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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

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Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Uma comédia colossal, brilhante, sobre a procura da felicidade e todos os males do nosso tempo.
A obra-prima de David Foster Wallace.

Título: A Piada Infinita
Autora: David Foster Wallace
N.º Páginas: 1200
PVP: 27,70 €
ISBN: 9789897220630

Sinopse:
Entre a comédia mais tresloucada e a reflexão filosófica mais pertinente sobre uma sociedade e os seus vícios, sobre as relações familiares e o papel do entretenimento nas nossas vidas, A Piada Infinita é um daqueles raros romances que inauguram um novo género no momento em que são publicados.
Situada num futuro próximo, a ação de A Piada Infinita decorre entre a academia de ténis Enfield e a Ennet House, uma clínica de reabilitação de alcoólicos e toxicodependentes, em que o leitor acompanha a desestruturada família Incandenza. No centro da narrativa está um filme realizado por James Orin Incandenza Jr., intitulado precisamente A Piada Infinita, do qual se diz que deixa os espetadores num estado de apatia permanente, incapazes de se preocupar com outra coisa que não seja ver o filme novamente.
Sátira aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro coletivo, parece uma obra vinda de um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace: “Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.”

Sobre a autora:
David Foster Wallace nasceu em 1962, Ithaca, Nova Iorque. Estudou Inglês e Filosofia e, durante a adolescência, foi praticante federado de ténis, uma atividade que viria a ser essencial na sua obra de ficção e não ficção. Publicou o primeiro romance, The Broom of The System, em 1987, um livro influenciado por um dos seus ídolos literários, Thomas Pynchon, e que recebeu críticas bastante positivas da imprensa na altura. O segundo romance só apareceu nove anos depois, na forma das mais de mil páginas do colossal, delirante e inovador Infinite Jest (A Piada Infinita, na tradução portuguesa).

Saiba mais em: Quetzal


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Título: As Sete Maravilhas do Mundo
Autor: Steven Saylor
N.º Páginas: 360
PVP: 16,60 €
ISBN: 9789722525169

Sinopse:
Nesta cativante prequela à série Roma Sub Rosa, Steven Saylor leva-nos de volta aos dias de juventude de Gordiano.
Corre o ano de 92 a.C. e Gordiano acabou de fazer 18 anos e está prestes a embarcar na aventura de uma vida: uma longa viagem para visitar as Sete Maravilhas do Mundo. Gordiano ainda não recebeu o nome de o Descobridor – mas, em cada uma das Sete Maravilhas, o jovem romano de olhos grandes encontra um mistério que desafia os seus poderes de dedução.
A acompanhar Gordiano nas suas viagens está o seu tutor, Antípatro de Sídon, o poeta mais celebrado do mundo. Contudo, o velho poeta, ao que tudo indica inofensivo, é mais do que parece à primeira vista. Antes de partirem, Antípatro finge a própria morte e viaja sob uma identidade falsa. Em segundo plano, surgem os primeiros indícios de uma sublevação política que agitará todo o mundo romano.
Professor e pupilo viajam pelas lendárias cidades da Grécia e da Ásia Menor, seguindo, depois, para a Babilónia e o Egito. Assistem aos Jogos Olímpicos, participam em festivais exóticos e maravilham-se com as mais espetaculares construções alguma vez concebidas pela humanidade. No caminho, deparam-se com assassínios, magia e assombramentos fantasmagóricos.

Leia as primeiras páginas: Aqui

«Saylor é um excelente guia através deste submundo fascinante. Uma ficção histórica soberba.» - Booklist
«Saylor descreve vividamente o modo como a família sobrevive à destruição de Pompeia, ao incêndio de Roma e à perseguição de judeus e cristãos. O final pode ser sinal para outro volume desta série grandiosa.» - Publishers Weekly

Sobre o autor:
Steven Saylor é autor da aclamada série Roma Sub-Rosa, que tem merecido os mais rasgados elogios da crítica. Os seus romances estão traduzidos em mais de dezoito línguas e o autor tem figurado, na sua qualidade de especialista na política e vida romana em geral, em documentários no Canal História. Saylor divide o seu tempo entre Berkeley, na Califórnia, e Austin, no Texas.

