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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

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quinta-feira, 10 de março de 2016

Sinopse:
Nascido Vermelho, Darrow trabalhava nas minas de Marte, suportando a dureza do trabalho enquanto sonhava com um mundo mais justo, uma sociedade livre da intriga e dos jogos de poder.
Os Dourados, que escravizam e oprimem os restantes, só podem ser derrotados por uma rebelião das castas. Mas para que tal aconteça foi necessário que Darrow se tornasse num Dourado e, uma vez infiltrado, promovesse a revolta.
Neste tão esperado segundo volume da trilogia Alvorada Vermelha, Darrow, agora um Dourado, vê-se confrontado com novos desafios.
O seu sucesso atrai inimigos terríveis que usam a intriga e a política como arma. Porém, Darrow está determinado a defender o amor e a justiça, ideais seguidos por Eo, apesar de se saber rodeado por adversários sem escrúpulos que pretendem eliminá-lo.

Depois de tudo o que vi, assisti, no primeiro título da série Red Rising, eu deveria estar minimamente preparada para ler este livro. Deveria conseguir controlar a ansiedade e o medo, deveria conseguir desapaixonar-me destas criações ficcionais e deveria impedir o meu envolvimento emocional com a história. Deveria… mas tal é impossível. Pierce Brown é genial em todos os sentidos e superou toda e qualquer expectativa desta, já anteriormente, sua grande fã. 
*Leitores, eu estou histérica com esta história e não me comprometo com irá sair desta opinião.*

Em primeiro lugar, deixem-me avisar-vos que creio ser impossível dizer muita coisa sobre O Filho Dourado sem fazer spoiler ao seu antecedente, Alvorada Vermelha. Assim, convido-vos a ler a minha opinião anterior (clicar aqui) e a prosseguirem por vossa conta e risco, naquele que definitivamente será um devaneio alucinado sobre uma série que, no seu todos e até à data, promete ser uma das minhas favoritas de sempre. 

Neste livro o enredo começa dois anos após o término do anterior, o que poderia ser confuso. No entanto, nas primeiras páginas é-nos dado um quadro que mostra na perfeição a distribuição social por Castas, informação relevante relativa às personagens de maior destaque e, ainda, um pequeno comentário do protagonista que nos introduz no que o levou ao momento exacto em que se inicia a narração, o que, desde logo, nos reaviva um pouco a memória. Continuamente, com o decorrer do texto, o leitor tem igualmente acesso a flashbacks da enorme bagagem que as personagens carregam, bem como muitos pensamentos e emoções de Darrow o que, acreditem, oferece uma ou outra abençoada golfada de ar nesta leitura em que acção é literalmente continua e parece querer dar cabo do nosso coração. 
Resumindo, depois de tudo o que leram no livro antecedente, preparem-se para ser literalmente mandados para o Espaço sem qualquer mecanismo de emergência, para verem o Homem como carne para canhão naquela que é, indiscutivelmente, uma história que descreve sem filtros uma luta de poderes por poder, chocante, agressiva  e ostensiva em todas as suas acepções. 

Para não fugir muito à ordem habitual das minhas opiniões: personagens. E que personagens, queridos leitores! Elas são perfeitas na sua imperfeição e se já anteriormente me tinham conquistado agora arrebataram-me completamente – vou alongar-me…  
O Darrow continua muito complexo, pelas suas metamorfoses agora exclusivamente emocionais, pelos seus receios, esperanças e ambições. Ele mudou muito, este novo universo mudou-o e acho que dentro dos possíveis se adaptou, no entanto é pelas fragilidades e coragem que nos surpreende, pela sua capacidade de se superar sempre, mesmo quando descobre que o poço é ainda mais fundo do que aparentava. Ele é os nossos olhos e a sua visão da Galáxia não poderia ser mais diversificada. 
E porque todos os outros são muitos e bastante proeminentes, começamos pelas meninas. Adorei a Victra porque nunca perde o carisma e as características que lhe são intrínsecas. O novo papel que lhe cabe no enredo torna-a muito especial e gostava de ter tido mais de si. Quanto à Mustang, é uma personagem que nem sempre me cativa, falta-lhe algo para aquilo que tem de desempenhar e espero muito de si; em relação à Soberana, perdoem-me este spoiler, mas eu adoro uma boa vilã e esta senhora desempenha o seu papel de forma brutal e está muito bem acompanhada por Aja – consigo compreender a frieza, crueldade, de ambas e isso basta-me para bater palmas enquanto assisto aos seus requintes de malvadez. 
Os meninos: Sevro e Ragnar, tenho um fraquinho pelos dois e acho que dão corpo aos muitos que acompanham Darrow, de certa forma dão-lhe sentido e são cruciais para que se mantenha firme, merecendo todo o destaque que têm e fazendo com que não me canse de os ver brilhar – como quem diz, esquartejar e ensandecer, respectivamente. Augustos, Roque e Chacal, são três criaturas que odeio mas que cumprem aquilo para que foram criados, por isso só posso aplaudi-los.
Vale a pena citar ainda a importância de todas as personagens, mesmo as mais secundárias, mesmo as que morreram anteriormente, acho que num livro com um corpo denso como este não é fácil que tantos se conciliem tão bem e de forma tão pertinente, por isso o Brown está novamente de parabéns. 

Em relação aos cenários, algo que já antes era tão prodigioso, a narrativa continua a revelar diversidade, oferecendo o máximo de ambientes em cada uma das quatro partes me que se divide o enredo – Humilhação, Cisão, Conquista e Derrocada. Assim, dos bairros mais pobres, às minas, passando pelo luxo extremo festivo a castelos que lembram contos-de-fadas há muito perdidos do imaginário destes intervenientes, o que provavelmente mais vos tocará será o grosso do texto, passado no Espaço e, consecutivamente, o ambiente em naves espaciais. Aqui, creio que há o cuidado de mostrar o lado mais cru deste género literário que se sobrepõe a todos os outros, a ficção científica
Existem batalhas espaciais fenomenais, repletas de estratégia, com frotas de naves a invadir outras num ambiente surrealmente digital e armado a até aos dentes, o que proporciona valentes e agradáveis banhos de sangue. Além disto, o factor estratégia é encantatório e para lá de físico continua fortemente presente na política que rege estas Boascriaturas, são verdadeiros jogos de xadrez mortíferos que atingem tudo e todos em nome da honra, da imagem e da sede, que jamais será saciada, de poder. 

