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domingo, 27 de novembro de 2016
Sinopse:
Mia Saunders, a Rapariga do Calendário, percorreu um longo caminho. Termina a jornada de um ano em Hollywood, Nova Iorque e Aspen.
Em Outubro, Mia começa a sua nova vida a trabalhar num programa de TV matinal, onde faz uma rubrica sobre viver em beleza. O seu homem lida com as sequelas do cativeiro, e juntos encontram maneira de fazer face a todas as tormentas.
A seguir, Mia viaja até Nova Iorque para gravar um programa sobre as razões que as pessoas têm para dar graças. Todos os sonhos se estão a realizar...excepto um.
Finalmente, em Dezembro, a nossa menina dá por si no País das Maravilhas invernal, Aspen, no Colorado, para filmar uma rubrica sobre artistas locais. Só que as circunstâncias são muito peculiares.
Prepare-se para uma surpresa quando a jornada de Mia se funde no fim que todos esperam.
É com lágrimas, sorrisos e muitos momentos luxuriantes que chega ao fim a original série erótica A Rapariga do Calendário, que conseguiu a proeza de fazer esta vossa leitora ler os seus quatro livro em menos de seis meses.
Com um teor de entretenimento muito forte e uma grande diversidade de personagens, aliados ao ritmo surpreendente desta narrativa e as muitas reviravoltas que guardou para os últimos seis meses, confesso que não consegui resistir ao desejo de saber o que o destino guardava para Mia em todas as áreas da sua vida peculiar.
Contrariamente às opiniões anteriores, divididas pelos meses tal como acontece nos livros e cujo risco de spoiler era grande para quem não leu os volumes antecedentes de Audrey Carlan, permitam-me que esta seja uma opinião mais breve e menos concreta, uma simples reflexão daquilo que uma história sensual, aparentemente sem valores, acabou por me oferecer.
Durante a nossa existência somos forçados a fazer escolhas de quem nem sempre nos orgulhamos mas que, por instinto de sobrevivência ou simplesmente para vermos felizes os que mais amamos, aceitamos em nome de um bem maior o que, neste caso, levou ao nascimento de uma protagonista que, forçosamente, se tornou acompanhante de luxo. Um tabu, um cliché até, mas quando as obrigações em divida são elevadas o preço é igualmente alto; ela vendeu o seu corpo e, com ele, um pedaço da alma.
Conhecendo outras leitoras desta história, cuja opinião sobre a conduta de Mia era pouco abonatória, ouvi céleres julgamentos sobre o facto de esta jovem acabar por retirar satisfação do seu trabalho, sobre uma suposta paixão não ser impedimento para se entregar a outros homens. Pois bem, a ausência de um compromisso foi peremptória e, juntamente com a necessidade de angariar dinheiro pelos seus meios, preencheu-me as medidas. Além disso, uma vez que a protagonista sempre contou apenas consigo mesma, desconfiando dos homens, pareceu-me credível que até assumir uma relação fosse livre de fazer o que bem quisesse com o seu corpo. Não sejamos hipócritas, actualmente a liberdade sexual é um facto e os afectos, bem como o prazer, não trazem aros de ouro e não são para a vida, uma vida cujas regras são mais permeáveis pela exigência individual que, cada vez mais, tem primazia sobre a do par.
À parte de todo o divertimento de Mia, que soube explorar a sua sensualidade e retirar o melhor de cada um dos homens que foram cruzando o seu caminho, gostei de ver cada um deles contribuir para a sua formação, para o preenchimento do pedaço que perdeu quando tomou a decisão de se tornar acompanhante, o que tornou este texto bastante dedicado à família e a amizade. Não só no que respeita à sua irmã e ao seu pai, as suas bases e impulsionadores na adversidade, mas de todos os que foi angariando no seu círculo próximo, muitos deles tornando-se amigos para vida e outros, como tantas vezes acontece, simplesmente marcando o momento e contribuindo com pequenos gestos e valores que no todo ofereceram algo belo.