Saiba mais em: Bertrand


domingo, 18 de novembro de 2012

Sinopse:
Nos anos que se seguem à coroação do rei Artur, a rainha Gwenhwyfar continua as suas manipulações para assegurar a lealdade do seu marido à igreja cristã, enquanto a sacerdotisa Viviane decide confrontar Artur pelo ato de traição contra Avalon.
Nos bastidores, Morgaine planeia o casamento de Lancelet, que ameaça sucumbir ao desespero pelo triângulo amoroso em que se vê enredado. Quando a rainha Gwenhwyfar descobre esse plano, jura vingança. Morgaine, através do seu próprio casamento, dedica-se a fortalecer a causa de Avalon. As sacerdotisas da Ilha das Brumas tudo farão para competir pela alma da Grã-Bretanha contra a maré insurgente da Cristandade. Mas que efeitos terá a chegada do jovem Gwydion, filho de Morgaine e Artur? Irá correr em auxílio do rei ou libertar o caos?

Ler As Brumas de Avalon tem sido para mim um prazer imenso que se renova de volume para volume e que me deixa, indiscutivelmente, marcada por uma satisfação plena. Exceptuando o primeiro título, A Senhora da Magia, em que senti um pouco de dificuldade em adaptar-me à escrita clássica de Marion Zimmer Bradley, esta história tem realmente conseguido cativar-me e, agora que se aproxima o seu final, posso afirmar que estou completamente rendida a esta lenda arturiana fantástica em que as mulheres são as verdadeiras rainhas.

Neste terceiro volume, O Rei Veado, Artur e a sua rainha encontram-se cada vez mais dedicados à fé cristã, propagando-a aos seus súbditos e cavaleiros que rapidamente parecem esquecer, tal como o trono, a influência que a magia da Avalon tem no actual tempo de glória. Mas Avalon não esquece e, enquanto o apogeu de tranquilidade reina entre os homens, é  silencioso, mas presente, o desespero que se instala entre o círculo de poder e que se torna, de dia para dia, uma arma poderosa capaz de destabilizar o coração da nobreza.
Após a viragem inesperada em A Rainha Suprema, as intrigas continuam a aumentar, as falsas ligações começam a corroer-se, os interesses, por seu lado, vingam e, para bem ou para o mal, aquele que nasceu pela mão da Deusa cresce e aprende entre a magia e a fé do reino para, muito mais tarde, mas mais cedo que se julga, vir revindicar aquilo que Avalon considera seu por direito. 

Proporcionando sempre novos desenvolvimentos, esta trama complexa revela-se cada vez mais emocionante. Se por um lado Avalon se mantém serena enquanto recupera face ao golpe sofrido com a falta consideração por parte do reino, na corte os acontecimentos são inesperados e constantes proporcionando uma análise de temas muito interessantes enquanto desvendamos esta história de gerações.
No que respeita às questões desenvolvidas no reino, por Gwenhwyfar, Arthur e Lancelet, temos a possibilidade de abordar conceitos polémicos independentes do tempo em que são tratados. Falo-vos de traição, mentira e falsidade que nestas páginas imperam lado a lado com os suseranos. A inveja, a cobiça, a vaidade e o ódio, pecados mortais indiscutíveis, são expostos através daquela que aparenta ser a imagem de santidade, a rainha Gwenhwyfar, relevando a hipocrisia muitas vezes associada ao cristianismo. Esta é uma personagem, pecadora e purgatória, que embora principie algum sofrimento não nos permite sentir piedade sendo, acima de tudo, uma interveniente cativante pela dimensão de emoções com que contribui para todo o enredo.
Os homens que vamos conhecendo cada vez melhor, por outro lado, são tão maleáveis que apenas evidenciam a fraqueza, desconsideração até, que a autora tem pela masculinidade e este é factor que acaba sempre referenciado em qualquer personagem, principal ao secundária, durante o decorrer da acção. Sim os homens são belos e fortes, mas a astucia que lhes é atribuída fica muito aquém de qualquer mulher que reside nestas páginas.
E no que respeita às personagens de AvalonMorgaine, Viviane, o Bardo e, agora, Niniane e o filho de Morgaine, Gwydion – estes continuam a representar uma imagem de sabedoria para além da fé, porque a sua crença reside naquilo em que acreditam, independentemente de uma moralidade pré-concebida. Uma lição bonita. A sua contribuição para a narrativa é agora, no entanto, mais corrompida mas não deixa de maravilhar e surpreender devido às teias com que tecem os destino de outros através de uma determinação e vontade avassaladoras, através do seu desejo de verem vingado o poder magia. Nem sempre são justos, muitas vezes chocam com os seus actos, mas é mais difícil julga-los do que deixarmo-nos encantar pela forma singular com que pontuam o texto.

