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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

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Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014



Às vezes encontro livros que me tocam de forma impressionante, inesperada… histórias que me embalam e condensam na bolha das suas palavras e me levam mais longe. Esta é uma delas.

Curiosos?

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sinopse:
Neste terceiro volume da série juvenil iniciada com o título Sou o Número Quatro, a história é retomada a partir do ponto em que termina O Poder de Seis. Das nove crianças que conseguiram escapar à destruição do seu planeta de origem, Lorien, pelos cruéis Mogadorianos restam apenas seis. Estas crianças são os Garde, que se refugiaram na Terra em diversos continentes. À medida que crescem e desenvolvem poderes especiais, ou Legados, vão sendo preparados para um confronto final com os seus inimigos. Para conseguirem salvar o seu mundo e o nosso, têm de se reunir porque só juntos são suficientemente poderosos para enfrentar os seus inimigos. Mas entretanto, mais uma menina conseguiu escapar de Lorien…

Embora dedicada aos mais novos, eu não consigo ficar indiferente às fortes nuances de acção e aventura que caracterizam série Lorien Legacies.
Repleta de adrenalina, a narrativa de Pittacus Lore tem vindo a conquistar uma legião de fãs desde a publicação do seu primeiro livro, o bestseller Sou O Número Quatro já adaptado ao pequeno ecrã, e com o evoluir da história os motivos de entusiasmo não param de aumentar.

Mais intenso e complexo, este universo ficcional que descreve extraterrestres em fuga no nosso planeta não pára de surpreender, com novos intervenientes de destaque a surgirem constantemente e situações cada vez mais arriscadas para o futuro de todos, Lóricos e humanos.
Novas batalhas extraordinárias avizinham-se e os perigos estão onde menos se espera, com este crescendo emocional paralelo ao dos protagonistas, em contagem decrescente para o final desta guerra transcendente promete um desenlace brilhante. É o princípio do fim ou um novo começo, tudo pode acontecer e ganha novo ânimo em A Ascensão do Nove.

*Os desenvolvimentos durante estas páginas, que se iniciam onde o livro antecedente terminou, são um verdadeiro spoiler, pelo que vou aproveitar para vos falar das personagens e de alguns pormenores que me agradaram bastante.*

Foi óptimo ficar a conhecer melhor Nove e fui completamente conquistada pelo seu humor cáustico, quase irritante mas impossível de julgar. Creio que esta personagem é companhia perfeita para Quatro, que tende a dar mais atenção à emoção do que à razão. Igualmente interessante foi a apresentação de Oito, também ele dissonante na sua personalidade e tão singular nos seus Legados – é uma mais-valia consecutiva. E, por fim, gostei de Dez, o Garde inesperado, o último sobrevivente com os poderes ainda por desenvolver mas que apresenta a coragem do seu povo e uma olhar cuidado para com os seus – é uma jovem que tal como Cinco quero vir a conhecer melhor.
Ainda em relação a intervenientes, Quatro continua a irritar-me ligeiramente mas, para compensar, Seis e Sete continuam a ser as minhas eleitas por diferentes razões, são verdadeiras heroínas à sua maneira.

Personagens à parte, gostei imenso das lutas, suficientemente violentas, e dos momentos de acção e incerteza que se fizeram sentir durante a leitura. Tudo graças aos Mogadorianos, feios, ligeiramente burros e muito maus, em particular o seu líder deplorável, cruel e mestre na ilusão, Setrákus Ra, um grande vilão.

Também agradáveis foram as paisagens percorridas pelo planeta Terra, algumas ligações à nossa História, que conferiram pormenores interessantes ao texto, assim como conhecer os novos Legados dos Garde, cada vez mais fascinantes, e a faceta científica da narrativa, com muita tecnologia idealizada a tornar tudo mais cativante.
Vale a pena destacar, ainda, os objectos, a herança, provenientes de Lorien e a forma como o governo humano acaba por se envolver, cegamente, neste drama interplanetário.


Em suma, é uma boa continuação que responde a algumas questões anteriormente levantadas e que dá abertura para novos desenvolvimentos, ao mesmo tempo que proporciona empatia constante com os intervenientes e nos oferece novas informações sobre o planeta de sonho, Lorien.

