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A Elphaba...

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Sinopse:
E se a única forma de salvar quem amas fosse sacrificar a tua própria vida?
Prestes a tornar-se Rainha, Wendy enfrenta uma escolha impossível. Para conseguir salvar o seu reino terá de se sacrificar a si própria. Conseguirá ela escapar ao destino? A vida de Wendy está prestes a mudar para sempre. Dentro de alguns dias, quando fizer 18 anos, vai casar-se com um homem que não ama e tornar-se rainha dos trylle. E parece inevitável entrar em guerra contra o próprio pai, o maléfico rei dos vittra. Wendy enfrenta a mais difícil escolha da sua vida. A única forma de salvar os trylle dos seus inimigos mortais é sacrificando-se a si própria e entregar-se como prémio ao pai. Mas como poderá ela abandonar as pessoas que ama, mesmo quando essa é a única maneira de as salvar? Como se tudo isto não bastasse, Loki, o vittra que ajudou Wendy a fugir do rei Oren, vem pedir-lhe asilo. O seu súbito aparecimento faz despertar novamente a paixão que os une. A sua vida amorosa complica-se ainda mais, pois Finn, o seu leal guarda-costas, não parece disposto a abrir mão dela. Nunca tanto esteve em jogo e Wendy, apaixonada por Finn e por Loki, vai ter de se decidir...

Adoro terminar uma trilogia e sentir que finalmente todas as peças de um puzzle, construído ao longo de centenas de páginas, se encaixam na perfeição revelando o verdadeiro valor da sua a história. Claro que nem sempre os finais são bem construídos, mas não é o caso. 
A trilogia Trylle, que de início me deixou reticente, mostrou ser uma grande aposta para os adeptos de fantasia YA, para jovens adultos, cumprindo todas as promessas e explorando todo o potencial das suas peculiares criaturas, trolls, que por detrás de uma figura quase tacanha escondem uma beleza encantatória, com uma historicidade apelativa e repleta de magia. Em Rainha percebemos, enfim, aquilo que começou a transparecer no livro anterior e todo o esplendor desta narrativa fantástica destapa, definitivamente, os merecidos louros que Amanda Hocking conquistou.

Se em Trocada me senti ludibriada por muitas possibilidades por explorar e imensas questões em aberto, recordo-me que quando terminei Dividida fiquei com a certeza de que tinha feito a escolha certa apostando nesta ficção diferente, que expõe numa raça que tinha aprendido a detestar - devido às muitas intrigas de corte, aos desamores complexos e aos riscos trazidos pelo aparecimento dos vittra, uma outra vertente dos trolls.
Embora não possa falar-vos das conclusões escolhidas por Amanda para o triângulo amoroso Wendy, Loki e Finn, e muito menos dizer-vos como ficou esta guerra que ameaçava divulgar as criaturas mágicas aos humanos, manks ou não, posso no entanto revelar-vos que estou muito contente com os caminhos escolhidos e com o amadurecimento geral de todos os intervenientes, ainda menores quando nos foram apresentados, agora soberanos de um segredo que deve ser guardado para todo o sempre.

Das muitas personagens que se rebelaram e, mais tarde, agradaram ou desiludiram, Wendy é quem mais se destaca pela figura de poder que acaba por representar. Para quem nada sabia deste universo e que, à mesma velocidade que o leitor, se vai enquadrando no lugar a que pertence, são perfeitamente aceitáveis as suas reticências e dilemas constantes, explosões emocionais ou gestos gelados, de quem acaba por conquistar mais responsabilidade do que deveria, algum dia, ambicionar.
Outra personagem que merece destaque é Loki, um vittra que se apresentou misterioso e que, quase até ao final, tente a revelar emoções dúbias. Ainda assim, para mim, ele é o típico cavaleiro que eu gostaria de apreciar na minha adolescência e creio que fará as delícias das jovens leitoras. Já Finn, por seu lado, sempre foi um interveniente que despertou em mim antipatia e embora, no final, este tenha finalmente despertado para uma realidade além do seu egocentrismo, julgo que o papel que lhe destinado, ainda que acertado, não foi merecido.