Em suma, e porque é impossível para mim falar desde livro de forma individual sem abranger a totalidade da história As Brumas de Avalon ou contar-vos mais do que o apropriado, posso dizer-vos apenas que a magia e o cristianismo, os homens e as mulheres, o amor e a vingança continuam a ser dicotomias recorrentes neste terceiro livro, um livro em que novas personagens surgem e algumas de destaque desaparecem mas que, no final, deixa claro a importância de todos os pormenores para o futuro desta ficção universal que, em algum, todos deveriam ter oportunidade de folhear.

Quanto a Marion Zimmer Bradley, penso que já lhe dediquei todos os elogios possíveis, que são imensos, nas minhas opiniões anteriores.
O seu talento e mestria são incontestáveis, a enormidade e rigor da sua obra é arrebatadora e, definitivamente, quando mais descubro o seu talento e criatividade mais fascinada me sinto. Mais do que uma história, a autora criou um mundo maravilhoso e incomparável que serviu, serve, de fonte de inspiração para escritores e leitores ao longo das últimas décadas o que, só por si, diz tudo.
As suas descrições são irrepreensíveis e o cuidado que aplica a todas as singularidades, emoções e intervenientes é encantatório conseguindo fazer prevalecer o desejo de descobrir um pouco mais sobre a sua ficção.

Pessoalmente, como é evidente, estou rendida a este universo que mistura dois mundos de crenças diferentes.
Neste terceiro volume, O Rei Veado, gostei particularmente de Morgaine que volta a ter um desempenho excelente. Iludindo até mesmo o leitor, esta protagonista, por vezes narradora, tem um papel no fado de todas as vidas descritas que é impensável e a forma como o faz, nem sempre correcta, não deixa de motivar em mim o instinto de adoração. Está a tornar-se uma das minhas personagens favoritas de sempre.

Esta obra é uma publicação maravilhosa com a assinatura Saída de Emergência, fundamental na sua colecção BANG, bem como na estante de todos os leitores de fantasia. Um clássico intemporal, uma leitura que, uma vez mais, eu volto a sugerir fervorosamente aos leitores de literatura fantástica e não só.



As Brumas de Avalon:
A Senhora da Magia, Volume I (Opinião)
A Rainha Suprema, Volume II (Opinião)


Título: O Rei Veado, Volume III
Autora: Marion Zimmer Bradley
Género: Fantasia

O clássico As Brumas de Avalon regressa ao mercado português para dar a conhecer a uma nova geração esta história mágica e intemporal centrada nas mulheres que, por detrás do trono de Camelot, foram as verdadeiras detentoras do poder.

Título: O Prisioneiro da Árvore
Autora: Marion Zimmer Bradley
N.º Páginas: 304
PVP: 16,90€
ISBN: 9789896374761

Sinopse:
No derradeiro volume deste clássico, Morgaine vai ao encontro do seu destino que a coloca contra Artur – o seu amante, irmão e agora inimigo. Ao regressar a Camelot durante o Banquete de Pentecostes, Morgaine acusa Artur de comprometer a coroa, e exige que este lhe devolva a espada mágica Excalibur.
Mas Artur recusa e Morgaine tenta de tudo para o travar, nem que para isso tenha que usar as pessoas que ama para o desafiar. Quando Avalon se sente traída por Artur, Morgaine invoca a sua magia para lançar os companheiros de Artur numa demanda pelo cálice sagrado.
Os eventos escapam ao controlo de todos quando Lancelet regressa e sucumbe de novo à sua paixão por Gwenhwyfar. Mas o Rei Veado tem assuntos mais importantes como a guerra decretada por Mordred que pretende usurpar o trono de Camelot.
Conseguirá o mundo de Avalon sobreviver ou será forçado a desaparecer nas brumas do tempo e memória?

Leia as primeiras páginas: aqui.