Pessoalmente gostei, embora a minha opinião possa estar um pouco confusa e não ser tão clara como eu gostaria. Acho que é mesmo o melhor livro da série até ao momento, não só por todas as surpresas e novidades, mas também pela forma como o texto está estruturado, com capítulos intercalados pelas diversas personagens e destacados com diferentes fontes de letra, existindo assim a possibilidade de criar afectividade com todas elas.

Esta é uma aposta agradável da Editorial Presença, que já tem o quinto livro publicado no original, e que certamente vai ao encontro dos fãs de literatura juvenil fantástica.


Sou O Número Quatro (Opinião)
O Poder de Seis (Opinião)


Título: A Ascensão do Nove
Autora: Pittacus Lore
Género: Ficção Científica; Juvenil
Editora: Editorial Presença

Para mais informações sobre o livro A Ascensão do Nove, clique aqui.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Hoje, a partir das 21h00, no Jardim da Estrela, sejam todos bem-vindos à Clareira!
Uma das antestreias mais esperadas deste ano! Entrada livre!




O FOX Movies e a Junta de Freguesia da Estrela, em colaboração com a Big Picture Portugal, apresentam-lhe a 11ª edição do Cine Lapa, que se realizará de 9 a 14 de Setembro, no Jardim da Estrela, em Lisboa, com entrada livre.
A abertura do evento, a 9 de Setembro, pelas 21h00, irá consistir na antestreia exclusiva de um dos filmes mais esperados do ano: Maze Runner, Correr ou Morrer, de James Dashner, cuja obra homónima é publicada em Portugal com a chancela da Editorial Presença.




O Livro:
Thomas percebe então que se encontra num elevador e que chegou a um lugar estranho, um espaço que se abre entre muros altíssimos e que o enche de pânico. Lá fora, como se estivessem à sua espera, uma pequena multidão de rapazes adolescentes como ele. As suas vozes saúdam-no com piadas juvenis, proferidas numa linguagem que lhe parece estranha. Dizem-lhe que aquele lugar se chama a Clareira e ensinam-lhe o que sabem a respeito daquele mundo. Tal como acontece com Thomas, não se lembram da sua vida anterior, mas ali estão perfeitamente organizados, cumprindo preceitos que ninguém deve quebrar. No fim desse primeiro dia de Thomas naquele lugar, acontece algo inesperado — a chegada da primeira e única rapariga, que traz uma mensagem que mudará todas as regras do jogo.
Uma série de grande sucesso, que agradará tanto aos fãs de Os Jogos da Fome como a todos os apreciadores do género fantástico ou de distopias apocalípticas.

O Filme:




domingo, 7 de setembro de 2014

Sinopse:
Enquanto relações públicas de uma empresa de organização de casamentos, Parker Brown tem um talento excecional para realizar os sonhos das noivas mais exigentes. Mas é incapaz de sonhar sobre o seu próprio futuro.
O mecânico Malcolm Kavanaugh adora descobrir como funcionam as coisas. E perceber os segredos de uma mulher complexa e deslumbrante como Parker é um desafio.
Parker e Malcom, quando estão juntos, fazem faísca. Mas ambos sabem que passar de um pequeno flirt a uma relação séria é um passo muito importante. Os riscos que Parker correu nos negócios sempre valeram a pena, mas arriscar o seu coração é algo que a jovem não sabe se pode fazer... Felizmente, Malcom irá mostrar-lhe que a vida é demasiado curta para não ser vivida ao máximo.

É com a assertividade e leveza habitual da sua escrita que Nora Roberts termina a sua série Quarteto de Noivas, histórias românticas e divertidas, com uma pitada de sensualidade, que prometem boas horas de entretenimento a todas as fãs deste género contemporâneo.

Tendo por base o amor e a amizade, a autora elaborou um retrato perfeito de quatro amigas de uma vida inteira, amigas que sonham com finais Felizes para Sempre. Assim, ao longo de todo o enredo, tivemos oportunidade de ver florescer os seus sentimentos e assistir ao adoçar das suas formas de sentir, vidas que agora, finalmente, se organizaram harmoniosamente como prometiam desde o começo.