Para lá dos protagonistas do triângulo amoroso, personagens com Tove, os amigos do círculo íntimo de Wendy e Elora, desempenham funções cruciais e proporcionam momentos fascinantes, apelando a um lado mais sombrio da fantasia mas essencial para vencer o cliché das histórias de encantar. Pelo que o leitor deverá ter presente que em qualquer história existem perdas e ganhos, deverá ter presente que neste terceiro livro são quase tantos os que se conquistam como os que se perdem - como em qualquer texto que se esforce para que prevaleça o equilibro entre o bem e o mal.

Quem ousar arriscar terminar ou começar esta trilogia, poderá contar com muitas revelações no Reino dos Trylle, através dos cenários mágicos e das faculdades extraordinárias pontuam todas as páginas, entrelaçadas de forma criativa com a nossa realidade.
As batalhas e as disputas, sejam verbais, psicológicas ou físicas, continuam a ser uma constante e foram aquilo que mais me atraiu durante toda a leitura, em particular neste terceiro livro em que reinou a acção e a aventura, os riscos e, até, momentos de paixão - Amanda não se privou de transpor para uma ficção juvenil aquilo que qualquer jovem de 18 anos, repleto de hormonas, seria capaz de realizar.


Muitas surpresas são reveladas logo a partir das primeiras páginas, atendendo ao facto de acção se desenrolar no momento imediato em que Dividida terminou, e é importante para mim assegurar-vos que todas as questões anteriormente colocadas terão finalmente resposta no momento certo, ainda assim, confesso, que eu tenha sentido que os assuntos emocionais obrigaram a uma resolução demasiado rápida para quem se afeiçoar aos intervenientes e tenha vontade de descobrir um pouco mais.

Como citei em opiniões anteriores, a escrita de Amanda Hocking é extremamente agradável e apelativa, proporcionando uma leitura quase sôfrega, algo que alia a uma imaginação fértil com resultados bem conseguidos.
As suas descrições, embora breves, continuam a ser cuidadas em relação ao maravilhoso e, neste fim, consegui até a ligação com as personagens que tanto tinha procurado nos livros anteriores.

Em suma, um livro que sugiro a qualquer leitor de fantasia que procure algo leve para se entreter, com a certeza que a determinado momento acabará certamente por se admirar com o talento desta autora e com as suas singulares personagens.
Eu, pelo menos, gostei mesmo do resultado final da saga Trylle que se faz acompanhar, evidentemente, por uma capa maravilhosa tal como os seus antecedentes.

Esta é uma excelente aposta da ASA que está de parabéns pela diversificação, por oferecer a muitos leitores menos experientes a oportunidade de embarcar em mais um universo fantástico que os levará para além da imaginação.



Trocada (Opinião)
Dividida (Opinião)



Título: Rainha
Autora Amanda Hocking
Género: Fantasia; YA; Romance
Editora: ASA - Adquirir AQUI



sexta-feira, 14 de junho de 2013
E se a única forma de salvar quem amas fosse sacrificar a tua própria vida?

Título: Rainha
Autor: Amanda Hocking
N.º Páginas: 264
PVP: 14,90 €
ISBN: 9789892323305
Adquirir – AQUI
Disponível em eBook – AQUI

