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A Elphaba...

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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Sinopse:
Anya Keating adora seu trabalho como assistente de Macdara Fitzgerald, dono da deslumbrante propriedade Lismore e dos seus cavalos de corrida. Macdara é um patrão indulgente e generoso e Anya tem muito carinho por ele. Mas quando Macdara a pede precipitadamente em casamento, a amizade de ambos - e a posição dela - fica ameaçada, e Anya sente-se dividida entre a sua lealdade para com Macdara e os seus sentimentos pelo neto dele, Fergal, o belo treinador de cavalos. Eis que aparece Orla Fitzgerald, neta distante de Macdara. Orla pode ter deixado Lismore em criança, mas voltou uma mulher sofisticada e bonita. Tão bonita, de facto, que a maioria dos homens ficam encantados por ela - e Anya vê com crescente apreensão enquanto Orla tecer a sua magia em redor de Fergal. No entanto, Orla pode não ser a rapariga de olhos azuis que os outros julgam. Há mistérios sombrios na vida da propriedade. O passado de Orla contém uma tragédia, e ela está determinada a reivindicar o seu direito de primogenitura, independentemente de quem se atravessar no seu caminho.

Se olharmos com leviandade para a capa de um livro de Tara Moore estamos longe, muito longe, de adivinhar a complexidade da história que se encontra descrita nas suas páginas, páginas repletas de drama, emoção e mistérios, onde a intriga e o crime passional, envolvidos em suspense, fazem de A Rapariga de Olhos Azuis uma narrativa inteligente que nos mantém presos até ao seu final.

Para mim, que já tinha tido oportunidade de folhear esta autora, não foi novidade a intensidade imposta pela sua escrita ao seu enredo onde, com vozes variadas, mergulhei na excentricidade de um romance incomum e personagens carregadas de segredos capazes de me surpreender, uma e outra vez, pelas muitas reviravoltas que vão sofrendo até que lhes seja feita justiça.

Tendo como temática principal a família disfuncional, esta obra cria logo de início uma aura que pressagia o destino de todos os seus envolvidos que, de uma forma ou de outra, acabam por ter um laço estreito com as personagens centrais da acção enquanto reflectem o que de pior e melhor pode existir num ser humano semelhante e actual.
Rebuscando no passado os fundamentos para o presente, este livro absolutamente fabuloso leva-nos para uma Irlanda idílica onde uma jovem, Anya, acolhida por um criador já idoso de cavalos, Macdara, suspira de amores pelo seu neto, Fergal. Mas aquilo que está a dominar a vida dos habitantes do rancho Lismore é muito mais do que os amores e desamores das vidas que aí se desenrolam, em Lismore reinam os equívocos, a ganância e a incerteza de um futuro, até que Orla, a neta perdida Macdara, agora mulher, aparece para dar resposta aos dilemas do seu avô desejoso de se aposentar… ou será que existirá algo mais por detrás dos seus inocentes olhos azuis?

Quem leu Solstício de Verão, o anterior romance desta autora publicado pela Quinta Essência, sabe que a fórmula para o sucesso de Tara passa pela forma como trabalha as suas personagens, ora repletas de altruísmo, credulidade e amor, ora deliciosamente retorcidas, que não conseguimos deixar de admirar - mais uma vez isso não foi excepção.
Todos temos os nossos fantasmas, que o diga Anya com seu passado traumatizante ao lado da pior de todas as mães, que o diga Macdara que perdeu a sua amada esposa de forma impensável. Presentemente, no entanto, a vida foi generosa com ambos e, apesar de todas as reticências, sabem que foram afortunados pelos laços de amizade que os unem. São dois protagonistas muito diferentes e de personalidades bastante vincadas.
Orla e JC, por outro, são dois estranhos quando os conhecemos mas que depressa se vão enredando na vida das restantes personagens, deixando-nos suspensos nas suas acções e atitudes, que depressa descobrimos serem apenas para proveito próprio.
Como estes intervenientes, muitos mais são aqueles que preenchem esta narrativa e vão dando sentido à composição do puzzle em que esta se torna, são um todo de existências palpáveis e curiosas que, para o bem e para o mal, arrebatam o leitor.

Embora goste muito das personagens desta história, confesso que não senti uma ligação particular com qualquer uma delas mas sim com o todo e as questões que vão ser abordadas, pertinentes, que permitem algumas reflexões.
Como citei anteriormente, a família com o seu peso e influência em cada um de nós é um dos temas centrais do livro e, neste caso em particular, são várias as abordagens que encontramos - da pobreza à riqueza, fica claro que em ambos os casos pode existir dramas e problemas provenientes de naturezas diversificadas. É igualmente interessante tudo o que se encontra relacionado com drogas, algo que está presente de forma constante, bem como o que diz respeito a animais, em particular os cavalos que têm um lugar especial no texto.