A acção desenvolveu-se, uma vez mais, em torno da empresa Votos que, entre outros eventos, se dedica especialmente à concretização de casamentos – de dias perfeitos. Depois de Mac, Emma e Laurel, é chegado o grande momento de Parker, uma protagonista agradável que complementa com primor este grupo desigual e, ao mesmo tempo, homogéneo no seu conjunto.
Como sempre, foi muito bom observar como funciona a relação destas mulheres, plena em química e cumplicidade, mulheres unidas de uma forma quase instintiva que lhes permite alcançar a requinte e esmero no trabalho e em belos momentos de confiança e amor quando se dedicam ao lazer. São, efectivamente, melhores amigas, algo de valor e importância incalculáveis nas suas vidas e que mostra mais uma das múltiplas formas que existe de amar.

Relativamente ao par romântico principal, a relação tempestiva entre ambos é um dos maiores destaques em relação aos casais dos livros anteriores. São verdadeiramente como gato e rato apesar da evidente atracção física que partilham, o que deixará o leitor a suspirar por cada encontro entre estes dois.
Confesso-vos que não sou propriamente fã de Mal, da forma cliché como lida com o seu passado, apesar de todas as suas qualidades no trato dos que o rodeiam – não é, de todo, o meu tipo de bad boy. Quanto a Parker, eu sempre gostei imenso desta protagonista e continuei a gostar. A sua audácia e os seus medos fazem todo o sentido para mim, dão-lhe uma credibilidade afectiva e em relação às suas fragilidades muito interessante. Como par, no entanto, acabo por dar a mão à palmatória e admitir que fazem bastante sentido, principalmente pela partilha de problemáticas.
Ainda em relação a personagens, adoro a senhora G. e fiquei muito contente por, finalmente, ver reconhecido o mérito desta personagem ao longo da série, por conhecer o seu passado e a por ver identificado o seu valor como pilar da Votos e das restantes vidas ficcionais, tão subtilmente dependentes de si.


Felizes para Sempre ofereceu, essencialmente, mais pormenores sobre a empresa através de Parks, visto ser ela que trata da sua gestão e organização. O momento alto da acção foi, para mim, assistir ao casamento de uma das quatro amigas, podendo observar as suas emoções enternecedoras e, claro está, apreciar a forma como coordenaram a logística sem as suas presenças activas nos bastidores – ficará para a imaginação dos leitores os próximos casamentos.

A nível de problemáticas, as diferenças sociais e a violência doméstica foram os grandes destaques, bem como a importância que a morte de alguém próximo pode ter na forma como encaramos a vida, o futuro. Mas, essencialmente, este é um livro feliz, da primeira à última dança, do atirar do bouquet ao cortar do bolo, todo ele regado com a alegria do champanhe e promessas de amor e companheirismo eternos. 

Pessoalmente a história foi exactamente o que eu esperava, sem surpresas mas com o conforto aprazível da previsibilidade de Nora para proporcionar bons momentos entre páginas.

Esta é uma aposta do Grupo Saída de Emergência, da sua colecção Chá das Cinco, que fará as delícias das fãs de romance.

Livros 1, 2 e 3, da série Quarteto de Noivas
Um Dia Perfeito (Opinião)
Um Mar de Rosas (Opinião)
O Sabor do Momento (Opinião)

Da mesma autora, no blogue:
Irmãos de Sangue – Trilogia Signo dos Sete, livro 1 (Opinião)
Ritual do Amor – Trilogia Signo dos Sete, livro 2 (Opinião)
Pedra Pagã – Trilogia Signo dos Sete, livro 3 (Opinião)

A Cruz de Morrigan – Trilogia do Círculo, livro 1 (Opinião)
O Baile dos Deuses – Trilogia do Círculo, livro 2 (Opinião)
O Vale do Silêncio – Trilogia do Círculo, livro 3 (Opinião)


Título: Felizes para Sempre
Autora: Nora Roberts
Género: Romance Contemporâneo



Uma história sobre deixar tudo para trás, desvendar segredos antigos e aprender a amar.

