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A Elphaba...
Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.
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Viciada em literatura fantástica e romântica.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Uma
comédia colossal, brilhante, sobre a procura da felicidade e todos os males do
nosso tempo.
A
obra-prima de David Foster Wallace.
Título:
A Piada Infinita
Autora:
David Foster Wallace
N.º
Páginas: 1200
PVP:
27,70 €
ISBN:
9789897220630
Sinopse:
Entre
a comédia mais tresloucada e a reflexão filosófica mais pertinente sobre uma
sociedade e os seus vícios, sobre as relações familiares e o papel do
entretenimento nas nossas vidas, A Piada Infinita é um daqueles raros romances
que inauguram um novo género no momento em que são publicados.
Situada
num futuro próximo, a ação de A Piada Infinita decorre entre a academia de ténis
Enfield e a Ennet House, uma clínica de reabilitação de alcoólicos e
toxicodependentes, em que o leitor acompanha a desestruturada família
Incandenza. No centro da narrativa está um filme realizado por James Orin
Incandenza Jr., intitulado precisamente A Piada Infinita, do qual se diz que
deixa os espetadores num estado de apatia permanente, incapazes de se preocupar
com outra coisa que não seja ver o filme novamente.
Sátira
aos costumes da sociedade de consumo, devaneio pós-moderno contra os excessos
do pós-modernismo, lírico e erudito, lúdico e realista, A Piada Infinita, nas
suas contradições e fôlego imenso, é um livro que escapa a qualquer definição
e, mais do que uma obra sobre o nosso futuro coletivo, parece uma obra vinda de
um universo diferente do nosso, justificando o que a romancista Zadie Smith
escreveu sobre Wallace: “Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério
quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece
habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.”
Sobre
a autora:
David
Foster Wallace nasceu em 1962, Ithaca, Nova Iorque. Estudou Inglês e Filosofia
e, durante a adolescência, foi praticante federado de ténis, uma atividade que
viria a ser essencial na sua obra de ficção e não ficção. Publicou o primeiro
romance, The Broom of The System, em 1987, um livro influenciado por um dos
seus ídolos literários, Thomas Pynchon, e que recebeu críticas bastante
positivas da imprensa na altura. O segundo romance só apareceu nove anos
depois, na forma das mais de mil páginas do colossal, delirante e inovador
Infinite Jest (A Piada Infinita, na tradução portuguesa).
Saiba
mais em: Quetzal
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Título:
As Sete Maravilhas do Mundo
Autor:
Steven Saylor
N.º
Páginas: 360
PVP:
16,60 €
ISBN:
9789722525169
Sinopse:
Nesta
cativante prequela à série Roma Sub Rosa, Steven Saylor leva-nos de volta aos
dias de juventude de Gordiano.
Corre
o ano de 92 a.C. e Gordiano acabou de fazer 18 anos e está prestes a embarcar
na aventura de uma vida: uma longa viagem para visitar as Sete Maravilhas do
Mundo. Gordiano ainda não recebeu o nome de o Descobridor – mas, em cada uma
das Sete Maravilhas, o jovem romano de olhos grandes encontra um mistério que
desafia os seus poderes de dedução.
A
acompanhar Gordiano nas suas viagens está o seu tutor, Antípatro de Sídon, o
poeta mais celebrado do mundo. Contudo, o velho poeta, ao que tudo indica
inofensivo, é mais do que parece à primeira vista. Antes de partirem, Antípatro
finge a própria morte e viaja sob uma identidade falsa. Em segundo plano,
surgem os primeiros indícios de uma sublevação política que agitará todo o
mundo romano.
Professor
e pupilo viajam pelas lendárias cidades da Grécia e da Ásia Menor, seguindo,
depois, para a Babilónia e o Egito. Assistem aos Jogos Olímpicos, participam em
festivais exóticos e maravilham-se com as mais espetaculares construções alguma
vez concebidas pela humanidade. No caminho, deparam-se com assassínios, magia e
assombramentos fantasmagóricos.
