Pesquisar Histórias:

A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

Aviso:
Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

Contacto:

Blog Archive

Com tecnologia do Blogger.

O Que Escrevo...

Seguidores

Próximas Opiniões...

Acasos Felizes
Um Mar de Rosas
Euro Pesadelo: Quem Comeu a Classe Média?
Pivot Point
Kafka Para Sobrecarregados
Amores contados
Maligna
A Revolta
A Marca das Runas
Un mundo feliz
Filha da Magia
Frankenstein
As Cinquenta Sombras Livre

Blogues Com Histórias...

Mostrar mensagens com a etiqueta Colecção BANG. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Colecção BANG. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Sinopse:
O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate – uma rebelião dos Vermelhos – mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.

Poderia começar esta opinião dizendo-vos o quão positivamente surpreendida fiquei com este livro mas, em abono da verdade, eu já sabia que Rainha Vermelha tinha tudo para ser a história aprazível que se veio a revelar. 
Mesclando diversos géneros literários que eu aprecio e sem a necessidade de tornar complexas as ideias fundamentais mas de interiorização simples do seu enredo, Victoria Aveyard primou pelas suas comparações belas e directas às emoções do leitor que, como por magia, se vê rapidamente envolvido num universo distópico e requintado onde a crueldade e a bondade são, de forma crua, exactamente o que aparentam ser.

Sem uma definição temporal exacta, este mundo é-nos apresentado pela perspectiva de Mare, uma jovem Vermelha cuja condição, de plebeia, é limitada pela cor do seu sangue. Assim, é tendo como ponto de partida o desolador cenário da sua aldeia, Stilts, que conhecemos os primeiros dramas desta sociedade que mina os indivíduos desde meninice, oprimindo-os, com um futuro certo na frente de guerra para todos os que não têm uma formação profissional – a generalidade. Mas, como elucida a sinopse, um rasgo do destino irá aproximar Mare do outro lado desta realidade, dos Prateados, expandindo o seu horizonte visual e encaminhando-a para uma jornada tão ou mais perigosa do que aquela que lhe estava anteriormente predestinada. 

Seguindo a actual corrente literária, de protagonistas jovens com passados marcados por traumas e/ou violência, Mare acaba por revelar as lacunas da sua falta maturidade e por se deixar atraiçoar pelas emoções, não sendo, desta feita, a típica heroína perfeita e conseguindo, provavelmente, cativar quem a lê pela sua futura evolução. Para lá destas características, a sua personalidade irreverente, coragem temerária e consciência contraditória são singularidades que me atraíram particularmente, deixando-me expectante pela incerteza e instabilidade das suas acções, que permitiram que os diversos desfechos do enredo estivessem sempre em aberto. 

No que respeita a intervenientes secundários e aos seus contributos, são uma mais-valia pela sua multiplicidade e a variedades de perspectivas, quadros sociais, que conseguem oferecer ao leitor. Desde os rasgos afectivos comuns de simples serviçais (Gisa), às visões minuciosas por parte de revolucionários (Farley), temos oportunidade de compreender os Vermelhos de diversos pontos de vista e de perceber os seus diferentes trajectos e posturas, alguns desde muito jovens, como o melhor amigo da personagem principal, Kilorn.
No entanto, e porque Mare acaba por passar grande parte da história entre Prateados, é pela corte e as suas singularidades que senti maior afectividade. Neste grupo em particular, a empatia é muitas vezes dúbia e, exceptuando a Rainha Elara, uma vilã em todo o sentido do termo, os meus sentimentos por estes intervenientes (Cal e Maven, por exemplo) foram maioritariamente tão fascinantes quanto repugnantes; afinal, também estes não passam de piões uma luta que transcende Mare.  

Para lá das figuras ficcionais que nomeei, confesso que foi o mundo descrito e as peculiaridades que o caracterizam que me conquistaram e é sobre estes que gostaria de falar-vos um pouco. 
Lembram-se de no início ter frisado que o livro abrange vários géneros literários? Assim é, e um do que mais gosto é a componente histórica da narrativa. A corte Prateada, subdividida por Altas Casas, é qualquer coisa de impressionante, repleta de intrigas, traições e sangue, de falsidade e máscaras caiem quando menos se espera, num jogo em que cada passo é ameaçado, por muito prudente que seja, por paredes que têm literalmente ouvidos. 
Cada uma destas Altas Casa é caracterizada pelo seu Prestígio, poder, e aqui entra em acção outro género que adoro, a fantasia. Os seus elementos, de sangue prateado, podem ser um Swift, Telky, Strongarm, Whisper, Burner, Magnetron, Nymphy, etc., e, como o próprio nome induz, serem extraordinários na rapidez, capazes de mover objectos com a mente, ter uma força sobrenatural, entrar na psique de outros ou dominar elementos, são variados e proporcionam combates deliciosos. Sim, são uma corte violenta e fazem da brutalidade uma forma de entretenimento, com os seus Prestígios a designar o seu papel na escala de ascensão social. 