As questões emocionais são, no entanto, aquelas que merecem maior atenção e, neste caso, nem só os laços familiares estão em vogue. As relações afectivas foram, portanto, o factor que revelou maiores surpresas para mim, na medida em que se desenvolveram inesperadamente em alguns casos acabando por conferir mais intensidade a esta história onde a ganância, o ódio e o amor terminam em crimes passionais impensáveis.


Assim, este é um livro maravilhoso que eu adorei ler e recomendo a todos aqueles que procurem um romance bastante diferente do habitual e cheio de predicados, onde a paixão se mistura com a loucura e a maldade está um passo à frente da previsão do leitor.

Tara Moore tem uma escrita muito acessível que nos permite entrar, na perfeição, na mente de todos os seus intervenientes. Muito inteligente, ela sabe criar um ambiente sombrio que se vai tornando claro, revelador, ao ritmo certo preparando, efectivamente, um grande final para todos os que conquistaram a nossa empatia.
As suas descrições são díspares, dividindo-se entre o detalhe e os momentos de grande acção e diálogo, certo é que nada é deixado ao acaso e o leitor tem a percepção plena tanto das mentes como dos cenários que vão sendo explorados. E por falar em cenários, estes não e resumem à Irlanda, pelo que o Dubai e a Argentina são também pontos de referência, onde há lugar para ambientes de luxo ou mais selvagens, dependendo do que está a acontecer.

Quanto a mim, não posso dizer que fui surpreendida porque já sabia o que esperar desta autora mas fiquei, isso sim, bastante satisfeita por ver concretizadas as minhas expectativas, pelo que espero que Tara continue a publicar para poder voltar a folhear mais uma das suas cativantes narrativas.

Esta é mais uma das muitas maravilhosas aposta Quinta Essência, que de olho no romance vai diversificando ligeiramente chegando, desta forma, a um número cada vez mais elevado de leitores. Recomendo.





Solstício de Verão (Opinião)


Título: A Rapariga de Olhos Azuis
Autora: Tara Moore
Género: Romance; Mistério



Com o maravilhoso apoio da Quinta Essência chegou ao fim o primeiro passatempo relativo ao aniversário do blogue.

Para sorteio encontravam-se dois exemplares do livro A Rapariga de Olhos Azuis da autora Tara Moore. Um romance incomum em que nada é o que parece.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.


Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*67 - Hélder (…) Marinho - Nick: Ica
*128 - Verónica (…) Silva - Nick: Veronica Silva

Os meus sinceros parabéns aos vencedores, espero que usufruam de uma excelente leitura.
E o meu muito obrigado à Quinta Essência por me oferecer a possibilidade de realizar este passatempo.

Boas leituras©
quinta-feira, 27 de junho de 2013

Para comemorar o 3.º aniversário do blogue, começa hoje um novo passatempo com o precioso apoio da Quinta Essência.

Para sorteio, estão disponíveis dois exemplares do título A Rapariga de Olhos Azuis de Tara Moore. Um romance fascinante.  

Para se habilitar um exemplar, terá se ser obrigatoriamente seguidor do blogue, responder acertadamente à questão abaixo colocada e ter em atenção as regras de participação.

Descubra a sua resposta aqui no Blogue ou em Quinta Essência.


Boas leituras©

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 12 de Julho de 2013 (sexta-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!

segunda-feira, 3 de junho de 2013
Ela não é o que parece…

Título: A Rapariga de Olhos Azuis
Autora: Tara Moore
N.º Páginas: 392
PVP: 15,50 €
ISBN: 9789897260650
Adquirir – AQUI

Sinopse:
Anya Keating adora seu trabalho como assistente de Macdara Fitzgerald, dono da deslumbrante propriedade Lismore e dos seus cavalos de corrida. Macdara é um patrão indulgente e generoso e Anya tem muito carinho por ele. Mas quando Macdara a pede precipitadamente em casamento, a amizade de ambos - e a posição dela - fica ameaçada, e Anya sente-se dividida entre a sua lealdade para com Macdara e os seus sentimentos pelo neto dele, Fergal, o belo treinador de cavalos. Eis que aparece Orla Fitzgerald, neta distante de Macdara. Orla pode ter deixado Lismore em criança, mas voltou uma mulher sofisticada e bonita. Tão bonita, de facto, que a maioria dos homens ficam encantados por ela - e Anya vê com crescente apreensão enquanto Orla tecer a sua magia em redor de Fergal. No entanto, Orla pode não ser a rapariga de olhos azuis que os outros julgam. Há mistérios sombrios na vida da propriedade. O passado de Orla contém uma tragédia, e ela está determinada a reivindicar o seu direito de primogenitura, independentemente de quem se atravessar no seu caminho.