No meio de tudo isto, existem ainda afectos. E digo-vos ainda porque este jogo é tão duro, tão cru, que será fácil imaginar cada uma das personagens como uma máquina, como um robot utilizado para um fim, só que não. Para lá do amor de Darrow pela falecida Eo e das suas esperanças de futuro com Mustang, o autor juntou e fortificou laços familiares e principalmente de amizade, com a segunda a ter um papel extremo e fundamental no desenlace de variados momentos cruciais e a impulsionar aquele que seguimos para fins que, doutra forma, já o teriam destruído completamente. 

Por fim, no meio de tanta morte e destruição, no meio de tanto caos, cinismo, intriga e brutalidade, acho que não deixa de ser belo apreciar a força do Homem, o seu impacto e capacidade de manipular tudo o resto, a própria sociedade e a sua estrutura aparentemente tão fidedigna que se revela frágil perante a ousadia de tão poucos. 
Sim, leitores, estou apaixonada por esta história. 

Esta é, sem dúvida alguma, uma das minhas apostas favoritas de sempre da Editorial Presença. É mais que bom este livro, muito mais que bom. Agora, só me resta aguardar ansiosamente e com uma boa dose de medo a continuação, Morning Star, pois tenho a certeza que vou amar este desfecho, mas confesso ter todos os receios por aquilo que se irá perder e, quem sabe, ganhar. 

Da mesma trilogia: 
Livro 1: Alvorada Vermelha - Opinião

Título: O Filho Dourado
Autor: Pierce Brown
Género: Ficção Científica
Editora: Editorial Presença

Para comprar o livro O Filho Dourado, clique aqui.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Terminou mais um maravilhoso passatempo no blogue, com o fantástico apoio Editorial Presença


Para sorteio estava disponível um exemplar do título O Filho Dourado de Pierce Brown, um dos livros favoritos desta vossa leitora dentro do género a que pertence.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve. 

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

109* Lúcia Brandão, Esmoriz

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Editorial Presença por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo. 

Boas leituras*

Para comprar o livro O Filho Dourado, clique aqui.


domingo, 6 de março de 2016

A Editorial Presença tem feito maravilhas pelos desejos desta vossa leitora, no que diz respeito a literatura fantástica em território nacional, e eu não poderia deixar de partilhar esta alegria com os meus leitores com um novo passatempo! 


Desta feita, trago-vos para sorteio um exemplar do título Uma Chama Entre as Cinzas de Sabaa Tahir. Este livro foi considerado o melhor livro juvenil da Amazon em 2015 e a sua premissa deixa-me ansiosa por lhe pegar!

Para se habilitarem a este exemplar, terão unicamente de responder às fáceis questões abaixo colocadas, ter atenção as regras de participação e ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
A partilha do link nas redes sociais não é obrigatória, mas fico grata se o fizerem.

Descubram a sua resposta aqui no Blogue ou em Editorial Presença.

Boas leituras*

Para mais informações sobre o livro Uma Chama Entre as Cinzas, clique aqui.

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 20 de Março de 2016 (domingo).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
4. Ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
5. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
6. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
7. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
8. Boa Sorte!


sábado, 5 de março de 2016

MELHOR LIVRO JUVENIL DA AMAZON (2015)

Título: Uma Chama Entre as Cinzas
Autor: Sabaa Tahir
Título Original: An Ember in the Ashes
Tradução: Isabel Nunes
N.º Páginas: 384
PVP: 18.50 €
ISBN: 9789722357777
Coleção: Via Láctea Nº 132

Sinopse:
Elias pertence aos Ilustres, as famílias da elite do Império. Desde os seis anos que treina na Academia Militar de Blackcliff para se tornar um dos soldados mais implacáveis ao serviço dos Marciais. 
Laia pertence aos Eruditos, um povo oprimido pelo jugo firme dos Marciais. Quando o seu irmão é preso e acusado de traição, Laia procura a ajuda da Resistência. Em troca, tem de se infiltrar como escrava em Blackcliff.
Quando se conhecem, Elias e Laia percebem que as suas vidas estão interligadas — e que as escolhas de ambos podem mudar o destino do Império.

Bestseller do New York Times
Direitos vendidos para 30 países
Direitos de adaptação adquiridos pela Paramount Pictures
Produtor: Mark Johnson (Breaking Bad, As Crónicas de Nárnia, Diário de uma Paixão)

«Um romance inquietante que nos lembra o que significa ser humano, e que demonstra como a esperança sobrevive à opressão e ao medo.» - The Washington Post 
«Um mundo fantástico original e bem construído. Prende até à última página.» - Kirkus Reviews 

Sobre a autora:
Sabaa Tahir cresceu no deserto de Mojave, na Califórnia. Devorava romances fantásticos, os livros de banda desenhada do irmão, e tocava guitarra. Começou a escrever Uma Chama entre as Cinzas enquanto trabalhava à noite na redação de um jornal. Atualmente vive em São Francisco com a família. Uma Chama entre as Cinzas integrou as listas de bestsellers do New York Times e USA Today, encontra-se vendido para 30 países e os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Paramount.

Mais informações em: https://sabaatahir.com/

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.



sexta-feira, 4 de março de 2016

Sinopse:
Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.