Longe de um conto de fadas, esta jornada teve períodos tortuosos e, uma vez mais, as temáticas foram bastante actuais, alertando para perigos associados a vícios, abusos de poder, marginalização social e preconceitos vários. Houve a abordagem de problemáticas tão sonantes como o terrorismo e, mais básicas, como a criminalidade que nos rodeia todos os dias. Mas, para equilibrar a equação, houve também muitos gestos enternecedores, muitos abraços de urso que aqueceram o coração e a criação de laços fortes que dão sentido a tudo o resto quando o mundo parece desabar. Quebraram-se mentes e voltaram a reconstruir-se, peça a peça, com sentimento e perseverança, através relações destinadas a um para sempre.
E é isto meus queridos, uma história bonita, contada ao longo de 12 meses de um ano em que as provações mostraram que nada e por acaso, que o destino que nos prega uma partida pode estar apenas a preparar-nos para uma surpresa. Gosto deste tipo de livros, livros que nos trazem uma mensagem de esperança quando tudo parece perdido enquanto nos entretém de forma inesperada.
Mais uma boa aposta Planeta num género de que não sou fã mas que conseguiu, desta feita, conquistar-me – o romance erótico.
Opiniões anteriores, no blogue:
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| A ordem as imagens não está correcta, sendo esta: Livro 1, 3 e 2. |
A Rapariga do Calendário, Livro 1 – Opinião
A Rapariga do Calendário, Livro 2 – Opinião
A Rapariga do Calendário, Livro 3 – Opinião
Título: A Rapariga do Calendário, Livro 4
Autora: Audrey Carlan
Género: Romance Erótico
Editora: Planeta Manuscrito
domingo, 30 de outubro de 2016
Sinopse:
Em Julho, será sedutora num videoclip do artista de hip-hop, com discos de platina, Anton Santiago. A recuperar do trauma sofrido em Junho, a nossa rapariga abre o coração e descobre que correr riscos lhe concederá o que sempre desejou, necessitou e muito mais.
Em Agosto, Mia viaja para o Texas vestindo a personagem e representando o papel da irmã perdida do magnata do petróleo e importante homem de negócios Maxwell Cunningham. O trabalho devia ser canja, só que são revelados segredos do passado que mudarão o que sempre acreditou ser verdade.
Em Setembro, Mia parte para a sua Sin City, onde o mundo à sua volta parece desmoronar-se. As pessoas que ama travam batalhas para as quais não está preparada, mas que se sente desesperada para resolver antes de perder tudo.
Inesperadamente, este já não é apenas um romance erótico, original e inteligente, em que Audrey Carlan nos oferece um boa protagonista que, com uma jornada peculiar, vai dando a ver intervenientes diversificados e novas visões contemporâneas de relacionamentos e estilos de vida. No terceiro livro da série A Rapariga do Calendário o enredo sofre reviravolta atrás de reviravolta, condensando e aproximando alguns dos que já nos tinham encantado e aprimorando todos os pontos que tornam esta narrativa destacável entre os seus pares, tornando-a, definitivamente, no romance erótico mais viciante que li até hoje – sou fã! Estou verdadeiramente surpreendida pois este é, sem dúvida alguma, o melhor volume de todos até ao momento.
Aviso: a organização desta opinião é diferente do habitual e pode conter spoilers para quem não leu os volumes antecedentes.
Julho…
… Um mês que poderia ser idêntico a alguns dos anteriores mas que, devido à experiência e ao trauma anteriores, se transformou em algo mais, se transformou na primeira luz de tudo o que a autora preparou para o grand finale.
Anton Santiago, um artista consagrado, um homem irresistível que seria o banquete, cliente, perfeito para a Mia do passado. Agora, no entanto, existe Junho na sua mente e um acontecimento especial que mudará, em definitivo, as escolhas do seu coração – prevejo muitos sorrisos para as leitoras! Gostei, particularmente, dos valores deste novo macho latino e da sua equipe, RP e coreografa, personalidades fortes que oferecem o apoio necessário à jornada da protagonista neste momento singular da acção. O reaparecimento activo de Wes, por outro lado, não nos deixa esquecer o género de literatura que estamos a seguir e ainda bem, pois este título perderia alguma da leveza procurada.
