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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
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sábado, 16 de novembro de 2013

Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova – com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.

Título: A Bibliotecária de Auschwitz
Autor: Antonio G. Iturbe
N.º Páginas: 384
PVP: 18.85 €
ISBN: 978-989-657-432-1

Sinopse:
Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.
Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.
No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias».

Um romance comovente: uma história maravilhosa, pungente e diferente de tudo o que já leu sobre o Holocausto e de que poucos têm conhecimento.

Leia um excertoAQUI

«Não importa quantas escolas os nazis fecham», respondi-lhes. «Sempre que alguém se detiver numa esquina a contar qualquer coisa e algumas crianças se juntarem à sua volta para ouvir, aí terá sido fundada uma escola.» - Excerto do livro

Sobre o auto:
Dedica-se há mais de vinte anos ao jornalismo cultural. Foi coordenador do suplemento televisivo de El Periódico, redactor da revista de cinema Fantastic Magazine e trabalha há dezassete anos na revista Qué Leer, de que é actualmente director. Colaborou, entre outros órgãos de comunicação social, nas secções de livros dos programas de rádio de «Protagonistas» Ona Catalana, ICat FM e a Cope, e em suplementos culturais de jornais como La Vanguardia ou Avui.
Publicou dois romances, e é autor de uma série de êxito de livros infantis.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Chegou ao fim de mais um passatempo, com o maravilhoso apoios Planeta Manuscrito, desta feita alusivo ao Halloween.


Para sorteio estava disponível um pack com a trilogia Halo da autora Alexandra Adornetto. Uma narrativa original que leva os seus leitores do inferno ao céu, nas asas de uma linda história de amor.

Como sempre, quero agradecer muito as vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.


Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*139Tânia (…) Alves, Agualva-Cacém

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente leitura.
Aproveito, igualmente, para agradecer à editora Planeta Manuscrito por proporcionar mais este passatempo.

Boas leituras*


Primeiro livro de uma electrizante trilogia ambientada num futuro fictício, mas assustadoramente possível.

Uma aliança improvável num mundo perigoso.
*
Uma aventura de tirar a respiração.
*
Um romance inesquecível.

Título: Sob o Céu que Não Existe
Autor: Veronica Rossi
N.º Páginas: 296
PVP: 17.76 €
ISBN: 978-989-657-344-7

Sinopse:
Uma aliança improvável num mundo perigoso. Uma aventura de tirar a respiração!
O mundo mantinha-os separados, mas o destino reuniu-os.
Aria viveu toda a vida no Casulo protegido de Reverie. Este era o seu mundo e nunca pensou sobre o que estaria para lá das fronteiras. Mas, quando a mãe desaparece, Aria vê-se confrontada a sair para o exterior para a procurar, e a sobrevivência no deserto o tempo suficiente para a encontrar parece impossível. Então Aria encontra um estranho chamado Perry. Ele também está à procura de alguém. Mas é um Externo, um Selvagem, contudo é a única pessoa capaz de a manter viva na travessia do deserto.
E se conseguirem sobreviver serão a esperança um do outro para encontrar respostas às perguntas que vão surgindo à medida que se vão conhecendo.

Leia um excertoAQUI

Personagens cativantes e um enredo de cortar a respiração que envolvem de tal forma o leitor que se torna impossível parar a leitura.

«Veronica Rossi faz a façanha de nos oferecer perspectivas duplas. Na sua construção não só do mundo como da linguagem, criando linguagens para as diferentes personagens e adicionando tensão. As suas personagens são corajosas e complexas e a escrita suave e evocativa. Inspirador, exigente e hipnotizante.» - Kirkus Reviews

«Os fãs de Jogos da Fome vão adorar e brindar a Aria, com a transformação para guerreira ao longo do romance. Perry é uma figura enigmática, cujo passado emerge lentamente e cuja força de carácter é apenas justificado por ser humano.» - Booklist

«O romance de Veronica Rossi transcende. Há uma luminescência no seu mundo, que nega as tristes realidades de degradação ambiental. Um trabalho de mestre.» - School Library Journal

«Uma obra-prima inesquecível da distopia.» - Examiner.com

Sobre a autora:
Formou-se na UCLA e estudou Arte no California College of the Arts, em São Francisco. 
Começou a escrever ficção para adolescentes e recebeu os primeiros prémios dos concursos anuais da Pacific Northwest Writers Association e da SouthWest Writers antes de terminar «Sob o Céu Que não Existe». 
Desde então, é requisitada por editoras de todo o mundo e já recebeu um convite da Warner Bros
Veronica vive no Norte da Califórnia com o marido e os dois filhos.
Pode visitá-la no Facebook ou em www.veronicarossi.com

