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A Elphaba...

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sábado, 14 de março de 2015

Sinopse:
Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.
Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.
Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.

Foram tantas as linhas que utilizei para falar de Veronica Roth quantos os elogios, para mim completamente merecidos, que lhe teci do princípio ao fim da sua trilogia, tão perfeita na sua distopia, tão coerente na distorção e evolução das suas magníficas personagens e, ainda, no seu final cíclico, inacabado.

Talvez eu seja a excepção ao encontrar em Convergente a solução ideal para esta história, talvez, mas compreendam que para mim, num universo como este, a verdade teria sempre de ser radical, crua, não poderia ser de outra maneira senão um reflexo da audácia, dos afectos impulsivos e emocionais espelhados por toda a ficção.
Quatro é, no entanto, uma bem-vinda lembrança de todos os que se encantaram pelo universo da trilogia Divergente, escrita pela perspectiva de um dos idolatrados, com pormenores que vêm abrilhantar ainda mais esta bonita história de estereótipos, coragem e amor.

Curiosa e redundantemente, esta obra apresenta quatro contos sobre Quatro, a soma perfeita para a consolidação deste protagonista que rivalizou e cumpriu junto de Tris – foi tão bom encontra-la novamente, foi tão bom aprecia-la sob o olhar que principiou a paixão entre este casal.
Às pequenas narrativas A Transferência, O Iniciado, O Filho e O Traidor a autora juntou mais algumas páginas após o aparecimento de Tris, que oferecem uma nova face do enredo já conhecido de muitos leitores. Os títulos destes contos são bastante alusivos à acção que neles se desenvolve, com as surpresas reservadas para a interiorização de tudo o que Quatro ainda tinha para dar a esta narrativa.

Não sei se o mundo se altera consoante aquele que o aprecia, mas este livro é uma efectiva redescoberta de Tobias. Porque, embora ele sempre tenha sido mais sensível que o seu tom duro, por vezes frio, e deste o primeiro volume tenham ficado claros os seus quatro medos, é neste título que se vê literalmente despojado, com todas as suas fragilidades expostas, tendo-me enternecido com o seu começo perdido e despertando em mim, ainda que por breves momentos, o desejo de um futuro ligeiramente mais cuidado para si.


Igualmente interessante é o seu olhar sobre as facções, particularmente sobre os abnegados. Foi agradável recordar que é dos aparentemente mais fracos que muitas vezes nascem os mais fortes desde que lhe seja dada a oportunidade de provar o seu valor.
Várias dicotomias acabam por ser abordadas enquanto quem lê tem oportunidade de conhecer melhor intervenientes secundários que outrora não se tinham destacado, bem como de saber ainda mais sobre os primeiros passos que levaram aos desenvolvimentos drásticos de Divergente.

Não contei muito, é um facto, mas a verdade é que não vos quero estragar o reencontro com a maravilhosa escrita de Roth e com as suas tão estimadas personagens, novamente vivas e inocentes sem o chegarem a ser verdadeiramente. Soube mesmo bem, mesmo. Fiquei cheia de vontade de voltar a ler a trilogia e tenho a certeza que um dia voltarei a fazê-lo, é uma grande história.

Esta é uma aposta pertinente da Porto Editora, em vésperas da estreia do filme de Insurgente, um filme imperdível que estas páginas atraem ainda com mais convicção. Uma obra obrigatória para todos os fãs da série.

Da mesma série: 
Divergente Opinião
Insurgente Opinião
Convergente Opinião


Título: Quatro - Histórias da Série Divergente 
Autora: Veronica Roth
Género: Distopia; YA
Editora: Porto Editora


sexta-feira, 6 de março de 2015


Novo livro a 6 de Março, novo filme a 19

Esta obra inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente – todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton, um dos protagonistas. Lidas em conjunto, estas histórias iluminam segredos obscuros da vida de Tobias e acompanham o seu processo de integração na fação Intrépidos. Finalmente, fornecem em primeira mão momentos privilegiados da convivência entre os protagonistas da saga.

Título: Quatro - Histórias da Série Divergente
Autor: Veronica Roth
N.º Páginas: 208
PVP: 14.40 €
ISBN: 978-972-0-04725-0

Sinopse:
Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.
Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.
Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.