Leia
as primeiras páginas: Aqui
«Saylor
é um excelente guia através deste submundo fascinante. Uma ficção histórica
soberba.» - Booklist
«Saylor
descreve vividamente o modo como a família sobrevive à destruição de Pompeia,
ao incêndio de Roma e à perseguição de judeus e cristãos. O final pode ser
sinal para outro volume desta série grandiosa.» - Publishers Weekly
Sobre
o autor:
Steven
Saylor é autor da aclamada série Roma Sub-Rosa, que tem merecido os mais
rasgados elogios da crítica. Os seus romances estão traduzidos em mais de
dezoito línguas e o autor tem figurado, na sua qualidade de especialista na
política e vida romana em geral, em documentários no Canal História. Saylor
divide o seu tempo entre Berkeley, na Califórnia, e Austin, no Texas.
Saiba
mais em: Bertrand
domingo, 18 de novembro de 2012
Sinopse:
Nos
anos que se seguem à coroação do rei Artur, a rainha Gwenhwyfar continua as
suas manipulações para assegurar a lealdade do seu marido à igreja cristã,
enquanto a sacerdotisa Viviane decide confrontar Artur pelo ato de traição
contra Avalon.
Nos
bastidores, Morgaine planeia o casamento de Lancelet, que ameaça sucumbir ao
desespero pelo triângulo amoroso em que se vê enredado. Quando a rainha
Gwenhwyfar descobre esse plano, jura vingança. Morgaine, através do seu próprio
casamento, dedica-se a fortalecer a causa de Avalon. As sacerdotisas da Ilha
das Brumas tudo farão para competir pela alma da Grã-Bretanha contra a maré
insurgente da Cristandade. Mas que efeitos terá a chegada do jovem Gwydion,
filho de Morgaine e Artur? Irá correr em auxílio do rei ou libertar o caos?
Ler
As Brumas de Avalon tem sido para mim um prazer imenso que se renova de volume
para volume e que me deixa, indiscutivelmente, marcada por uma satisfação plena.
Exceptuando o primeiro título, A Senhora da Magia, em que senti um pouco de
dificuldade em adaptar-me à escrita clássica de Marion Zimmer Bradley, esta
história tem realmente conseguido cativar-me e, agora que se aproxima o seu
final, posso afirmar que estou completamente rendida a esta lenda arturiana
fantástica em que as mulheres são as verdadeiras rainhas.
Neste terceiro volume, O Rei Veado, Artur e a sua rainha encontram-se cada vez mais dedicados à fé
cristã, propagando-a aos seus súbditos e cavaleiros que rapidamente parecem
esquecer, tal como o trono, a influência que a magia da Avalon tem no actual tempo de glória. Mas Avalon não esquece e, enquanto o apogeu de
tranquilidade reina entre os homens, é silencioso, mas presente, o desespero que se instala entre o círculo de poder e que se torna, de dia para dia, uma arma poderosa capaz de destabilizar o coração da nobreza.
Após
a viragem inesperada em A Rainha Suprema, as intrigas continuam a aumentar, as
falsas ligações começam a corroer-se, os interesses, por seu lado, vingam e,
para bem ou para o mal, aquele que nasceu pela mão da Deusa cresce e aprende
entre a magia e a fé do reino para, muito mais tarde, mas mais cedo que se
julga, vir revindicar aquilo que Avalon considera seu por direito.
Proporcionando
sempre novos desenvolvimentos, esta trama complexa revela-se cada vez mais
emocionante. Se por um lado Avalon se mantém serena enquanto recupera face
ao golpe sofrido com a falta consideração por parte do reino, na corte os acontecimentos
são inesperados e constantes proporcionando uma análise de temas muito
interessantes enquanto desvendamos esta história de gerações.