As Brumas de Avalon
Volumes I, II e III

Sobre a autora:
Marion Zimmer Bradley nasceu em Nova Iorque, em 1930. Começou desde cedo a escrever para revistas e antologias, mas foi na década de 60 que iniciou uma carreira de sucesso como romancista. A sua série mais popular iniciou-se com a publicação de As Brumas de Avalon, uma recriação da lenda arturiana que ainda hoje tem conquistado gerações. É também conhecida pela série de ficção científica Darkover, entre muitos outros romances memoráveis. Faleceu em 1999.

Saiba mais em: Saída de Emergência


Autora de vários livros, Pássaros Feridos foi a obra que consagrou Colleen McCullough no panorama literário mundial.

Título: Pássaros Feridos
Autora: Colleen McCullough
N.º Páginas: 640
PVP: 19,90 €
ISBN: 9789722525206

Sinopse:
Um dos romances mais lidos e apreciados de todos os tempos, Pássaros Feridos é uma saga de sonhos, paixões negras e amores proibidos. Passada na Austrália, percorre três gerações de um indomável clã de rancheiros cujas vidas vão ganhando contornos numa terra dura mas de grande beleza, ao mesmo tempo que lidam com a amargura, a fragilidade e os segredos da sua família.
Uma apaixonante história de amor, um intenso épico de luta e sacrifício, uma celebração da individualidade e do espírito. É sobretudo a história de Meggie e do padre Ralph de Bricassart – e da intensa ligação de dois corações e duas almas ao longo de uma vida inteira, numa relação que ultrapassa perigosamente as fronteiras sagradas da ética e do dogma.

Leia as primeiras páginas: Bertrand

«Um épico comovente… verdadeiramente maravilhoso.» - Chicago Tribune
«Uma leitura perfeita.» - Boston Globe
«Um dos livros mais vendidos e mais lidos na história do romance» - Daily Mail

Sobre a autora:
Colleen McCullough nasceu na Austrália. Neuropatologista de formação, foi a fundadora do departamento de Neuropatologia do hospital Royal North Shore, em Sydney, antes de começar a trabalhar como investigadora e professora em Yale, onde permaneceu durante dez anos. A sua carreira como escritora teve início com a publicação de Tim, a que se seguiu o best-seller internacional Pássaros Feridos.
Vive em Norfolk, no Pacífico, com o marido, Ric Robinson.

Saiba mais em: Bertrand Editora


Título: Os Anos Perdidos
Autora: Mary Higgins Clark
N.º Páginas: 280
PVP: 16,60 €
ISBN: 9789722525107

Sinopse:
Jonathan Lyons é um estudioso da Bíblia e julga ter encontrado uma relíquia inimaginável: uma carta em papiro que pode ter sido escrita pelo próprio Jesus Cristo. Roubada da Biblioteca do Vaticano no século XVI, pensava-se que estava perdida.
Agora, sempre com um pedido de sigilo, consegue confirmar a sua autenticidade junto de vários especialistas. Mas confidencia também a um amigo de família a suspeita de que uma pessoa que em tempos foi da sua confiança queira agora vender o artefacto para fazer muito dinheiro.
Passados poucos dias, Jonathan é encontrado morto no seu estúdio. Escondida no guarda-roupa, a balbuciar palavras sem sentido e segurando a arma do crime, encontra-se Kathleen, a sua mulher, que sofre de Alzheimer. Apesar da demência, Kathleen sabia que o marido tinha há muito tempo um caso com outra mulher. Terá ela matado o marido num acesso de ciúmes, como alega a polícia? Ou estará a morte dele relacionada com uma questão mais ampla: Quem tem na sua posse o pergaminho de valor incalculável agora desaparecido?
Caberá à filha de ambos, Mariah, ilibar a mãe das acusações de homicídio e desvendar o verdadeiro mistério que se esconde por detrás da morte do pai.

«Mary Higgins Clark mostra uma vez mais por que razão é a Rainha do Suspense» - Mystery Gazette

«Simultaneamente um mistério de cortar a respiração e uma caça àquilo que pode muito bem ser o tesouro religioso e arqueológico mais precioso de todos os tempos.» - BookReporter.com

Sobre a autora:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 150 milhões de exemplares em todo o mundo.
Foi secretária e hospedeira, mas depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco filhos pequenos, a autora investiu na escrita de guiões para rádio e, depois, nos romances. Rapidamente se tornou um dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs.
Foi eleita Grand Master dos Edgar Awards 2000 pela Mystery Writers of America, que também lançou um prémio anual com o seu nome. Foi presidente da Mystery Writers of America, bem como do International Crime Congress.