Leia um excertoAQUI

Quatro, bem como as três obras anteriores (Divergente, Insurgente e Convergente), garantiram a uma muito jovem autora (tinha 23 anos aquando da publicação do primeiro livro) um espantoso sucesso à escala global.
As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Figuraram em várias listas de melhores do ano Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegaram a número um do top do The New York Times.

Da mesma autora, no blogue:
Divergente Opinião
Insurgente Opinião
Convergente Opinião

Sobre a autora:
Veronica Roth estudou Escrita Criativa na Northwestern University. Nos seus tempos de faculdade, preferiu dedicar-se a escrever o que viria a ser a sua primeira obra, Divergente, e deixar de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida.
Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011, Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012 e Convergente em 2013, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores.

Saiba mais em: Porto Editora


terça-feira, 15 de abril de 2014

Sinopse:
A sociedade de facções em que Tris Prior acreditava está destruída - dilacerada por actos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas.
Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama.
Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.
Alternando as perspectivas de Tris e Quatro, Convergente, encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores em todo o mundo, revelando por fim os segredos do universo Divergente.

Pensei muito neste livro. Antes de o abrir pela primeira vez – antevendo o seu final –, durante a leitura e mesmo agora, depois de terminar, em que continuo a pensar no trabalho da Veronica Roth; e quanto mais penso mais valorizo aquilo que ela criou e mais apreço ganho pela sua obra enquanto distopia. Dito isto, tenho tanto para vos dizer que esta é uma opinião difícil de tecer, de tornar coerente e atractiva para o leitor, pois, como raras vezes acontece, a interpretação desta trilogia, que tem tanto de comercial/moda como de analisável, vai depender muito de cada leitor individualmente, da minha, da sua, da nossa divergência.
Desta feita, decidi dividir o meu comentário em seis tópicos, em seis temas que foram trabalhados e que são, pelo menos para mim, fundamentais no texto – sociedade, estereótipos, indivíduo, humanidade, identidade e afectividade –, e mais do que dedicar-me a Convergente, perdoem-me, sou obrigada a falar desta trilogia como o todo magnífico que ela é.

Quando Divergente foi publicado e me foi permitida a sua leitura, o primeiro impacto que teve para mim esteve relacionado com a sua sociedade, fraccionada, dividida em cinco facções distintas que serviam de característica primordial aos habitantes de uma Chicago distópica futurista – eles eram Cândidos (sinceros), Abnegados (altruístas), Intrépidos (corajosos), Cordiais (amigos) e Eruditos (inteligentes).
Numa actualidade ocidental e americanizada em que a igualdade é apregoada como mandamento estava cimentada a diferença e eu fiquei realmente interessada. Posteriormente e até este terceiro título, a autora tratou de desconstruir a base do seu enredo e, se não houvesse mais uma dezenas de motivos para ler Roth, descobrir o quão bem ela fez esta desintegração, empurrando as suas personagens para o desconhecido que nos é familiar neste terceiro livro, confrontando-as e chocando-as culturalmente com um Novo Mundo mesclado com o que define o Ser, com o que significa existir, esta já seria uma mais-valia para o leitor.

Os estereótipos, que considero uma peste permanente, um karma e uma maldição, são por tudo isto demasiado evidentes na narrativa, eles são o antes e o agora no texto tal como são o nosso hoje desde sempre. São algo que nos toca e aproxima da ficção, que nos metamorfoseia e define.
Em Convergente o preconceito torna-se gritante o que, até este fim, que desfragmenta a sociedade fraccionada, era algo tão banal que não era encarado com gravidade pelos intervenientes, era simplesmente uma escolha cultural. Ser, apenas uma parte, era uma escolha das personagens aos 16 anos, era cerimonial, e, estranhamente, não era pensado na generalidade como errado mas sim inato até principiar, causar, uma chacina no primeiro livro, discórdia e mais violência no segundo e, eximiamente, ser olhado como é comum ao leitor neste terceiro livro. Não sei o que é mais assustador, se a forma como é retratado algo que devasta a nossa realidade ou o espelho da sua não percepção, sejamos nós humanos ou recriações, dos nossos pequenos defeitos – pensem no Efeito Borboleta de Edward Lorenz, na sua Teoria do Caos.