Agosto…
…. Texas, uma família adorável e milionária, o papel de uma irmã desaparecida e um Maxwell Cunningham incoerente, são o ponto de partida para a primeira grande reviravolta da nossa história, logo agora que, de coração mais leve e tomadas decisões importantes, o ano parecia definido e no rumo desejado.
É muito difícil falar deste mês sem spoilers, confesso, mas posso dizer-vos que depois deste mês já nada será como antes e que a surpresa e inconstância do destino são, claramente, trunfos fortes que autora não teve pudor em utilizar.
Já agora, adorei o Max e a sua princesa, adorei tudo o que eles representam no futuro para alguém como Mia, tão sequiosa de um abraço de urso, bem forte.
Setembro…
… Aguenta coração!
Emoção atrás de emoção, abalos consecutivos em todas as estruturas emocionais da protagonista que, ainda alvoroçada por todas as novidades, se vê obrigada a regressar a Las Vegas.
De todos os meses, entre todas as problemáticas que poderiam afectar a nossa querida Mia, Setembro – o meu favorito – é aquele que verdadeiramente põe à prova a sua capacidade de superação, algo que definitivamente deu consistência e embalo para a recta final da história.
Por outro lado, este é também o mês em que a família e os amigos ganham maior destaque, com Gin e Maddy, melhor amiga e irmã, respectivamente, a conquistar também um lugar de eleição junto dos leitores. Sucintamente, este é o mês em que os dilemas que até agora surgiram se adensam e, consecutivamente, muitos ficam próximos da sua resolução.
Sim, esta foi uma leitura sôfrega que me manteve presa até à última página. Como já em opiniões anteriores havia citado, é fantástico como o ritmo e estrutura da leitura permitem que o seu núcleo forte se estenda a diversas personagens que, além de apoiarem a personagens principal, tocam o leitor. Gostei, em particular, das novas personagens, do seu papel, do equilíbrio das conquistas com as perdas que mantiveram constante o desejo de saber mais. Sem dúvida, uma continuação muito feliz que promete um último livro diferente dos antecedentes mas que, ainda assim, deixa em aberto algumas pontas soltas que podem vir a arrebatar os fãs deste enredo.
Uma boa aposta Planeta que continua a dar frutos na literatura erótica, conquistando em definitivo, com a sua Rapariga do Calendário. Recomendo!
Da mesma autora, no blogue:
A Rapariga do Calendário, Livro 1 – Opinião
A Rapariga do Calendário, Livro 2 – Opinião
Título: A Rapariga do Calendário, Livro 3
Autora: Audrey Carlan
Género: Romance Erótico
Editora: Planeta Manuscrito
sábado, 29 de outubro de 2016
Uma nova história de êxito na auto-publicação.
Mais de 2.500.000 exemplares vendidos da série nos EUA.
1.º lugar no top do The New York Times, durante 4 semanas.
Direitos do livro vendidos para 27 países e para série televisiva, pelos mesmos produtores de Gossip Girl.
12 MESES. 12 VIDAS. 1 AMOR
Título: A Rapariga do Calendário, Livro 4
Autor: Audrey Carlan
N.º Páginas: 384
PVP: 17.99 €
ISBN: ISBN 9789896578404
Sinopse:
Mia Saunders, a Rapariga do Calendário, percorreu um longo caminho. Termina a jornada de um ano em Hollywood, Nova Iorque e Aspen.
Em Outubro, Mia começa a sua nova vida a trabalhar num programa de TV matinal, onde faz uma rubrica sobre viver em beleza. O seu homem lida com as sequelas do cativeiro, e juntos encontram maneira de fazer face a todas as tormentas.
A seguir, Mia viaja até Nova Iorque para gravar um programa sobre as razões que as pessoas têm para dar graças. Todos os sonhos se estão a realizar...excepto um.
Finalmente, em Dezembro, a nossa menina dá por si no País das Maravilhas invernal, Aspen, no Colorado, para filmar uma rubrica sobre artistas locais. Só que as circunstâncias são muito peculiares.