Sinopse:
Prestes a tornar-se Rainha, Wendy enfrenta uma escolha impossível. Para conseguir salvar o seu reino terá de se sacrificar a si própria. Conseguirá ela escapar ao destino? A vida de Wendy está prestes a mudar para sempre. Dentro de alguns dias, quando fizer 18 anos, vai casar-se com um homem que não ama e tornar-se rainha dos trylle. E parece inevitável entrar em guerra contra o próprio pai, o maléfico rei dos vittra. Wendy enfrenta a mais difícil escolha da sua vida. A única forma de salvar os trylle dos seus inimigos mortais é sacrificando-se a si própria e entregar-se como prémio ao pai. Mas como poderá ela abandonar as pessoas que ama, mesmo quando essa é a única maneira de as salvar? Como se tudo isto não bastasse, Loki, o vittra que ajudou Wendy a fugir do rei Oren, vem pedir-lhe asilo. O seu súbito aparecimento faz despertar novamente a paixão que os une. A sua vida amorosa complica-se ainda mais, pois Finn, o seu leal guarda-costas, não parece disposto a abrir mão dela. Nunca tanto esteve em jogo e Wendy, apaixonada por Finn e por Loki, vai ter de se decidir...

Livros I e II
Trilogia Trylle

Sobre a autora:
Nascida a 12 de Julho de 1984, Amanda Hocking vive em Austin, no estado de Minnesota. Começou a contar e a escrever histórias desde muito cedo, e aos 17 anos terminou o seu primeiro romance. Estudava, trabalhava, e nas horas livres continuava a escrever, desenfreadamente. Tentou vender os seus romances a mais de 50 editoras, mas sem sucesso. Um dia, a precisar de dinheiro, decidiu publicá-los em formato digital (e-book) e comercializá-los em sites como a Amazon. No primeiro dia vendeu cinco livros. No segundo, outros cinco. Hoje vende quase dez mil por dia... Com o sucesso online começou a loucura: vários dos maiores editores americanos fizeram-lhe ofertas milionárias. Acabou por assinar um contrato de sonho, ao vender a sua trilogia por dois milhões de dólares - e pouco tempo depois uma produtora cinematográfica adquiriu os direitos para cinema.

sábado, 19 de janeiro de 2013


Com o maravilhoso apoio da ASA chegou ao fim mais um passatempo no blogue.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro Dividida da autora Amanda Hocking
O segundo título da trilogia Trylle que nos abre as portas para um submundo fantástico.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*89Ema (…) FirminoAmadora

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente leitura.
Boas leituras©


Sinopse:
Quando Wendy fica a conhecer a terrível verdade sobre si própria - foi trocada à nascença - sente que o mundo à sua volta começa a desabar. A estranha adolescente, de negros cabelos, tenta fugir das evidências, tenta negar o facto de ser uma princesa Troll, dotada de poderes que não domina nem compreende.
Decidida a fugir, consegue escapar à vigilância de Finn, o seu belo, sombrio e inacessível guarda-costas. Mas o que a espera é talvez um destino mais terrível. Raptada pelos históricos inimigos dos trolls, ela cairá nas mãos dos Vittra. E aos poucos descobre que uma inesperada atracção por um príncipe do povo rival…
Dividida entre a lealdade e o amor, entre o dever e a paixão, Wendy sabe que terá de crescer para evitar uma guerra. Terá de aprender a dominar os seus poderes mágicos - e aceitar o seu destino.

Embora eu pertença ao grupo de leitores que ficou, de alguma forma, com sensação de que algo faltava ao início da trilogia Trylle – por considerar o seu imenso potencial pouco explorado –, sinto-me muito contente por ter sido vencida pela curiosidade e ter dado uma oportunidade a Dividida que, finalmente, permite antever na totalidade o verdadeiro talento da autora e os motivos do seu sucesso além-fronteiras.
Mais intrigas, mais informações sobre os peculiares trolls e muitas oportunidades para ver desenvolvido o núcleo principal de personagens, são os elementos chave para este protótipo de fantasia juvenil que, com um final bem produzido, me deixou com a curiosidade no ponto certo para descobrir o seguimento desta história.