O que disse até ao momento levou-me, por impulso, a pensar na descaracterização do indivíduo trabalhada pela autora. As personagens, todas elas e em particular as que se destacam, foram inicialmente programadas para funcionar como um grupo e, embora no interlúdio isso não seja focado, neste fim cíclico é definitivamente digno de reflexão através da descoberta de que, ao olhar-se para o geral, o que efectivamente se pretendia era encontrar uma nota dissonante – há sempre algo por detrás de um rebanho de ovelhas. Neste tópico em particular Tris é uma verdadeira heroína, ela cresce, aprende e chega ao seu nirvana sozinha com o seu legado, torna a escolha – problemática fundamental da história – tão simples e apaziguadora que se eu soltei uma lágrima foi de felicidade pelo seu happy ending, por finalmente a ver chegar tão longe quanto lhe foi possível neste seu, nosso, mundo. Pensem nas grandes individualidades da História e poderá ser que Tris faça tanto sentido para vós como fez para a minha pessoa.

O tema em que mais concordarão comigo, talvez por ser um conjunto de todos os outros, diz respeito à forma como a humanidade está representada. Qualidades e defeitos, bem e mal, são alvos mutáveis com o decorrer das páginas, desenvolvendo-se das perspectivas que vão sendo oferecidas aos heróis e que ficam mais definidas com a aproximação do fim. Os indivíduos revelam-se pouco plenos e maculados, o preço do erro vai tendo um valor acrescentado e, em determinadas alturas, são pouco claras as suas lutas mas não a sua vontade de lutar. Vivemos num mundo em que lutamos pelo que acreditamos, tal como na história, mas aquilo em que acreditamos depende daquilo em que somos levados a acreditar. Assim somos e assim se equilibrou, na minha óptima, Veronica Roth – certo é que todos, sem excepção, temos de acreditar.

O que mais me fascinou nesta trilogia foi, no entanto, a forma como está exposta a temática da identidade – estou realmente maravilhada. Comecemos por pensar no facto de maioritariamente termos personagens jovens-adultas, portanto mais moldáveis e influenciáveis às suas vivências. As posturas dos intervenientes principais alteraram-se tanto e tantas vezes ao longo dos livros que, em muitos casos, ser obrigada a defini-los pelo seu fim é algo que me custa. Neste terceiro livro então é aberrante o quanto uma definição ou a aquisição de uma novo conhecimento transforma o ser. E eu acredito, piamente, que o saber é poder e este nos transforma. Não vou cometer spoiler, mas quem leu consegue lembrar-se de como Quatro mudou, de como Tris se transformou e de como outros, mais fracos, optaram por esquecer. A nossa identidade é uma caixa de surpresas, é o que somos e o que somos está longe de ser inerente ou inalterável – adoro.


Por fim, antes de fazer uma opinião pequena e resumida de Convergente, é importante falar exclusivamente também das afectividades abordadas no texto. Num contexto familiar a autora levou os protótipos ao extremo, com a árvore genealógica a exercer uma influência poderosíssima sobre os protagonistas. As contradições emocionais Tris e Quatro, o repúdio de um e a adoração de outro, foram fundamentais para o final e muito violentas com o amadurecimento da narrativa. Aliás, a violência psicológica e a forma como esta estreitou laços é lindíssima, embora eu lamente que não seja algo exclusivo à ficção, lamento mesmo. Assim, o amor, independentemente do seu alvo ou fonte, é uma benesse sem comparação e uma arma utilizada no texto, incomparável na sua forma de arrebatar, motivar ou destruir os elos que aprisiona. Está definitivamente exposto em todo o seu esplendor.

Em suma, é importante afirmar-vos que esta é a minha visão geral desta história, é a polpa que eu retirei de um fruto delicioso, que me hipnotizou ao longo de muitas horas repletas de acção, emoções avassaladoras e momentos fantásticos que, neste último livro, tal como nos seus antecedentes, não se priva de singularidades, muitos momentos chave e revelações. Adrenalina, medo e descoberta que nos abrem as portas para um fim inesperado, perturbador e muito característico das distopias, do seu foco numa ínfima parte de um universo alterado para dar ver tanto quando conhecemos. Por tudo isto Veronica Roth está de parabéns e o seu perdão, o que eu considerei o seu perdão pessoal na página 369, foi recebido por esta leitora sem que houvesse nada a perdoar.