Saiba mais em: Bertrand Editora


Título: O Aroma das Especiarias
Autora: Joanne Harris
N.º Páginas: 496
PVP: 17,50 €
ISBN: 9789892320106

Sinopse:
Vianne Rocher recebe uma estranha carta. A mão do destino parece estar a empurrá-la de volta a Lansquenet-sur-Tannes, a aldeia de Chocolate, onde decidira nunca mais voltar. Passaram já 8 anos mas as memórias da sua mágica chocolataria La Céleste Praline são ainda intensas.
A viver tranquilamente em Paris com o seu grande amor, Roux, e as duas filhas, Vianne quebra a promessa que fizera a si própria e decide visitar a aldeia no Sul de França. À primeira vista, tudo parece igual. As ruas de calçada, as pequenas lojas e casinhas pitorescas… Mas Vianne pressente que algo se agita por detrás daquela aparente serenidade. O ar está impregnado dos aromas exóticos das especiarias e do chá de menta.
Mulheres vestidas de negro passam fugazes nas vielas. Os ventos do Ramadão trouxeram consigo uma comunidade muçulmana e, com ela, a tão temida mudança. Mas é com a chegada de uma misteriosa mulher, velada e acompanhada pela filha, que as tensões no seio da pequena comunidade aumentam. E Vianne percebe que a sua estadia não vai ser tão curta quanto pensava. A sua magia é mais necessária do que nunca!

Série Chocolate
Sobre a autora:
Escritora franco-inglesa, Joanne Michèle Sylvie Harris nasceu a 3 de Julho de 1964, em Yorkshire. Filha de pai inglês e mãe francesa, ambos professores, cresceu sentindo-se deslocada por força do seu bilinguismo, num meio adverso ao cosmopolitismo. Passou grande parte da sua adolescência a escrever, imitando os seus autores favoritos, à procura do seu próprio estilo. Ao terminar o ensino secundário, ingressou no St. Catherine's College de Cambridge, onde se diplomou em Línguas e Literaturas Medievais e Modernas, Variante de Estudos Franceses e Alemães. Em 1989 publicou o seu primeiro romance, The Evil Seed, a que se seguiu Sleep Pale Sister (1993). Ambas as obras passaram despercebidas pela crítica, nunca chegando a ser reeditadas. No entanto, dez anos após o aparecimento do seu primeiro trabalho, surgiu com Chocolat (1999). A obra, que constituiu um sucesso de vendas imediato, foi nomeada para um Prémio Whitbread. Situado num lugar exótico no vale do Loire, em França, o romance contava a história de uma jovem viúva que chega a uma aldeia oprimida e decide abrir uma lojas de chocolates, que usa para adoçar a amargura da população. Foi adaptado para o cinema pelo realizador Lasse Hallström, contando com a presença de Juliette Binoche no papel principal. No ano de 2001 apareceu Five Quarters Of The Orange (Cinco Quartos de Laranja), a que seguiram Blackberry Wine (2001), The French Kitchen, A Cookbook (2002), Coastliners (2002, A Praia Roubada) e Holy Fools (2003).

sábado, 17 de novembro de 2012


Uma obra inesquecível dedicada à busca da esperança e da espiritualidade.

Título: A Caminhada
Autor: Richard Paul Evans
N.º Páginas: 272
PVP: 16,96€
ISBN: 9789896374655

Sinopse:
O que faria, se perdesse tudo?
Quando Alan Christoffersen, executivo de uma agência de publicidade de Seattle, perde o trabalho, a casa e o amor da sua vida — tudo em simultâneo —, vê-se atraído pelos pensamentos mais negros. No momento em que se prepara para tomar um frasco de comprimidos, algo o incita a viver. Nesse momento, decide iniciar uma caminhada, porém não se trata de um vulgar passeio. Levando consigo apenas o mínimo indispensável, Alan deixa para trás tudo o que lhe era familiar e inicia a viagem até ao ponto mais longínquo que consegue encontrar no mapa: Key West, na Florida. As pessoas que vai encontrando pelo caminho e as lições de vida que estas partilham com ele, salvar-lhe-ão a vida... e inspirarão a sua!de Avalon sobreviver ou será forçado a desaparecer nas brumas do tempo e memória?