 Esta opinião pode conter spoilers para quem não leu o livro anterior

Começamos esta narrativa no exacto momento que a sua antecedente termina, com o regresso de Wendy a casa após ter sido desiludida pelo seu reino, pela sua verdade e pelo seu primeiro amor, Finn. Com a protagonista emocionalmente perdida, a autora escolheu a ocasião perfeita para expandir o universo do seu enredo e dar a conhecer um outro lado dos trolls, um lado mais próximo do tradicional folclore através do clã vittra.
A partir das primeiras páginas, o leitor não só tem acesso a uma injecção refrescante de informação – conseguida no palácio vittra para onde Wendy é levada com Matt e Rhys –, como também momentos de muita acção em que tudo pode acontecer impondo-se assim, desde muito cedo, um ritmo de leitura bastante agradável.

Com novos cenários, ainda que apenas nos momentos iniciais do livro, surgem novas personagens entre as quais Loki se destaca positivamente, com a sua beleza e poderes atractivos, este troll vai balançar o coração da protagonista anteriormente destroçado por Finn.
Como vittraLoki poderá ser um inimigo mas Amanda Hocking já provou gostar de mistérios e, uma vez mais, escolheu trazer para o seu texto uma personagem enigmática e ambígua que promete ter uma forte influência no desenvolvimento da sua história deixando alguns caminhos em aberto para o aguardado final.

Quanto aos vittra, como clã, gostei de todos os pormenores que os constituem, da forma como subsistem e do seu passado. Embora este povo aparente ser pior que os trylle, com quem travam uma guerra constante, não deixam de ser criaturas interessantes e contraditórias, com os seus traços rudes e gananciosos, e, através de Wendy, acabarão por ter um importante papel a desempenhar ficando, uma vez mais, muito por revelar.

Em relação às restantes personagens, Wendy, como personagem principal, poderia estar mais amadurecida com acontecimentos mas só no final da narrativa é que começa a ser notável o colmatar de algumas das suas lacunas emocionais. Finn, por outro lado, é um interveniente mais secundário que anteriormente e as poucas interacções que tem ao longo texto desiludiram-me. No entanto, houve agradáveis surpresas, como por exemplo, WillaMatt, a Rainha Tove que intervieram constantemente e, de uma forma ou de outra, pontuaram a narrrativa pela positiva. Tove merece especial atenção por ser bastante suspeito, dado o seu papel na hierarquia troll, e por contribuir para a história com um ou outro pormenor surpreendente. O mesmo acontece com a Rainha Elora que se tornou uma das minhas personagens favoritas.

O ponto forte de Dividida é, na minha opinião, a complexidade que o seu enredo conseguiu alcançar em grande parte divido às intrigas de corte. O passado da Rainha, independentemente do seu valor de verdade, é extremamente intrigante e finalmente é perceptível uma grande personagem por detrás da sua fachada gélida que, aliada à sua condição, vem dar um novo ênfase a este mundo onde o leitor poderá encontrar ligeiras abordagens a temáticas atraentes, como a escravidão e corrupção nesta peculiar sociedade.

No final, gostei do caminho escolhido pela autora que colocou de lado um pouco do romanticismo e atribuiu mais sobriedade à história transformando a sua fantasia em algo singular e fora do comum.

Amanda Hocking tem uma escrita agradável e fluida, direccionada para o juvenil, que aliada à sua criatividade consegue tornar a sua série num bom momento de entretenimento cativando os fãs deste género literário.
Relativamente às suas descrições, tudo o que está relacionado com a magia e com os trylle encontra-se bem desenvolvido mas, no entanto, continuam a existir fragilidades em relação às personagens, com as quais senti uma fraca ligação contornada apenas pelo envolvimento que a história consegue atingir.

Pessoalmente, fiquei satisfeita com esta leitura leve, que me entreteve e descontraiu, e que conseguiu deixar-me com imensa vontade de saber como termina a trilogia Trylle e que resoluções irá a autora atribuir às suas criaturas do maravilhoso no seu último livro, já publicado no estrangeiro com o título original Ascend.
Uma pequena nota ainda para a capa que se encontra ainda melhor que a anterior, com mais pormenores e cuidados de impressão.