No
que respeita às questões desenvolvidas no reino, por Gwenhwyfar, Arthur e Lancelet,
temos a possibilidade de abordar conceitos polémicos independentes do tempo em
que são tratados. Falo-vos de traição, mentira e falsidade que nestas páginas
imperam lado a lado com os suseranos. A inveja, a cobiça, a vaidade e o ódio,
pecados mortais indiscutíveis, são expostos através daquela que aparenta ser a imagem
de santidade, a rainha Gwenhwyfar, relevando a hipocrisia muitas vezes associada
ao cristianismo. Esta é uma personagem, pecadora e purgatória, que embora
principie algum sofrimento não nos permite sentir piedade sendo, acima de tudo, uma interveniente cativante pela dimensão de emoções com que contribui para todo o enredo.
Os homens que vamos conhecendo cada vez melhor, por outro lado, são tão
maleáveis que apenas evidenciam a fraqueza, desconsideração até, que a autora
tem pela masculinidade e este é factor que acaba sempre referenciado em qualquer personagem,
principal ao secundária, durante o decorrer da acção. Sim os homens são belos e
fortes, mas a astucia que lhes é atribuída fica muito aquém de qualquer mulher
que reside nestas páginas.
E
no que respeita às personagens de Avalon – Morgaine, Viviane, o Bardo e, agora, Niniane e o filho de Morgaine, Gwydion – estes continuam a representar uma imagem de sabedoria para além da fé, porque a sua crença reside naquilo em
que acreditam, independentemente de uma moralidade pré-concebida. Uma lição
bonita. A sua contribuição para a narrativa é agora, no entanto, mais
corrompida mas não deixa de maravilhar e surpreender devido às teias com que tecem os destino de outros através de uma determinação e vontade avassaladoras, através do seu desejo de verem vingado o poder magia. Nem sempre são justos, muitas vezes chocam com os seus actos, mas é mais difícil
julga-los do que deixarmo-nos encantar pela forma singular com que pontuam o
texto.
Em
suma, e porque é impossível para mim falar desde livro de forma individual sem
abranger a totalidade da história As Brumas de Avalon ou contar-vos mais do que
o apropriado, posso dizer-vos apenas que a magia e o cristianismo, os homens e
as mulheres, o amor e a vingança continuam a ser dicotomias recorrentes neste
terceiro livro, um livro em que novas personagens surgem e algumas de destaque
desaparecem mas que, no final, deixa claro a importância de todos os pormenores
para o futuro desta ficção universal que, em algum, todos deveriam ter
oportunidade de folhear.
Quanto
a Marion Zimmer Bradley, penso que já lhe dediquei todos os elogios possíveis, que são
imensos, nas minhas opiniões anteriores.
O
seu talento e mestria são incontestáveis, a enormidade e rigor da sua obra é
arrebatadora e, definitivamente, quando mais descubro o seu talento e
criatividade mais fascinada me sinto. Mais do que uma história, a autora criou
um mundo maravilhoso e incomparável que serviu, serve, de fonte de inspiração
para escritores e leitores ao longo das últimas décadas o que, só por si, diz
tudo.
As
suas descrições são irrepreensíveis e o cuidado que aplica a todas as
singularidades, emoções e intervenientes é encantatório conseguindo fazer
prevalecer o desejo de descobrir um pouco mais sobre a sua ficção.
Pessoalmente,
como é evidente, estou rendida a este universo que mistura dois mundos de
crenças diferentes.
Neste
terceiro volume, O Rei Veado, gostei particularmente de Morgaine que volta a
ter um desempenho excelente. Iludindo até mesmo o leitor, esta protagonista,
por vezes narradora, tem um papel no fado de todas as vidas descritas que é
impensável e a forma como o faz, nem sempre correcta, não deixa de motivar em
mim o instinto de adoração. Está a tornar-se uma das minhas personagens
favoritas de sempre.
Esta
obra é uma publicação maravilhosa com a assinatura Saída de Emergência,
fundamental na sua colecção BANG, bem como na estante de todos os leitores de
fantasia. Um clássico intemporal, uma leitura que, uma vez mais, eu volto a
sugerir fervorosamente aos leitores de literatura fantástica e não só.