Por fim, gostei muito daquilo que pode definir a obra como distópica, quer pelos seus cenários, quer pelo ambiente que é transmitido. 
A Mansão de Summerton e Harbor Bay revelam um panorama com traços bastante medievais onde rasgos de futuro, televisões por exemplo, vos podem encantar, enquanto as Stilts, com um ambiente rural e primitivo, passam bem a imagem do povo, da repressão e da vida dura que motivará a origem da Guarda Escarlate – não vou fazer spoiler. Fiquei, confesso-vos, muito curiosa por saber mais sobre as Lakelands, mas esse é um cenário de que vos falarei quando fizer a opinião da continuação que, essa sim, poderá ter spoilers por ser o segundo título da trilogia. 

Para terminar, tudo o que citei é envolvido em romance e algum drama familiar, dada a frágil situação de Mare, o que torna a história ainda mais interessante. Se tem lacunas, claro que sim, mas tem efectivamente pontos positivos suficientes para me deixar muito curiosa sobre a sua continuação, sobre o que se segue nesta guerra entre Vermelhos e Prateados, entre uma corte e outra mais distante que ainda dará muito que falar. Em conclusão, um enredo bem trabalhado, com imenso potencial e muito por onde desenvolver. 

Uma boa aposta Saída de Emergência em terras lusas, que esta vossa leitora já tinha debaixo de olho desde o seu lançamento no original, que recomendo aos fãs dos vários tipos de narrativas acima nomeados. 

Título: Rainha Vermelha
Autora: Victoria Aveyard
Género: Fantasia; Distopia



domingo, 18 de outubro de 2015

A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena?

Título: Rainha Vermelha
Autor: Victoria Aveyard
N.º Páginas: 360
PVP: 18.50 €
ISBN: 9789896378486

Sinopse:
O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate – uma rebelião dos Vermelhos – mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.

Leia um excerto – AQUI

"Aveyard tece um novo mundo cheio de desafios e surpresas repletas de ação e emoções fortes... Inventivo e com fortes personagens." — KIRKUS

Sobre a autora:
Victoria Aveyard é uma autora de 24 anos com formação em Escrita de Argumentos da Universidade do Sul da Califórnia que, tendo verificado que todas as histórias boas para filmes já tinham sido usadas (e as más também), decidiu ela própria escrever uma: Rainha Vermelha.
Agora divide o seu tempo entre East Longmeadow, Massachusetts e Los Angeles. Neste momento dedica-se ao segundo volume depois de Rainha Vermelha, enquanto tem outros projetos literários e cinematográficos. A Universal Pictures já detém os direitos para uma produção a partir do livro.

Saiba mais em: Saída de Emergência


quarta-feira, 17 de junho de 2015

Sinopse:
Meadow Woodson, uma rapariga de 15 anos que foi treinada pelo seu pai para lutar, matar e sobreviver em qualquer situação, reside com a sua família num barco na Florida. O Estado é controlado pelo Complexo Assassino, uma organização que segue e determina a localização de cada cidadão com precisão, provocando o medo e opressão em absoluto.
Mas tudo se complica quando Meadow conhece Zephyr James, que é – embora ele não saiba – um dos assassinos programados do Complexo. Será o seu encontro uma coincidência ou parte de uma apavorante estratégia? E conseguirá Zephyr impedir que Meadow descubra a perigosa verdade sobre a sua família?

Qual é o valor de uma vida? 
Moralmente, o que define e diferencia a humanidade?
Pesar estas duas questões, de respostas aparentemente simples mas tão intrincadas, é o meu ponto de partida para esta opinião e, creio eu, o ideal para assimilar a base gritante deste enredo intenso, que desconstrói estruturas sociais e afectivas comuns para dar corpo à distopia de O Complexo dos Assassinos.

Lindsay Cummings é fria, quase cruel e muito rudimentar emocionalmente, o que oferece impacto e expectativa à sua narrativa e um teor bastante singular à sua forma de expressão, muito directa e que rapidamente cativa o leitor. As suas descrições, cruas para o seu universo despido, são suficientemente extensas para chocar, para nos hipnotizar às existências de alma estilhaçada espelhadas e em constante evolução. E sim, Lindsay foca demasiado a morte e obriga-nos a pensar o sentido da vida.