Mesmo que não seja publicada em terras lusas, tenho vontade de ler mais obras de Amanda Hocking e estou a pensar em adquirir a sua série Watersong em breve. (Saibam mais sobre esta e outras questões no site da autora, disponível na coluna da direita no blogue.)

Este livro é mais uma boa aposta da ASA no género fantástico juvenil.
Uma leitura que eu sugiro pela sua capacidade de entretenimento e originalidade a todos aqueles que gostem de explorar novas recriações de criaturas maravilhosas.

Livro 1
Série Trylle



Trocada (Opinião)

Título: Dividida (Torn, no original)
Autora: Amanda Hocking
Género: Fantasia
Editora: ASA



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Em colaboração com a ASA dou hoje início a mais um maravilhoso passatempo, para entrarmos no Novo Ano da melhor maneira possível!

Para sorteio está disponível um exemplar da fantasia Dividida da autora Amanda Hocking.

Para se habilitar este livro basta responder acertadamente às questões abaixo colocadas e ter em atenção as regras de participação.

Descubra as suas respostas aqui no Blogue.

Boas leituras©


Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 10 de Janeiro de 2013 (quinta-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Título: Dividida
Autora: Amanda Hocking
N.º Páginas: 296
PVP: 14,90 €
ISBN: 9789892321097

Sinopse:
Quando Wendy fica a conhecer a terrível verdade sobre si própria - foi trocada à nascença - sente que o mundo à sua volta começa a desabar. A estranha adolescente, de negros cabelos, tenta fugir das evidências, tenta negar o facto de ser uma princesa Troll, dotada de poderes que não domina nem compreende.
Decidida a fugir, consegue escapar à vigilância de Finn, o seu belo, sombrio e inacessível guarda-costas. Mas o que a espera é talvez um destino mais terrível. Raptada pelos históricos inimigos dos trolls, ela cairá nas mãos dos Vittra. E aos poucos descobre que uma inesperada atracção por um príncipe do povo rival…
Dividida entre a lealdade e o amor, entre o dever e a paixão, Wendy sabe que terá de crescer para evitar uma guerra. Terá de aprender a dominar os seus poderes mágicos - e aceitar o seu destino.
1.º Volume
Saga Trylle


Dividida é a segunda parte da fenomenal saga Trylle. A autora, Amanda Hocking, de 26 anos, viu os seus livros rejeitados por dezenas de editores. Até que um dia os decidiu publicar sozinha, e vendê-los em sites. O sucesso foi imediato, vendeu mais de dois milhões de exemplares - e hoje, tal como a Wendy dos seus livros, Amanda vive como uma princesa, num palácio só seu, num mundo que ela própria construiu...




Sobre a autora:
Nascida a 12 de Julho de 1984, Amanda Hocking vive em Austin, no estado de Minnesota. Começou a contar e a escrever histórias desde muito cedo, e aos 17 anos terminou o seu primeiro romance. Estudava, trabalhava, e nas horas livres continuava a escrever, desenfreadamente. Tentou vender os seus romances a mais de 50 editoras, mas sem sucesso. Um dia, a precisar de dinheiro, decidiu publicá-los em formato digital (e-book) e comercializá-los em sites como a Amazon. No primeiro dia vendeu cinco livros. No segundo, outros cinco. Hoje vende quase dez mil por dia... Com o sucesso online começou a loucura: vários dos maiores editores americanos fizeram-lhe ofertas milionárias. Acabou por assinar um contrato de sonho, ao vender a sua trilogia por dois milhões de dólares - e pouco tempo depois uma produtora cinematográfica adquiriu os direitos para cinema.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Sinopse:
Aos seis anos Wendy escapa à morte quase por milagre - e quem a tenta matar é a própria mãe, acha que a filha não é sua, mas sim uma intrusa, trocada à nascença no hospital. Onze anos mais tarde, a estranha adolescente, de cabelos negros, começa a suspeitar de que a mãe, se calhar, até tinha razão. Na nova escola, mais uma entre tantas, ela sente-se posta à parte por todos. Menos por Finn Holmes, um rapaz silencioso e sombrio que se limita a olhá-la fixamente - e lhe desperta sentimentos contraditórios, um medo enorme, e uma irresistível atração.
Finn é um Achador, que a procura há anos. E agora que a encontrou, quer levá-la para casa, para o reino dos Trylle, onde Wendy vai descobrir o que sempre suspeitou - ela é mesmo diferente, e tem poderes mentais muito mais poderosos do alguma vez tinha imaginado...

