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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
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terça-feira, 17 de março de 2015


Mais um trailer com o carimbo Topseller, de uma obra que deixou rendida esta vossa leitora.

Se são fãs do género, este é o livro que vão querer ler. 
segunda-feira, 16 de março de 2015


Bonita e divertida, Zoella é, aos 24 anos, uma cara famosa entre os que têm na moda e na beleza uma paixão, criando tendências. No dia 25 de novembro lançou o seu primeiro romance, Miúda Online, já vendido para 35 países, desde a Turquia ao Vietnam, da Lituânia à Coreia.

Título: Miúda Online
Autor: Zoe Sugg (Zoella)
N.º Páginas: 312
PVP: 16.69 €
ISBN: 978-989-880-012-1

Sinopse:
Penny é uma jovem igual a tantas outras que, sob o pseudónimo de «Miúda Online», partilha num blogue os seus sentimentos sobre amizades, rapazes, as loucuras da sua família e a dura realidade dos seus ataques de pânico cada vez mais frequentes.
Quando as coisas pareciam não poder piorar, Penny é arrastada pela família para Nova Iorque, onde acaba por conhecer Noah: um jovem americano, guitarrista, lindo de morrer. E assim, sem qualquer aviso, Penny apaixona-se e vai partilhando online todos os momentos do seu novo amor.
Mas Noah também tem um segredo, que pode revelar a verdadeira identidade de Penny, e afastá-la do seu maior amigo para sempre.

Leia um excertoAQUI


A brilhar nos Tops de vendas nos países onde o livro já foi publicado, Miúda Online é o livro sensação do mês da mulher.

Sobre a autora:
Zoe Sugg, também conhecida como Zoella, é uma vlogger de 24 anos natural de Brighton, no Reino Unido. Os seus vlogs de beleza, moda e estilo de vida valeram-lhe milhões de seguidores no YouTube.
Em 2011, venceu o Blog Award da Cosmopolitan para o melhor Blogue de Beleza e no ano seguinte recebeu o galardão de Melhor Vlogger de Beleza. Zoe recebeu também o prémio de Melhor Vlogger Britânica nos Radio 1 Teen Awards de 2013 e o prémio Nickelodeon Kid’s Choice de 2014 para a Vlogger Favorita do Reino Unido, tendo sido ainda nomeada Estrela da Internet na categoria de Moda e Beleza nos Teen Choice Awards de 2014.
Também em Portugal Zoella é um fenómeno com mais de 17 mil fãs no Facebook. Este seu primeiro livro — Miúda Online — foi o livro de estreia de um autor mais vendido de sempre no Reino Unido, entrando diretamente para o primeiro lugar de todas as tabelas de vendas.

Saiba mais em: Topseller




«De vez em quando aparece um livro assim, que nos corta a respiração.» - USA Today

Título: Uma Nova Esperança (Hope)
Autor: Colleen Hoover
N.º Páginas: 304
PVP: 17.69 €
ISBN: 978-989-880-031-2

Sinopse:
Holder é um adolescente em busca da sua melhor amiga, Hope, a quem voltou costas um dia, há treze anos. O mesmo dia em que ela foi raptada e levada para sempre. Quando uma tragédia envolve a irmã gémea de Holder, Less, a necessidade de encontrar Hope torna-se mais forte do que nunca. Holder sente-se diariamente perseguido por fortes sentimentos de culpa, e os remorsos que sente por não ter conseguido ajudar nem a sua irmã, nem Hope, são devastadores.
Quando um dia, inesperadamente, se cruza com uma rapariga que se parece com Hope, Holder vai fazer tudo para se aproximar dela a fim de reencontrar a paz de que tanto necessita. Mas porque insiste Hope em dizer que se chama Sky e que não o conhece? E, por outro lado, porque sente Holder que esta rapariga, que o rejeita e se tenta afastar, precisa tanto dele quanto ele precisa dela?
Uma Nova Esperança (Hope) narra pela voz de Holder um reencontro que trará memórias há muito esquecidas e que revelará verdades que poderão doer demasiado. Para alcançarem a paz e a felicidade, Holder e Hope terão de encarar a mais dolorosa e íntima das memórias. Conseguirão ambos traçar um caminho juntos após desenterrarem um passado tão difícil? E será o amor de Hope a chave para uma nova esperança na vida de Holder?