As
Brumas de Avalon:
A
Senhora da Magia, Volume I (Opinião)
A
Rainha Suprema, Volume II (Opinião)
Título:
O Rei Veado, Volume III
Autora:
Marion Zimmer Bradley
Género:
Fantasia
Editora:
Saída de Emergência
O
clássico As Brumas de Avalon regressa ao mercado português para dar a conhecer
a uma nova geração esta história mágica e intemporal centrada nas mulheres que,
por detrás do trono de Camelot, foram as verdadeiras detentoras do poder.
Título:
O Prisioneiro da Árvore
Autora:
Marion Zimmer Bradley
N.º
Páginas: 304
PVP:
16,90€
ISBN:
9789896374761
Sinopse:
No
derradeiro volume deste clássico, Morgaine vai ao encontro do seu destino que a
coloca contra Artur – o seu amante, irmão e agora inimigo. Ao regressar a
Camelot durante o Banquete de Pentecostes, Morgaine acusa Artur de comprometer
a coroa, e exige que este lhe devolva a espada mágica Excalibur.
Mas
Artur recusa e Morgaine tenta de tudo para o travar, nem que para isso tenha
que usar as pessoas que ama para o desafiar. Quando Avalon se sente traída por
Artur, Morgaine invoca a sua magia para lançar os companheiros de Artur numa
demanda pelo cálice sagrado.
Os
eventos escapam ao controlo de todos quando Lancelet regressa e sucumbe de novo
à sua paixão por Gwenhwyfar. Mas o Rei Veado tem assuntos mais importantes como
a guerra decretada por Mordred que pretende usurpar o trono de Camelot.
Conseguirá
o mundo de Avalon sobreviver ou será forçado a desaparecer nas brumas do tempo
e memória?
Leia
as primeiras páginas: aqui.
![]() |
| As Brumas de Avalon Volumes I, II e III |
Sobre
a autora:
Marion
Zimmer Bradley nasceu em Nova Iorque, em 1930. Começou desde cedo a escrever
para revistas e antologias, mas foi na década de 60 que iniciou uma carreira de
sucesso como romancista. A sua série mais popular iniciou-se com a publicação
de As Brumas de Avalon, uma recriação da lenda arturiana que ainda hoje tem
conquistado gerações. É também conhecida pela série de ficção científica Darkover,
entre muitos outros romances memoráveis. Faleceu em 1999.
Saiba
mais em: Saída de Emergência
Autora
de vários livros, Pássaros Feridos foi a obra que consagrou Colleen McCullough
no panorama literário mundial.
Título:
Pássaros Feridos
Autora:
Colleen McCullough
N.º
Páginas: 640
PVP:
19,90 €
ISBN:
9789722525206
Sinopse:
Um
dos romances mais lidos e apreciados de todos os tempos, Pássaros Feridos é uma
saga de sonhos, paixões negras e amores proibidos. Passada na Austrália,
percorre três gerações de um indomável clã de rancheiros cujas vidas vão
ganhando contornos numa terra dura mas de grande beleza, ao mesmo tempo que
lidam com a amargura, a fragilidade e os segredos da sua família.
Uma
apaixonante história de amor, um intenso épico de luta e sacrifício, uma
celebração da individualidade e do espírito. É sobretudo a história de Meggie e
do padre Ralph de Bricassart – e da intensa ligação de dois corações e duas
almas ao longo de uma vida inteira, numa relação que ultrapassa perigosamente
as fronteiras sagradas da ética e do dogma.
Leia
as primeiras páginas: Bertrand
«Um
épico comovente… verdadeiramente maravilhoso.» - Chicago Tribune
«Uma
leitura perfeita.» - Boston Globe
«Um
dos livros mais vendidos e mais lidos na história do romance» - Daily Mail
Sobre
a autora:
Colleen
McCullough nasceu na Austrália. Neuropatologista de formação, foi a fundadora
do departamento de Neuropatologia do hospital Royal North Shore, em Sydney,
antes de começar a trabalhar como investigadora e professora em Yale, onde
permaneceu durante dez anos. A sua carreira como escritora teve início com a
publicação de Tim, a que se seguiu o best-seller internacional Pássaros
Feridos.
