por terceiros como sua escrava. Enquanto isto, em Roma,
o jovem Luca que estuda para padre acaba preso pela sua astucia e curiosidade
mas, misteriosa e repentinamente, é destacado como inquisidor, tendo como
missão desmitificar as anormalidades que ameaçam a igreja. Na sua demanda
faz-se acompanhar por um trabalhador do seu convento, Freize, e por um escrivão
encarregue de anotar todos os pormenores da viagem, Peter.
O
destino acabará por juntar estes cinco jovens no início de uma jornada que
levará, prazenteiramente, o leitor conhecer os temores e superstições destes
tempos em que a fé era soberana.
Extraordinariamente
rico em pormenores este é o característico livro sobre o qual eu poderia
escrever sem cessar. Cada uma das suas personagens representa um estereótipo da
época e, como se tal não fosse suficiente, existe ainda um primor excepcional em
retratar todo o ambiente que os envolve.
Luca, a par com Peter, representa a fuga dos pobres, muitos deles órfãos, para uma vida mais cómoda através do clero que lhes
permite ascender socialmente.
Isolde,
embora contradita, permite-nos igualmente antever as possibilidades da vida
eclesiástica para as mulheres, que nada detinham nesta época, através do seu
relacionamento com as freiras com as quais se cruza no convento erguido pela
sua família. É o caso da irmã ecónoma, ambiciosa, que faz carreira neste meio.
Freize
é quase um escravo nestes tempos, espelha a miséria e as opções, quase nulas,
daqueles que não dedicando a vida a Deus nasceram na miséria. Esta é ainda uma
personagem com um forte sentido de humor e com um dom muito especial para com
os animais, o que o torna fundamental para este texto.
Ishraq
é a minha personagem favorita. Ela simboliza todos os estrageiros que
arriscaram entrar e prevalecer no mundo dos cristãos, independente do que os
levou a esse fim. Originária do Médio Oriente, muito inteligente e forte, é a
melhor amiga de Isolde e regularmente encarada como sua escrava. É uma herege
dentro e fora da sociedade.
Embora
haja uma ligação ténue ao maravilhoso, esta obra é uma fantasia sem o ser,
atendendo ao facto da incumbência de Luca ser desmitificar todas as ilusões que
possam surgir das crenças do povo. Os credos entre plebeus iletrados eram
uma arma de dois cumes para a própria igreja que os fomentava para aumentar a
fé numa só salvação.
Fica
claro através dos diversos intervenientes a forma como a sociedade da época
era gerida, bem como o cenário envolvente, descrito eximiamente por uma autora
que, embora aqui nos proporcione algo leve, permite antever os seus estudos
nesta área.
Ao
longo da história são abordados dois fenómenos – heresias, pecados – em
particular, que nos fazem prever como será desenvolvida a restante série e que género de
aventuras, mitos e situações de época poderemos esperar, assim como o quão
interessante pode ser descobrir os pensamentos a respeito de bruxas e feiticeiros
num século, século XV, em que as atitudes era tão drásticas e não havia
justificações para a mais ínfima, estranha, ocorrência devido à ausência de
conhecimentos científicos.
Sem
ser brilhante esta é, isso sim, uma leitura bastante agradável e excelente a
nível de pormenores, que eu recomendo a quem tem curiosidade por este género
literário e, em particular, a leitores mais inexperientes.
Philippa
Gregory tem uma escrita bonita, fluida e simplificada para chegar a qualquer
tipo de público.
Gostei
das suas personagens mas foram as suas descrições que me conquistaram e,
consequentemente, o nível de entrosamento que me permitiram durante a
narrativa. O que, convenhamos, não é nada fácil no que respeita à época
medieval que tende a ser embelezada.
Não
sei se é comum, porque é a primeira vez que leio esta autora,
mas adorei a sua nota final que não só influenciou, como me facilitou bastante a
escrita desta opinião. Desta feita, Philippa
Gregory desenvolve, em poucas páginas, tudo o que aborda na história,
enquadrando-nos com enredo e, como tal, creio que qualquer leitor fica totalmente
esclarecido.