A sensação de não pertença nasceu num dia fatídico e plantou a sua semente. A semente cresceu, floresceu, quase invisível mas ainda assim constante, até ao despontar de uma dúvida sombreada pelas pétalas onde se desenvolveu o medo, uma certeza recalcada, de que aquele poderia nunca ter sido o seu lugar.

Trocada é o primeiro livro da saga Trylle e abre-nos as portas para um novo mundo no tão saturado universo fantástico. Tipicamente um romance juvenil, esta é uma história de descoberta que aufere uma nova beleza a seres inexplorados, onde a magia flui a passo com uma verdade há muito tempo preservada.
Amanda Hocking oferece à sua escrita uma simplicidade que nos permite desfrutar da sua leitura num único sopro. Pelo que, após ler a sua narrativa, é fácil compreender o porquê de tantos elogios e creio que, também por cá, conquistará uma legião de fãs juvenis.

Confesso que após ter conhecimento do grande sucesso desta obra no estrageiro, bem como depois de ter efectuado uma análise atenta da informação na capabastante bonita por sinal –, foi com expectativas elevadas que iniciei esta leitura. E, embora não possa dizer que me desiludi, admitido que esperava mais pelo simples facto de este ser um livro que se encontra direccionado para um público muito específico, mesmo no género fantástico.

Com uma introdução que nos desvenda pormenorizadamente os acontecimentos trágicos descritos sinopse, a tentativa de homicídio por parte da mãe da nossa protagonista, seguida da sua descoberta de que a sua vida pode ter sido sustentada pelos alicerces da mentira, penso que o verdadeiro prazer desta leitura se encontra no factor surpresa para Wendy e na forma como o próprio leitor acaba surpreendido pelas novas, e entusiasmantes, informações.
Wendy não é uma adolescente típica, é mais rebelde, mais estranha e mais agressiva do que o normal, algo que tenta controlar sem sucesso, para grande infelicidade de sua disfuncional família que a ama, de forma quase incondicional, apesar das suas falhas. No entanto, ainda que não saiba lidar com isso, esta personagem retém dentro de si emoções muito belas que irão emergir com o aparecimento de Finn.
Finn foi um personagem que me agradou imenso, em diversos sentidos, embora tenha imensas contradições entre o sentir e agir, por força da sua criação, educação, ele é a nossa janela para um submundo maravilhoso e a âncora, embora inconstante, para um casal que descobrira o amor e lutará para se cingir a uma realidade quase cruel.

Todo o conceito que envolve o reino dos Trylle, a sua raça e a forma como subsiste é extremamente original, um ponto alto que se vai revelando e mantendo o interesse ao longo da narrativa, tenho a certeza que por aí cativará muitos leitores. As restrições, as regras, os poderes que se revelam lentamente, a par com a mediocridade que acaba por desiludir a nossa protagonista, conquistaram-me, ficando, no entanto, a marca de que esta é apenas a introdução de uma história com muito por divulgar e, como tal, com muita informação ainda por descobrir.  

No que se refere aos afectos penso que a família de Wendy marcará qualquer leitorprincipalmente aqueles que ainda estão a descobrir o valor do que é realmente ser-se amado ou repudiado por aqueles que, no fundo, fazem de nós aquilo que somos hoje. Neste campo também o romance, porque sim, este livro tem tanto de romance como de fantasia, é outro dos pontos que não desilude, permitindo-nos desfrutar de uma aventura apaixonante, quase extasiante, que faz parte a descoberta do primeiro amor. A amizade é outro dos pontos explorados, embora de forma menos efusiva, também ela contribui para o inicio de um enredo que, quando terminado, deixa em aberto muito do que ainda estará para vir.