Todos os dias, quando o Sol se esconde, uma cidade isolada na Florida é pintada de sangue e decorada com rostos paralisados na agonia de uma morte atroz. Não importa a idade ou o género, todos os dias assassinos sanguinários atacam com a escuridão e ceifam vidas aleatoriamente.
De forma intercalada, o leitor acompanha os difíceis e opostos destinos de Meadow e Zephyr, dois jovens de idades aproximadas, marcados pelas perdas do passado e calejados pelo duro presente; o seu futuro é uma incógnita. São dois jovens que no seu encontro despertam para uma realidade ainda mais aterradora do que a que alguma vez imaginaram existir, dois jovens que perderão a pouca estabilidade que sempre conheceram e que se articulam e afastam no desconhecido, numa nova perspectiva em que só a ausência de esperança permanece igual.

Existe um desapego tão forte na forma de ser dos protagonistas desta história, até ao momento em que se cruzam, que só a partir desse ponto, um ponto em que começam a evoluir de forma constante até ao final do texto, é que o leitor consegue verdadeiramente senti-los, compreendê-los.
A primeira característica que define Meadow e que a acompanha até à última página, marcando as suas escolhas e atitudes, é o grande laço que tem com o que resta com a sua família, as emoções contraditórias que esta lhe desperta e, definitivamente, a maneira como é este sentimento que torna humana, independentemente de ser ou não uma assassina a sangue frio, sem peso consciência. No entanto, após conhecer Zephyr e por ele desafiar o compromisso que estabeleceu com os seus pares, a montanha russa emocional que a personagem atravessa torna-a extremamente interessante e imprevisível até ao final, o que me agrada bastante neste género literário.
Zephyr, para o bem ou para mal, aproxima-se um pouco dos heróis românticos, com dúvidas existenciais, bastante emocional e com uma faceta negra que contrasta com o seu lado mais belo, mas ainda assim eu gostei. Gostei particularmente da bagagem que a autora lhe ofereceu para estar à altura de Meadow e acho que juntos fazem uma equipa muito boa.

Talvez pelo lado sombrio dos principais, os intervenientes secundários destacam-se pelas suas pequenas singularidades, conferindo leveza a este universo carregado. Peri e Talan são os meus destaques, a primeira porque é amorosa, tão inocente quanto alguém o pode ser no mundo retratado e a segunda pela sua disposição, personalidade e sentido de humor – a ironia com que Talan encara o seu fado é deliciosa.


No que diz respeito ao enredo distópico, há muito pouco que eu possa contar-vos que não esteja na sinopse e que a meu ver não seja um spoiler, ora vejamos…
Os assassinos programados são um dos pontos mais interessantes mas é na forma como estes actuam e o mistério que existe em torno dos mesmos que os torna cativantes, pormenores sumarentos só começam a ser revelados na segunda parte do livro.
Quanto à realidade descrita, é do mais miserável que possam imaginar. O leitor pensa que já leu um pouco de tudo, políticas opressivas de medo e de fome, etc., mas a autora junta tudo de forma tão homogénea que nos faz pensar como é que existe viva-alma naquele Estado. É tudo muito duro, muito deprimente e cruel, sem qualquer tipo de perspectiva, o que gera uma grande ansiedade no leitor – sabemos que as desgraças vão começar a acontecer em catadupa, e acontecem!

Poderia ainda, eventualmente, falar-vos do romance, porque ele existe e é tão veloz que retira o folgo, mas custa-me focar-me no mesmo quando o amor, um sentimento tão belo, está camuflado pela finitude de forma tão clara e se encontra, em determinados momentos, distorcido para mim. Quem somos nós para julgar o que se ama, aquilo em que se acredita? E esta pergunta leva-me, por fim, a abordar levemente as minhas primeiras questões, a humanidade, o que nos torna mais ou menos humanos e que pode, ou não, transcender a nossa concepção e formação. Sinceramente, não sei.
Não sei distinguir a forma, o corpo, do ser e do sentir. Não sei julgar o que me ultrapassa, o desconhecido, e mesmo quando me deparo com o que considero inumano, o facto de ele ser aquilo em que acreditamos, que vemos, retira-me em parte a capacidade de separar o real do imaginário. E isto, caros leitores, é um pouco do que fui lendo nestas entrelinhas. 

Quanto ao desenlace, esse, é impróprio para cardíacos – literalmente – e acredito que deveria ser proibido um livro acabar assim. Ou seja, quem leu e gostou, como eu, vai ficar a roer unhas pela continuação e fará de tudo para a ter nas mãos.
Dito isto, fãs de distopias, físicas e psicologicamente muito violentas, este livro é para vocês e a minha sugestão é que vistam uma armadura emocional antes de começarem a ler, porque a obra distancia-se de tudo o que conhecem e poderá chocar-vos em vários momentos.