Leia as primeiras páginas: aqui.

Sobre o autor:
Richard Paul Evans, um antigo executivo de publicidade, escreveu A Arca de Natal para as suas filhas. Encorajado por aqueles que leram a história, Evans publicou o livro numa edição de autor. Vive em Salt Lake City, Utah, com a sua mulher e três filhas.

Saiba mais em: Saída de Emergência

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Título: Na Noite
Autora: Kathryn Smith
N.º Páginas: 392
PVP: 15,40€
ISBN: 9789722049122

Sinopse:
Wynthrope Ryland é um experiente ladrão que usa o seu charme junto de mulheres bonitas e com posses para conseguir os seus bens valiosos. No entanto, essa vida de crime não é a que deseja para si e, quando jurou deixá-la, eis que tem de cometer um último crime para proteger a carreira e a família do seu irmão North. Moira Tyndale, uma imponente viscondessa, é o seu último alvo. Porém, quando o descobre já uma profunda ligação os une. Wyn percebe que não pode mais ignorar a sua paixão. Deve proteger os seus segredos e o seu passado, mas não pode protegê-la de si mesmo. Como pode ele escolher entre o desejo do seu coração e a segurança do seu irmão?

Sobre a autora:
Kathryn Smith cresceu na zona rural de Nova Escócia, e desde nova que ouvia a sua mãe contar-lhe muitas histórias e encorajava-a a escrever a sua. Assim o fez. O seu primeiro livro, 372 páginas escritas à mão, era sobre uma banda de rock como os Duran Duran, mas já se tinha apaixonado pelos romances históricos, que lia roubando à sua irmã. Anos depois, escreveu Passion Elusive, que vendeu em 1999 e foi publicado em 2001. Desde então escreveu mais de 20 livros, muitos dos quais chegaram a vários tops de best sellers, como o da USA Today, e foram traduzidos em mais de meia dúzia de línguas. O seu objetivo é escrever até morrer.

Saiba mais em: Leya Online

quinta-feira, 15 de novembro de 2012


Com o magnífico apoio da editora Planeta Manuscrito chega ao fim mais um passatempo de fantasia neste espaço literário.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro Predestinados da autora Josephine Angelini. Uma obra de fantasia maravilhosa que levará muitos a apaixonarem-se pelo maior romance que mitologia grega conheceu. (A minha opinião.)

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*36Patrícia (…) SantosSanta Iria de Azóia

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente leitura.
Boas leituras a todos. 
quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sinopse:
Estrada Vermelha, Estrada de Sangue é um thriller futurista, uma aventura épica que se passa num período pós-apocalíptico e extremamente violento. Saba, a protagonista, é uma jovem que viveu sempre em Silverlake, numa zona inóspita e quase deserta, até ao dia em que uma tempestade de areia traz consigo um bando de terríveis criminosos que lhe matam o pai e levam consigo Lugh, o irmão gémeo que ela adora. Saba vai investir toda a sua coragem na busca do irmão, numa demanda perigosíssima e empolgante que culminará numa apoteose de pura adrenalina.

Um cenário permanentemente tão desolador quanto fascinante, personagens vincadamente peculiares e um ritmo de leitura alucinante são a carta de apresentação de Estrada Vermelha, Estrada de Sangue, uma narrativa surpreendente que me prendeu desde as primeiras páginas até ao seu final, superando todas as minhas expectativas e deixando-me desejosa de mais.

A história principia-se em Silverlake, uma terra desértica, hostil, onde a vida mal subsiste e, por isso mesmo, o local perfeito para uma morte e um misterioso rapto. Lugh, irmão gémeo de Saba, é levado para um destino incerto tornando-se, a partir das primeiras páginas, um interveniente que poderia ser secundário não fosse a sua presença permanente no corpo, na alma e no coração de sua irmã, da sua igual, que arriscará a sua própria vida e a de outros para o encontrar.
Com a promessa feita a seu pai de que nunca desistirá, Saba, uma grande heroína por todos os seus defeitos e qualidades, inicia uma jornada repleta de provações, lágrimas e pequenas conquistas na indesejada companhia de Emmi, o membro mais novo da família, um fardo e, posteriormente, uma luz no sinuoso caminho obscuro rumo ao desconhecido.