Obviamente que num livro de fantasia os cenários são fundamentais e também estes nos descrevem na perfeição o reino mágico onde Wendy, finalmente, pertence. Penso que será interessante pata o leitor verificar o choque da actualidade na sociedade em questão, bem como, os detalhes que preenchem os passos por onde acompanhamos os diversos intervenientes.

Pessoalmente, penso que este livro tem um pouco de tudo o que é necessário para uma boa obraacção, romance, fantasia e mistério – pelo que me custa compreender o porquê de ter sentido a falta de algo mais. Ainda assim, reitero a questão de que a leveza do livro, assim como a sua escrita, são pontos fundamentais que nos mantém amarrados ao folhear das páginas e, que a mim, conseguiram deixar a vontade de continuar a acompanhar a série, a vontade de continuar a admirar este imaginário de Amanda.

Amanda Hocking convence pelo conceito inovador, pela genuinidade da sua escrita e pela fluidez do seu texto, da mesma forma que a sua idealização dos tão pouco cativantes trollsem todas as suas concepções, nos atraem e convencem a querer desvendar com sofreguidão tudo o que ainda está para vir.

Este livro é uma aposta da ASA que aconselho, de forma muito particular e efusiva, a todos os apreciadores de autoras como Alyson Noel ou Carrie Jones, com a certeza de que se irão identificar e apreciar cada momento deste romance. Gostei.


Título: Trocada
Autora: Amanda Hocking
Género: Fantasia; Romance
Editora: ASA   

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Uma história de amor arrepiante da maior revelação literária desde a saga Twilight.

Título: Trocada
Autora: Amanda Hocking
N.º Páginas: 272
Preço: 14,90 €
ISBN: 9789892318172

Sinopse:
Aos seis anos Wendy escapa à morte quase por milagre - e quem a tenta matar é a própria mãe, acha que a filha não é sua, mas sim uma intrusa, trocada à nascença no hospital. Onze anos mais tarde, a estranha adolescente, de cabelos negros, começa a suspeitar de que a mãe, se calhar, até tinha razão. Na nova escola, mais uma entre tantas, ela sente-se posta à parte por todos. Menos por Finn Holmes, um rapaz silencioso e sombrio que se limita a olhá-la fixamente - e lhe desperta sentimentos contraditórios, um medo enorme, e uma irresistível atração. Finn é um Achador, que a procura há anos. E agora que a encontrou, quer levá-la para casa, para o reino dos Trylle, onde Wendy vai descobrir o que sempre suspeitou - ela é mesmo diferente, e tem poderes mentais muito mais poderosos do alguma vez imaginara. Primeira romance da Saga Trylle, Trocada é um fenómeno editorial sem precedentes. A autora foi rejeitada por dezenas de editores. Até que um dia decidiu publicar os seus livros sozinha, e vendê-los em sites, para pagar uma viagem a Chicago. O sucesso foi imediato, vendeu mais de dois milhões de exemplares.
 
«Os seus livros provocaram um frenesim que já não se sentia desde Stephanie Meyer ou mesmo J. K. Rowling.» - The New York Times




Sobre a autora:
Nascida a 12 de Julho de 1984, Amanda Hocking vive em Austin, no estado de Minnesota. Hoje, continua em casa, já não no seu pequeno apartamento, mas num palacete rodeado de árvores, onde se dedica a fazer o que mais gosta: contar histórias. O que começou a fazer em adolescente. Quando terminou o liceu já escrevera 50 contos e iniciara vários romances. Terminou o primeiro aos 17 anos. E decidiu que queria ser publicada até aos 27, como o seu ídolo, o escritor Stephen King. Conseguiu-o.

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