Quanto
a mim gostei bastante da qualidade e empenho que se denota na elaboração do
livro. Dá outro prazer ler uma história assim.
Gostei
igualmente das imagens que a autora escolheu para ilustrar o livro, muito fiéis
ao tempo em que se desenvolve a história. Era um tempo em que só havia obras
manuscritas e em que as ilustrações eram verdadeiras obras de arte mas, no
entanto, existiam já os primeiros carimbos – técnica denominada de xilografia,
elaborada através de entalhes na madeira – sendo, inclusivamente, a imagem
adoptada para ilustrar a nota final da autora baseada no bloco xilográfico que representa a
primeira autora da História do Livro a viver da escrita, Christine de Pizan.
(Philippa refere C. Pizan e a origem da imagem, o que eu achei fabuloso).
Isto
não interessa nada para a opinião mas como eu sei estas pequenas coisas e
gosto de partilhar o pouco que sei, Christine Pizan foi publicada pela primeira
vez em Portugal em 1518, com título adoptado Espelho de Cristine, a mando de
D. Leonor e pelo impressor Hermão de Campos. Foi fundamental para o feminismo
da época e teve um peso social relevante.
Este
livro é uma maravilhosa aposta da Civilização, uma vez mais no formato idêntico
ao paperback e com um preço muito apetecível que, reafirmo, recomendo a quem
se quer iniciar neste género com uma leitura de qualidade histórica que é ao
mesmo tempo uma excelente fonte de entretenimento.
Título:
Predestinado
Autora:
Philippa Gregory
Género:
Fantasia, Romance Histórico
Editora:
Civilização
domingo, 11 de dezembro de 2011
Sinopse:
“Callum Ormond já
só tem 153 dias.
A contagem
decrescente continua…
Enterrado vivo num
caixão, as hipóteses de sobrevivência de Cal estão a esgotar-se tal como o ar
que respira. Graças ao ataque inesperado, ele perdeu a Jóia e o Enigma, e agora
a sua vida está presa por um fio… sete palmos abaixo da terra.
Boges e Winter
tentam desesperadamente encontrá-lo antes que seja tarde demais. Entretanto,
Gabbi – a irmã de Cal em estado de coma – foi raptada, e ele é o principal
suspeito! Vai ser preciso tomar medidas drásticas e perigosas para a salvar
desta vez.”
O relógio não pára. Cada segundo pode ser o último.Uma aventura de cortar a respiração!
Adrenalina, acção e
emoções fortes são as palavras de ordem nesta aventura que dura à 212 dias e
que parece não ter fim.
Agosto traz-nos vitórias
e perdas, como o retracto de qualquer vida, mas neste caso particular trata-se
de uma vida que Callum nunca desejou para si. Com a angústia do rapto da sua irmã
em coma e encontrando-se o nosso jovem no cimo da lista como principal suspeito,
nunca foi tão difícil estar na pele de um Ormond.
Gabrielle Lord está
imparável e, uma vez mais, as coisas complicam-se. Entre fugas, mortes e feridos
tudo se complica uma vez mais, mas os aliados voltam a surgir e a esperança terá
de ser a última a desaparecer.
Algo fundamental no
destino conturbado de Cal tem sido os amigos e é por isso que não posso continuar
a opinar esta história sem reflectir um pouco sobre eles.
Boges é o amigo de sempre,
o companheiro de escola e de aventuras, e neste momento é também aquele que muitas
vezes mantém o nosso jovem livre das ruas e da fome. Um engenhoca, com uma inteligência
fora do normal, este nosso amigo tem sido fundamental e crucial na pesquisa de novas
informações sobre o Enigma de Ormond. Apesar de não ser forte, ou um excelente fugitivo,
ele ajuda Callum a partir de casa e funciona, muitas vezes, como a sua consciência.