Leia um excertoAQUI

«Colleen Hoover é uma das vozes mais vigorosas da ficção para jovens adultos.» - Kirkus Reviews

Da mesma autora, no blogue:
Um Caso Perdido (Hopeless)Opinião

Sobre a autora:
Colleen Hoover é uma autora norte-americana que já atingiu o 1.º lugar no top de vendas do New York Times e comoveu muitos leitores com os seus seis livros publicados, incluindo Um Caso Perdido (Hopeless).
Colleen cresceu numa quinta, no Texas, casou-se aos 20 anos e tirou uma licenciatura em Serviço Social. Trabalhou nos Serviços de Proteção a Crianças, antes de voltar aos estudos para concluir a sua formação em Educação Especial e Nutrição Infantil.
Vive com o marido e os três filhos à beira de um lago no Texas.
Saiba mais em www.colleenhoover.com

Saiba mais em: Topseller


domingo, 15 de março de 2015

«Uma aventura espetacular… vibrante… vertiginosa.» - Entertainment Weekly

Título: Alvorada Vermelha
Autor: Pierce Brown
Título Original: Red Rising
Tradução: Miguel Romeira
Páginas: 400
Coleção: Via Láctea Nº 120
Preço: 18,95€
Código de Barras: 9789722354929

Sinopse:
Alvorada Vermelha passa-se numa altura em que a humanidade começou a colonizar outros planetas, como Marte. Darrow é um jovem de 19 anos que pertence à casta mais baixa da Sociedade, os Vermelhos, uma comunidade que vive e trabalha no subsolo marciano com a missão de preparar a superfície do planeta para que futuras gerações de humanos possam lá viver. No entanto, em breve Darrow irá descobrir que ele e os seus companheiros foram enganados pelas castas superiores. Inspirado pelo desejo de justiça, Darrow irá sacrificar tudo para se infiltrar na casta dos Dourados… e aniquilá-los! Vingança, guerra e luta pelo poder num romance de estreia empolgante.

Bestseller do New York Times
Considerado um dos melhores livros do ano pela Entertainment Weekly, Buzzfeed e Shelf Awareness
Direitos cinematográficos adquiridos pela Universal.
Direitos vendidos para 23 países

«Uma história de vingança, conflito e busca de poder… ao nível de Os Jogos da Fome e A Guerra dos Tronos.» - Kirkus Reviews

Sobre o autor:
Pierce Brown é um jovem escritor norte-americano formado em Economia e Ciências Políticas. Alvorada Vermelha, o seu primeiro romance, foi considerado um dos melhores livros de 2014 pela Amazon e por diversos órgãos de comunicação social. Pierce Brown foi eleito o Melhor Estreante pelos leitores do Goodreads. Os direitos de Alvorada Vermelha já foram vendidos para vinte e três países.

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


sábado, 14 de março de 2015

Sinopse:
Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.
Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.
Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.

Foram tantas as linhas que utilizei para falar de Veronica Roth quantos os elogios, para mim completamente merecidos, que lhe teci do princípio ao fim da sua trilogia, tão perfeita na sua distopia, tão coerente na distorção e evolução das suas magníficas personagens e, ainda, no seu final cíclico, inacabado.

Talvez eu seja a excepção ao encontrar em Convergente a solução ideal para esta história, talvez, mas compreendam que para mim, num universo como este, a verdade teria sempre de ser radical, crua, não poderia ser de outra maneira senão um reflexo da audácia, dos afectos impulsivos e emocionais espelhados por toda a ficção.
Quatro é, no entanto, uma bem-vinda lembrança de todos os que se encantaram pelo universo da trilogia Divergente, escrita pela perspectiva de um dos idolatrados, com pormenores que vêm abrilhantar ainda mais esta bonita história de estereótipos, coragem e amor.

Curiosa e redundantemente, esta obra apresenta quatro contos sobre Quatro, a soma perfeita para a consolidação deste protagonista que rivalizou e cumpriu junto de Tris – foi tão bom encontra-la novamente, foi tão bom aprecia-la sob o olhar que principiou a paixão entre este casal.
Às pequenas narrativas A Transferência, O Iniciado, O Filho e O Traidor a autora juntou mais algumas páginas após o aparecimento de Tris, que oferecem uma nova face do enredo já conhecido de muitos leitores. Os títulos destes contos são bastante alusivos à acção que neles se desenvolve, com as surpresas reservadas para a interiorização de tudo o que Quatro ainda tinha para dar a esta narrativa.