Saiba mais em: Planeta Manuscrito




Sinopse:
1787. Bristol é uma cidade em franco crescimento, uma cidade onde o poder atrai os que estão dispostos a correr riscos. Josiah Cole, um homem de negócios que se dedica ao comércio de escravos, decide arriscar tudo para fazer parte da comunidade que detém o poder na cidade. No entanto, para isso, Cole vai precisar de capital e de uma esposa bem relacionada que lhe abra as portas necessárias.
Casar com Frances Scott é uma solução conveniente para ambas as partes. Ao trocar as suas relações sociais pela proteção de Cole, Frances descobre que a sua vida e riqueza dependem do comércio respeitável do açúcar, rum e escravos.
Entretanto, Mehuru, um conselheiro do rei de Ioruba, em África, é capturado, vendido e enviado para Bristol, onde será educado nos padrões ocidentais por Frances, por quem, inexoravelmente, se irá apaixonar.
Em Um Comércio Respeitável, Philippa Gregory oferece-nos um retrato vívido e impressionante de uma época complexa onde impera a ganância e a crueldade que devastaram todo um continente.

Um Comércio Respeitável foi o primeiro livro que tive o prazer de ler de Philippa Gregory enquanto escritora de ficção para adultos e, confesso-vos, ainda nem sei ao certo como expressar-me sobre a realidade transposta pelas suas palavras, palavras que me tocaram profundamente.
Os factos narrados são tão credíveis em relação à época retratada e, muitas vezes, a autora nos faz acreditar piamente em tudo a que assistimos, emocionando-nos e envolvendo-nos com as suas personagens sonantes, com os momentos marcantes por estas vividos e, principalmente, com a crueldade consecutiva e embelezada, uma crueldade nomeada de respeitável.

A primeira grande diferença deste livro, em relação a todos os que já li passados no século XVIII, tem que ver com o ambiente social em que os intervenientes estão inseridos. Eu, leitora habituada a romances de época leves, fui confrontada com um livro histórico com laivos de romance, aqui secundário, em que a classe média se destaca para alcançar os que sempre desejei conhecer entre o ton, na ficção.
Esqueçam o requinte, as propriedades pitorescas e os vestidos invejáveis, esta é a história que vos dará a conhecer as vias que tornaram Condes e Viscondes cobiçados pela sua glória, através de um caminho cru e repudiante, repleto de sensações desagradáveis e que permite conhecer o holocausto a que África foi submetida pelas sedentas mãos da Europa, um caminho que nos mostra a quase destruição de um continente, espelhando a naturalidade com que tal foi feito, e que se foca principalmente no “venerável” comércio de vidas, em tráfico humano, em tráfico de escravos.

Através de três perspectivas diferentes, a autora proporciona ao leitor a possibilidade de conhecer de forma abrangente a cultura, as relações e os sentimentos nutridos nestes tempos “auspiciosos”, tempos de ascensão para Inglaterra, enquanto seus intervenientes aprendem o preço das suas almas.
Desta feita, o protagonista Josiah Cole reflecte na perfeição a ambição dos que vieram do nada e descobriram no comércio marítimo a oportunidade de se erguerem socialmente, transportando rumaçúcar e escravos de África - viagens caras, arriscadas e que quando efectuadas dentro da legalidade eram pouco rentáveis. Este foi, como todos os outros, um negócio manipulado e controlado pelos mais ricos, pelos pertencentes à Merchant Venturers of Bristol, que Josiah veio a descobrir adulterarem bem mais que o comércio.
Frances Scott, de passado infortúnio, encontra um mundo diferente após o seu casamento com Josiah. Esta personagem descobre que por detrás da protecção do nome da sua família a realidade é mais dura do que aparenta, pelo que ver-se-á obrigada abdicar dos seus valores e a aceitar o inimaginável para ascender na escala social e alcançar o que sempre desejou. Cometerá muitos erros e na sua humanidade só muito, muito tarde é que descobrirá que há emoções que não têm preço, enquanto o leitor assiste ao seu brotar para o mundo real, ora protegida ora audaz, trabalhando naquela que nunca deveria ter sido uma profissão.
Estas duas personagens oferecem o prisma negro, mas nem por isso menos sofrido, dos que tentaram chegar mais longe numa época injusta, uma época em cada um era definido pelo seu estatuto e pela sua capacidade de chegar mais longe, onde os escrúpulos, a honra e a dignidade ficavam para segundo plano.