Vive
em Norfolk, no Pacífico, com o marido, Ric Robinson.
Saiba
mais em: Bertrand Editora
Título: Os Anos Perdidos
Autora:
Mary Higgins Clark
N.º
Páginas: 280
PVP:
16,60 €
ISBN:
9789722525107
Sinopse:
Jonathan
Lyons é um estudioso da Bíblia e julga ter encontrado uma relíquia
inimaginável: uma carta em papiro que pode ter sido escrita pelo próprio Jesus
Cristo. Roubada da Biblioteca do Vaticano no século XVI, pensava-se que estava
perdida.
Agora,
sempre com um pedido de sigilo, consegue confirmar a sua autenticidade junto de
vários especialistas. Mas confidencia também a um amigo de família a suspeita
de que uma pessoa que em tempos foi da sua confiança queira agora vender o
artefacto para fazer muito dinheiro.
Passados
poucos dias, Jonathan é encontrado morto no seu estúdio. Escondida no
guarda-roupa, a balbuciar palavras sem sentido e segurando a arma do crime,
encontra-se Kathleen, a sua mulher, que sofre de Alzheimer. Apesar da demência,
Kathleen sabia que o marido tinha há muito tempo um caso com outra mulher. Terá
ela matado o marido num acesso de ciúmes, como alega a polícia? Ou estará a
morte dele relacionada com uma questão mais ampla: Quem tem na sua posse o
pergaminho de valor incalculável agora desaparecido?
Caberá
à filha de ambos, Mariah, ilibar a mãe das acusações de homicídio e desvendar o
verdadeiro mistério que se esconde por detrás da morte do pai.
«Mary
Higgins Clark mostra uma vez mais por que razão é a Rainha do Suspense» - Mystery
Gazette
«Simultaneamente
um mistério de cortar a respiração e uma caça àquilo que pode muito bem ser o
tesouro religioso e arqueológico mais precioso de todos os tempos.» - BookReporter.com
Sobre
a autora:
Mary
Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito
assinalável, tendo vendido mais de 150 milhões de exemplares em todo o mundo.
Foi
secretária e hospedeira, mas depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a
morte prematura do marido, que a deixou com cinco filhos pequenos, a autora
investiu na escrita de guiões para rádio e, depois, nos romances. Rapidamente
se tornou um dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops
de vendas, a crítica e os fãs.
Foi
eleita Grand Master dos Edgar Awards 2000 pela Mystery Writers of America, que
também lançou um prémio anual com o seu nome. Foi presidente da Mystery Writers
of America, bem como do International Crime Congress.
Saiba
mais em: Bertrand Editora
Título:
O Aroma das Especiarias
Autora:
Joanne Harris
N.º
Páginas: 496
PVP:
17,50 €
ISBN:
9789892320106
Sinopse:
Vianne
Rocher recebe uma estranha carta. A mão do destino parece estar a empurrá-la de
volta a Lansquenet-sur-Tannes, a aldeia de Chocolate, onde decidira nunca mais
voltar. Passaram já 8 anos mas as memórias da sua mágica chocolataria La
Céleste Praline são ainda intensas.
A
viver tranquilamente em Paris com o seu grande amor, Roux, e as duas filhas,
Vianne quebra a promessa que fizera a si própria e decide visitar a aldeia no
Sul de França. À primeira vista, tudo parece igual. As ruas de calçada, as
pequenas lojas e casinhas pitorescas… Mas Vianne pressente que algo se agita
por detrás daquela aparente serenidade. O ar está impregnado dos aromas
exóticos das especiarias e do chá de menta.