«(…) sabia que, quando conseguimos controlar a informação ou manipulá-la, não precisamos de força para manter as pessoas sob o nosso jugo.» - Pensamento de Tris, página 269.

Peço-vos desculpa por esta opinião tão extensa e tão diferente do habitual. Há quem diga que é mais profunda que o livro e, sinceramente, eu acho que é a minha forma de olhar a maior parte dos textos mas que receio transmitir mais vezes no blogue. Enfim, vale tanto como qualquer outra e se a diferença servir para alguém encontrar algo que procure, eu fico muito satisfeita.

Esta é uma das minhas apostas favoritas da Porto Editora que eu recomendo não apenas aos leitores de ficção distópica, mas sim a todos aqueles que pretenderem-se entregar-se e descobrir algo novo em cada história.

Divergente (Opinião)
Insurgente (Opinião)



Título: Convergente
Autora: Veronica Roth
Género: Romance, Ficção Científica, Distopia
Editora: Porto Editora


sexta-feira, 21 de março de 2014


Hoje é o dia!
A partir de hoje está disponível Convergente, o último livro da fantástica trilogia Divergente!

Título: Convergente
Autor: Veronica Roth
N.º Páginas: 416
PVP: 15.50 €
ISBN: 978-972-0-04383-2

Sinopse:
A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída - dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas.
Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama.
Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.

Alternando as perspetivas de Tris e Quatro, Convergente, encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores em todo o mundo, revelando por fim os segredos do universo Divergente.

Leia um excertoAQUI


Saiba mais em: Porto Editora


sábado, 15 de março de 2014

Nunca a data de publicação de um livro motivou tantos leitores  contactarem a Porto Editora. Finalmente, é oficial: Convergente, o último livro da trilogia Divergente, de Veronica Roth, é publicado em Portugal a 21 de Março.
Este livro sucede a Divergente e Insurgente, obras que garantiram a uma muito jovem autora (tinha 23 anos aquando da publicação do primeiro livro) um sucesso à escala global e muitos fãs em Portugal.

Título: Convergente
Autor: Veronica Roth
N.º Páginas: 416
PVP: 15.50 €
ISBN: 978-972-0-04383-2

Sinopse:
A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída - dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas.
Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama.
Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.
Alternando as perspetivas de Tris e Quatro, Convergente, encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores em todo o mundo, revelando por fim os segredos do universo Divergente.

Leia um excerto AQUI

As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Figuraram em várias listas de melhores do ano – Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegaram a número um do top do The New York Times.
Convergente chega às livrarias poucos dias antes de estrear nos cinemas portugueses, a 3 de Abril, o filme Divergente, produzido pela Summit Entertainment/Lionsgate, estúdio conhecido pela saga Crepúsculo.

Divergente (Opinião)
Insurgente (Opinião)

Sobre a autora:
Veronica Roth estudou Escrita Criativa na Northwestern University. Nos seus tempos de faculdade, preferiu dedicar-se a escrever o que viria a ser a sua primeira obra, Divergente, e deixar de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida.
Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011 e Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores.

Saiba mais em: Porto Editora




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sinopse:
A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria. O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder. A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

Existem livros que são claramente superiores relativamente aos seus pares - dentro do mesmo género e época de publicação, se é que me entendem -, e este, na minha opinião, é certamente um deles, um dos melhores entre dos melhores. O motivo é simples, quando li o primeiro livro da Trilogia Divergente adorei o maravilhoso cenário criado, as suas personagens extraordinárias, controversas, e a cuidada escrita de Veronica Roth, mas agora, tendo em conta que tudo isto é algo com o qual já estou contextualizada, familiarizada, tive oportunidade de apreciar para além do óbvio e senti, com a evolução e o adensar do enredo, que a autora conseguiu levar a história para um novo patamar, um patamar mais intenso e arrojado que conjugou na perfeição factores imprescindíveis, como reflexão e o entretenimento, o que me deixou ansiosa pela continuação.