O terceiro narrador deste texto é Mehuru, um homem respeitado entre o seu povo. Capturado como escravo, Mahuru tem a sorte ou azar de ser transportado para Inglaterra onde será ensinado para servir. Conhecê-lo é uma das experiências mais férteis deste enredo, do seu passado à história do seu povo, passando pelas dificuldades da travessia a que se vê sujeito, repleta de atrocidades, até ao seu começo difícil nas terras se sua majestade, é algo tão inebriante quanto chocante. Este interveniente faz-se acompanhar por vários secundários, com os quais partilha a cor, que dão profundidade ao seu drama, pelo que é relevante destacar o papel das mulheres e das crianças perdidas e abusadas, cegas e cativas, pela prepotência de uma sociedade tão diferente da sua.

Ainda que remetido para segundo plano, na mesma medida em que é crucial para os caminhos seguidos pelo texto, encontra-se o romance. Embora eu não lhe tenha prestado muita atenção, de tão abstraída que me encontrava a absorver todos os outros pormenores, é estimulante a forma como a relação entre Frances e Mehuru os transforma, abrindo não só as perspectivas de ambos para os seus mundos opostos, como pela partilha de sentimentos proibidos, de dilemas secretos que revolucionaram as suas existências.

Embora já o tenha referido, penso que não é demais voltar a afirmar a importância do comércio, pois é a sua influência que domina o livro. A ambição, a sua imposição nos extractos sociais e o seu verdadeiro preço ganham todo um novo sentido ao tratá-lo como respeitável, um sinónimo certamente distópico no seu contexto, em que a ausência de respeito pelo próximo prevalece.

Para terminar, os cenários diversificados são mais um atractivo, de entre os quais destaco o barco onde Mehuru viaja sujeito às piores visões e condições. Os tratamentos para com os escravos, ainda que os que conhecemos melhor sejam privilegiados, é chocante, e mais chocante é descobrir a volatilidade das vidas que em vez de seguirem para Inglaterra tiveram como destino as plantações de açúcar, onde a morte era uma constante devido ao trato dos negros como meros objectos facilmente substituíveis.   

Esta é, portanto, uma leitura que sendo de entretenimento é mais ainda de aprendizagem, pela certeza de que as suas descrições se aproximam muito da realidade da época. Uma leitura que sem falar de amor entre os homens, fala do amor de um povo à sua terra perdida, uma leitura que sem falar de amizade, fala dos laços criados pela sobrevivência, uma leitura que embora nos mostre os que ambicionam o belo, mostra o lado mais putrificado dos que deram o exemplo.

Quando à escrita de Philippa Gregory esta é fluida e simples, mesmo com as trocas de narradores e a grande carga emocional que transmite ao leitor,
As descrições, como citei anteriormente, dão a ver a totalidade do ambiente que rodeia os intervenientes, sendo inclusive bastante sensoriais. Também os sentimentos, embora pareçam ausentes, estão bem caracterizados, estante latente a frieza do povo inglês em contraste com aqueles que toda a vida saborearam e valorizaram o calor do sol nas suas peles queimadas. Sim, e é um livro de contrastes.

Pessoalmente, eu não poderia estar mais satisfeita. Comovi-me bastante e compadeci-me de todos os que já não estão entre nós e um dia conheceram a catástrofe que foi a escravatura. Muitos traços enraizados nos dias de hoje na cultura africana passaram a fazer um novo sentido para mim, sobre a qual espero vir a aprender mais em breve.

Esta é uma aposta de excelência da Porto Editora que marcou as minhas leituras em 2013 pela sua magnífica qualidade, uma obra que eu recomendo aos interessados e curiosos pelos temas abordados.

Título: Um Comércio Respeitável
Autora: Philippa Gregory
Género: Romance Histórico
Editora: Porto Editora


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Título: Encontro de amor num país em guerra
Autor: Luis Sepúlveda
N.º Páginas: 208
PVP: 14.40 €
ISBN: 978-972-0-04424-2

Sinopse:
O presente livro reúne um conjunto de narrativas que se encontravam dispersas por edições há muito esgotadas ou que permaneciam inéditas nas gavetas do autor. Com a sua publicação, Luis Sepúlveda quis de certo modo «encerrar» o capítulo da sua vida literária anterior a O Velho que Lia Romances de Amor, obra que, de um momento para o outro, em 1992, o transformou no caso mais sério da nova literatura latino-americana.
A aventura e a política, o amor e a guerra, a viagem e a utopia, a ironia e o mistério: todo o mundo do autor, com as suas paixões e os seus temas (alguns, como o tema amoroso, presentes pela primeira vez com tanta intensidade), comparece neste notável livro de relatos, que vem confirmar a mestria do grande escritor chileno e a sua incontornável presença na primeira fila dos grandes contadores de histórias nossos contemporâneos.