Mulheres
vestidas de negro passam fugazes nas vielas. Os ventos do Ramadão trouxeram
consigo uma comunidade muçulmana e, com ela, a tão temida mudança. Mas é com a
chegada de uma misteriosa mulher, velada e acompanhada pela filha, que as
tensões no seio da pequena comunidade aumentam. E Vianne percebe que a sua
estadia não vai ser tão curta quanto pensava. A sua magia é mais necessária do
que nunca!![]() |
| Série Chocolate |
Sobre
a autora:
Escritora
franco-inglesa, Joanne Michèle Sylvie Harris nasceu a 3 de Julho de 1964, em
Yorkshire. Filha de pai inglês e mãe francesa, ambos professores, cresceu
sentindo-se deslocada por força do seu bilinguismo, num meio adverso ao
cosmopolitismo. Passou grande parte da sua
adolescência a escrever, imitando os seus autores favoritos, à procura do seu
próprio estilo. Ao terminar o ensino secundário, ingressou no St. Catherine's
College de Cambridge, onde se diplomou em Línguas e Literaturas Medievais e
Modernas, Variante de Estudos Franceses e Alemães. Em 1989 publicou o seu
primeiro romance, The Evil Seed, a que se seguiu Sleep Pale Sister (1993).
Ambas as obras passaram despercebidas pela crítica, nunca chegando a ser
reeditadas. No entanto, dez anos após o aparecimento do seu primeiro trabalho,
surgiu com Chocolat (1999). A obra, que constituiu um sucesso de vendas
imediato, foi nomeada para um Prémio Whitbread. Situado num lugar exótico no
vale do Loire, em França, o romance contava a história de uma jovem viúva que
chega a uma aldeia oprimida e decide abrir uma lojas de chocolates, que usa
para adoçar a amargura da população. Foi adaptado para o cinema pelo realizador
Lasse Hallström, contando com a presença de Juliette Binoche no papel
principal. No ano de 2001 apareceu Five Quarters Of The Orange (Cinco Quartos
de Laranja), a que seguiram Blackberry Wine (2001), The French Kitchen, A
Cookbook (2002), Coastliners (2002, A Praia Roubada) e Holy Fools (2003).
sábado, 17 de novembro de 2012
Uma
obra inesquecível dedicada à busca da esperança e da espiritualidade.
Título:
A Caminhada
Autor:
Richard Paul Evans
N.º
Páginas: 272
PVP:
16,96€
ISBN:
9789896374655
Sinopse:
O
que faria, se perdesse tudo?
Quando
Alan Christoffersen, executivo de uma agência de publicidade de Seattle, perde
o trabalho, a casa e o amor da sua vida — tudo em simultâneo —, vê-se atraído
pelos pensamentos mais negros. No momento em que se prepara para tomar um
frasco de comprimidos, algo o incita a viver. Nesse momento, decide iniciar uma
caminhada, porém não se trata de um vulgar passeio. Levando consigo apenas o
mínimo indispensável, Alan deixa para trás tudo o que lhe era familiar e inicia
a viagem até ao ponto mais longínquo que consegue encontrar no mapa: Key West,
na Florida. As pessoas que vai encontrando pelo caminho e as lições de vida que
estas partilham com ele, salvar-lhe-ão a vida... e inspirarão a sua!de Avalon
sobreviver ou será forçado a desaparecer nas brumas do tempo e memória?
Leia
as primeiras páginas: aqui.
Sobre
o autor:
Richard
Paul Evans, um antigo executivo de publicidade, escreveu A Arca de Natal para
as suas filhas. Encorajado por aqueles que leram a história, Evans publicou o
livro numa edição de autor. Vive em Salt Lake City, Utah, com a sua mulher e
três filhas.
Saiba
mais em: Saída de Emergência
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Título:
Na Noite
Autora:
Kathryn Smith
N.º
Páginas: 392
PVP:
15,40€
ISBN:
9789722049122
Sinopse:
Wynthrope
Ryland é um experiente ladrão que usa o seu charme junto de mulheres bonitas e
com posses para conseguir os seus bens valiosos. No entanto, essa vida de crime
não é a que deseja para si e, quando jurou deixá-la, eis que tem de cometer um
último crime para proteger a carreira e a família do seu irmão North. Moira
Tyndale, uma imponente viscondessa, é o seu último alvo. Porém, quando o
descobre já uma profunda ligação os une. Wyn percebe que não pode mais ignorar
a sua paixão. Deve proteger os seus segredos e o seu passado, mas não pode
protegê-la de si mesmo. Como pode ele escolher entre o desejo do seu coração e
a segurança do seu irmão?