Esta é uma obra do Grupo Saída de Emergência, na sua colecção BANG!, que me deixa particularmente feliz. Já era altura de, para lá dos destaques sensacionais no fantástico, começaram a apostar neste género de sucesso e que vai ganhando cada vez mais público.


Título: O Complexo dos Assassinos
Autora: Lindsay Cummings
Género: Distopia




sábado, 11 de abril de 2015

Um thriller intenso de ação e paixão num cenário futurista onde o número de assassinatos é superior à taxa de natalidade.

Título: O Complexo dos Assassinos
Autor: Lindsay Cummings
N.º Páginas: 352
PVP: 17.76 €
ISBN: 9789896377144

Sinopse:
Meadow Woodson, uma rapariga de 15 anos que foi treinada pelo seu pai para lutar, matar e sobreviver em qualquer situação, reside com a sua família num barco na Florida. O Estado é controlado pelo Complexo Assassino, uma organização que segue e determina a localização de cada cidadão com precisão, provocando o medo e opressão em absoluto.
Mas tudo se complica quando Meadow conhece Zephyr James, que é – embora ele não saiba – um dos assassinos programados do Complexo. Será o seu encontro uma coincidência ou parte de uma apavorante estratégia? E conseguirá Zephyr impedir que Meadow descubra a perigosa verdade sobre a sua família?

Leia um excerto – AQUI

Sobre a autora:
Lindsay Cummings tem 22 anos e é autora da série O Complexo dos Assassinos e da trilogia Balance Keepers. Começou por escrever como hobby devido à Síndrome de Fadiga Crónica de que sofre desde o secundário. O hobby tornou-se vocação e vício. Reside em Dallas com o marido, dois cães, um ouriço, um lobo e um cavalo. Lindsay coleciona armas, adora Hot Cheetos, e não consegue parar de pintar o cabelo com cores loucas e esquisitas.

Saiba mais em: Saída de Emergência



Saga Mistborn - Nascida das Brumas – livro 2
Uma das sagas de fantasia que mais sucesso teve nos últimos anos. Todos os fãs do género deveriam ler.

Título: O Poço da Ascensão
Autor: Brandon Sanderson
N.º Páginas: 736
PVP: 26.98 €
ISBN: 9789896377175

Sinopse:
Alcançaram o impossível: o mal que governara o mundo pela força do terror foi derrotado. Mas alguns dos heróis que lideraram esse triunfo não sobreviveram, e eis que surge uma nova tarefa de proporções igualmente gigantescas: reconstruir um novo mundo. Vin é agora a mais talentosa na arte e técnica da Alomância e decide reunir forças com os outros membros do bando de Kelsier para ascender das ruínas de um passado vil.
Venerada ou perseguida, Vin sente-se desconfortável com o peso que carrega sobre os ombros. A cidade de Luthadel não se governa sozinha, e Vin e os outros membros do bando de Kelsier aprendem estratégia e diplomacia política enquanto lidam com invasões iminentes à cidade.
Enquanto o cerco a Luthadel se torna cada vez mais apertado, uma lenda antiga parece oferecer um brilho de esperança: o Poço da Ascensão. Mas mesmo que exista, ninguém sabe onde se encontra nem o poder que contém… Resta a Vin e aos seus amigos agarrar esta fonte de esperança e conseguir garantir o seu futuro e futuro de Luthadel, cumprindo os seus sonhos e os sonhos de Kelsier.

Leia um excerto – AQUI

«Mistborn examina a criação do herói e vilão, da lenda e mito, propiciando uma leitura viciante e repleta de fortes emoções.» – Faren Miller, Locus

Livro 1:
O Império Final

Sobre o autor:
Brandon Sanderson é uma estrela em ascensão na fantasia norte-americana conhecido pela sua saga Mistborn e por ter terminado a série de fantasia épica A Roda do Tempo de Robert Jordan, após o seu falecimento. Em 2010, iniciou uma nova série de fantasia, Stormlight Archive, com o título The Way of Kings, além de outras séries direcionadas para o público jovem-adulto. Dá aulas de escrita criativa e participa em podcasts sobre escrita e o género fantástico.