Não sei se o mundo se altera consoante aquele que o aprecia, mas este livro é uma efectiva redescoberta de Tobias. Porque, embora ele sempre tenha sido mais sensível que o seu tom duro, por vezes frio, e deste o primeiro volume tenham ficado claros os seus quatro medos, é neste título que se vê literalmente despojado, com todas as suas fragilidades expostas, tendo-me enternecido com o seu começo perdido e despertando em mim, ainda que por breves momentos, o desejo de um futuro ligeiramente mais cuidado para si.


Igualmente interessante é o seu olhar sobre as facções, particularmente sobre os abnegados. Foi agradável recordar que é dos aparentemente mais fracos que muitas vezes nascem os mais fortes desde que lhe seja dada a oportunidade de provar o seu valor.
Várias dicotomias acabam por ser abordadas enquanto quem lê tem oportunidade de conhecer melhor intervenientes secundários que outrora não se tinham destacado, bem como de saber ainda mais sobre os primeiros passos que levaram aos desenvolvimentos drásticos de Divergente.

Não contei muito, é um facto, mas a verdade é que não vos quero estragar o reencontro com a maravilhosa escrita de Roth e com as suas tão estimadas personagens, novamente vivas e inocentes sem o chegarem a ser verdadeiramente. Soube mesmo bem, mesmo. Fiquei cheia de vontade de voltar a ler a trilogia e tenho a certeza que um dia voltarei a fazê-lo, é uma grande história.

Esta é uma aposta pertinente da Porto Editora, em vésperas da estreia do filme de Insurgente, um filme imperdível que estas páginas atraem ainda com mais convicção. Uma obra obrigatória para todos os fãs da série.

Da mesma série: 
Divergente Opinião
Insurgente Opinião
Convergente Opinião


Título: Quatro - Histórias da Série Divergente 
Autora: Veronica Roth
Género: Distopia; YA
Editora: Porto Editora



Uma magnífica estreia literária baseada e inspirada numa história real: os últimos dias de uma jovem acusada de homicídio na Islândia em 1829.

Título: Últimos Ritos
Autor: Hannah Kent
N.º Páginas: 320
PVP: 17.76 €
ISBN: 9789896377366

Sinopse:
Na agreste paisagem islandesa, Hannah Kent traz à luz dos nossos dias a história de Agnes que, acusada do brutal assassínio do seu anterior amo, é enviada para uma quinta isolada enquanto aguarda a sua hora final. Apavorados com a perspetiva de virem a albergar uma assassina, a família que a acolhe evita Agnes nas primeiras abordagens. Apenas Tóti, um padre designado para acompanhar Agnes nesta última caminhada e ser o seu guardião espiritual, procura compreendê-la. Mas assim que a data da morte de Agnes se avizinha, a mulher e filhas do lavrador descobrem que há uma segunda versão para a história brutal que ouviram. Fascinante e lírica, "Útimos Ritos" evoca uma existência dramática num tempo e espaço distantes, dirigindo-nos a enigmática pergunta: como pode uma mulher suportar a mágoa e a injustiça quando a sua vida depende das histórias contadas pelos outros?

Leia um excerto – AQUI

Prémios:
Abia Literary Fiction Book Of The Year 2014
Davitt Awards Best Debut Novel 2014
Davitt Awards Reader's Choice 2014
Aba Nielsen Bookdata Bookseller's Choice Award 2014
Booktopia People's Choice Award 2014
Faw Christina Stead Award 2013
Indie Awards Debut Fiction De Year 2014
Victorian Premier’s Literary Award People’s Choice Award 2014
Smh Best Young Australian Novelist 2014


Sobre a autora:
Hannah Kent nasceu em Adelaide, Austrália, em 1985. Em jovem viajou até à Islândia num intercâmbio do Rotary Club, onde primeiro conheceu a história de Agnes Magnúsdóttir. Hannah é a co-fundadora e editora do jornal literário australiano Kill Your Darlings, e encontra-se a completar o doutoramento na Flinders University.
Em 2011 ganhou o primeiro Escrever a Austrália – Melhor Manuscrito Não Publicado (Writing Australia Unpublished Manuscript Award). Últimos Ritos é o seu primeiro romance.

Saiba mais em: Saída de Emergência


quinta-feira, 12 de março de 2015

Queridos leitores, diz-se por aí que a bruxa aderiu ao Twitter.
Sinceramente, creio que ela ainda está a tentar descobrir a utilidade de mais uma rede social, tendo em conta que o Facebook – diariamente utilizado – faz por si tudo o que necessita. De qualquer forma, para os fãs do passarinho azul, aqui fica o link que podem aceder clicando na imagem desta publicação ou na sua homónima, colocada na coluna do lado direito do blog.