Este livro chegou-me inesperadamente e, num primeiro olhar, tinha muito pouco para me surpreender. Parecia apenas mais um romance young adult, parecia apenas mais uma história sobre conquistas, perdas e primeiros amores, mais um livro com pequenos dramas, criaturas fúteis e dilemas familiares. No entanto, este romance, muito mais do que um simples young adult, revelou-se bastante dissonante dos seus pares com a sua voz apaixonante e intensa, com a voz única de quem sente na primeira pessoa as penas ficcionais e extravasa para o papel uma das muitas histórias dolorosas e silenciosas que são, hoje, um flagelo da nossa sociedade. 
Jennifer Niven escreveu um livro muito, muito especial. 

Não creio que seja necessário ler muito para que, logo no primeiro capítulo, se perceba que este enredo tem tudo para nos partir o coração… e parte. 
Violet e Theodore conhecem-se à beira de um telhado, à beira de uma possível tentativa de suicídio do qual ele resolve salvá-la e, quiçá, salvar-se a si mesmo também. A partir daqui a amizade entre ambos cresce, as aventuras multiplicam-se e o fascínio pela narrativa de ambos não pára de aumentar, com descrições belíssimas, cenários originais e curiosidades várias que não deixarão de surpreender até ao último momento. 

Existem amigos, intervenientes secundários? De facto, existem. Existe a amiga irritante que afinal também é problemática, o badboy que é vitima dos grupos de pares e evidencia o bullying, assim como um melhor amigo e uma rapariga excêntrica que merece ser feliz. Existem vários rostos, entre eles pais maiores e mais pequenos mas, no entanto, este é um texto construído a duas vozes num universo em que se reinventam, onde são extremamente felizes, a duas vozes que absorvem tudo o resto, a voz de Violet e a voz de Finch.

Ela é uma menina que perdeu a sua melhor amiga, a sua irmã, demasiado cedo (não é sempre?) e se sente tão culpada como desassustada sem essa parte de si. Quando a conhecemos ainda não é uma sobrevivente, é apenas uma existência que conta cada dia sem que este conte realmente para si. 
É particularmente bonito ver a transformação de Violet, vê-la ganhar amor pela vida e começar a cimentar o seu próprio querer; é particularmente bonito vê-la começar a crescer e a saborear a vida. Não é a nossa grande personagem, mas é muito agradável e conquista-nos devagarinho até nos prender ao seu coração, um coração Ultravioleta Marcante.

Ele… ele é insanamente espontâneo, apesar de ruminar cada emoção ou acção de si para si. Ele é doente sem muitas vezes compreender até que ponto está doente e os seus estigmas são, possivelmente, uma das coisas mais assustadoras e mais banalmente comentadas e tocadas na nossa sociedade. Theodore Finch sofre de depressão profunda, é bipolar e todos os dias analisa, linearmente, uma forma de suicídio. Ninguém presta muita atenção ao Theodore Finch
Em suma, ele é um protagonista extraordinário, fascinou-me por completo com a sua loucura, com a sua entrega, com a sua capacidade de viver muitas vezes como se o mundo fosse acabar amanhã – porque ele acreditava que o seu mundo podia efectivamente acabar amanhã. Foi fantástico vê-lo desenvolver a sua relação Violet, vê-lo fazer de tudo para tornar sonhos realidade e alimentar-se da ilusão quando o seu mundo era tão... desiludido.

Para além de tudo isto, gostei da fenomenal abordagem às doenças mentais, dos valores descritos e dilemas familiares relatados por omissão, assim como das muitas curiosidades sobre variados temas que a autora foi descrevendo em Fala-me de Um Dia Perfeito. Já agora, também adorei a maneira como fiquei a conhecer o Indiana, mais original e apelativa não poderia ser.
E pronto, não vos vou falar mais sobre esta história. Adorei-a e aos seus protagonistas. Ponto. 

À parte:
Eu sou, completa e absolutamente, contra todos os tipos de discriminação. Vão ouvir-me, sempre que se justificar numa opinião, bradar a minha revolta - a temática desta obra, em particular, mexe bastante comigo. 
A discriminação relativamente às doenças mentais – e não estou a falar das visíveis ao olhar mais distraído – é algo que pode e deve ser travado ao primeiro sinal de alarme que, por sua vez, deve partir de quem está bem, de quem está ao lado e diz gostar. A depressão pode matar e mata duas mãos-cheias de vezes por minuto no mundo. Não é preciso ter algo infeccioso para se sofrer; quem sofre perturbações, muitas vezes simples alterações de humor repentinas, é magoado intensamente por dentro e não consegue, simplesmente não consegue, mostrar as feridas mais profundas que tem. Estejam atentos! Sejam amigos! Protejam-se e protejam os outros, por favor, por vocês e por aqueles que amam. Escutem mais ao em vez de falarem, sugiram mais vezes do que as que opinam e abracem, sorriam e dêem a mão mais do que qualquer outra acção quando encontrarem alguém assim. 

Obviamente, não me canso de recomendar este livro. Uma aposta Nuvem de Tinta, do Grupo Penguin Random House, que superou todas as minhas expectativas e vai ficar num lugar muito estimado do meu coração. Esqueçam o género literário ou o entretenimento – bastante presente, por sinal – esta é uma história que todos devemos ler pelo menos uma vez. 

Título: Fala-me de Um Dia Perfeito
Autora: Jennifer Niven
Género: Romance
Editora: Grupo Penguin Random House



quinta-feira, 3 de março de 2016

Apaixonar-se é o mais fácil. 
O pior é o que vem depois…

Título: Nós os Dois
Autor: Andy Jones
N.º Páginas: 368
PVP: 16.50 €
ISBN: 9789896650483

Sinopse:
Fisher e Ivy vivem uma relação idílica durante dezanove dias, durante a qual são inseparáveis. Os dois sentem intimamente que estão destinados a ficar ligados para sempre. E facto de saberem tão pouco sobre o outro é apenas um pormenor. Nos doze meses seguintes, período em que as suas vidas mudam radicalmente, Fisher e Ivy vão perceber que apaixonar-se é uma coisa, mas manter uma relação é outra completamente diferente.