Não raras as vezes Boges foi essencial e se o nosso amigo conseguiu pequenos e
espaçados momentos de descanso na sua fuga sem fim este personagem é um dos responsáveis.
Winter é outro dos pilares
da nossa história e, agora podemos finalmente começar a considera-la amiga do nosso
protagonista. Intermitente, e nem sempre a melhor das opções, ela surge como afilhada
de um dos nossos vilões, Sligo. Se existem momentos em que esta jovem nos derrete
coração muitas são as pistas que nos são fornecidas para que desconfiemos da sua
postura e interesse a respeito de Cal. Mas não se mede o que se sente, e neste momento
o nosso protagonista começa a nutrir sentimentos por esta personagem secundária.
Em opinião pessoal, espero que ela ainda nos surpreenda muita quer pela positiva,
quer pela negativa pois para mim é um dos elementos na nossa história que tem mais
potencial.
Mas personagens e enigmas
à parte, existe nesta história uma peça do puzzle que de livro para livro começa
a evidenciar-se. A questão de os Gémeos Ormond. A verdade é que com as recentes
descobertas a respeito da família Ormond, aparentemente todas as suas gerações um
par de gémeos, como se comprova pelo pai e tio de Cal. Neste livro Cal terá uma
vez mais a certeza de que poderá estar perante um seu sósia, mas a ser isto verdade,
porque é que a sua mãe nunca lhe contou nada?
Estas e outras questões
amontoam-se, mas agora é hora de salvar Gabbi, a irmãzinha de Cal, e tentar escapar
com vida a este regate, conseguirá o nosso jovem continuar a sobreviver?
Ficaram a faltar 123
dias da vida de Callum Ormond e motivos não faltam para seguir de perto este jovem
herói que já é um sucesso internacional e em breve estará no pequeno ecrã.
Uma aposta da editora
marca pela diferença, Contraponto, e que com toda a certeza será idolatrada por
uma faixa etária mais juvenil... Recomendo.
Título: Conspiração
365: Agosto
Autora: Gabrielle Lord
Género: Policia Juvenil
Editora: Contraponto
Subscrever:
Mensagens
(
Atom
)
Autores das Histórias:
- Alexandra Adornetto
- Alison Bechdel
- Alison Lucy
- Alyson Noel
- Amanda Hocking
- Amy Bratley
- Amy Hatvany
- Ana María Matute
- Andrea Cremer
- Andrea Hirata
- Andrew Kaufman
- Andy Mulligan
- Andy Weir
- Anita Shreve
- Ann Brashares
- Anna McPartlin
- Anna Randol
- Anne Bishop
- Anne Fortier
- Aprilynne Pike
- Arthur de Pins
- Barbara Bretton
- Barbara Mutch
- Becca Fitzpatrick
- Bella Andre
- Beth Harbinson
- Bridget Asher
- Bryan Lee O'Malley
- Carlos Ruiz Zafón
- Carolina Aguirre
- Carolyn Turgeon
- Carrie Jones
- Carrie Ryan
- Cassandra Clare
- Cathy Kelly
- Charlaine Harris
- Charles Dubow
- Chris Cleave
- Chris Priestley
- Christian MØrk
- Christina Lauren
- Christine Feehan
- Claire Corbett
- Claudia Gray
- Colleen Hoover
- Colleen Houck
- Cynthia Hand
- Daisy Whitney
- Daniel Glattauer
- Daniel Oliveira
- David Basdacci
- David Soares
- David Whitley
- Dean Koontz
- Deborah Smith
- Diana Peterfreund
- Domenica De Rosa
