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A Elphaba...
Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.
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sábado, 30 de novembro de 2013
Sinopse:
Inspirado
em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente
difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história
inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua
volta.
Narra
a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer
do sítio onde vive um lugar especial.
Com
as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho
dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema
rico e sustentável.
É
um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos
olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios,
consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França.
Não
é por acaso que a pequena grande história de Jean Giono é comparada ao clássico
infantil Le Petit Prince, um clássico com o poder de fazer os graúdos recordar
a meninice e, principalmente, com a capacidade de os fazer recordar valores que
vão sendo esbatidos com o tempo. O Homem Que Plantava Árvores tem o mesmo
busílis, tem a capacidade de nos gestos mais simples nos mostrar o
extraordinário, de nos tempos mais árduos nos mostrar a esperança e,
abençoadamente, nos provar que ainda existe paraísos na Terra criados às mãos do homem – por muitas
vezes que este se esforce para provar o oposto.
A
narrativa, como facilmente se comprova pelo tamanho deste título, é breve mas
nem por isso menos intensa, pelo contrário. Carregado de simbolismo e
significado, este texto leva-nos até uma antiga zona árida dos Alpes, à
descoberta de um homem que perdeu tudo e, sem nada, sem pedir nada do universo, criou
um pequeno mundo.
Contada
na primeira pessoa por um alpinista que após a Primeira Guerra resolve fazer
uma jornada por terras altas, tentando possivelmente reencontrar-se longe dos
homens, esta narrativa atravessa décadas com uma cadência previsível mas que, no
entanto, nos encaminha para um deslumbramento que só é possível ao ritmo certo,
seguindo o ritmo da própria vida.
Portanto,
“era uma vez” um alpinista que a determinado dia da sua viagem, a mais de mil
metros de altitude, se vê sem água e sem a esperança de a encontrar nas terras
desoladas onde se encontrava. No entanto, contra todas as expectativas,
depara-se com um pequeno rebanho e o seu pastor solitário, cujo nome víria a
ficar para sempre na sua memória, Elzéard Biuffier.
Pressentindo
as dificuldades do viajante, Elzéard oferece-lhe água e convida-o para uma
refeição quente, que depressa se transforma numa noite de estadia. No dia
seguinte, após um serão a observar os estranhos hábitos do contido pastor, o
alpinista resolve acompanhar ao longe o dia-a-dia do estranho homem naquele lugarejo distante do
mundo e, para grande surpresa, descobre que este planta todos os dias, com as
suas próprias mãos, cem bolotas - na tentativa de reflorestar o lugar inóspito
onde escolheu passar os seus dias.
Pelo
parágrafo anterior, sei que esta história deve parecer-vos realmente descomplicada e de facto
é. Efectivamente, a sua moral e a sua essência estão nas entrelinhas, na
consciência de quem lê e, obviamente, nos desenlace que ao longo dos anos se
vai desenvolvendo aos olhos do alpinista – com as suas visitas esporádicas a Elzéard
Biuffier.
Hoje
em dia, mais do que há cem anos, acredita-se e vive-se em função do imediato, do
prazer e os benefícios do fugaz. Talvez o “american dream” seja um dos
responsáveis, não importa, mas eu, Joana, sinto que o “aqui e agora” nunca foi
tão relevante, sinto que as engrenagens da minha mente já não têm tempo para
ousar o imaginário exceptuando na ficção – sou perfeccionista e vejo ao meu
redor o produto protótipo inacabado ser aceite pela sociedade –, e este livro,
este bendito livro vem provar o contrário.
A sapiência,
a organização e a ponderação consciente de que a criação de algo maior
necessita do factor tempo dão a esta narrativa a intemporalidade que acompanha
os feitos do seu protagonistas que, tal como a obra de arte natural concebida, perdura
muito tempo após a sua morte. Um feito glorioso em que os mais sóbrios
encontrarão encanto.
Para
lá deste texto, produzido como uma narração própria dos contos capazes de
passar de geração em geração, é possível encontrar nesta versão cartonada desenhos
primorosos em que o traço se encontra em sintonia com a narrativa, bem como
citações e aforismos no final que vão de encontro à história de Elzéard, do
próprio e do homem.
Em
suma, um livro que nos faz esquecer tudo o que pode ser considerado fútil, supérfluo
até, e que nos encaminha para uma reflexão mais profunda sobre o que de facto
significa estar vivo.
«O
poeta deve ser um professor de esperança»
Um
homem que plantou árvores... aqui.
Esta
é uma aposta Marcador, em versão cartonada, que eu recomendo vivamente a todos
os leitores deste espaço. Leia, tenho a certeza que irá adorar.
Título:
O Homem Que Plantava Árvores
Autor: Jean Giono
Autor: Jean Giono
Género:
Clássico; Conto
Editora:
Marcador
Para
mais informações sobre o livro O Homem Que Plantava Árvores, clique aqui.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Chegou
ao fim mais um maravilhoso passatempo aqui no blogue, desta vez com o
fantástico apoios de Editorial Marcador.
Para
sorteio encontrava-se um exemplar do livro O Homem Que Plantava Árvores de Jean
Giono. Uma história intemporal ao qual nenhum leitor fica indiferente.
Gostaria
de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a,
não desanime, haverá mais oportunidades em breve.
Sem
mais demoras, quem receberá este exemplar é:
71* - Arnaldo (…) Santos, Santo Tirso
Os
meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E
o meu muito obrigado à Editorial Marcador por me oferecer a possibilidade de
realizar este passatempo.
Boas
leituras*
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
É
com imenso prazer que dou hoje início ao primeiro passatempo aqui no blogue com
a preciosa colaboração da Editorial Marcador.
Para
sorteio, está disponível um exemplar do título O Homem Que Plantava Árvores de Jean
Giono. Um livro muito especial, e por mim muito desejado, que nos conta uma
história inesquecível sobre o ser humano e a sua capacidade de tocar o mundo.
Para
se habilitar a este exemplar, terá unicamente de responder às questões abaixo
colocadas e ter em atenção as regras de participação.
Descubra
as suas respostas aqui no Blogue ou Editorial Marcador.
Boas
leituras*
Regras
de participação:
1.
Passatempo válido até 23h59 do dia 3 de Novembro de 2013 (domingo).
2.
Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
4.
O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por
e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5.
Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras
serão automaticamente anuladas.
6.
A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no
correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7.
Boa Sorte!
domingo, 27 de outubro de 2013
Uma
história inesquecível como O Principezinho de Saint-Exupéry, que continua a
inspirar milhares de leitores em todo o mundo.
Título:
O Homem Que Plantava Árvores
Autor: Jean Giono
N.º Páginas: 72
PVP:
10.90 €
ISBN:
978-989-75-4024-0
Sinopse:
Inspirado
em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente
difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história
inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua
volta.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
Com
as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho
dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira – com um ecossistema
rico e sustentável.
É
um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos
olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios
meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de
França.
Leia
um excerto – AQUI
«Há
uma luz matinal no mundo de Jean Giono. Ele olha para as coisas de uma forma
única e regista as suas impressões como se fosse o primeiro homem a vê-las.» - The
New York Times
«Jean
Giono ilumina o mundo em que vivemos. Um mundo de sonho, paixão e realidade.» -
Henry Miller
Sobre o autor:
Jean
Giono (1895 – 1970)
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