Nós os dois é um romance muito honesto e transparente sobre vida, amor e a importância de não se tomar nada nem ninguém por garantido.

A ideia deste livro surgiu depois do autor ter visto o filme ‘Happily Ever After’, conforme ele explicou numa entrevista ao blogue britânico whsmith: “Comecei a pensar no que acontece depois do tradicional ‘viveram felizes para sempre’. O que acontece ao Hugh Grant e Andie MacDowell no ‘Quatro Casamentos e um Funeral’, ao Harry e à Sally, no ‘Amor Inevitável’? Não no imediato, mas dali a um mês, seis meses, um ano. Gostei da ideia do casal que se compromete e de ver o que acontece na manhã seguinte. Porque o amor real pode ser uma prova de fogo, porque estar apaixonado tem o seu período de lua-de-mel. Neste romance coloquei as personagens nesse pós lua-de-mel, a sujeitar a relação ao teste da vida real.

Sobre o autor:
Andy Jones vive em Londres com a mulher e as duas filhas. Durante do dia, trabalha numa agência de publicidade. É durante o fim-de-semana e de manhã, bem cedo, que escreve os seus romances.


sábado, 27 de fevereiro de 2016

Sinopse: 
Clio Whitmore está noiva do Marquês de Granville há oito anos, mas ele está sempre ausente no estrangeiro, levando-a ao desespero por não se sentir desejada. Quando Clio herda um castelo que lhe proporciona independência financeira, decide romper o noivado e iniciar uma nova vida.
Para tal, ela terá de convencer Rafe, irmão e procurador do Marquês, a aceitar o fim do noivado. Mas Rafe tem planos para a fazer mudar de ideias, organizando-lhe um casamento de sonho...
Ele começa com flores. Um casamento nunca tem flores suficientes... Ele diz-lhe que ela dará uma belíssima noiva… e tenta não imaginá-la como sua.
Como conseguirá Rafe convencer Clio a casar-se sem se deixar vencer pelos sentimentos que crescem dentro dele, e que são a cada dia mais fortes?
Ele não irá apaixonar-se pela única mulher que nunca poderá beijar nem dizer ser sua. Ou irá?

Tenho para mim que todos merecemos uma guloseima nos dias mais nublados, eu também tenho os meus, e autoras como Tessa Dare são, definitivamente, remédio santo para colorir os meus dias, uma das minhas escolhas favoritas para adoçar a alma. 
Sim, hoje venho falar-vos de um género literário idealizado para fabricar sorrisos, venho falar-vos de um romance sensual de época onde o humor é rei e as peripécias estão presentes em cada capítulo sem excepção, com personagens tendencialmente extravagantes para o seu tempo e que proporcionam as mais improváveis situações que servem de estandarte para um muito desejado final feliz. 

Como induz o próprio título e tão bem elucida a sinopse, A Noiva do Marquês conta-nos a aventura de uma jovem que está prometida ao partido mais cobiçado de qualquer temporada só que, infelizmente, se encontra presa a esta promessa há quase uma década! Os anos passaram, os rumores aumentaram e, chegada a data em que iniciamos a nossa leitura, Miss Clio Whitmore está mais do que decidida a romper este noivado e tomar as rédeas da sua vida mas, ao que tudo indica, há alguém que discorda e fará tudo, o imaginável e principalmente inimaginável, para contrariar as suas intenções – ou seja, não faltarão momentos que farão gargalhar o leitor! 

Uma das características desta autora, que já anteriormente me havia cativado, está relacionada com as singularidades com que brinda as suas personagens, sempre longe de serem perfeitas física e emocionalmente.
No que respeita a Clio e Rafe, o casal protagonista, esta tendência manteve-se e o resultado deu origem a situações verdadeiramente caricatas, onde existirá bolo a voar e muitos objectos partidos. Ela é, sem margem para dúvida, uma lady em todos os preceitos da palavra, embora a sua cintura não seja de vespa, as suas ideias sejam escandalosas e a sua teimosia desmedida possa apenas ser equiparada à sua coragem. Já Rafe não engana ninguém; a não ser que o conceito de príncipe tenha adquirido uma estatura gigantesca, com a gentileza de um rochedo e muitos traumas passados que o fazem fugir de todas as donzelas… menos uma. Afinal, parece que esta pedra será esculpida pelas emoções. Juntos vão protagonizar duelos verbais maravilhosos e, prometo-vos, utilizarão as armas mais improváveis num combate corpo a corpo! 

Além dos citados, existe um par de irmãs que não sendo más são efectivamente excêntricas, se bem que a Phoebe tenda mais para o genial e me tenha encantado com os seus apanágios singulares. Há também um cão, ou deverei dizer O Cão, que protagonizar situações hilariantes e será capaz de dar a volta à acção e, ainda, um treinador frágil como uma pena que não acerta uma em mil quando é necessário. Um grupo bastante sui generis, por assim dizer, o que só contribui para enriquecer ainda mais o texto. 

As temáticas abordadas são relativamente comuns a este tipo de leitura mas ainda assim conseguem captar a atenção do leitor, que desejará seguir de perto esta epopeia em torno de uma promessa de casamento. Desta feita, temos uma paixão proibida e negada até ao limite das forças dos seus intervenientes, muitas divergências familiares de ambas as partes, com pequenos traumas a tomarem proporções que perduram até à idade adulta, e, ainda, questões relacionadas com heranças e deveres. De todos os assuntos tratados, confesso que gostei particularmente de tudo o que girou em torno da emancipação feminina e da forma como Clio procurou a sua independência. 

Para terminar, gostei da forma como a sociedade foi dada a ver, com as peculiaridades da época evidentes e as suas lacunas gritantes, bem como do cenário em que se desenvolve a maior parte da acção – um castelo – a remeter para o contexto do fairy tale que tanto me agrada. 
Em suma, um livro que não desilude e que vai ao encontro do que procurava, algo leve, divertido e romântico, capaz de me entreter e fazer suspirar pelos seus intervenientes. 