Em relação ao livro é difícil falar sem cometer spoilers, mas vou recordar e tentar conjugar Insurgente e o seu antecedente…
Em Divergente foi-me apresentada uma sociedade peculiarmente fraccionada em cinco facções relevantes – Cândidos, Abnegados, Intrépidos. Cordiais e Eruditos -, e cada uma delas dedicada a uma virtude e com leis específicas, sendo que na maioria das vezes é herdada para geração seguinte de indivíduos, na maioria das vezes.
Chegada a altura de escolher uma facção, a nossa protagonista, Tris Prior, deu asas à sua coragem e optou por uma diferente daquela que fazia parte das suas origens, os Abnegados, levando assim o leitor a conhecer aprofundadamente a arrojada facção dos Intrépidos, que testa ao limite a força e os receios dos seus membros, privilegiando acima de tudo, a lei do mais forte. Nesta demanda e crescimento pessoal, Tris foi construindo um puzzle deste mundo singular que acabou por revelar muito para além da aparente simplicidade inicial, abrindo assim as portas para a realização de Insurgente. Após todas as mudanças e descobertas através desta personagem no livro anterior, quem lê tem neste segundo livro a oportunidade de entrar num ambiente ainda mais fantástico, que não só traz consigo um interesse renovado, como também tem a capacidade de surpreender constantemente, superando claramente uma história que já antes ultrapassava o inimaginável. É espectacular, na minha opinião.

Quanto a personagens, temos novas, temos mais e as que já conhecíamos estão ainda melhores.
O casal principal é isso mesmo, o foco principal de um enredo e é extremamente intenso, romântico até, mas no entanto quem lê não sente que em momento algum está a folhear apenas para descobrir o que o destino lhes reserva, porque existe tanto a acontecer e as probabilidades são tão baixas para qualquer alternativa que, pelo menos para mim, foi impossível focar-me apenas no romance. Agora, sem dúvida que Tris e Quatro são soberbos, quer na diversidade, quer no que os une, e se ele é aqui mais controverso e por isso mais interessante, ela é a exploração pura do ser humano - nos seus defeitos, qualidades, reacções e emoções, ela dá tudo ao leitor e é das melhores personagens que eu já tive o prazer descobrir. (Este blogue poderia chamar-se, hoje, As Histórias de Tris. Estão a ver a ideia?)
Em relação aos restantes intervenientes sou obrigada a resumir e, desta feita, merecem destaque os sem-facção, Caleb e Marcos, infelizmente nem sempre por bons motivos, mas eu não gosto de personagens boazinhas nestes livros.
É importante citar ainda que a própria intensidade atribuída às personagens, no geral e protagonistas em particular, dá um novo significado a cada momento de acção, mesmo que este não seja crucial.

Tendo que ver também com as personagens, um dos extras desta história é termos a oportunidade de conhecer melhor outras facções e como funcionam internamente, sendo proporcionada a oportunidade de conhecer imensas curiosidades e pormenores das mesmas. Em relação a estas, gostei igualmente da diversidade de cenários sugerem, porque embora tudo se desenvolva numa área restrita, fica a noção de delimitação perfeita por cada uma das castas, homogeneizando ainda mais aquilo que as define.

No entanto, mais importante para lá de toda a história foi, para mim, tudo o que tem que ver com os comportamentos e emoções protagonizados e é neste ponto que o brilhantismo de Roth se supera. A dor, física e psicológica, continua eximiamente exposta e até, arrisco-me a dizer, mais íntima e profunda, ganhando uma importância extrema. O mesmo se passa com as escolhas, mais uma vez, tudo tem que ver com o poder de correr riscos e tomar decisões, estando neste caso em jogo não só sentimentos como vida. A morte tem novamente um papel crucial, já sabemos que esta senhora não tem problemas em criar afectividades para em seguida nos submeter aos seus caprichos. E, por último, a ausência de evidências relativas a atitudes e condutas, que me fez desejar ler o livro novamente após terminado para absorver uma vez mais tudo o que está representado.

Há realmente espaço para tudo em Insurgente, até para pequenos sinais de religião e insanidade que me maravilharam pelo seu simbolismo imenso, e embora esta seja uma história ficção científica pura, num cenário futurista e distópico, reafirmo que é muito maior aquilo que o leitor deve ter em conta, pois nas entrelinhas encontrará muito da humanidade actual, testada e analisada, plena nos seus comportamentos, abnegações e barbáries, plena nas suas emoções e formas, por vezes incompreensíveis, de sentir.