Leia um excerto AQUI

A Porto Editora publica, a 15 de Novembro, Encontro de amor num país em guerra, um livro que recolhe contos dispersos, escondidos e guardados, durante muitos anos, nas gavetas de Luis Sepúlveda. Neste livro, que se divide em três partes ( «Amores e Desamores», «Heróis e Canalhas» e «Imprevistos»), é predominante o sentimento de tristeza, melancolia ou saudade, mas também de paixão e esperança. A procura de concretização do destino dos personagens assume um lugar de destaque, um caminho com obstáculos, por vezes bizarros, e encontros inevitáveis.

Sobre o autor:
Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. Da sua vasta obra (toda ela traduzida em Portugal), destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas Mundo do Fim do Mundo, Patagónia Express, Encontro de Amor num País em Guerra, Diário de um Killer Sentimental ou A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de Romance em 2009), por exemplo, conquistaram também, em todo o mundo, a admiração de milhões de leitores.
Do autor, a Porto Editora publicou recentemente História de um gato e de um rato que se tornaram amigos e Palavras em Tempos de Crise.

Saiba mais em: Porto Editora



Título: Casos do Beco das Sardinheiras
Autor: Mário de Carvalho
N.º Páginas: 88
PVP: 13.30 €
ISBN: 978-972-0-04436-5

Sinopse:
O Beco das Sardinheiras é um beco como outro qualquer, encafuado na parte velha de Lisboa. Uns dizem que é de Alfama, outros que é já da Mouraria e sustentam as suas opiniões com sólidos argumentos topográficos, abonados pela doutrina de olisiponenses egrégios. Eu, por mim, não me pronuncio. Tenho ideia de que ali é mais Alfama, mas não ficaria muito escarmentado se me provassem que afi nal é Mouraria. Creio que o nome lhe vem das sardinheiras que exibem um carmesim vistoso durante todo o ano, plantadas num canteiro que rompe logo à esquina, não longe da drogaria que já fica na Rua dos Eléctricos. A gente que habita o Beco é como as demais, nem boa nem má. Tem sobre os outros lisboetas um apego ainda maior ao seu sítio e às suas coisas. Desde há muito tempo que não há memória de que algum dos do Beco tenha emigrado de livre vontade.

Leia um excertoAQUI

Podia ser em Alfama ou na Mouraria, talvez até em Benfica ou na Ajuda: para Mário de Carvalho, o Beco das Sardinheiras está visível para qualquer pessoa que o queira encontrar. E são as histórias dos habitantes desse tradicional e pitoresco beco, entre as quais se encontra o conhecido conto «O tombo da Lua», que compõem o livro Casos do Beco das Sardinheiras, publicado pela primeira vez em 1982 e com nova edição, pela Porto Editora.

Sobre o autor:
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico. Desde então, tem praticado diversos géneros literários, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas.

Saiba mais em: Porto Editora



Chegou ao fim mais um maravilhoso passatempo aqui no blogue, desta vez com o fantástico apoios de Editorial Marcador.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro O Homem Que Plantava Árvores de Jean Giono. Uma história intemporal ao qual nenhum leitor fica indiferente.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.


Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

71* - Arnaldo (…) Santos, Santo Tirso

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Marcador por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.


Boas leituras*

sábado, 9 de novembro de 2013


Já faltou mais, é um facto, mas a verdade é que ainda falta muito para actualizar as aquisições aqui do blogue. Dito isto, doravante, o objectivo será fazer uma publicação semanal com os ditos amores, que é como que diz, com os ditos livros – desejem-me sorte pois vou precisar!