Esta é uma aposta de sucesso da Topseller que eu recomendo sem restrições aos fãs do género que, felizmente, podem contar com um novo livro da autora já disponível no mercado nacional – A Prometida do Capitão – o último da trilogia Castles Ever After. Uma escolha assertiva, efectivamente. 

Da mesma trilogia: 
Romance com o DuqueOpinião


Título: A Noiva do Marquês
Autora: Tessa Dare
Género: Romance de Época
Editora: Topseller


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016


Uma história deliciosa, idealizada para fazer o seu leitor sorrir. 
Curiosos?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Título: Os 100
Autor: Kass Morgan
N.º Páginas: 288
PVP: 16.99 €
ISBN: 9789898491992

Sinopse:
Há muito tempo, a superfície da Terra foi arrasada por uma guerra nuclear. Os poucos sortudos que conseguiram sobreviver refugiaram-se a bordo da Colónia, uma estação espacial que orbita o planeta.
Cem anos após ter sido a salvação da Humanidade, a Colónia está em perigo. Os aparelhos que garantem a renovação do oxigénio na estação espacial estão a falhar, e não há como os substituir. A última esperança da Humanidade reside em 100 jovens selecionados entre criminosos, para regressar à superfície da Terra e descobrir se o planeta pode de novo ser habitado.
Depois de tanto tempo, estes serão os primeiros humanos a pisar a Terra. Mas estarão na verdade sozinhos? Terão todos os seres vivos perecido durante o longo inverno nuclear, ou será que algo se esconde nas sombras das grandes florestas que agora cobrem toda a Terra?

Leia um excertoAQUI

Sobre a autora:
Kass Morgan é licenciada pela Universidade de Brown, nos Estados Unidos, e tem um mestrado pela Universidade de Oxford. Trabalha como editora e vive em Nova Iorque. O seu bestseller Os 100 foi adaptado a série de televisão.
Pode segui-la no Twitter em @kassmorganbooks. Descubra mais sobre Os 100 em the100series.com

Saiba mais em: Topseller


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Ninguém disse que este ano ia ser fácil no que a leituras diz respeito e eu já sabia que as coisas por aqui seriam sempre devagar… devagarinho!
Ainda assim, é mais forte que eu, não resisto ao desafio do Goodreads, um velho companheiro das histórias desta vossa leitora. Este ano, 2016, seleccionei o objectivo mais pequeno de sempre e já estou atrasada, mas acredito que haverá oportunidades para recuperar.


 
   

     
       
    
Podem acompanhar o meu pregresso neste desafio ao longo do ano na coluna do lado direito do blogue. ^-^
E vocês, tecem anualmente objectivos literários?

Boas leituras

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Olá queridos leitores!
Existe melhor maneira de animar alguém do que oferecendo um livro? Eu creio que não e hoje venho fazer isso mesmo, anunciando o vencedor de um passatempo que contou com o maravilhoso apoio da Objectiva, uma chancela do Grupo Editorial Penguin Random House.


Para sorteio estava disponível um exemplar do livro Segredos de Judite Sousa.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

67* André Silva, Paredes

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Objectiva  por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.


Boas leituras*

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Título: Fala-me de Um Dia Perfeito
Autor: Jennifer Niven
N.º Páginas: 384
PVP: 15.90 €
ISBN: 9789898775788

Sinopse:
Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.

Sobre a autora:
Jennifer Niven, autora norte-americana, divide o seu tempo entre Atlanta e Los Angeles. O seu primeiro livro, The Ice Master, foi lançado em 2000 e foi apontado como um dos 10 melhores livros de não ficção do ano pela publicação Entertainment Weekly. Desde então, Jennifer nunca mais deixou de escrever: já publicou oito títulos e está a trabalhar no nono livro. Quando não está a escrever estuda dança do ventre, Ioga e guitarra elétrica.




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Sinopse: 
Holly Stykes foge de casa dos pais para viver com o namorado. Embora pareça uma típica adolescente inglesa, é propensa a fenómenos paranormais. Durante a fuga, conhece uma mulher estranha que a alicia com um gesto amável em troca de asilo. Décadas depois, Holly compreende por fim que espécie de asilo a mulher procurava…
Este é um thriller empolgante de David Mitchell, aclamado autor de Atlas das Nuvens que acompanha a vida atribulada de Holly numa série de eventos. Estes cruzam-se por vezes de maneira indizível, pondo-a no centro de uma perigosa jogada nas margens do mundo e da realidade.
Dos Alpes suíços da Idade Média ao interior australiano do século XIX, culminando num futuro próximo distópico, As Horas Invisíveis é um romance caleidoscópico que nos oferece uma alegoria do nosso tempo. 

Instintivamente, mesmo antes de saber o que tratava, tive a certeza que iria adorar este livro… e adorei. Mais que uma simples história, esta é uma viagem plena idealizada para hipnotizar o leitor, horrorizá-lo e encantá-lo com os seus lugares-comuns e, mais ainda, com a extraordinária realidade oferecida. 

Difícil de comentar, complexo a variados níveis e com um linha temporal extensa que permite incontáveis abordagens e a exploração de diversas temáticas, As Horas Invisíveis é o típico romance que nos transporta muito além da jornada da personagem principal, abrangendo todo o universo onde se desenrola a acção e com uma linha contínua de desenvolvimento que, por vezes, se desconecta propositadamente para voltar a fazer sentido nos momentos mais inesperados, nas múltiplas conclusões que tem guardadas para o seu leitor. 