Prepare-se para uma surpresa quando a jornada de Mia se funde no fim que todos esperam.
Leia um excerto – Aqui
Uma série sedutora, doce e tão escaldante que o seu livro pode derreter.
«Fresca, divertida, e incrivelmente sexy, a série A Rapariga do Calendário vai fazer com se apaixone uma e outra vez e morra de ansiedade por ler o próximo volume.» - Meredith Wild, autora da série Hacker, n.º1 do The New York Times
Da mesma autora, no blogue:
A Rapariga do Calendário, Livro 1 – Opinião
Sobre a autora:
Audrey Carlan é autora best-seller do New York Times, USA Today, e Wall Street Journal. Escreve histórias de amor sensuais e eróticas de forma a dar ao leitor uma experiência romântica e sexy. Vive em California Valley com os dois filhos e o amor da sua vida. Quando não escreve, ensina ioga, bebe vinho com suas souls sisters ou está com o nariz enfiado num romance ímpio.
Saiba mais em: Planeta
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Sinopse:
A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
Em Abril, faz-se passar pela namorada do mulherengo Mason Murphy, um jogador de basebol profissional que precisa de melhorar a sua imagem, e acaba por descobrir que ele não é exactamente aquilo de que estava à espera.
Maio encontra Mia a incendiar o sangue de Tai Niko, modelo fotográfico e intérprete da dança do fogo samoano, enquanto participa numa campanha publicitária que tem como objectivo demonstrar que a beleza não é uma questão de tamanho.
Em Junho, a missão de Mia é servir de enfeite de braço a Warren Shipley, membro do grupo conhecido como Um por Cento. Enquanto finge ser uma caçadora de fortunas, descobre que Warren tem de facto um coração de ouro. Pena é que o atraente filho, Aaron, senador pela Califórnia, não seja em nada parecido com o pai.
Sinceramente? Adoro o conceito desta história, a sua estrutura refrescante que, mês após mês, nos oferece uma nova faceta do romance e da própria protagonista, enquanto Audrey Carlan nos vai encaminhando e construindo o puzzle final deste enredo que promete, até ao último momento, revelações fortes e emoções felizes.
Aviso: a organização desta opinião é diferente do habitual e pode conter spoilers para quem não leu o volume antecedente.
Após se ter apaixonado perdidamente e ter aprendido, interiorizado e experienciado que o amor, entre um homem e uma mulher ou mesmo entre o mesmo género, pode ter múltiplas formas, Mia continua a sua demanda para pagar a divida do pai, espancado e às portas da morte, ao pior agiota de Las Vegas. No entanto, o primeiro trimestre revelou-lhe que cada mês como acompanhante pode oferecer-lhe muito mais do que dinheiro e, entre o drama expectante, o interlúdio dos meses seguintes traz consigo novos laços e a promessa de felicidade, bem como os riscos do seu trabalho por vezes incompreendido.
Abril…
… Mason Murphy, um Don Juan em forma de jogador de basebol profissional invejável cujo futuro brilhante depende, em parte, da estabilidade que a imagem de um relacionamento firme lhe pode trazer, ou seja, o papel perfeito para a nossa protagonista. Infelizmente, a sua personalidade e comportamento arrogantes parecem dificultar a tarefa, isso e uma RP nitidamente apaixonada que promete dar um toque diferente às expectativas sensuais do mês.
Imprevisivelmente, e positivamente, este foi um mês marcado pelo divertimento, com situações caricatas e temas particularmente sensíveis e contemporâneos, que serviram para torna Mia numa figura conhecida e angariar, uma vez mais, amigos para a vida. O papel da fama, para o bem e para o mal, a família e a importância de correr riscos para encontrar a verdadeira felicidade marcaram-no de forma efectiva.
Maio…
… parecia tão simples! Afinal, o papel de modelo fotográfico parece ser algo corriqueiro para desempenhar mas o Havai, logo no primeiro momento, mostrou-se grande e intenso, transformando-se no mês mais erótico até agora.