No que respeita às personagens, creio poder afirmar que estas são controversas mas bastante apelativas. O destino dos diversos intervenientes é muito duro e todos têm um passado difícil, que não precisamos de conhecer para sabermos que existe, o que faz com que mantenham uma armadura emocional complicada de ultrapassar e dificuldades em expressar sentimentos. Desconfiados e nem sempre agindo de acordo com um padrão usual de moralidade, os contornos atribuídos à personalidade de cada um só os torna mais interessantes, principalmente no que se refere a Saba. A protagonista da nossa história é posta à prova por diversas vezes e são palpáveis as mudanças que vão contribuído para o seu crescimento, acredito que os leitores nem sempre estarão de acordo com ela mas não conseguirão deixar de a admirar, o que é fascinante. Emmi a sua irmã mais nova, também sofre uma grande evolução com o avançar das páginas e, a determinada altura, acaba por ter um papel bastante proeminente mesmo que a sua meninice de 9 anos esteja sempre visível. Quanto aos papéis secundários, com maior ou menor presença no texto, também estes se encontram eximiamente construídos e são por si só um motivo de atracção acabando, no final, por também terem o forte destaque e serem cruciais para o enredo, como é o caso de Jack ou das Falcões, um grupo de jovens muito interessante. 

Quanto a pormenores são muitos e inegavelmente atractivos ao longo da leitura, sendo, para mim, um dos pontos fortes deste livro. Eles incentivam, emocionam e cativam um folhear veloz que envolve e, consecutivamente, sublima e aterroriza através da acção constante.
O ambiente que inóspito, adverso, é disso exemplo, bem como todos aqueles que contribuem para a sua caracterização. A cidade para onde Saba se dirige, os horrores aí presenciados e, mais tarde, a tomada de consciência no que respeita a posição de poder que comanda todos os habitantes é impressionante. Confesso-vos, que a partir desse momento não consegui parar de ler.   

Em suma, uma leitura tocante e emocionante que, embora seja passada no futuro, nos relembra, em parte, o nosso passado e momentos de maus-tratos à condição humana que jamais serão esquecidos através das suas personagens, reais, credíveis e com singularidades muito próprias que conferem à leitura uma nova dimensão.

Moira Young construiu um texto coerente, de escrita simples, mas que sabe ser complexo pela forma que adoptou para transparecer os sentimentos dos seus protagonistas.
As suas descrições são bem trabalhadas e o cenário dá a ver ao leitor o decorrer total da acção. Merece ainda atenção a carga emotiva transcrita para as cenas mais dramáticas, que passa facilmente para quem lê, bem como as caracterizações do povo em geral, que permitem abarcar a dimensão completa de tudo o que se está a passar.

Pessoalmente, gostei bastante das cenas de luta, algo que compreenderão melhor quando efectuarem a vossa leitura, assim como tudo o que está relacionado com a arma que o regime absoluto utiliza para comandar a população fraca, quanto comparada com os fortes intervenientes principais. Esta questão em particular fez-me lembrar um pouco a trilogia Jogos de Fome, também publicada pela Editorial Presença.
Não posso deixar de citar também Nero, o corvo de Saba, adorei-o por aquilo que representa e pelo papel extraordinário ao longo de toda a história. 
Não sei se haverá continuação mas espero que sim pois apreciei bastante este livro, no entanto o final deixa em aberto ambas as possibilidades.

Mais uma excelente aposta Editorial Presença, para jovens e graúdos que, com toda a certeza, não ficarão indiferente a este enredo maravilhoso. Sugiro sem qualquer restrição.

Autora: Moira Young
Género: Ficção, Fantástico


Com o maravilhoso apoio da Editorial Presença terminou mais um passatempo no blogue.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro Estrada Vermelha, Estrada de Sangue da autora Moira Young. Uma história futurista, de cenários épicos e com um ritmo de cortar o folgo.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*35 Mafalda (…) Tomaz – Travanca do Mondego

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que tenha uma excelente leitura.
Boas leituras para todos. 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Já conhecem as novidades Editorial Presença para Novembro?
Para já, posso dizer-vos que li Estrada Vermelha, Estrada de Sangue e adorei!
Espreitem todas as novidades no site da editora e boas leituras.



Redes Sociais

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