Com a cronologia apresentada como parte integrante do enredo, começamos por seguir a adolescente Holly no ano de 1984, momento temporal em que nos revela situações relativamente banais para uma vida normal naquela época mas que, pontualmente, são envolvidas por uma estranheza que esmiuça a curiosidade de quem lê. Da aproximação viragem do século em 1991 às mil e uma possibilidades que se vão adivinhando, este grande livro em todos os sentidos vai envolvendo e abrindo novas janelas de visão ao leitor, 2004, 2015 e 2025 são, desta feita, interlúdios e cernes de uma obra constituída por várias existências, umas passageiras outras intemporais, até que finalmente nos seja mostrado o ponto final, em 2043, num provável fim do mundo como o conhecemos hoje. 
Bem sei que ficaram na mesma com o parágrafo anterior mas eu acho que esta história e o percurso inteligente da sua construção, logo de início, são uma verdadeira “bomba spoiler”. pelo que qualquer dado que eu vos faculte irá estragar a surpresa do sentido imenso que encontrarão em todas as páginas quando alcançarem a sua conclusão. Assim, e muito sumariamente, este é um texto onde várias vidas se interligam, quase sempre sem acaso, como peões de um jogo maior entre almas imortais, como armas de uma guerra secular que encontrará o seu final no princípio do novo milénio. 

Quanto a personagens, esta é das raras vezes em que a sua caracterização me parece quase irrelevante, como se o seu corpo ou personalidade fossem meros adereços do que representam, daquilo que dão a ver do mundo ou do questionamento que proporcionam em relação à humanidade. Além disso são muitas – Hugo Lamp, Crispin Hershey ou mesmo Ed Brubeck – e cada uma delas teve bastante espaço e relevância no texto, ainda que não deixem de ser passageiras, chegando de repente, marcando o seu papel e, na maioria das vezes, afastando-se com o ritmo imutável da vida. 
Contudo, Holly é uma presença efectiva ao longo de toda a obra e merece que a retracte, que vos diga o quão rebelde e tonta se mostra na adolescência, o quão consciente de si se tornou com o passar dos anos e com os traumas e como envelheceu, sabia e sofrida, com mais conhecimento da realidade imaginada do que qualquer ser humano poderia ousar. Holly é sensível e a sua sensibilidade levou-a por caminhos apenas fantasiados. De todos, foi dela quem mais dificuldade tive em despedir-me quando terminei a minha leitura. 

Como eventualmente pode ter ficado claro, este é um livro de fantasia e a parte surreal do texto diz respeito a uma guerra longa entre Anacoretas e Horologistas. Adorava, juro que sim, contar-vos o que cada uma destas facções representa e de que forma influenciam este livro, mas isso é algo que descobrirão já perto do final, algo que vos-é alheio durante grande parte do folhear e que, por isso, não posso partilhar por aqui. 

No entanto, creio que posso divagar um pouco sobre a forma como o texto está estruturado, algo que o distingue de outros títulos. Para lá das datas que referi anteriormente e que dividem o livro em várias partes, adorei o facto de na sua maioria estas serem dedicadas a diferentes personagens que, de forma bem conseguida, acabam sempre por cruzar o seu caminho com a protagonista. Este facto, para além de dar ver outras perspectivas, conferiu uma grande profundidade à obra e uma noção da palavra tempo que se foi entranhando. 
Eu senti cada parte do livro ao ritmo e na temporalidade em que era apresentada e quando, para o final, momentos/capítulos anteriores eram referidos, eu senti-os como fazendo parte do meu passado também. Isto é confuso? Talvez seja, mas eu perdi-me e fascinei-me com as pistas do passado, achei o presente veloz e fugaz, frontal de uma forma crua, e assustei-me, verdadeiramente, com o horror distópico de um futuro onde, com a guerra, veio a anarquia. 

Concluindo – não sei ao certo o quê, com esta opinião confusa –; este é um livro de fantasia, com muitas personagens relevantes para o leitor mas irrelevantes perante a enormidade do que é revelado. Este é um livro que escortina a sociedade e as suas alterações sociais ao longo do tempo, mostrando estigmas, focando questões proeminentes em diversos momentos ou que se julgam vir a ser relevantes num futuro próximo. Enquanto isto, o leitor pode encontrar fenómenos juntamente com o fantástico mas nunca perde o norte à credibilidade do que lhe é apresentado o que, no final, o deixará a pensar e inquieto com a consciência de tudo o que ainda estará para vir. 

Sinceramente, gostei mesmo desta aposta Editorial Presença, é das que gostava de reler pois acredito que uma segunda leitura lhe dará ainda mais consistência. Igualmente, fiquei muito curiosa para ler outro livro de David Mitchell, Atlas das Núvens em particular, pois para lá de a sua escrita ser fenomenal, com alguns apontamentos brilhantes, a sua imaginação não desilude – esta narrativa foi vencedora World Fantasy Novel Award 2015.

Título: As Horas Invisíveis
Autor: David Mitchell
Género: Fantasia; Thriller; Romance
Editora: Editorial Presença

Para comprar o livro As Horas Invisíveis, clique aqui.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Quando a Editorial Presença me propôs esta sugestão de leitura/passatempo eu nem queria acreditar – queridos leitores, fiquei muito feliz! O primeiro título da trilogia Red Rising foi uma das minhas leituras favoritas do ano que passou e poder continuar esta história e oferecer-vos oportunidade de a ler também é de loucos! 


Assim, está disponível para sorteio um exemplar do livro O Filho Dourado de Pierce Brown, título que foi considerado a melhor ficção científica, pelo Goodreads, em 2015! 

Para se habilitarem a este exemplar, terão unicamente de responder às fáceis questões abaixo colocadas, ter atenção as regras de participação e ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
A partilha do link nas redes sociais não é obrigatória, mas fico grata se o fizerem.

Descubram a sua resposta aqui no Blogue ou em Editorial Presença.

Boas leituras*

Para mais informações sobre o livro O Filho Dourado, clique aqui.


Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 28 de Fevereiro de 2016 (domingo).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
4. Ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
5. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
6. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
7. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
8. Boa Sorte!