Sobre
a autora:
Kathryn
Smith cresceu na zona rural de Nova Escócia, e desde nova que ouvia a sua mãe
contar-lhe muitas histórias e encorajava-a a escrever a sua. Assim o fez. O seu
primeiro livro, 372 páginas escritas à mão, era sobre uma banda de rock como os
Duran Duran, mas já se tinha apaixonado pelos romances históricos, que lia
roubando à sua irmã. Anos depois, escreveu Passion Elusive, que vendeu em 1999
e foi publicado em 2001. Desde então escreveu mais de 20 livros, muitos dos
quais chegaram a vários tops de best sellers, como o da USA Today, e foram
traduzidos em mais de meia dúzia de línguas. O seu objetivo é escrever até
morrer.
Saiba
mais em: Leya Online
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Com
o magnífico apoio da editora Planeta Manuscrito chega ao fim mais um passatempo
de fantasia neste espaço literário.
Para
sorteio encontrava-se um exemplar do livro Predestinados da autora Josephine
Angelini. Uma obra de fantasia maravilhosa que levará muitos a apaixonarem-se
pelo maior romance que mitologia grega conheceu. (A minha opinião.)
Gostaria
de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a,
não desanime haverá mais oportunidades em breve.
Sem
mais demoras, quem receberá este exemplar é:
*36
– Patrícia (…) Santos – Santa Iria de Azóia
Os
meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente
leitura.
Boas
leituras a todos.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Sinopse:
Estrada
Vermelha, Estrada de Sangue é um thriller futurista, uma aventura épica que se
passa num período pós-apocalíptico e extremamente violento. Saba, a
protagonista, é uma jovem que viveu sempre em Silverlake, numa zona inóspita e
quase deserta, até ao dia em que uma tempestade de areia traz consigo um bando
de terríveis criminosos que lhe matam o pai e levam consigo Lugh, o irmão gémeo
que ela adora. Saba vai investir toda a sua coragem na busca do irmão, numa
demanda perigosíssima e empolgante que culminará numa apoteose de pura
adrenalina.
Um
cenário permanentemente tão desolador quanto fascinante, personagens
vincadamente peculiares e um ritmo de leitura alucinante são a carta de
apresentação de Estrada Vermelha, Estrada de Sangue, uma narrativa surpreendente
que me prendeu desde as primeiras páginas até ao seu final, superando todas as
minhas expectativas e deixando-me desejosa de mais.
A
história principia-se em Silverlake, uma terra desértica, hostil, onde a vida
mal subsiste e, por isso mesmo, o local perfeito para uma morte e um misterioso
rapto. Lugh, irmão gémeo de Saba, é levado para um destino incerto tornando-se,
a partir das primeiras páginas, um interveniente que poderia ser secundário não
fosse a sua presença permanente no corpo, na alma e no coração de sua irmã, da
sua igual, que arriscará a sua própria vida e a de outros para o encontrar.
Com
a promessa feita a seu pai de que nunca desistirá, Saba, uma grande heroína por
todos os seus defeitos e qualidades, inicia uma jornada repleta de provações,
lágrimas e pequenas conquistas na indesejada companhia de Emmi, o membro mais
novo da família, um fardo e, posteriormente, uma luz no sinuoso caminho obscuro
rumo ao desconhecido.
No
que respeita às personagens, creio poder afirmar que estas são controversas mas
bastante apelativas. O destino dos diversos intervenientes é muito duro e todos
têm um passado difícil, que não precisamos de conhecer para sabermos que existe,
o que faz com que mantenham uma armadura emocional complicada de ultrapassar e dificuldades
em expressar sentimentos. Desconfiados e nem sempre agindo de acordo com um padrão
usual de moralidade, os contornos atribuídos à personalidade de cada um só os
torna mais interessantes, principalmente no que se refere a Saba. A
protagonista da nossa história é posta à prova por diversas vezes e são palpáveis
as mudanças que vão contribuído para o seu crescimento, acredito que os
leitores nem sempre estarão de acordo com ela mas não conseguirão deixar de a
admirar, o que é fascinante. Emmi a sua irmã mais nova, também sofre uma grande
evolução com o avançar das páginas e, a determinada altura, acaba por ter um
papel bastante proeminente mesmo que a sua meninice de 9 anos esteja sempre visível.