Veronica Roth tem aqui mais uma entre milhares de fãs e não há nada de mal que eu possa apontar à sua escrita, perfeita, completamente viciante e criativa, fazendo de si uma autora invulgarmente excepcional.
Para lá da excelente ficção, é ainda notável o seu imenso trabalho de pesquisa para a construção da obra - ainda mais atendendo à sua idade -, que com um esmero e cuidados exemplares é magnífica de comtemplar. 
Um alguém que me conseguiu chocar e divertir, ao idealizar de forma ínfima os temores do ser humano. Estou siderada.

Ainda tenho tanto para dizer, repetir, mas fico-me pela constatação de que esta obra é para mim definitivamente melhor que a anterior pelas muitas peculiaridades que oferece e pela forma como aborda ainda mais veementemente, violentamente, tudo o que está associado ao amor e ao medo. Aliás, pergunto-me, será o que está aqui representado que vai para além do medo? Se sim, tem nome? E terá esse sentimento a capacidade de aceitação? São muitas as dúvidas para reiterar a qualidade deste livro o que me faz aguardar ansiosamente Allegiant, título que será publicado no estrangeiro daqui a 158 dias e que encerrará uma trilogia inesquecível.


Uma das melhores apostas de sempre da Porto Editora para o público jovem adulto e que eu recomendo fervorosamente a todos os leitores.


Divergente (Opinião)


Título: Insurgente
Autora: Veronica Roth
Género: Ficção Científica, YA, Distopia
Editora: Porto Editora



Violento, audaz, extremamente bem conseguido e intenso, muito intenso.
Uma leitura que me conquistou completamente. Curiosos?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A 6 de maio, chega finalmente às livrarias nacionais, com chancela da Porto Editora, Insurgente, a muito esperada sequela de Divergente, de Veronica Roth. Este livro, um caso de sucesso mundial, garantiu-lhe, aos 23 anos, a distinção de melhor autor de 2012 para a Goodreads

Título: Insurgente
Autora: Veronica Roth
N.º Páginas: 376
PVP: 15,50 €
ISBN: 978-972-0-04382-5

Sinopse:
A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria. O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder. A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

Leia as primeiras páginas: aqui.
 
Título Anterior

As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Divergente figurou em várias listas de melhores do ano – Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegou mesmo a número um do top do The New York Times. Insurgente tem tido êxito semelhante.


Sobre a autora:
Veronica Roth estudou Escrita Criativa na Northwestern University. Nos seus tempos de faculdade, preferiu dedicar-se a escrever o que viria a ser a sua primeira obra, DIVERGENTE, e deixar de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida.
Veronica Roth foi recentemente considerada a melhor autor pelos Goodreads Choice Awards 2012, e Insurgente conquistou o prémio de melhor livro de fantasia juvenil pela mesma entidade.

Saiba mais em: Porto Editora

segunda-feira, 4 de junho de 2012
Sinopse:
Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.
Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se apaixona por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo e que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama ou acabar por destruí-la.

No dia fatídico... O pressentimento implantou a dúvida. A dúvida implantou o medo. O medo obrigou a uma escolha. Uma escolha mudou, para sempre, completamente, a sua vida.
O dia em que Beatrice teve de escolher o seu futuro foi o dia em que arriscou, pela primeira vez, o seu último sopro. Foi nesse mesmo dia que despertou, revelou, o princípio da coragem que desconhecia dentro de si, e que passaria a fazer parte constante de todos os seus dias.

Divergente caracteriza-se como sendo absolutamente arrebatador devido sua narrativa intensa, uma narrativa onde a barreira entre o bem e o mal é quase inexistente, onde as personagens nos conquistam pelos seus extremos repletos de emoção e onde a vida, a sociedade, se encontra distorcida aos limites do inimaginável.
Veronica Roth tem uma escrita simples que, através de um discurso directo, nos permite saber na primeira pessoa as emoções, transparentes, da sua protagonista. O ritmo de leitura é avassalador e o seu enredo flui sem momentos mortos de acção mantendo um suspense, constante, que nos domina até à constatação, reflexão, do último parágrafo.

Eu leio muita ficção, mesmo muita, e livro após livro ainda me sinto fascinada com a capacidade que novos mundos e realidades têm de entrar em mim, de espalhar a sua magia no meu universo lucido e fazer-me explorar locais muito além do meu espaço, pela capacidade de me envolver para além das palavras… Divergente encaminhou-me para uma cidade de medo, para uma cidade dividida por um ideal de perfeição, fez-me chegar a mentes pequenas de grandes vidas repletas de vontades, repletas da necessidade de serem fiéis a si mesmas e, até, pequenas grandes vidas que nunca chegaram a ser.