Título: Começar de Novo
Autor: Nora Roberts
N.º Páginas: 416
PVP: 17.76 €
ISBN: 9789897101106

Sinopse:
Cilla McGowan, uma típica rapariga da cidade, encontrou uma vida nova na restauração de casas antigas. Quando chega ao maravilhoso vale Shenandoah, na Virgínia, dedica-se salvar a velha quinta que pertenceu à sua avó – uma atriz lendária que morreu há mais de trinta anos.
Cilla mergulha no projeto com todas as suas energias, ocupada e exausta demais para notar no seu vizinho, o artista de BD, Ford Sawyer. Determinada a não ceder à tradição familiar dos romances falhados, Cilla resiste ao charme de Ford, mesmo quando não consegue evitar algumas fantasias.
Mas a realidade reserva alguns perigos para Cilla. Ao encontrar cartas anónimas no sótão, que apontam para um romance misterioso na vida da sua avó, despoleta um assalto violento. Cilla, com a ajuda de Ford, descobre que há segredos que a tornam um alvo a abater e, se quer evitar desaparecer prematuramente como a sua avó, terá que desvendar o passado para, quem sabe, começar de novo na casa dos seus sonhos…

Leia um excertoAQUI

Sobre a autora:
Com mais de 200 milhões de cópias vendidas em todo o mundo e cerca de 90 bestsellers na lista do New York Times, Nora Roberts foi a primeira autora a ser convidada para o Romance Writers of America Hall of Fame. Nascida em Silver Spring, Maryland, é a mais nova de cinco filhos e vive em Keedysville, onde continua a escrever.

Saiba mais em: Saída de Emergência


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Sinopse:
Após libertar por acidente os deuses do seu cativeiro no Olimpo, Helena tem de encontrar uma forma de os voltar a aprisionar, sem dar origem a uma guerra devastadora. Mas os deuses estão zangados, e a sua sede de sangue já fez vítimas mortais.
Para piorar a situação, o Oráculo revela que um tirano diabólico se esconde no seu seio e que fomenta a discórdia entre o grupo outrora sólido de amigos.
Assim como os deuses usam os Rebentos uns contra os outros, a vida de Lucas está confusa. Ainda não tem a certeza se Helena o ama ou se prefere Oríon, e Helena é forçada a tomar uma decisão terrível, pois a guerra está à porta.

Para sorte de todos os leitores, há histórias que se destacam dentro do seu género e esta é, efectivamente, uma delas.

Com todos os predicados necessários, a trilogia Predestinados aliou aventura, drama e romance ao universo extraordinário ao longo de toda a narrativa e terminou, como muito poucas, com um final absolutamente bem conseguido que explorou o seu enredo até ao limite, o que levará ao rubro os seus fãs.
Josephine Angelini não esqueceu a sua fonte de inspiração e, com uma escrita actual e apelativa, trouxe para o seu texto as lágrimas, o sangue e as lições de uma verdadeira tragédia grega, com direito à exposição de inúmeros mitos e as respectivas identidades/criaturas que lhes estão associadas.

Como permitia antever, Deusa foi um título pleno em decisões e fatalidades, um título onde os sonhos se tornaram realidade e onde os seus intervenientes se esforçaram para alcançar os limites prometidos anteriormente.
Sentimentos intensos e momentos de forte tensão contribuíram, desta feita, para alumiar personagens imensas, reencarnadas e retratadas com generoso primor, personagens obrigatoriamente grandiosas que, nos livros antecedentes, se foram preparando para uma batalha homérica, física e psicologicamente, que coloca um pouco final nesta fantasia soberba – uma das minhas favoritas até hoje.

Sem que vos possa contar muito sobre os desenvolvimentos texto, afinal de contas este é o culminar de tudo o que antecedeu e mostra, claro está, as respostas que qualquer leitor gosta de encontrar por si mesmo, creio que vale a pena falar-vos dos pormenores e esses, meus caros, são extremamente gratificantes, em todos os momentos e relativos a qualquer uma das abordagens da história.

Os sonhos sempre foram uma bênção e uma maldição na vida da protagonista e neste livro são, simplesmente, maravilhosos. Graças à sua carinhosa ligação com Morfeu, Helena tem oportunidade de revisitar as suas reencarnações anteriores, compreender os erros do passado, as lutas e todas as emoções das muitas vidas cruciais que marcaram a História de gerações. Assim, gostei imenso da forma como o caminho desta jovem e das suas homónimas se cruzou, dando corpo aos desenvolvimentos actuais e permitindo um crescimento absoluto da protagonista.
No entanto, tudo tem um preço. Talvez pelo excesso de conhecimento e emoções, Helena volta a sentir-se só nesta causa conjunta, díspar dos seus pares e a sofrer a desconfiança pelo afastamento. Ainda assim, em consequência, torna-se mais forte, corajosa e audaz, a imagem da deusa que nunca foi mesclada com a inocência de quem procurou a banalidade dos nossos dias – que grande personagem!