A Rapariga de Olhos Azuis é um intenso e fascinante drama familiar que conta a história de uma família dilacerada por segredos.

Da Mesma Autora
«Uma complexa história de vingança, enganos, equívocos, mentiras e maldade. Poeticamente narrada, com fortes personagens inesquecíveis, é uma viagem que nos leva da Austrália e da Argentina aos pastos mais verdes da Irlanda rural.» - www.thisiskent.co.uk

«Um romance fascinante, mas insolente, com o seu quinhão de drama.» - Woman Magazine

«A história sexy e deliciosamente sombria de um ódio destruidor... Glamour, romance, intriga e homicídios…» - Lancashire Evening Post

Sobre a autora:
Nascida numa família de seis filhos, Tara Moore viu a luz do dia em Kildare, na Irlanda, mas passou a sua juventude no Médio Oriente. Sempre nutriu uma paixão pela escrita, mas isso foi inicialmente eclipsado pela sua paixão pela música, dança e namorados pouco indicados. Agora vive na bela cidade portuária de Ramsgate, em Inglaterra, com os dois filhos e o «amor da sua vida», o Dr. David Moore.

Saiba mais em: Quinta Essência

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Sinopse:
Quando Ashling Morrison fica noiva do amor da sua vida, Rossa Granville, põe em movimento uma cadeia de acontecimentos que farão duas famílias irlandesas ricas e poderosas chocar como nunca antes.
Ashling: Apesar de sua educação privilegiada, Ashling Morrison passou a vida a desejar poder fugir da sombra da sua bela carismática e madrasta, Coppelia. Agora, na véspera da sua festa de noivado, pode finalmente conseguir realizar o seu maior desejo. Afinal, Rossa é o parceiro perfeito, e os Granville a família perfeita...
Honoria: Para Honoria Granville, o noivado do neto com Ashling Morrison representa o culminar de anos de esquemas, manipulações e logros. Mas agora a armadilha foi montada – e tudo o que ela tem de fazer é esperar pela presa... Carrick: como herdeiro do espólio Granville, Carrick tem-se esforçado para equilibrar as exigências do dever com a liberdade. Mas, quando Carrick percebe que está prestes a ser deserdado em favor do irmão, Rossa, decide agir... Coppelia: sensual, cruel e avarenta, Coppelia Morrison consegue sempre o que quer. Mas quando descobre que a enteada, Ashling, ficou noiva do neto da sua arqui-inimiga, sabe que tem de fazer tudo ao seu alcance para impedir o casamento...

Solstício de Verão é dos poucos romances que consegue suster a respiração de quem lê, aguçando-lhe a curiosidade, até um final totalmente surpreendente.
Envolvente, com uma boa dose de mistério e explorando ao máximo as relações familiares, esta é uma narrativa onde as suas personagens, magníficas, se vão revelando cadenciadamente até ao seu desenlace, acabando por produzir um impacto agradavelmente inesperado devido às muitas reviravoltas que surgem a partir de uma festa memorável que ficara também na lembrança do leitor.

Não querendo aprofundar a minha opinião sobre uma personagem em particular, porque muitas são aquelas com as quais rapidamente se cria empatia, bem como o oposto, mesmo que o seu papel seja secundário, esta obra satisfaz pela diversidade de personalidades exploradas e, com elas, múltiplas questões afectivas que envolvem duas famílias peculiares, Granville e Morrison.
A família Granville é rígida em valores mantidos a todo o custo pela sua matriarca, Honoria, que desde muito cedo se vê responsável pelos diversos netos deixados órfãos em tenra idade. A família Morrison, por seu lado, resumida mãe e filha, é disfuncional graças a Coppelia que vive nas colunas sociais contrastando com a sua filha, Ashling, que pretende um bom casamento, sucesso na carreira e a constituição família que nunca teve.
Dois sobrenomes diferentes acarretam aspirações normais até ao dia em que a vida de Ashling se entrelaça com a de Rossa, um dos netos de Honoria e, por detrás de um noivado, nasce uma teia intrincada que vem desenterrar um passado avassalador, inesquecível, que mudará a vida de todos aqueles que fazem parte desta história.