Saiba mais em: Saída de Emergência


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Sinopse:
Um ladrão entra por um banco dentro armado com uma pistola pronta a disparar, mas não pede dinheiro. Em vez disso, exige a cada cliente o objeto que tenha para si maior significado. O ladrão parte e todas as vítimas do assalto sobrevivem, mas coisas estranhas começam a suceder-lhes pouco depois: a tatuagem de uma sobrevivente salta-lhe do tornozelo e persegue-a; outra acorda e descobre que é feita de rebuçado; e Stacey Hinterland descobre que encolhe, gradualmente, um pouco a cada dia que passa, e nada que o marido ou o filho possam fazer conseguirá inverter o processo. A Esposa Minúscula é uma fábula sobre como podemos perder-nos nas circunstâncias e encontrar-nos no amor de outra pessoa.

Contrariando-me, não há muito tempo afirmei algures não ser grande adepta de contos mas agora, que a minha lista de leituras neste género aumentou consideravelmente e com uma qualidade gritante, tenho de admitir ter descoberto nestes pequenos tesouros o contento das muitas possibilidades contidas no que eu considerava uma ínfima parte do potencial de uma história – estava redondamente enganada.
Justificações à parte, a escolha de A Esposa Minúscula – porque as reticências ainda estão presentes e a escolha de cada nova viagem é ponderada – veio de páginas que percorri anteriormente de autores que são para mim referências e, sinceramente, ainda bem que o fiz, adorei esta história.

Intrigante, profunda e com a dose certa de suspense, esta fábula oferece uma atractiva análise do ser humano tendo por base o fantástico, tendo por base as escolhas de toda uma vida ou um simples sopro que poderá mudar realidades para sempre.
Por oposição ao conto A Menor Mulher do Mundo de Clarice Lispector, em que os humanos se vão afastando das qualidades da sua humanidade quando confrontados com o peculiar, Andrew Kaufman procura na diferença despertar a empatia sobre dos seus intervenientes, outrora escravos de rotinas e distanciados do valor da sua individualidade.
O leitor, inicialmente hesitante do que simboliza para o autor a palavra significado, é então atraído pelo acaso e circunstância, um raro assalto a um banco, os primeiros sinais de viragem neste texto rumo ao extraordinário, à mudança que destruirá as amarras e seguranças garantidas e que irá mostrar o quão efémero é o conceito de tempo e de memória.

Ultrapassado este primeiro momento a escrita liberta-se, o finito e o infinito confrontam-se neste conto pleno de hipóteses, com tatuagens a ganhar vida e corações a pulsarem sem sangue nem veias. Tudo é possível e eu, previsivelmente, deixei-me fascinar pelo cliché das múltiplas metamorfoses evidentes em várias das figuras que foram vítimas do assalto. Gostei de um doce e de como gula venceu o amor, gostei de alguém que viu dividida a sua origem até permitir que esta se desvanecesse, gostei do peso literal das histórias e das heranças e gostei, particularmente, das personagens que são o motivo desta obra – uma mulher que calcula o quanto mingua e quando desaparecerá, enquanto encontra sem procurar afectos incalculáveis.

O ritmo, a cadência das palavras é encantatória e não raras vezes procura iludir quem lê. O autor conseguiu, desta feita, elaborar algo simples que tanto pode levar à reflexão como oferecer um pouco de entretenimento ou, efectivamente, ambas. A imaginação funciona ao longo deste pequeno livro em vários sentidos, com as descrições incompletas, personagens que podem despertar diferentes reacções ou com um simples chapéu que marca a mudança ou o princípio ou a repetição.

Enfim, sei que não vos contei muito sobre a história mas receio que, por se tratar de um conto, poderia estragar o mimo que qualquer um irá receber desta leitura, de uma hora perfeita entre a complexidade e a assertividade do poder de encantar, com a leveza do comum enleada no sombrio e na janela aberta, sempre ilimitada, que concilia a realidade com a fantasia.

Esta é uma aposta típica da colecção Bang!, da editora Saída de Emergência, que mais uma vez desafia os seus leitores com ficções desiguais.


Título: A Esposa Minúscula
Autor: Andrew Kaufman
Género: Conto; Contemporâneo; Fantástico





Se eu já não tivesse lido o livro provavelmente, ao olhar para este vídeo, teria acontecido uma espécie de amor à primeira vista. Não é lindo?

Curiosos para ler?

terça-feira, 15 de julho de 2014
  
Primeiro volume de uma nova série de um dos autores que mais sucesso teve nos últimos anos na fantasia.