Boas leituras*

terça-feira, 10 de março de 2015

Sinopse:
Num dia de outono de 1686, a jovem Nella Oortman, recém-casada com um próspero mercador de Amesterdão, Johannes Brandt, chega à cidade na expetativa da vida esplendorosa que este casamento auspicioso lhe promete. Mas, entre a amabilidade distante do marido e a presença repressiva da cunhada, Nella sente-se sufocar na sua nova existência.
Até que um dia, Johannes lhe oferece uma réplica perfeita, em miniatura, da casa onde vivem. Nella encomenda então a um miniaturista algumas peças para ornamentar a casa. Mas algo de surpreendente acontece: novas encomendas de miniaturas continuam a chegar sem terem sido solicitadas, como presságios silenciosos de futuras tragédias.

Se o amor é cultivado, o meu por O Miniaturista tem início numa longa troca de olhares há muito tempo atrás, aquando a sua publicação no original. Posteriormente, a sua capa e título foram sementes adubadas por uma sinopse, também ela intrigante, e nos últimos dias, confesso-vos, fiquei absolutamente fascinada pelo seu enredo e escrita sublimes; fui embalada numa viagem no tempo.

Narrando a história de uma jovem que sonhou com um casamento apaixonado, Jessie Burton conta-nos as suas mágoas e dúvidas num primeiro contacto com o novo mundo, mostrando-nos as fragilidades dos intocáveis através da construção de personagens imensas, idealizadas para surpreender e dar a ver muito além da primeira impressão, muito além de uma aparentemente, crescente, crua realidade holandesa do século XVII.

Quando Nella se tornou esposa de um próspero mercador estava muito distante de prever as reservas do seu futuro, a hostilidade da sua cunhada e o vazio de uma casa que não lhe seria permitida governar. Foi um começo efectivamente pressagiado e sem pertença, foi a antevisão de um destino que viria a ser moldado por uma luxuriosa casa de bonecas e pela obsessão, pela buscas de respostas que viriam a fazer desta protagonista uma mulher.
Nella é uma personagem que se transcende na sua evolução, na sua passagem pela inocência, na sua descoberta do ser humano e, definitivamente, na desilusão da sua existência.

Johanne é uma incógnita, ora equilibrando a balança ora provocando um furacão capaz de desmoronar todo o universo ficcional. Ele é o par inesperado, apaixonado pela vida mas muito distante de partilhar as paixões da sua mulher. Não o considerei fraco, nem todo sensato, ele é apenas o bode expiatório, o invejado, é aquele que os cegos não querem ver entre as suas paredes, é o isco e o perigo de quem ousa ser, alguém que nem sempre se compreende mas que envolve o leitor cadenciadamente.

Marin, por sua vez, foi uma verdadeira surpresa até ao final e, até para lá deste, contraditória. Irmã de Johannes e cunhada de uma jovem, ela é dois rostos com uma só entidade, é a figura ficcional mais fácil de odiar e a que certamente poderá deixar mais saudades. Como ela, o miniaturista é um segredo bem guardado que nos questiona na sua antevisão, é alguém que quase parece preocupar-se e que brinca com o tempo. Existem ainda Toot, Cornelia e tantos outros a marcar o compasso do texto, um texto que se faz em grande parte das suas vidas, reflexos perfeitos de uma época e emocionalmente evolventes.

Não foi por acaso de optei por falar tanto dos intervenientes em prejuízo da história, estes são de forma efectiva as marionetas de um teatro que nos conta, veloz, o escoar de um tempo tão putrefacto como brilhante – não começasse o enredo com um funeral.
Este é um livro sensitivo e, por consequência, muitas vezes angustiante e alarmante. Na mesma medida em que nos oferecer pistas, ilude-nos e joga com acontecimentos bem reais e tocantes, que nos revelam um ciclo contínuo, social e o humano, a que todos de uma forma ou de outra estamos subjugados.


Não vou falar das problemáticas tratadas em concreto, dado que muitas destas são spoilers, mas que fique clara a posição forte da Igreja e a sua influência no povo, bem como o retrato de uma cidade atravessada por canais, regida com mão firme em condutas restringidas e as lutas mais privadas, disfarçadas, por poder e sem clemência em nome da fé. Era um tempo de tentações recém-descobertas, anos de privações e sussurros pela importância da imagem.