Apenas para vos recordar, os personagens principais do enredo são, na sua maioria, Rebentos, descendentes de deuses que tiveram filhos com mortais. A forma como estes se apresentam está muito criativa, bem construída, e é complementada não só com o aparecimento em massa, neste terceiro livro, dos próprios deuses, como de semideuses e outras criaturas lendárias. Entre os novos intervenientes, eu gostei particularmente de uma sereia mas achei verdadeiramente interessante as mutações de algumas personagens já conhecidas, inclusive as humanas.


Boa parte da narrativa é, como citei, dedicada à uma batalha incontornável e gostei bastante da forma como foram reunidas estratégias e as tropas, por assim dizer. Tudo se desenvolveu de forma maravilhosa, o tempo literalmente parou para mim, durante páginas e páginas, enquanto assistia ao desenrolar de múltiplos acontecimentos para que algo verdadeiramente épico e inesperado tivesse lugar. Foi tudo em grande neste texto, tudo.

Em suma, através de grandes dramas, familiares e românticos, e muita fantasia, esta história terminou exactamente como deveria, com finais felizes e finais possíveis, com a transparência de uma intrincada teia de acontecimentos que transgrediu a contemporaneidade e me deu tanto prazer na acção presente como nas aprendizagens do passado. Esta história terminou com um final inesquecível, nostálgico mas também divertido, que apesar de preenchido de fantasia ultrapassou o próprio conceito.

Esta é uma aposta Planeta Manuscrito que eu recomendo, fervorosamente, obrigatoriamente, a todos os fãs de fantástico, quer gostem ou não de young adult. Uma aposta assertiva e que superará, sem dúvida, muitas expectativas.

Predestinados (Opinião)
Sonhos Esquecidos (Opinião)



Título: Deusa
Autora: Josephine Angelini
Género: Fantasia; Romance; Young Adult



«Soberbamente sensual…deliciosamente erótico.» - Publishers Weekly

Chega o segundo livro da nova série Whisper of Scandal, da premiadíssima autora Emma Wildes. Neste segundo livro da série , o mistério é mais acentuado e a dose de intriga e suspense na história, torna-o num verdadeiro ‘passar a página’ para saber o desfecho.

Título: Um Rumor Muito Inconveniente
Autor: Emma Wildes
N.º Páginas: 288
PVP: 17.76 €
ISBN: 978-989-657-533-5

Sinopse:
No ton, Lady Angelina DeBrooke não só é conhecida pela sua rara beleza, mas pelos seus casamentos. Com a alcunha Anjo Negro, apaixonou-se pela primeira vez e deseja casar, mas teme ficar viúva pela terceira vez. Com dois maridos enve-nenados e uma nuvem de suspeita a pairar sobre a cabeça, procura o único homem em Inglaterra que poderá ajudá-la…
Benjamin Wallace, Lorde Heathton, não está interessado em fazer de novo o papel de detective, mas quando Lady DeBrooke o aborda para uma missão que envolve limpar-lhe o nome, considera o desafio irresistível. O segundo marido era um velho amigo e, quando começa a investigar, sente o odor de um inimigo que já perseguiu e sabe que esta é a oportunidade de finalmente prender a esquiva personagem…

Leia um excertoAQUI


Dona de uma escrita envolvente, que combina na dose certa sensualidade e erotismo, Emma Wildes apimenta esta história de época com muito sexo e paixões avassaladoras até à última página.

Série Whisper of Scandal
Livro 1
«Emma Wildes mostrou mais uma vez a sua capacidade para apresentar novas variações do romance em todas as suas infinitas formas. Esteja preparado para sentir crescer as suas paixões, ao ler as cenas de amor maravilhosamente escritas.» - Just Erotic Romance Reviews

«Perversamente deliciosa e ousada, a narrativa de Emma Wildes cativa com uma fantasia erótica que é ao mesmo tempo um romance da época da Regência habilmente trabalhado. A autora apresenta uma obra irresistível que capta a época, os costumes e o comportamento escandaloso que se esconde abaixo da superfície.» - Romantic Times