Título: O Império Final
Autor: Brandon Sanderson
N.º Páginas: 624
PVP: 22.00 €
ISBN: 9789896376383

Sinopse:
Num mundo onde as cinzas caem do céu e as brumas dominam a noite, o povo dos Skaa vive escravizado e na absoluta miséria. Durante mais de mil anos, o Senhor Soberano governou com um poder divino inquestionável e pela força do terror. Mas quando a esperança parecia perdida, um sobrevivente de nome Kelsier escapa do mais terrível cativeiro graças à estranha magia dos metais – a Alomancia – que o transforma num “nascido nas brumas”, alguém capaz de invocar o poder de todos os metais.
Kelsier foi outrora um famoso ladrão e um líder carismático no submundo. A experiência agonizante que atravessou tornou-o obcecado em derrubar o Senhor Soberano com um plano audacioso. Após reunir um grupo de elite, é então que descobre Vin, uma órfã skaa com talento para a magia dos metais e que vive nas ruas. Perante os incríveis poderes latentes de Vin, Kelsier começa a acreditar que talvez consiga cumprir os seus sonhos de transformar para sempre o Império Final…

Leia um excerto – AQUI

«Mistborn examina a criação do herói e vilão, da lenda e mito, propiciando uma leitura viciante e repleta de fortes emoções.» - Faren Miller, Locus

Sobre o autor:
Brandon Sanderson é uma estrela em ascensão na fantasia norte-americana conhecido pela sua saga Mistborn e por ter terminado a série de fantasia épica A Roda do Tempo de Robert Jordan, após o seu falecimento. Em 2010, iniciou uma nova série de fantasia, Stormlight Archive, com o título The Way of Kings, além de outras séries direcionadas para o público jovem-adulto. Dá aulas de escrita criativa e participa em podcasts sobre escrita e o género fantástico.

Saiba mais em: Saída de Emergência



Cerca de cem anos antes de A Guerra dos Tronos, um cavaleiro desafia as leis dos Sete Reinos…

Título: Histórias dos Sete Reinos
Autor: George R. R. Martin
N.º Páginas: 336
PVP: 16.96 €
ISBN: 9789896376420

Sinopse:
Nos últimos dias do reinado do Rei Daeron, com os Sete Reinos em paz e a dinastia real Targaryen no seu apogeu, conhecemos a história de um jovem escudeiro de nome Dunk que parte em busca de fama e glória num dos mais famosos torneios de Westeros.
Mas ele desconhecia que o destino pode pregar estranhas partidas e que o caminho para a honra e nobreza em Westeros está ladeado não só de perigos, mas também de amizade e coragem. Quando conhece Egg, um rapaz misterioso e inteligente, mal sabe que os laços estreitos que forma com ele irão mudar a sua vida para sempre.

Com "Histórias dos Sete Reinos" George R. R. Martin transporta-nos para o mundo fascinante e repleto de intrigas de Westeros, com a mesma mestria com que escreveu a sua obra-prima: "A Guerra dos Tronos".

Leia um excerto – AQUI

Sobre o autor:
George r. R. Martin trabalhou dez anos em Hollywood como argumentista e produtor de diversas séries e filmes de grande sucesso. Autor de várias coletâneas de contos e noveletas, foi em meados de anos 90 que começou a sua obra mais famosa, As Crónicas de Gelo e Fogo. É a saga de fantasia mais vendida da atualidade e uma adaptação televisiva de grande sucesso foi realizada pela HBO. Um autor multifacetado, a sua obra estende-se a diversos géneros como o horror, a fantasia, a ficção científica, e a prova disso são os títulos Dying of the Light, Windhaven (com Lisa Tuttle), The Armageddon Rag e Sonho Febril. O autor vive em Santa Fé, Novo México, com a sua mulher, Parris.

Saiba mais em: Saída de Emergência


domingo, 11 de novembro de 2012

Sinopse:
O espetáculo está prestes a começar. O circo chega pouco depois da meia-noite, nas vésperas do Halloween. O que fariam se os vossos desejos secretos fossem concedidos pelo misterioso líder do circo, o Sr. Dark? O circo a todos chama com promessas sedutoras de juventude eterna e sonhos por cumprir… Dois amigos adolescentes, Jim Nightshade e Will Halloway, são incapazes de resistir às atrações. A sua curiosidade de rapazes fá-los descobrir o segredo oculto nos labirintos, fumos e espelhos do tenebroso circo. Inconscientes do perigo em que se veem envolvidos, uma terrível perseguição é posta em marcha e Jim e Will tudo terão que fazer para salvar as suas vidas. Mas, acima de tudo, as próprias almas...

Complexa, irreverente e, extremamente, encantatória é carta de apresentação da recente aposta Ray Bradbury pela mão da editora Saída de Emergência.
Rompendo todas as convenções actuais e comerciais que se vão publicando na área do fantástico, esta narrativa clássica surpreende pelo magnetismo que acompanha o seu enredo e a peculiaridades das suas personagens, independentemente do papel que desenvolvem ao longo da trama.

