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sábado, 15 de março de 2014

Nunca a data de publicação de um livro motivou tantos leitores  contactarem a Porto Editora. Finalmente, é oficial: Convergente, o último livro da trilogia Divergente, de Veronica Roth, é publicado em Portugal a 21 de Março.
Este livro sucede a Divergente e Insurgente, obras que garantiram a uma muito jovem autora (tinha 23 anos aquando da publicação do primeiro livro) um sucesso à escala global e muitos fãs em Portugal.

Título: Convergente
Autor: Veronica Roth
N.º Páginas: 416
PVP: 15.50 €
ISBN: 978-972-0-04383-2

Sinopse:
A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída - dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas.
Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama.
Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.
Alternando as perspetivas de Tris e Quatro, Convergente, encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores em todo o mundo, revelando por fim os segredos do universo Divergente.

Leia um excerto AQUI

As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Figuraram em várias listas de melhores do ano – Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegaram a número um do top do The New York Times.
Convergente chega às livrarias poucos dias antes de estrear nos cinemas portugueses, a 3 de Abril, o filme Divergente, produzido pela Summit Entertainment/Lionsgate, estúdio conhecido pela saga Crepúsculo.

Divergente (Opinião)
Insurgente (Opinião)

Sobre a autora:
Veronica Roth estudou Escrita Criativa na Northwestern University. Nos seus tempos de faculdade, preferiu dedicar-se a escrever o que viria a ser a sua primeira obra, Divergente, e deixar de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida.
Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011 e Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores.

Saiba mais em: Porto Editora




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sinopse:
A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria. O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder. A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

Existem livros que são claramente superiores relativamente aos seus pares - dentro do mesmo género e época de publicação, se é que me entendem -, e este, na minha opinião, é certamente um deles, um dos melhores entre dos melhores. O motivo é simples, quando li o primeiro livro da Trilogia Divergente adorei o maravilhoso cenário criado, as suas personagens extraordinárias, controversas, e a cuidada escrita de Veronica Roth, mas agora, tendo em conta que tudo isto é algo com o qual já estou contextualizada, familiarizada, tive oportunidade de apreciar para além do óbvio e senti, com a evolução e o adensar do enredo, que a autora conseguiu levar a história para um novo patamar, um patamar mais intenso e arrojado que conjugou na perfeição factores imprescindíveis, como reflexão e o entretenimento, o que me deixou ansiosa pela continuação.

Em relação ao livro é difícil falar sem cometer spoilers, mas vou recordar e tentar conjugar Insurgente e o seu antecedente…
Em Divergente foi-me apresentada uma sociedade peculiarmente fraccionada em cinco facções relevantes – Cândidos, Abnegados, Intrépidos. Cordiais e Eruditos -, e cada uma delas dedicada a uma virtude e com leis específicas, sendo que na maioria das vezes é herdada para geração seguinte de indivíduos, na maioria das vezes.
Chegada a altura de escolher uma facção, a nossa protagonista, Tris Prior, deu asas à sua coragem e optou por uma diferente daquela que fazia parte das suas origens, os Abnegados, levando assim o leitor a conhecer aprofundadamente a arrojada facção dos Intrépidos, que testa ao limite a força e os receios dos seus membros, privilegiando acima de tudo, a lei do mais forte. Nesta demanda e crescimento pessoal, Tris foi construindo um puzzle deste mundo singular que acabou por revelar muito para além da aparente simplicidade inicial, abrindo assim as portas para a realização de Insurgente. Após todas as mudanças e descobertas através desta personagem no livro anterior, quem lê tem neste segundo livro a oportunidade de entrar num ambiente ainda mais fantástico, que não só traz consigo um interesse renovado, como também tem a capacidade de surpreender constantemente, superando claramente uma história que já antes ultrapassava o inimaginável. É espectacular, na minha opinião.

Quanto a personagens, temos novas, temos mais e as que já conhecíamos estão ainda melhores.
O casal principal é isso mesmo, o foco principal de um enredo e é extremamente intenso, romântico até, mas no entanto quem lê não sente que em momento algum está a folhear apenas para descobrir o que o destino lhes reserva, porque existe tanto a acontecer e as probabilidades são tão baixas para qualquer alternativa que, pelo menos para mim, foi impossível focar-me apenas no romance. Agora, sem dúvida que Tris e Quatro são soberbos, quer na diversidade, quer no que os une, e se ele é aqui mais controverso e por isso mais interessante, ela é a exploração pura do ser humano - nos seus defeitos, qualidades, reacções e emoções, ela dá tudo ao leitor e é das melhores personagens que eu já tive o prazer descobrir. (Este blogue poderia chamar-se, hoje, As Histórias de Tris. Estão a ver a ideia?)
Em relação aos restantes intervenientes sou obrigada a resumir e, desta feita, merecem destaque os sem-facção, Caleb e Marcos, infelizmente nem sempre por bons motivos, mas eu não gosto de personagens boazinhas nestes livros.
É importante citar ainda que a própria intensidade atribuída às personagens, no geral e protagonistas em particular, dá um novo significado a cada momento de acção, mesmo que este não seja crucial.

