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Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Chegou
a hora de anunciar mais um vencedor, que contou com o maravilhoso passatempo
ASA.
Para
sorteio encontrava-se um exemplar de O Teorema Katherine do maravilhoso John
Green, um autor YA contemporâneo que já conquistou uma legião de leitores.
Gostaria,
como sempre, de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o
vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.
Entre
as 267 participações, quem receberá este exemplar é:
210*
- Flávia Ferreira, Turquel
Os
meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E
o meu muito obrigado à ASA por me oferecer a possibilidade de realizar este
passatempo.
Boas
leituras*
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Não
imaginam o quanto estou feliz por ter a oportunidade de realizar este
passatempo de aniversário, com um dos autores que mais prazer me tem dado
descobrir.
Uma
vez mais, o meu muito obrigado à ASA pela colaboração, por nos proporcionar a
todos óptimas leituras.
É
isso mesmo, para sorteio está disponível um exemplar do título O Teorema
Katherine do grande, do fantástico John Green
Para
se habilitarem a este exemplar, terão unicamente de responder a uma questão e
serem seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
Descubra
a sua resposta aqui no Blogue.
Boas
leituras*
Regras
de participação:
1.
Passatempo válido até 23h59 do dia 30 de Julho de 2014 (quarta-feira).
2.
Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
4.
Ser seguidor do blogue e/ou fazer GOSTO na página do Facebook do blogue.
5.
O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por
e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
6.
Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras
serão automaticamente anuladas.
7.
A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no
correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
8.
Boa Sorte!
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Sinopse:
Dezanove foram as vezes que Colin se apaixonou.
Das dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine.
Não Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente
não Catherine, mas KATHERINE.
E das dezanove vezes, levou com os pés.
Desde que tinha idade suficiente para se sentir
atraído por uma rapariga, Colin, ex-menino prodígio, talvez génio matemático,
talvez não, doido por anagramas, saiu com dezanove Katherines. E todas o
deixaram. Então ele decide inventar um teorema que prevê o resultado de
qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se possível, ter o coração novamente
destroçado. Tudo isso no curso de um verão glorioso passado com o seu amigo
Hassan a descobrir novos lugares, pessoas estranhas de todas as idades e
raparigas especiais que têm a grande vantagem de não se chamarem Katherine.
Pobres de todos aqueles que nunca se apaixonaram,
diria eu automaticamente se alguém me questionasse sobre este tema. Pobres de
todos os que nunca sentiram borboletas no estômago, mãos suadas e o coração a
mil, os primeiros sintomas desta maravilhosa doença que nos tira o sono, o
apetite e a concentração e que, em troca, nos coloca o um sorriso no rosto, nos
torna audazes e nos faz acreditar que os astros têm uma palavra certeira a
dizer sobre um qualquer glorioso futuro ao lado da nossa alma gémea – ou não!
Com o brilhantismo e assertividade habituais, o mais
recente romance de John Green traduzido em terras lusas é mais um magnífico
tributo à complexa adolescência, onde imperam emoções fáceis, dúvidas
existenciais e o valor da amizade. É um romance que ao contrário dos
antecedentes publicados pela ASA, põe de parte um fatalismo enternecedor
focando-se, principalmente, em conotações humorísticas desiguais para fazer uma
crítica pertinente à imagem comum dos indivíduos numa das fases mais difíceis do
seu desenvolvimento.
Embora as histórias deste autor tenham, geralmente,
premissas simples acompanhadas temáticas pertinentes, está mais que comprovada
a inteligência de Green nas abordagens que escolhe para as suas personagens,
tornando cada texto incomum e especial para o seu público. O Teorema de
Katherine, An Abundance of Katherines no original, é a promessa de algo
diferente a partir do título, que dá ênfase às estranhezas do enredo que o
leitor irá encontrar.
Conhecemos Colin, o protagonista, completamente e
absolutamente destroçado após ter sido abandonado, pela décima nona vez, por
uma Katherine. Se é irreal o facto de, em tenra idade, este jovem já ter sido
deixando tantas vezes, mais surpreendente se torna este facto quando
constatamos que todas suas conquistas partilham o mesmo nome, algo que, em
momento algum, este prodígio pressagia fatídico – atracção fatal em modo génio,
creio.
Em suma, este petiz é das personagens mais
absurdamente deliciosas que eu conheci, como aliás a maior parte dos
intervenientes, e a sua evolução ao longo do texto coincide com o
desenvolvimento de um teorema raro, para não dizer mais, que este crê vir a torna-lo
conhecido. Ou seja, não lhe chega a sua capacidade de brincar com anagramas
como quem trauteia a tabuada do dois, a sua inteligência muito acima da média e
a racionalidade de um adulto de 60 anos acompanhados por uma integridade louvável,
Colin quer tornar-se alguém que marcará o mundo e está, durante a maior parte
da narrativa, disposto a agarrar-se ao busílis da sua dor para se transformar em algo único – é de chorar a rir.
Hassan, o salvador da pátria em modo obeso e muçulmano,
é a figura! Aliás, só podia ser extraordinário para se manter são e se
intitular de melhor amigo de alguém tão linear que tem dificuldade em
compreender a ironia. Juntos, Hassan e Colin, fazem uma viagem que aparenta ser
para salvar o prodígio desgosto mas que, na minha óptica, é provavelmente para
evitar a morte prematura de Hassan, viagem que resulta, claramente, na estrada
de tijolos amarelos para ambos.