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

«MELHOR LIVRO DE FICÇÃO CIENTÍFICA DE 2015» – GOODREADS

Título: O Filho DouradoAlvorada Vermelha 2
Autor: Pierce Brown
N.º Páginas: 480
Título Original: Golden Son
Tradução: Miguel Romeira
PVP: 19.95 €
ISBN: 9789722357654
Coleção: Via Láctea Nº 131

Sinopse:
Nascido Vermelho, Darrow trabalhava nas minas de Marte, suportando a dureza do trabalho enquanto sonhava com um mundo mais justo, uma sociedade livre da intriga e dos jogos de poder. Os Dourados, que escravizam e oprimem os restantes, só podem ser derrotados por uma rebelião das castas. Mas para que tal aconteça foi necessário que Darrow se tornasse num Dourado e, uma vez infiltrado, promovesse a revolta. Neste tão esperado segundo volume da trilogia Alvorada Vermelha, Darrow, agora um Dourado, vê-se confrontado com novos desafios. O seu sucesso atrai inimigos terríveis que usam a intriga e a política como arma. Porém, Darrow está determinado a defender o amor e a justiça, ideais seguidos por Eo, apesar de se saber rodeado por adversários sem escrúpulos que pretendem eliminá-lo.

Bestseller do New York Times
Segundo livro da trilogia Red Rising
4.7 estrelas na amazon.com
4.5 estrelas no Goodreads
Direitos cinematográficos adquiridos pela Universal Pictures
O primeiro livro da trilogia, Alvorada Vermelha, será adaptado para o cinema por Marc Forster

«Empolgante. Tanto o autor como a personagem principal elevam a fasquia emocional.» - Entertainment Weekly
«Absorvente. É inevitável comparar com Os Jogos da Fome e A Guerra dos Tronos.» - Kirkus Reviews 
«Pierce Brown escreveu uma obra literária única e inesquecível.» - The Huffington Post

Alvorada VermelhaOpinião

Sobre o autor:
Pierce Brown é um jovem escritor norte-americano formado em Economia e Ciências Políticas. O Filho Dourado, o segundo livro da trilogia Alvorada Vermelha, foi considerado pelo Goodreads o melhor livro de 2015 na categoria de Ficção Científica e encontra-se entre os mais vendidos do New York Times. Os direitos de Alvorada Vermelha foram vendidos para mais de vinte países e o primeiro volume da trilogia será adaptado ao cinema.

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Olá queridos leitores! 
Finalmente trago-vos o tão aguardado resultado que, em parceria com a Planeta Manuscrito, vos oferece uma história muito romântica. 



Para sorteio estava disponível um exemplar do título Quando as Estrelas Caem das autoras Amie Kaufman & Meagan Spooner, uma narrativa distópica, inspirada no Titanic e que fará as delícias dos fãs de ficção científica.

Gostaria, como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

47* Sandra Machadinho, Sacavém

Os meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à  Planeta Manuscrito por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.


Boas leituras*

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Sinopse: 
É uma noite igual às outras a bordo da Ícaro, os passageiros divertem-se. Tarver convida Lilac para ver as estrelas.   
Então, a catástrofe abate-se sobre a enorme nave de luxo: de súbito é puxada para fora do hiperespaço e despenha-se no planeta mais próximo. Lilac Laroux e Tarver Merendsen sobrevivem. E estão sozinhos.  
Lilac é a filha do homem mais rico do universo. Tarver é de origens humildes, um jovem herói de guerra que aprendeu há muito tempo que as jovens como Lilac só dão grandes problemas.  
Mas sozinhos têm de confiar um no outro e trabalhar juntos, encetando uma jornada tortuosa pelo misterioso e lúgubre planeta para procurar ajuda.   
Enquanto lutam para salvar as vidas no meio do enigmático planeta descobrem que, apesar das diferenças, as estrelas começam a iluminar os seus corações com a luz do amor. 

No dia que comercialmente aparenta ser o mais romântico do ano não resisto a voltar às opiniões com aquela que, certamente, foi uma das histórias de amor mais bonitas que li nos últimos tempos. 
Quando as Estrelas Caem é, como promete, uma narrativa que brilha nas suas singularidades e na sua fonte de inspiração, uma narrativa que se constrói com base nas duas existências que lhe dão vida e que, desde o primeiro olhar, contra todas as probabilidades, só podem estar destinadas a ficar juntas para sempre. 

Tendo como pilar a intemporal tragédia do Titanic, Lilac e Tarver conhecem-se a bordo da gigante Ícaro, uma nave espacial cruzeiro que leva os seus passageiros através do hiperespaço tridimensional numa viagem que promete ser de sonho. No entanto, as diferenças sociais entre ambos depressa destroem a ilusão que as estrelas pareciam criar em torno destes jovens que, dramaticamente, terão de unir-se no momento em que salvar as suas vidas passa a ser a única prioridade. 
Isolados, num planeta desconhecido e sem saber como contactar a civilização, este enredo leva-nos a conhecer profundamente este casal receoso que, enquanto combate a atracção entre si, vai explorando os limites da própria sobrevivência e aprendendo a lidar com o outro lado de uma realidade de que foi ensinado a afastar-se. 

Previsivelmente, no que respeita a personagens, está presente o cliché obrigatório de uma obra que se anuncia como “o Titanic distópico” – menina rica e rapaz pobre –, ainda assim, a forma como posteriormente ao desastre épico os intervenientes se desenvolvem é, na minha opinião, bastante mais agradável que o trágico romance cinematográfico. 
Lilac Laroux, a Menina Laroux, tem um início irritante pela sua postura formatada, mimada e demasiado inocente, mas a sua quebra, choque, face a situação em que se encontra está bem construída e permite que esta se revele de forma bastante atractiva, cativando pelo seu espírito temerário. Tarver Merendsen, herói de guerra e com alguns traumas relacionados com afectos, é o tipo de protagonista por quem a empatia é imediata desde o primeiro momento da trama, algo que se prolonga enquanto este se desafia, não apenas junto desta jovem difícil, mas também num ambiente mais hostil do que poderia imaginar e com situações que ultrapassarão a realidade. 
Em suma, a relação de ambos vai evoluindo e o romance é um dado adquirido, mas os seus contornos e amadurecimento são verdadeiramente bonitos e conseguiram conquistar-me. 