Quanto aos papéis secundários, com maior ou menor presença no texto, também estes
se encontram eximiamente construídos e são por si só um motivo de atracção
acabando, no final, por também terem o forte destaque e serem cruciais para o
enredo, como é o caso de Jack ou das Falcões, um grupo de jovens muito
interessante.
Quanto
a pormenores são muitos e inegavelmente atractivos ao longo da leitura, sendo, para mim, um dos pontos fortes deste livro. Eles incentivam, emocionam e cativam
um folhear veloz que envolve e, consecutivamente, sublima e aterroriza através
da acção constante.
O ambiente
que inóspito, adverso, é disso exemplo, bem como todos aqueles que contribuem
para a sua caracterização. A cidade para onde Saba se dirige, os horrores aí
presenciados e, mais tarde, a tomada de consciência no que respeita a posição
de poder que comanda todos os habitantes é impressionante. Confesso-vos, que a
partir desse momento não consegui parar de ler.
Em
suma, uma leitura tocante e emocionante que, embora seja passada no futuro, nos
relembra, em parte, o nosso passado e momentos de maus-tratos à condição humana
que jamais serão esquecidos através das suas personagens, reais, credíveis e
com singularidades muito próprias que conferem à leitura uma nova dimensão.
Moira
Young construiu um texto coerente, de escrita simples, mas que sabe ser
complexo pela forma que adoptou para transparecer os sentimentos dos seus
protagonistas.
As
suas descrições são bem trabalhadas e o cenário dá a ver ao leitor o decorrer
total da acção. Merece ainda atenção a carga emotiva transcrita para as cenas
mais dramáticas, que passa facilmente para quem lê, bem como as caracterizações
do povo em geral, que permitem abarcar a dimensão completa de tudo o que se
está a passar.
Pessoalmente,
gostei bastante das cenas de luta, algo que compreenderão melhor quando
efectuarem a vossa leitura, assim como tudo o que está relacionado com a arma
que o regime absoluto utiliza para comandar a população fraca, quanto comparada com os fortes intervenientes principais. Esta questão
em particular fez-me lembrar um pouco a trilogia Jogos de Fome, também publicada pela Editorial Presença.
Não posso deixar de citar também Nero, o corvo de Saba, adorei-o por aquilo que representa e pelo papel extraordinário ao longo de toda a história.
Não sei se haverá continuação mas espero que sim pois apreciei bastante este livro, no entanto o final deixa em aberto ambas as possibilidades.
Não sei se haverá continuação mas espero que sim pois apreciei bastante este livro, no entanto o final deixa em aberto ambas as possibilidades.
Mais
uma excelente aposta Editorial Presença, para jovens e graúdos que, com toda a
certeza, não ficarão indiferente a este enredo maravilhoso. Sugiro sem qualquer restrição.
Autora:
Moira Young
Género:
Ficção, Fantástico
Com
o maravilhoso apoio da Editorial Presença terminou mais um passatempo no
blogue.
Para
sorteio encontrava-se um exemplar do livro Estrada Vermelha, Estrada de Sangue da
autora Moira Young. Uma história futurista, de cenários épicos e com um ritmo
de cortar o folgo.
Gostaria
de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a,
não desanime haverá mais oportunidades em breve.
Sem
mais demoras, quem receberá este exemplar é:
*35
– Mafalda (…) Tomaz – Travanca
do Mondego
Os
meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que tenha uma excelente
leitura.
Boas
leituras para todos.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Já
conhecem as novidades Editorial Presença para Novembro?
Para
já, posso dizer-vos que li Estrada Vermelha, Estrada de Sangue e adorei!
Espreitem
todas as novidades no site da editora e boas leituras.
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