Sobre a autora:
Emma Wildes cresceu a devorar livros e a escrita nasceu naturalmente. A autora costuma dizer que adora escrever porque adora ler. Estudou na Universidade de Illinois e é licenciada em Geologia. Vive em Indiana com o marido e três filhos.
Foi a autora n.º 1 Fictionwise, WisRWA Reader’s Choice Award, vencedora na categoria de Romance Histórico em 2006 do Loriest Best Published, e em 2007 vencedora do Eppie para o melhor romance erótico.
Descubra mais em www.emmawildes.com

Saiba mais em: Planeta Manuscrito


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Sinopse:
Há um ano, Neryn nada tinha a não ser um Dom Iluminado que mal compreendia e o sonho vago de que a mítica base rebelde de Shadowfell pudesse ser real. Agora, é a arma secreta dos Rebeldes e a sua grande esperança de fazerem vingar essa revolta secreta contra o rei Keldec, que terá lugar no dia do Solstício de Verão.
O destino de Alban está nas suas mãos. No entanto, para se preparar para a batalha sangrenta que a espera mais adiante, Neryn terá de procurar primeiro o ensinamento de mais dois Guardiães. Entretanto, Flint, o homem por quem se apaixonou, está no limite das suas forças enquanto espião na corte do rei e acumulam-se as suspeitas da sua traição.
A confiança dissipa-se de dia para dia quando a notícia da existência de uma outra Voz chega aos ouvidos dos Rebeldes: uma Voz leal a Keldec, que possui todo o poder de Neryn e nenhuma da sua benevolência ou autoridade arduamente conquistada. Nas vésperas da insurreição, Neryn terá de descobrir uma forma de reconhecer – e explorar – a fragilidade do seu adversário.
Em jogo, está a liberdade do povo de Alban, a possibilidade de os Boa Gente saírem dos esconderijos e a oportunidade de Flint e Neryn se unirem finalmente.

A trilogia Shadowfell foi a minha estreia com a aclamada autora de fantasia épica Juliet Marillier e, sem um outro ponto de referência, creio que foi um começo bastante positivo – vou certamente ler mais obras suas.

Numa realidade em que a magia fervilha tanto quanto deseja ser calada, esta história mostra a jornada eterna do bem contra o mal, uma jornada de libertação como o único caminho possível para se viver em paz. A sua protagonista, uma heroína clássica que evolui através da aprendizagem, não poderia ser um exemplo melhor do género e nem poderia estar melhor acompanhada, com criaturas perfeitas do imaginário maravilhoso e múltiplas caricaturas do ser humano, uma amostra do somos e do que sempre fomos.
A Voz, como os títulos antecedentes da série, é uma narrativa que se tece de valores intemporais e que termina com o culminar de ganhos e perdas, é o espelho daquilo que uma fantasia deve representar com o seu admirável papel na ficção.

*Sendo o terceiro volume de uma trilogia, doravante esta opinião pode conter spoilers para quem desconhece o universo Shadowfell.*

Dando continuidade ao fadado destino de Neryn, este enredo começa onde, com mágoa, o livro anterior nos tinha deixado, entre a comunidade de rebeldes de Shadowfell que se recusa a desistir da sua luta após a perda do seu louvável e estimado líder. Numa batalha contra o tempo, cabe àquela que possui um Dom Iluminado singular reunir conhecimento e convencer os Boa Gente à união, duas armas improváveis – saber e generosidade – as únicas que poderão libertar Alban do jugo do seu rei tirano e da sua rainha louca.
Este é um final que, como prometia, é regado a sangue, coragem e verdade pela junção de todas as existências, poderosos ingredientes utilizados em nome da perpetuação de algo maior, em nome do amor por todas as coisas.

Não há muito que eu vos possa dizer sobre os intervenientes deste texto que já não tenha exposto em opiniões anteriores – links em baixo nesta publicação –, ou, por outras palavras, não há muito que eu vos possa dizer que não deva passar pela vossa própria interpretação e apreciação do rico núcleo de personagens, protagonistas ou secundárias, que Juliet oferece.
Neryn é e será sempre um modelo de heroína, exemplificando com excelência um dos meus valores de eleição, a benevolência, é uma jovem que se transformou numa mulher sábia, sempre aberta à aquisição de sapiência, e que tem como missão repartir o que mais precioso angariou na sua viajem pela libertação da sua terra, amor, compaixão e esperança.