Quanto à escrita, Jessie Burton tem claramente o dom da palavra, subtil e profunda em diferentes dimensões, com uma condução natural para o desconhecido que arrepia e desperta o desejo de saber um pouco mais. Gostei, principalmente, da forma como orientou o enredo mantendo a expectativa constante, despindo falsas esperanças enquanto as manteve acesas em modo brando. A senhora é muito boa.

Eu adorei esta aposta Editorial Presença, é uma obra cinco estrelas que se junta ao pequeno de grupo maravilhoso que possuo dentro do género histórico e que destaco sem qualquer restrição a todos os adeptos desta ficção literária.

Título: O Miniaturista
Autora: Jessie Burton
Género: Romance Histórico
Editora: Editorial Presença

Para comprar o livro O Miniaturista, clique aqui.





Desculpem queridos leitores, bem sei que isto não é um book trailer mas achei que vos poderia cativar um pouco mais para este extraordinária leitura através das palavras da autora.





Terminou mais um magnífico passatempo, desta vez com o maravilhoso apoio Editorial Presença.


Para sorteio encontrava-se um exemplar do título O Miniaturista de Jessie Burton.

Bestseller do New York Times e do Sunday Times, este livro foi ainda considerado o melhor livro do ano de 2014 pela Waterstones.



Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.


Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

20* Catarina Tanoeiro, Entrocamento

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Presença por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.
Boas leituras*

Para comprar o livro O Miniaturista, clique aqui.


sábado, 7 de março de 2015

Terminado mais um maravilhoso passatempo no blogue, com o fantástico apoio Planeta Manuscrito, é chegado o momento de anunciar o seu vencedor.


Para sorteio encontrava-se a nova duologia da autora Megan Maxwell, constituída pelos títulos Adivinha Quem Sou e Adivinha Quem Sou Esta Noite. Dois romances eróticos que muito calientes.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.


Sem mais demoras, quem receberá estes exemplares é:

87* Júlio Proença, Foz do Arelho

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Planeta Manuscrito por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.


Boas leituras*

sexta-feira, 6 de março de 2015

Sinopse:
É difícil resistir a Lord Rannulf Bedwyn. Para Judith Law, ele é um sonho tornado realidade. É com este belo desconhecido que a jovem decide passar a única noite de paixão da sua vida. Na manhã seguinte, ela submete-se resignadamente ao deprimente papel de dama de companhia de uma tia rica. Judith nunca pensou voltar a ver o homem a quem se entregou de forma tão arrebatada... e imprópria, muito menos encontrá-lo sob o mesmo teto e a cortejar a sua prima. Só que as aparências iludem. Rannulf não esqueceu a noite que passaram juntos. E Judith luta consigo mesma e com essa memória, à qual não pode ceder sob pena de perder a proteção da tia, o seu único sustento após a ruína da família. Quando um escândalo ameaça destruir a sua já frágil existência, Rannulf não hesita em recorrer ao poder e influência dos Bedwyn para a salvar. Os sentimentos de ambos estão ao rubro. Mas qual o futuro de uma relação que começou com uma paixão despudorada e culminou em humilde gratidão? Poderá o verdadeiro amor nascer de algo ligeiramente perverso?

Embora eu seja uma incontornável fã de romances e as histórias de época tenham o dom de me encantar, confesso-vos que Mary Balogh foi uma das autoras que experimentei sem expectativa e a surpresa não poderia ser mais positiva. Apenas com o volume de estreia da série Bedwyn esta tornou-se, incontestavelmente, uma das minhas eleitas e este segundo livro veio, de forma efectiva, cimentar o enorme prazer que retiro dos seus enredos e da sua escrita.  

Uma donzela inocente transformada numa aventureira e um cavalheiro tão libertino quanto preocupado e enlevado pela paixão, são os primeiros e principais ingredientes Ligeiramente Perverso, uma narrativa que promete todas as curvas e contracurvas de uma bonita história de amor, enquanto com esmero são tratadas questões sensíveis e a sensibilidade passa tanto pelo tacto como pela ausência de afecto entre familiares e uma entidade contida que mudará o futuro quando se rebelar.  