Tendo que ver também com as personagens, um dos extras desta história é termos a oportunidade de conhecer melhor outras facções e como funcionam internamente, sendo proporcionada a oportunidade de conhecer imensas curiosidades e pormenores das mesmas. Em relação a estas, gostei igualmente da diversidade de cenários sugerem, porque embora tudo se desenvolva numa área restrita, fica a noção de delimitação perfeita por cada uma das castas, homogeneizando ainda mais aquilo que as define.

No entanto, mais importante para lá de toda a história foi, para mim, tudo o que tem que ver com os comportamentos e emoções protagonizados e é neste ponto que o brilhantismo de Roth se supera. A dor, física e psicológica, continua eximiamente exposta e até, arrisco-me a dizer, mais íntima e profunda, ganhando uma importância extrema. O mesmo se passa com as escolhas, mais uma vez, tudo tem que ver com o poder de correr riscos e tomar decisões, estando neste caso em jogo não só sentimentos como vida. A morte tem novamente um papel crucial, já sabemos que esta senhora não tem problemas em criar afectividades para em seguida nos submeter aos seus caprichos. E, por último, a ausência de evidências relativas a atitudes e condutas, que me fez desejar ler o livro novamente após terminado para absorver uma vez mais tudo o que está representado.

Há realmente espaço para tudo em Insurgente, até para pequenos sinais de religião e insanidade que me maravilharam pelo seu simbolismo imenso, e embora esta seja uma história ficção científica pura, num cenário futurista e distópico, reafirmo que é muito maior aquilo que o leitor deve ter em conta, pois nas entrelinhas encontrará muito da humanidade actual, testada e analisada, plena nos seus comportamentos, abnegações e barbáries, plena nas suas emoções e formas, por vezes incompreensíveis, de sentir.

Veronica Roth tem aqui mais uma entre milhares de fãs e não há nada de mal que eu possa apontar à sua escrita, perfeita, completamente viciante e criativa, fazendo de si uma autora invulgarmente excepcional.
Para lá da excelente ficção, é ainda notável o seu imenso trabalho de pesquisa para a construção da obra - ainda mais atendendo à sua idade -, que com um esmero e cuidados exemplares é magnífica de comtemplar. 
Um alguém que me conseguiu chocar e divertir, ao idealizar de forma ínfima os temores do ser humano. Estou siderada.

Ainda tenho tanto para dizer, repetir, mas fico-me pela constatação de que esta obra é para mim definitivamente melhor que a anterior pelas muitas peculiaridades que oferece e pela forma como aborda ainda mais veementemente, violentamente, tudo o que está associado ao amor e ao medo. Aliás, pergunto-me, será o que está aqui representado que vai para além do medo? Se sim, tem nome? E terá esse sentimento a capacidade de aceitação? São muitas as dúvidas para reiterar a qualidade deste livro o que me faz aguardar ansiosamente Allegiant, título que será publicado no estrangeiro daqui a 158 dias e que encerrará uma trilogia inesquecível.


Uma das melhores apostas de sempre da Porto Editora para o público jovem adulto e que eu recomendo fervorosamente a todos os leitores.


Divergente (Opinião)


Título: Insurgente
Autora: Veronica Roth
Género: Ficção Científica, YA, Distopia
Editora: Porto Editora



Violento, audaz, extremamente bem conseguido e intenso, muito intenso.
Uma leitura que me conquistou completamente. Curiosos?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A 6 de maio, chega finalmente às livrarias nacionais, com chancela da Porto Editora, Insurgente, a muito esperada sequela de Divergente, de Veronica Roth. Este livro, um caso de sucesso mundial, garantiu-lhe, aos 23 anos, a distinção de melhor autor de 2012 para a Goodreads

Título: Insurgente
Autora: Veronica Roth
N.º Páginas: 376
PVP: 15,50 €
ISBN: 978-972-0-04382-5

Sinopse:
A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria. O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder. A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

Leia as primeiras páginas: aqui.
 
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As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Divergente figurou em várias listas de melhores do ano – Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegou mesmo a número um do top do The New York Times. Insurgente tem tido êxito semelhante.


Sobre a autora:
Veronica Roth estudou Escrita Criativa na Northwestern University. Nos seus tempos de faculdade, preferiu dedicar-se a escrever o que viria a ser a sua primeira obra, DIVERGENTE, e deixar de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida.
Veronica Roth foi recentemente considerada a melhor autor pelos Goodreads Choice Awards 2012, e Insurgente conquistou o prémio de melhor livro de fantasia juvenil pela mesma entidade.

Saiba mais em: Porto Editora

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