Das intrigas familiares à vingança, passando de paixões intensas a relacionamentos por interesse, este livro surpreende pelas constantes revelações que começam num baile, se desenvolvem num crime e terminam na actual Irlanda que sempre teve as respostas para todos os mistérios. Nada neste texto é deixado ao acaso, e os intervenientes desenvolvidos são algo extraordinário que referenciará a leitura que, após uma introdução leve, ganha um folgo arrebatador, apaixonante e emocionalmente forte. Tendo um crime como pano de fundo, assim como segredos e ambições imprevisíveis, não haverá nada que faça prever tudo o que está para acontecer ao longo das muitas páginas folheadas que prometem a melhor festa de solstício de sempre.

Com vários momentos chave, que culminam num final espectacular, esta é uma narrativa que com toda a certeza chegará a um público diversificado, em particular, àqueles que gostam de histórias de amor complexas e bem desenvolvidas que abordam profundamente questões sociais e afectivas.

Tara Moore tem uma escrita leve e simples, conseguindo criar empatia com quem lê que, sem se aperceber, ficará totalmente enredado nos aos muitos pormenores desenvolvidos.
As descrições são breves e, na sua maioria, dedicadas aos intervenientes que facilmente cativam revelando características peculiares que marcam a qualidade desta ficção. Os sentimentos, por vezes contraditórios, são totalmente transparentes e acredito, veramente, que muitos serão os leitores que passaram da nostálgica narração para a estupefacção perante o impacto que a autora consegue passar através das suas personagens.
O cuidado, a imaginação e, principalmente, a forma como Tara desenvolve o seu enredo são fenomenais e merecem a atenção dos adeptos de romance policial que encontrarão nestas linhas um refúgio intenso para longas e deliciosas horas de leitura.

No que me diz respeito, não estava nada à espera de gostar tanto deste livro que me conquistou uma enorme admiração.
Gostei de algumas personagens em particular, sendo os gémeos e a Honoria os que mais me chocaram, assim como causaram impacto, por serem tão diferentes daquilo que estou habituada a encontrar em romances. Fiquei satisfeita com o desenlace, do qual não estava nada a espera, e a forma como todos os membros da família se revelam, com momentos de maior ou menor protagonismo, foi muito positiva. Penso que este é um livro não só bem escrito, como também muito bem desenvolvido, em que todo o potencial do enredo foi explorado o que, confesso, é muito raro encontrar.
Tenho muita vontade de ler algo mais da autora e espero que volte a ser publicada em terras lusas brevemente.

Esta é mais uma boa aposta Quinta Essência que continua a deliciar todo o tipo de leitores de romances com as mais diversificadas histórias dentro deste género. Um livro que sugiro também a quem gosta de policiais, pois creio que encontrará nestas páginas diversos mistérios que lhe proporcionaram um bom momento entre páginas.  

Título: Solstício de Verão
Autora: Tara Moore
Género: Romance Policial

terça-feira, 10 de julho de 2012

Título: Solstício de Verão
Autora: Tara Moore
N.º Páginas: 440
PVP: 15,50 €
ISBN: 9789897260049

Sinopse:
O Baile do Solstício de Verão dos Granville é sempre inesquecível. Todas as pessoas importantes da sociedade irlandesa reúnem-se em Carrickcross House - a propriedade rural da família - para uma noite de folia. Mas este ano a noite é muito especial: a matriarca Honoria vai anunciar o noivado do seu neto Rossa com Ashling Morrison. Ashling está delirante. Alto, moreno e bonito, Rossa é o partido perfeito, mas será demasiado bom para ser verdade? Por que motivo está Honoria tão interessada em fazer Ashling - enteada da sua arqui-inimiga Coppelia - parte do clã Granville? Poderá Carrick, o irmão de Rossa, manter a sua posição como herdeiro legítimo? E o que fará a implacável Coppelia? Com a promessa de convidados distintos, bebidas, danças e assassínio... será um solstício de verão inesquecível!

«Uma intrincada saga familiar que se estende por várias gerações de uma abastada família irlandesa cujos segredos e feudos conduzem a um mistério explosivo. Um romance de ritmo rápido com reviravoltas surpreendentes que nos prende até ao fim.» - The Irish Post
«Uma fuga perfeita.» - Daily Mirror

Sobre a autora:
Tara Moore. Nascida numa família de seis filhos, Tara Moore viu a luz do dia em Kildare, na Irlanda, mas passou a sua juventude no Médio Oriente. Sempre nutriu uma paixão pela escrita, mas isso foi inicialmente eclipsado pela sua paixão pela música, dança e namorados pouco indicados. Agora vive na bela cidade portuária de Ramsgate, em Inglaterra, com os dois filhos e o «amor da sua vida», o Dr. David Moore.

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