Como a sinopse indica, o circo chega à cidade onde Jim e Will moram. Eles são unha com carne, são quase irmãos, são duas metades um todo fascinante. No dia-a-dia, noite-a-noite, eles exploram, inventam, conquistam e testam todo o seu pequeno universo repleto de possibilidades, possibilidades essas multiplicadas, triplicadas, infinitas com a chegada de um lugar tão mágico como um circo. Ele chega de noite, estranho, banal e atraente, a sua chagada faz-se acompanhar de música, promessas, cores e risos, de sustos, sombras, brincadeiras perversas e, teme Jim, teme Will, de algo incerto que não devem, mas querem, descobrir.

Como leitora fazedora de opiniões não posso, nem quero, contar-vos muito mais relacionado com esta história que é tão simples quanto envolvente e que gira, quase na totalidade, em torno da chegada deste circo e dos acontecimentos que este provoca na vida destes dois jovens. Dividido em apenas três partes – Chegada, Perseguições e Partida –, este livro não deixa no entanto de envolver e criar impacto no leitor graças aos muitos pormenores que recaem sobre as suas personagens, as suas descrições e à apresentação do texto, desigual, de Ray Bradbury. 

Os dois grandes protagonistas desta trama, Jim Nightshade e Will Halloway, são absolutamente enternecedores, não que tenham algo de extraordinário, mas sim graças à ligação entre ambos está muito bem conseguida apresentado-os como opostos e, ao mesmo tempo, simétricos, completando-os como uma unidade perfeita. Ambos são crianças inteligentes e de imaginação fértil mas, sem dúvida, que o melhor adjectivo para os qualificar é como curiosos, o que lhes trará muito dissabores ao longo do texto. Quem também não posso deixar de nomear é Charles, o pai de Will, que acaba por ter um papel fundamental, representando de forma singular a imagem da criança que deverá viver para sempre dentro cada um.
Quanto aos intervenientes do circo, o Sr. Dark é realmente assustador, um pesadelo para as mentes jovens mais frutíferas, no entanto todos os outros, a bruxa, o anão, o esqueleto, são também eles dotados de uma caracterização exímia, principalmente devido à forma como Jim e Will os representam, fabulando-os, temendo-os e, ao mesmo tempo, desejando conhece-los sempre mais. É muito interessante.

Este livro não causaria o mesmo impacto se todo o ambiente que envolve a leitura não trabalhasse também nesse sentido e, quanto a isso, as descrições da cidade e do próprio circo reproduzem inúmeras sensações que nos trespassam com o folhear e se adensam enquanto mistérios e enigmas se desenvolvem neste texto maravilhoso, ideal para os leitores de fantasia adultos.

Ray Bradbury tem uma escrita excepcional, rica e primorosa, muito pouco usual e, por isso mesmo, fascinante.
O autor tem algo de hipnotizante na forma como trabalha as suas palavras, embalando-nos numa aura sombria relacionada com o circo, um local de felicidade mas que por vezes pode ser arrepiante.
Esta não é, de todo, uma leitura comercial mas sim algo clássico, e também diferente, que os adeptos de maravilhoso e horror têm obrigatoriamente de experienciar.

Pessoalmente, demorei um pouco a ambientar-me com a escrita do autor mas depois de entrar no contexto da história adorei. É inegável a grandiosidade de Ray com a beleza, quase lírica, da sua narrativa em prosa, que brilha com um ritmo e vida muito próprios.
Gostei principalmente do que me foi dado a ver, das questões relacionada com o circo, com a psique infantil e de todo terror que consegui sentir, que sendo assustador não deixou de ser fascinante.

Esta obra é mais uma grande aposta Saída de Emergência no seu género de eleição, fantasia, que certamente surpreenderá e transportará novos fãs para este reino extravagante da ficção.

Título: Algo Maligno Vem Aí
Autor: Ray Bradbury
Género: Fantasia, Horror
Editora: Saída de Emergência – Colecção BANG

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Sinopse:
Durante meses, Clara Gardner treinou para enfrentar o incêndio das suas visões, mas nada a preparou para a escolha que teria de fazer nesse dia. E no rescaldo do incêndio, descobriu que ao contrário do que pensava, nada é o que parece quando se tem sangue de anjo.
Agora, está dividida entre o amor que sente por Tucker e as dúvidas que Christian lhe desperta, pelos papéis que ambos parecem estar destinados a assumir num mundo que tem tanto de belo como de perigoso. Clara debate-se ainda com uma revelação chocante: alguém que ama vai morrer dentro de meses. Perante um futuro incerto, a única certeza que Clara possui é a de que o incêndio foi apenas o início. Depois de Celestial, Cynthia Hand retrata a alegria do primeiro amor, a angústia da erda e a desorientação por que passamos ao descobrir quem somos.