- E L James
- E. Lockhart
- Eliabeth Adler
- Elisabetta Gnone
- Elizabeth Edmondson
- Elizabeth Hoyt
- Ellen Degeneres
- Eloisa James
- Emma Chase
- Emma Wildes
- Eve Berlin
- Fay Weldon
- Federico Moccia
- Fern Michaels
- Filipe Faria
- Francisco Salgueiro
- Francisco X. Stork
- Gabriel García Márquez
- Gabriele Picco
- Gabriella Pierce
- Gabrielle Lord
- George R. R. Martin
- Gillian Shields
- Glen Duncan
- Graham Joyce
- Holly Black
- Hugh Howey
- Isaac Marion
- J. A. Redmerski
- J. R. Ward
- James Dashner
- James Dashner
- James Frey
- James Patterson
- Jamie McGuire
- Jean Giono
- Jennifer Armintrout
- Jennifer Haymore
- Jennifer L. Armentrout
- Jenny Han
- Jill Mansell
- John Green
- Josephine Angelini
- João Ricardo Pedro
- Jude Deveraux
- Julia Quinn
- Julianna Baggott
- Juliet Marillier
- Juliette Benzoni
- Justin Cornin
- Kami Garcia & Margaret Stohl
- Karen Kingbury
- Karen Moning
- Karen Thompson Walker
- Kasie West
- Kasie West
- Kate Morton
- Kathryn Smith
- Kerstin Gier
- Kiera Cass
- Kiersten White
- Kishwar Desai
- Kresley Cole
- Kristen Painter
- Kristen Painter
- L. J.Smith
- L. Marie Adeline
- Lara Adrian
- Laura Lee Guhrke
- Laurell K. Hamilton
- Lauren DeStefano
- Lauren Kate
- Lauren Oliver
- Laurie Halse Anderson
- Leigh Bardugo
- Lesley Pearse
- Lia Habel
- Libba Bray
- Lisa Kleypas
- Lisa Verge Higgins
- Lissa Price
- Luanne Rice
- Machado de Assis
- Madeleine L' Engle
- Madeline Hunter
- Marc Levy
- Mari Jungstedt
- Marie Lu
- Marion Zimmer Bradley
- Marissa Meyer
- Marjane Satrapi
- Markus Zusak
- Mary Balogh
- María Pilar Hierro
- Mathias Malzieu
- Matt Haig
- Matthew Dicks
- Megan Maxwell
- Melissa Hill
- Melissa Marr
- Menna Van Praag
- Michael Baron
- Michael Grant
- Michelle Holman
- Michelle Jackson
- Nancy Thayer
- Natasha Solomons
- Nicolas Barreau
- Nicole Jordan
- Nils Johnson-Shelton
- Noelia Amarillo
- Nora Roberts
- P. C. Cast
- P. C. Cast e Kristin Cast
- Patricia Briggs
- Patricia Scanlan
- Paulo Fonseca
- Peter Cameron
- Peter V. Brett
- Philippa Gregory
- Pittacus Lore
- R. J. Palacio
- Rachel Hawkins
- Rachel Ward
- Ransom Riggs
- Raphael Draccon
- Ray Bradbury
- Raymond Chandler
- Raymond E. Feist
- Rebecca Johns
- Rhiannon Lassiter
- Richelle Mead
- Ricky Yancey
- Robison Wells
- Rosa Montero
- Rosemary Clement-Moore
- Sally Green
- Sandra Carvalho
- Sara Gruen
- Sarah Addison Allen
- Sarah Dunant
- Sarah Pekkanen
- Sarah Sundin
- Scott Westerfeld
- Sherrilyn Kenyon
- Sherry Thomas
- Sophie Jordan
- Sophie Kinsella
- Sophie McKenzie
- Stephanie Perkins
- Susanna Kearsley
- Susanne Winnacker
- Suzanne Collins
- Sylvia Day
- T. A. Barron
- Tamara Ireland Stone
- Tara Moore
- Taylor Stevens
- Teresa Medeiros
- Tessa Gratton
- Thomas E. Sniegoski
- Tiago Rebelo
- Tom Perrotta
- Tracey Garvis Graves
- Tracy Bloom
- Trisha Ashley
- Vasco Ricardo
- Veronica Henry
- Veronica Rossi
- Veronica Roth
- Will Hill
- Wolfgang Herrndorf