A primeira aquisição, já muito antiga, é um pequeno notebook feito pela Raquel Collin (blogue), que ganhei num passatempo no blogue Crónicas de Uma Leitora (aqui). Confesso que o notebook é tão giro que está por estrear, nunca tenho coragem de usar estas coisas! Visitem o blogue da Raquel, tenho a certeza que vão encontrar por lá algo giro e original, quem sabe até uma futura prenda de natal – para vocês mesmos *.*


O meu pai foi passear e, como tem muito jeito para me comprar livros, trouxe-me 11th Hour de James Patterson e Maxine Paetro. Que posso dizer-vos…. Ele quer que eu leia mais em inglês (eu também gostava), no entanto oferecer-me o 11.º livro de uma série, série Women's Murder Club, pode não ser uma boa opção. Para os interessados, a Quinta Essência tem editados os três primeiros livros da série em português.
Informações – AQUI


No mesmo cesto de compras, oferta também do meu pai, veio The Wolf Gift de Anne Rice, este sim o primeiro de uma série e com muito mais hipóteses de vir a ser lido antes da minha reforma… Veremos, confesso não andar com muito tempo para ler em inglês (algo que sou muito lenta a fazer), e tenho outras prioridades na língua de sua majestade.
Informações – AQUI


Ainda se lembram dos livros que andaram a sair com as revistas no verão? Sim, há meses! Sim, estou assim tão atrasada! Uma das minhas compras foi Branca Como a Neve, Vermelha Como o Sangue de Alessandro D’Avenia. Esta história publicada pela Caderno sempre me despertou a atenção e a menos de 5 € não lhe resisti!
Informações – AQUI




Na mesma viagem à papelaria veio o livro Lealdade Mortal de J. D. Robb, pseudónimo de Nora Roberts, e com esta aquisição já só me ficam a faltar uns “1000” livros da série para começar a ler um dia (tenho três). Este livro é uma mistura policial com romance e, brincadeiras à parte, só oiço dizer bem. Por 3.99 € foi uma tentação a que acedi. Obrigado Saída de Emergência, Edições Chá das Cinco.
Informações– AQUI




Da Quinta Essência chegou-me mais um livro da minhas adorada Cathy Kelly, que foi a minha leitura preferida desta autora até ao momento. A Casa de Willow Street é uma história sobre pessoas, acontecimentos e emoções verdadeiras com a qual, creio, é impossível não sentir empatia. Se forem fãs de romance contemporâneo aconselho-vos, veemente, esta leitura.
Informações – AQUI
Opinião – AQUI




Da 1001 Mundos, ASA, e actualmente a passatempo no blogue, tive o prazer de ler Iluminada, um romance com uma pitada de sensualidade e bastante fantasia, em particular mitologia grega, da autora P. C. Cast que eu adorei. Esta série, Chamamento da Deusa, é aquilo a que eu chamo entretenimento puro, pelo que aconselho a quem gosta de sobrenatural e romance, pois de certeza que irá adorar.
Informações – AQUI
Opinião – AQUI


A Menina que Circum-navegou o Reino Encantado - Num Barco Que Ela Mesma Fez foi paixão à primeira vista. Desde que o livro de Catherynne M. Valente foi publicado que andei a namora-lo e estou ansiosa por fazer esta viagem ao reino da fantasia, acreditem. Será em breve.
Informações – AQUI




Qualquer livro de Anne Bishop é presença obrigatória nas minhas estantes e A Voz, embora seja uma short story relativa ao Mundo Efémera, não foi excepção. É uma pequena história que permite ver um pouco do potencial desta autora que, com sábias palavras, expressa como muito poucos a ambiguidade entre luz e a escuridão, entre o pior e o melhor da humanidade em mundos maravilhosos.
Opinião - AQUI


A Luz das Runas de Joanne Harris, uma publicação ASA, é um livro que eu já queria ter lido mas que acabei, não sei porquê, por ir adiando. Até o final do ano quero mesmo ver se o leio porque já li o primeiro título das Crónicas das Runas, embora ainda não tenha publicado a opinião, e gostei muito.
Informação – AQUI




E porque por vezes também sou bafejada pela sorte, ganhei um passatempo no blogue Illusionary Pleasude (aqui), pelo que me chegou a casa o livro Os exploradores e os cavalos do Além de Marina Santos. É um livro infanto-juvenil e não seu quando vou ler, confesso.





Por último, este ano tive o prazer de ler Departamento 19, de Will Hill, graças à minha parceria com a Topseller e adorei. Esta fantasia repleta de nomes sonantes, conhecidos de diversos clássicos de terror, é ideal para o público jovem adulto e prima pela muita acção e os seus vampiros sangrentos. É um livro com momentos violentos mas que prende, acima de tudo, pelo enredo interessante. Estou ansiosa pela continuação!
Opinião - AQUI




Espero, realmente, conseguir publicar mais aquisições em breve para começar a ter esta rubrica em dia. 
Até lá, gostaram das minhas aquisições? Há algum livro, das minhas escolhas, que queiram ler?

Boas leituras*





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