Embora esta seja uma história muito centrada nos seus protagonistas e no romance entre eles, vocês sabem que eu aprecio um enredo rico em pormenores e a construção de cenários peculiares, o que nesta obra me surpreendeu positivamente. 
Apesar de o livro começar numa nave-espacial, o que desde logo faz os meus olhos brilhar, é no planeta desconhecido onde Lilac e Tarver aterram de emergência que tudo se adensa e esse planeta, misterioso, tem qualquer coisa de entusiasmante. É como se tivesse vida própria, como se tudo o que o aproxima de algo habitável fosse posto em causa por uma faceta selvagem e irracional que, mais tarde, contribui sumariamente para as reviravoltas e enigmas que vão surgindo na jornada destes jovens – creio que as autoras fizeram um excelente trabalho de suspense nesta área. 

Igualmente, ainda que Titanic não me diga muito, consigo compreender a mística em torno do seu desastre e, também aqui, existiu o cuidado de criar um ambiente permanente quase fantasmagórico (pós-desastre). com a Ícaro, com a consciência e impacto da catástrofe em torno de si a permanecerem até ao final – mesmo quando o texto se afasta do acontecimento e se encaminhar para algo maior. Depois, as implicações de tudo isto na relação dos intervenientes e na sua sanidade é algo que me fascinou ( não posso dizer-vos muito por causa de spoilers), mas creiam que a loucura e desespero andam de mãos dadas com as emoções à flor-da-pele que o par irá sentir  o que, para lá de inesperado, foi algo a que gostei verdadeiramente de assistir e que me prendeu até à última página. 

Para lá de tudo o que citei, esperem também algum surrealismo, quase extraordinário mas transformado em ficção científica, assim como uma boa apresentação da história, com as autoras Amie Kaufman e Megan Spooner a intercalar os capítulos na visão de ambos os protagonistas e a fazer introduções capitulares pertinentes e curiosas que nos levam a desejar ler sempre um pouco mais – se tivesse tempo, tinha lido este livro em dois dias, aliás, eu li-o praticamente nesse tempo e deixei apenas as últimas páginas para ontem para escrever esta opinião. Boas descrições em geral, um bom desenvolvimento psicológico dos intervenientes e uma componente misteriosa que permite entretenimento de alto nível são, desta feita, pontos fortes de um livro que não deve ser avaliado pela sua capa e que, quase que aposto, conquistará a maioria dos que experimentarem as suas páginas. 

Se gostei? Muito mesmo! Uma aposta Planeta Manuscrito que me marcou de alguma forma e que não me canso de recomendar a quem gosta de romances e ficção científica, pois consegue aliar o melhor dos dois géneros e, ainda, chegar a um publico mais diversificado. 

Título: Quando as Estrelas Caem
Autoras: Amie Kaufman & Megan Spooner
Género: Ficção Científica
Editora: Planeta Manuscrito




sábado, 13 de fevereiro de 2016

Queridos leitores, 
Talvez eu não tenha sido muito clara quando, nas publicações de Natal e Ano Novo, vos disse que a minha disponibilidade para o blogue já não era constante como outrora, mas a verdade é que não é e não creio que vá voltar a ser. Assim, embora haja períodos em que poderei postar um pouco mais, a instabilidade das publicações será regra em vez da excepção. 
Quem me segue maioritariamente pelo Facebook não sente tanto a diferença, pois faço agendamentos diários (uma vez por semana) que me permitem manter a página de As Histórias de Elphaba activa, mas aqui, em que o sumo se concentra nas opiniões e passatempos, em que as publicações que exigem tempo e dedicação, a questão é mais complexa de contornar. Desta feita, a todos os que diariamente me enviam emails, mensagens e comentários a questionar sobre resultados ou opiniões, peço-vos um pouco de paciência, porque faço o que posso desde que isso não afecte a minha vida pessoal. 



Espero trazer-vos novidades em breve...

Boas leituras*

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Uma história diferente baseada em animais que podem comunicar com os seres humanos e, de um rapaz com o poder de comandar os corvos e de aceder a um mundo mágico.

Título: FERALS – O Rapaz que Falava com os Corvos
Autor: Jacob Grey
N.º Páginas: 256
PVP: 16.95 €
ISBN: 9789896576820

Sinopse:
A narrativa é colmatada com uma atmosfera portentosa e a descoberta do jovem herói Cau da sua habilidade como Feral.
Um Feral é alguém com capacidade de falar com animais, neste caso com os corvos.
A história passa-se em Blackstone que foi, em tempos, uma próspera metrópole. Mas tudo se desfez com a chegada do Verão Negro – uma vaga de crimes e violência que assolou a cidade oito anos antes, orquestrada pelo temível Tecedor.
Cau tem o poder de comandar os corvos e irá descobrir que para a vida voltar ao normal, terá de utilizar as suas capacidades de Feral para derrotar o Tecedor.

Os direitos para cinema foram comprados pela Fox.
A consciencialização de gostar e tratar bem os animais ganhou impacto nos últimos anos e este livro segue esta tendência, através de uma narrativa muito bem imaginada e de heróis corajosos.

Sobre o autor:
Pouco se sabe sobre o misterioso Jacob Grey. Dizem que vive numa grande cidade nos EUA, onde vagueia pelas ruas à noite sonhando com as suas histórias obscuras.
Nutre um profundo amor pelos animais e até conversa com os corvos… embora ninguém saiba se percebe as suas respostas.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito



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