As peripécias vão sucedendo em catadupa para estes jovens
e, no seu ponto de viragem, conhecemos Lindsey e a sua mãe, duas personagens surreais,
um grupo de amigos quase banal e a maioria dos habitantes de Gutshot – local onde
as personagens principais acabam por se cimentar e estabelecer temporariamente.
Neste cenário, os intervenientes acabam por se conjugar com diversos e
importantes acontecimentos em cadeia que, quando olhados de longe, se
entrelaçam na perfeição embora tendam, constantemente, a manter o sobrolho do
leitor anormalmente perto do couro cabeludo.
Se o leitor for fã de funções, matematicamente
falando – esta leitora arrepiou-se, deve ser o espírito de Pitágoras a rondar –
irá certamente deliciar-se com o teorema que Colin tenta elaborar para por fim
aos desastres amorosos, mas se não for achará igualmente imensa piada à forma
como esta temática se insere no texto. Gráficos e equações algébricas vão desta
feita pontuando o texto, assim como palavras estranhas, línguas diversas e as
melhores e mais pertinentes notas rodapé que tenho tido o prazer de ler como
complemento a uma história.
Porque, como citei anteriormente, existe uma crítica
latente ao longo do texto, o autor utiliza caricaturas para satirizar o melhor
e o pior dos jovens de hoje, começando pelo sedentarismo de Hassan e a ausência
de uma normalidade na infância de Colin que deveria ter sido proporcionada
pelos seus pais, passando por olhar para atento ao inverno da vida e terminando
com comportamentos recriminatórios de outras tantas personagens clichés de Gutshot,
como por exemplo bullying.
Em suma, este é um livro extremamente divertido,
ligeiramente sério e com apontamentos que o colocam num patamar à parte dos
seus pares. É um livro que tem romance, aventura e muita informação pertinente, o que lhe permite satisfazer leitores de várias idades.
Quem segue o blogue com regularidade já sabe a minha
opinião de John Green, ele é o autor contemporâneo que ficará na história pela
forma como chega facilmente a uma camada jovem e muitas vezes difícil de
conquistar, com palavras que entre lágrimas ou sorrisos os fará pensar além das
páginas.
Relativamente à sua escrita, neste título em
particular, os diálogos são hilariantes e proporcionam uma fluidez deliciosa à
leitura, algo que é complementado com comentários de Green na primeira pessoa em rodapé, o que não só o aproximam de quem lê do autor como esclarecem o impensável muitas
vezes espelhado no texto.
É, definitivamente, uma história diferente e que
tanto pode ficar na memória dos mais atentos como ser um bom momento para quem
procurava algo leve e descontraído para passar o tempo.
Eu gostei imenso, como ficou claro. Não vou dizer que
este é o melhor livro de Green – recentemente recordei o quão extraordinário é A Culpa é das Estrelas no cinema – mas não me desiludi porque este senhor é sempre bom no que
faz e nos pontos que pretende tocar quando escreve, e este livro não foi
excepção.
Espero agora, ansiosamente, por mais publicações
suas ou pela tradução de obras em que é co-autor, pois tudo o que vem de si é
sinónimo de prazer para mim. Sim, sou fã.
Esta é mais uma deliciosa aposta da ASA que me deu um
prazer imenso e que recomendo, obrigatoriamente, para os fãs de YA e como
sugestão para os restantes leitores que pretendam arriscar algo fora da sua
área de conforto.
Do mesmo autor, no blogue, pela ASA:
À Procura de Alaska (Opinião)
A Culpa é das Estrelas (Opinião)
Título: O Teorema de Katherine
Autor: John Green
Género: Romance; Young Adult; Road Trip
Editora: ASA
domingo, 1 de junho de 2014
O
primeiro amor (após 19 tentativas vãs)
Título:
O Teorema Katherine
Autor:
John Green
N.º
Páginas: 272
PVP:
14.90 €
ISBN:
9789892326337
Disponível
para compra – AQUI
Sinopse:
Dezanove
foram as vezes que Colin se apaixonou.
Das
dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine.
Não
Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente não Catherine, mas KATHERINE.
E
das dezanove vezes, levou com os pés.
Desde
que tinha idade suficiente para se sentir atraído por uma rapariga, Colin,
ex-menino prodígio, talvez génio matemático, talvez não, doido por anagramas,
saiu com dezanove Katherines. E todas o deixaram. Então ele decide inventar um
teorema que prevê o resultado de qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se
possível, ter o coração novamente destroçado. Tudo isso no curso de um verão
glorioso passado com o seu amigo Hassan a descobrir novos lugares, pessoas
estranhas de todas as idades e raparigas especiais que têm a grande vantagem de
não se chamarem Katherine.
Leia
um excerto – AQUI
À
Procura de Alaska (Opinião)
A
Culpa é das Estrelas (Opinião)
Sobre
o autor:
John
Green é autor de vários bestsellers do New York Times, e de entre os muitos
prémios que recebeu destacam-se o Printz Medal, um Printz Honor e o Edgar
Award. Foi por duas vezes finalista do LA Times Book Prize.
Saiba
mais em: Livros com Sentido – Facebook
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