Embora haja o aparecimento de novas figuras, uma jovem com plena de fé ou uma alma manipulada, são já conhecidas do leitor aquelas que se destacam, com mais informações individuais e uma análise mais aprofundada de personalidades. São disso exemplo Keldec e Varda, rei e rainha, os Guardiães, em especial a Dama Branca e o Senhor das Sombras, e até Flint que, uma vez mais, luta intimamente com o seu Dom de Tecedor de Mentes. São muitos os pormenores, os contributos, os toques fundamentais oferecidos por todos os que fazem parte desta narrativa e, tal como os protagonistas, todos contribuem e representam algo fundamental.


Como muitos livros de desenlace não existe muito que eu possa aprofundar, resta-me dizer-vos apenas que o surgimento de uma nova Voz na facção contrária à de Neryn é uma dos acontecimentos mais interessantes, assim como é pertinente a visão da vida palaciana e os desenvolvimentos que proporciona.
Como sempre, Juliet equilibrou a pureza das emoções mais belas com actos de violência e crueldade extrema e eu fiquei verdadeiramente impressionada com ambos. Gostei também, muito mesmo, de todas as criaturas mágicas dos Boa Gente apresentadas, de gigantes a seres de forma indescritível, todos eles inspirados na natureza ou na sua essência, bem como nos quatro elementos.

Em suma, um final emocionante que juntou todas as pontas soltas, respondendo a todas as questões levantadas até ao momento e com direito a uma pequena parte dedicada à imaginação do leitor. Um final quase romântico que permitirá a quem ler um reflexão moral e emocional sobre direitos e valores.

Esta é uma grande aposta da Planeta Manuscrito com público garantido, perfeita para todos os fãs de fantasia.

Shadowfell (Opinião)
O Voo do Corvo (Opinião)

Título: A Voz
Autora: Juliet Marillier
Género: Fantasia Épica






Um thriller que rompe com os estereótipos do género, diferente de tudo o que já leu.

«Um romance importante… leia este thriller psicológico e recorde que o que conta é real.» - Amelia’s Magazine

Título: Quando o Ódio Matar
Autor: Carina Bergfeldt
N.º Páginas: 384
PVP: 18.85 €
ISBN: 978-989-657-519-9

Sinopse:
Com grande minúcia, uma mulher planeia a morte da pessoa que converteu a sua vida num inferno, o pai. O macabro plano toma forma num bloco-notas em que a capa tem umas apetitosas madalenas. Uma nota no frigorífico com as palavras: «Matar o papá» recorda-lhe qual o motor que impulsiona agora a sua vida.
Enquanto o plano parricida avança, é encontrado o cadáver de uma mulher num lago da cidade de Skövde; tudo aponta para uma morte violenta. A inspectora Anna Eiler trabalha no caso, mas não é a única: duas jornalistas locais, Ing-Marie Andersson e Julia Almliden, realizam a sua própria investigação.
As três têm razões pessoais para resolver o assassínio, as três escondem algo, mas só uma delas é capaz de preparar a sangue-frio um crime mais atroz do que aquele que pretende resolver.

Os amantes do thriller e do policial não podem perder.
Não conseguirá parar de ler até descobrir de qual das três se trata!

Leia um excertoAQUI


Um thriller negro e psicológico, que marca a estreia literária de Carina Bergfeldt, a jornalista sueca que foi a única repórter que passou a noite com as vítimas da matança na Noruega, onde morreram 76 pessoas, em 2011. Uma experiência que mudou totalmente a sua visão como jornalista e a sua forma de enfrentar o mundo «que é tão terrível como o policial mais negro.»
A violência doméstica e o abuso de menores são expostos neste livro, que retrata com realismo, o que uma vítima de maus-tratos pode acabar por fazer para ter paz de espírito.
Um livro, que segundo a autora, desperta as consciências para este problema social à escala mundial. Na Suécia, a cada 40 minutos uma mulher denuncia maus-tratos em casa e uma em cada quatro sofre-os.

Sobre a autora:
Nasceu em 1980 e cresceu em Götene, uma pequena aldeia no centro da Suécia.
É a jornalista-estrela do principal jornal sueco Aftonbladet.
Foi galardoada com o Swedish Grand Journalism Prize 2012, por ser a única jornalista que se infiltrou entre as vítimas da matança da Noruega, com quem passou a primeira noite, e com o Premio Årets Stilist que reconhece a qualidade estilística do seu trabalho jornalístico.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito



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