Emoções à parte, pois Tai Niko é só sexo e amizade profunda, a paixão de Wes deixará saudosismo em muitas leitoras mas, não se preocupem, entre os valores de uma família samoana tradicional, paisagens deslumbrantes e e romper com os estereótipos da moda actual, o riso o prazer trazem leveza a esta aventura em que Mia pode, finalmente, aproveitar a sua profissão para mimar a sua querida irmã e a sua melhor amiga Gin.
Junho…
… terminou forte, intenso nas emoções, o que me deixou desejosa de pegar no terceiro livro - algo que fiz de imediato. Entre parecer uma caçadora de fortunas e lidar com o filho do seu cliente, um senador, este é possivelmente o mês mais duro da personagem principal que, entretanto, nos dá a ver a sociedade política, nos revela um amor improvável e supera alguns problemas de meses anteriores. Essencialmente, este mês mostra que nem sempre as pessoas são o que aparentam e que os amigos que tem vindo a fazer têm, definitivamente, um papel muito especial na vida de Mia, algo que acredito que se manterá até ao final. É tempo de pôr em perspectiva o que é realmente importante na vida desta jovem mulher.
Em suma, voltei a confirmar o quanto gosto da articulação desta série que, na minha opinião, deve ser encarada mês a mês por conseguir oferecer sempre algo de novo ao leitor. Divertido, sexy e ousado, com a dose certa de drama e conseguindo concentrar-se o suficiente em todos os intervenientes, para que nada seja deixado ao acaso, acho que este é, provavelmente, um dos meus eróticos de eleição – embora eu não possa, de todo, dizer-me fã do género.
Sem dúvida, uma excelente aposta Planeta Manuscrito que estou ansiosa por descobrir até ao último capítulo.
Da mesma série, no blogue:
A Rapariga do Calendário, Livro 1 – Opinião
Título: A Rapariga do Calendário, Livro 2
Autora: Audrey Carla
Género: Erótico
Editora: Planeta Manuscrito
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
O fenómeno do ano!
Uma nova história de êxito na auto-publicação.
Mais de 2.500.000 exemplares vendidos da série nos EUA.
1.º lugar no top do The New York Times, durante 4 semanas.
Título: A Rapariga do Calendário - Livro 2
Autor: Audrey Carlan
N.º Páginas: 368
PVP: 17.99 €
ISBN: 9789896578039
Sinopse:
12 MESES. 12 VIDAS. 1 AMOR
A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
Em Abril, faz-se passar pela namorada do mulherengo Mason Murphy, um jogador de basebol profissional que precisa de melhorar a sua imagem, e acaba por descobrir que ele não é exactamente aquilo de que estava à espera.
Maio encontra Mia a incendiar o sangue de Tai Niko, modelo fotográfico e intérprete da dança do fogo samoano, enquanto participa numa campanha publicitária que tem como objectivo demonstrar que a beleza não é uma questão de tamanho.
Em Junho, a missão de Mia é servir de enfeite de braço a Warren Shipley, membro do grupo conhecido como Um por Cento. Enquanto finge ser uma caçadora de fortunas, descobre que Warren tem de facto um coração de ouro. Pena é que o atraente filho, Aaron, senador pela Califórnia, não seja em nada parecido com o pai.
Uma série sedutora, doce e tão escaldante que o seu livro pode derreter.
Direitos do livro vendidos para 27 países e para série televisiva, pelos mesmos produtores de Gossip Girl.
«Fresca, divertida, e incrivelmente sexy, a série A Rapariga do Calendário vai fazer com se apaixone uma e outra vez e morra de ansiedade por ler o próximo volume.» Meredith Wild, autora da série Hacker, n.º1 do The New York Times
Sobre a autora:
Audrey Carlan é autora best-seller do New York Times, USA Today, e Wall Street Journal. Escreve histórias de amor sensuais e eróticas de forma a dar ao leitor uma experiência romântica e sexy. Vive em California Valley com os dois filhos e o amor da sua vida. Quando não escreve, ensina ioga, bebe vinho com suas souls sisters ou está com o nariz enfiado num romance ímpio.
Saiba mais em: Planeta Manuscrito
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