Existe na morte algo de tão assombroso como fascinante. Existe na morte uma finitude que por vezes se torna simples pela sua previsibilidade. Existe na capacidade de Veronica Roth expor a morte algo que me maravilhou por completo.

As suas personagens são marcantes, tal como todo o meio que nos envolve, dos protagonistas aos intervenientes secundários cada um marca, pontua, a leitura de forma diferente e mesmo aqueles que nos retêm apenas por algumas linhas, acabam por desenvolver cenas tão essenciais que é impossível ficar-lhes indiferentesNo entanto, aqueles que se distinguem, como principais, prevalecem após terminada a leitura, falo-vos claro de Tris e Quatro. Estas duas personagens formam um par singular, com uma ligação instintiva, quase rebelde, quase misteriosa, quase apaixonante, que mantém a veia romântica da leitura repleta de suspense.
Entre mim e Quatro houve uma espécie de amor à primeira vista. Amei-o e repudie-o, compadeci-me e agradeci-lhe por tudo aquilo que fez por esta história e por Tris. Adorei o seu lado frio, rude, que em determinados momentos transborda uma ternura temerosa, que nos faz ansiar por mais de si e, não tenho dúvidas, que é dos melhores protagonistas que já li.
Tris é diferente e é essa mesma diferença, desigualdade, num mundo tão mecânico, previsível, que a torna tão fascinante. As suas intuições, os seus receios e a sua coragem distinguem-na de qualquer uma das fações que dominam a sociedade e, embora se venha a tornar uma intrépida, contrariando possíveis destinos, ela provará ser muito mais do que qualquer um que a tente refrear.

O cenário do enredo é quase brutalizado em alguns momentos, passando facilmente de absolutamente inóspito a uma beleza incompleta que deixa prevalecer a indiferença, a superficialidade forçada que nunca permitirá a permanência de felicidade, que nunca permitirá a sensação de se estar completamente vivo ainda que, atenção, a autora eleve a palavra adrenalina a um novo patamar.

Algo que eu prezo muito, num livro, são as sensações que a sua leitura me consegue transmitir e Divergente, como poucos, tocou em algo íntimo dentro de mim.
A sensação de medo e a desvalorização da morte, chocou-me. A ausência de consciência pelo próximo. O terror das experiências. A crueldade face à dor. A tensão limite, sempre presente. O risco, o constante risco na luta pela sobrevivência… num todo, são um conjunto imenso de factores que reflectem muito mais do que palavras, e que me fizeram reflectir sobre a humanidade ficcional e real.

Pessoalmente, considerei que o livro foi muito além do que eu ousei imaginar e algum dia ousaria conceber. Notei a ausência de pessoas com qualquer tipo de deficiência, fui a única? Ainda assim, enquanto leitora, fui surpreendida de tantas formas e tão intensamente que a vontade de continuar a ler é sufocante. Espero mesmo que o segundo título seja publicado em Portugal em breve. Para já fica a lembrança deste mundo quase perfeito, tão pequeno em valores mas imenso nas suas personagens avassaladoras que me arrebataram por completo. Afirmo que foi uma das melhores leituras que tive o prazer de disfrutar até hoje e, embora seja ficção, embora seja uma distopia, distorcida, com a pureza mais heterogenia que se possa apreciar, o seu efeito em mim foi extremamente tangível.
 
Por tudo o que foi dito, Veronica Roth é magistral na sua criatividade e concebeu um enredo futurista que ultrapassara todas as expectativas. Do ambiente estéril à infinidade de possibilidades dos seus intervenientes, tudo se concilia para formar algo maravilhoso. Descritiva na medida certa, com diálogos assertivos e dando a ver o que é essencial, são pormenores cruciais que fazem desta autora um marco na ficção científica para jovens adultos, e, creio eu, ficará na vossa memória com a mesma intensidade que ficou na minha.

Esta é uma publicação Porto Editora que sugiro a qualquer leitor pela experiencia que proporciona e em particular aos adeptos de novas realidades. Adorei.

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Título: Divergente
Autora: Veronica Roth
Género: Ficção Cientifica, Romance.
Editora: Porto Editora

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