Para ela o destino estava traçado, sem dinheiro e sem título que lhe garantissem os seus sonhos. Para ele o fado era o que desejasse, desde que atendesse à única que lhe tocava ternamente o coração. Para ambos era previsível o caminho a seguir, mas quis o acaso que se encontrassem, que se amassem sem promessas, e que voltassem a tocar na mais improvável das situações.
Agora, Lord Rannulf Bedwyn sente-se pela primeira vez tão ludibriado quanto enredado por uma mulher e Judith Law, abandonada à sua sorte, tão grata quanto humilhada, entre os tantos que a desprezam e a fazem sentir em divida permanente pela sua própria existência.

Adorei todas as personagens desta história, dos vilões aos heróis, todos se conjugam num puzzle maravilhoso que revelou surpresa atrás de surpresa para meu deleite e entretenimento.
Judith e Rannulf são, sem sombra de dúvida, um casal delicioso em todas as suas metamorfoses, independente da posição que assumem e da forma como se entregam, afoita e sem reservas, ao momento e as condições a que estão sujeitos. Juntos, não são só exemplo de amor e paixão, mas algo mais interessante e intenso que me prendeu em todos os instantes, ousados ou não.

O leque de intervenientes secundários superou, consideravelmente, as minhas expectativas. Rever a família Bedwyn, e as singularidades que caracterizam cada um dos seus elementos, foi um prazer e conhecer a matriarca, a avó de Rannulf, que nos faz desconfiar de onde vem toda a bondade e afecto daquela família que só ama uma vez, para sempre, foi ainda melhor.
Relativamente à família de Judith o caso muda de figura, mas o facto de eu sentir tantas vezes vontade de apertar o pescoço aos seus primos e aos seus tios, quanto a de abraçar a sua querida avó, diz certamente bastante sobre as emoções que estes foram capazes de despertar em mim.


Outro dos atractivos deste livro são as temáticas pertinentes tratadas, que com a leveza natural associada a este tipo de narrativa permite antever as várias dificuldades e lacunas da sociedade de época. Em destaque encontra-se a condição de pobreza de Judith, causada por um familiar do sexo masculino em prejuízo das mulheres da sua família e, consequentemente, os muitos problemas que o género levantava nestes tempos.
Existe ainda abordagem a estereótipos variados, como o desprezo por algumas artes, e preconceitos associados à beleza, entre outros.

Com a luxuria a espreitar como um véu transparente, entre um discurso visualmente aprazível, Mary Balogh esmerou-se uma vez mais na escrita e abrilhantou o seu texto recordando problemáticas intemporais como afectos e ganâncias, represálias e generosidade, através de páginas que se lêem sofregamente, pelo desejo permanente de descobrir o desfecho de cada um dos pares nelas representados. Estou, evidentemente, ansiosa por pegar na continuação já publicada, com o título Ligeiramente Escandalosa.

Esta é uma aposta da ASA que me conquistou por completo e que recomendo, sem restrições, aos adeptos deste género que enternece o mais empedernido dos corações.

Livro anterior:
Ligeiramente CasadosOpinião

Título: Ligeiramente Perverso
Autora: Mary Balogh
Género: Romance de Época; Sensual
Editora: ASA




Novo livro a 6 de Março, novo filme a 19

Esta obra inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente – todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton, um dos protagonistas. Lidas em conjunto, estas histórias iluminam segredos obscuros da vida de Tobias e acompanham o seu processo de integração na fação Intrépidos. Finalmente, fornecem em primeira mão momentos privilegiados da convivência entre os protagonistas da saga.

Título: Quatro - Histórias da Série Divergente
Autor: Veronica Roth
N.º Páginas: 208
PVP: 14.40 €
ISBN: 978-972-0-04725-0

Sinopse:
Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.
Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.
Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.

Leia um excertoAQUI

Quatro, bem como as três obras anteriores (Divergente, Insurgente e Convergente), garantiram a uma muito jovem autora (tinha 23 anos aquando da publicação do primeiro livro) um espantoso sucesso à escala global.
As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Figuraram em várias listas de melhores do ano Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegaram a número um do top do The New York Times.

Da mesma autora, no blogue:
Divergente Opinião
Insurgente Opinião
Convergente Opinião

Sobre a autora:
Veronica Roth estudou Escrita Criativa na Northwestern University. Nos seus tempos de faculdade, preferiu dedicar-se a escrever o que viria a ser a sua primeira obra, Divergente, e deixar de lado os trabalhos de casa – uma escolha que acabou por transformar totalmente a sua vida.
Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011, Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012 e Convergente em 2013, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores.

Saiba mais em: Porto Editora


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