Para quem folheou Celestial será fácil sentir o impulso para percorrer as páginas de Anjo Sombrio que em minha opinião, desde já vos confesso, se encontra superior ao seu antecessor.
Com uma ou outra pequena surpresa no que respeita às personagens, a verdade é que pouco se altera no núcleo principal de intervenientes a que já nos habituámos mas, no entanto, os seus conhecimentos recentemente adquiridos e aqueles que, cadenciadamente, vão sendo revelados acabam por ter um forte impacto neste segundo volume promovendo, desta forma, o interesse e desejo constantes de ler sem parar esta trilogia.

Clara, uma jovem adolescente que possui sangue de anjo, sente que falhou a missão para a qual estava predestinada e apenas o seu romance com o igualmente jovem Tucker parece mante-la no caminho da luz, pelo menos, quando Christian, outro sangue de anjo, não encontra por perto. No entanto, enquanto o seu destino permanece em suspenso, sem a resposta à sua falha recente, um novo e estranho sonho começam a inundar novamente a mente de Clara com hesitação, tristeza e, infelizmente, uma única certeza, uma única premonição, tornando as suas noites em verdadeiros pesadelos e os seus dias, em contagem decrescente, num verdadeiro suplício enquanto Clara, impotente, vê aproximar-se a morte de alguém que não reconhece mas que lhe é definitivamente muito querido.
Com o aparecimento de informação constante, um luto permanente por uma perda que ainda está para vir e o desejo de conseguir usufruir um pouco do primeiro amor da sua existência angelica, o fado de Clara aparenta estar apenas no início e, ao que tudo indica, tudo o que Ele tem reservado para si não será tão leve como as plumas brancas que caracterizam a sua especial existência.

Para os aficionados de anjos numa vertente direccionada para um público jovem adulto esta história é, certamente, uma das melhores opções no mercado devido ao seu recheio transbordante de particularidades e as suas personagens que satisfazem todos os requisitos.
Explorando de forma assertiva os defeitos e as qualidades destes seres mágicos e procurando seduzir dos antepassados à descendência, é voraz o ritmo que envolve o leitor nesta teia de significados que acaba por ser bastante dedicada às relações afectivas. Tanto os laços parentais como as emoções criadas recentemente são abordadas de forma cuidada, através de uma camada suave de segredos que vão sendo desvendados ao longo de todo o livro a Clara, para satisfação e interesse das expectativas dos leitores mais exigentes.

Em suma, esta é uma história agradável que sabe ser intensa nos momentos certos, assim como descontraída e leve, promovendo o entretenimento, através das amizades e da paixão vivida pela protagonista. Um retracto deslumbrante sobre anjos que com uma beleza extrema conquistará inúmeros adeptos de fantasia.

Cynthia Hand tem uma escrita encantadora que absorve por completo a atenção do leitor o que, juntamente com a sua imaginação, fazem da sua obra uma aposta de sucesso.
As suas descrições são breves, apenas suficientemente trabalhadas para dar a ver o ambiente em geral, no entanto, penso que a autora se esmerou das abordagens sentimentais uma vez que esta história tem momentos realmente tocantes. As acções de Clara e dos seus familiares, assim como dos seus amigos e os próprios seres angelicais, dominam grande parte do enredo que sofre uma reviravolta emotiva e muito apelativa que se encontra expressa primorosamente.

Para mim este livro foi uma verdadeira surpresa uma vez que se encontra mais maduro e atractivo que o anterior que já tinha captado a minha total atenção e, embora eu tenha lido Celestial há bastante tempo, quando saiu em Fevereiro de 2011, foi para mim muito fácil voltar a sentir empatia para com os seus intervenientes devido, em parte, à sua curiosa história. É, como eu gosto, uma narrativa de pormenores e emoção que é merecedora de atenção.
Por tudo isto esta é, claro está, uma autora que continuarei a seguir atentamente com expectativa no que respeita, pelo menos, a esta sua trilogia que se encontra com o terceiro livro em fase de revisão e que terá como o título (no original) Boundless. (Lançamento previsto para Janeiro de 2013, mais informação no blogue da autora Cynthia Hand.)

Mais uma magnífica publicação Saída de Emergência, que pertence a colecção BANG!, que vem fazer as minhas delicias no universo fantástico e que eu sugiro, sem qualquer restrição, a qualquer fã de fantasia juvenil.
Livro Anterior



Celestial (Opinião)


Título: Anjo Sombrio
Autora: Cynthia Hand
Género: Fantasia, Romance
Editora: Saída de Emergência – Colecção BANG!

Redes Sociais

WOOK - www.wook.pt