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A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012


Com o maravilhoso apoio da Editorial Presença, damos hoje início a mais um fantástico passatempo com uma história que promete acelerar o coração de muitos leitores.

Para sorteio está disponível um exemplar do premiado livro Estrada Vermelha, Estradade Sangue da autora Moira Young.

Para se habilitar este livro basta responder acertadamente às questões abaixo colocadas e ter em atenção as regras de participação.

Pode encontrar as suas respostas: aqui no Blogue ou no site Editorial Presença.


Boas leituras!

Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 12 de Novembro de 2012 (segunda-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!

domingo, 4 de novembro de 2012

Obra vencedora do Costa Book Award para melhor livro juvenil.

Título: Estrada Vermelha, Estrada de Sangue
Autora: Moira Young
Título Original: Blood Red Road
Tradução: Miguel Romeira
Coleção: Via Láctea Nº 107
N.º Páginas: 336
PVP: 16,90€
ISBN: 9789722349178

Sinopse:
Estrada Vermelha, Estrada de Sangue é um thriller futurista, uma aventura épica que se passa num período pós-apocalíptico e extremamente violento. Saba, a protagonista, é uma jovem que viveu sempre em Silverlake, numa zona inóspita e quase deserta, até ao dia em que uma tempestade de areia traz consigo um bando de terríveis criminosos que lhe matam o pai e levam consigo Lugh, o irmão gémeo que ela adora. Saba vai investir toda a sua coragem na busca do irmão, numa demanda perigosíssima e empolgante que culminará numa apoteose de pura adrenalina.

Data de Publicação: 6 Novembro 2012
 Os direitos cinematográficos foram vendidos à produtora de Ridley Scott, Scott Free.

«O admirável romance de estreia de Moira Young situa-se no ponto de encontro entre Os Jogos da Fome e A Estrada.» - The Bookseller

«Uma injeção de pura adrelina.» - The Times

«Uma grandiosa narrativa épica que prende irresistivelmente o leitor da primeira até à última página.» - The Herald

Sobre a autora:
Moira Young foi atriz e cantora antes de se tornar escritora. Nasceu no Canadá, mas vive atualmente em Bath, no Reino Unido. Estrada Vermelha, Estrada de Sangue é o seu romance de estreia e foi distinguido com um dos prémios literários mais prestigiados e populares do Reino Unido – o Costa Book Award 2011 para melhor livro juvenil.

Saiba mais em: Editorial Presença

sábado, 3 de novembro de 2012


Com o fabuloso apoio da editora Planeta Manuscrito lançamos hoje um novo passatempo.

Para sorteio encontra-se disponível um exemplar do livro Predestinados de Josephine Angelini. Uma história de fantasia desigual que apaixonará muitos leitores.

Para se habilitar a receber este livro basta responder acertadamente às questões abaixo colocadas e ter em atenção todas as regras de participação.

Descubra as suas respostas em: Planeta Manuscrito e aqui no Blogue!




Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 12 de Novembro de 2012 (segunda-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.
7. Boa Sorte!


Então, têm comprado muitos livros?
Têm lido muito?


Eu, nos últimos tempos, estou a voltar aos maus vícios de consumidora compulsiva de páginas, confesso! Mas a culpa não é minha, a culpa publicações atrás de publicações cheias de verdadeiras tentações!

Como já vos tinha dito no post anterior, ando atrasada com esta rubrica e nem todas as imagens são recentes mas não podia deixar de partilhar convosco os meus meninos e por isso aqui estão eles…

Saída de Emergência…
O Diabo do Rio - Patricia Briggs (Opinião)
Anjo Sombrio - Cynthia Hand (Opinião)
O Vale do Silêncio - Nora Roberts (Opinião)

Qualquer um destes maravilhosos exemplares já está cá por casa há alguns meses são, no entanto, livros de fantasia maravilhosos que não podia deixar de partilhar.


Contraponto…
Fun Home – Uma Tragicomédia Familiar - Alison Bechdel (Opinião)

Esta banda desenhada autobiográfica é deliciosa, foi mesmo uma aquisição obrigatória da qual eu não me arrependo.

Planeta Manuscrito…
Paixão - Lauren Kate (Opinião)
Ampulheta - Claudia Gray (Opinião)

Dois livros pertencentes a duas séries que acompanho. São ambos de fantasia e dedicados a público juvenil mas exploram criaturas do maravilhoso muito diferentes.


Editorial Presença…
18 Segundos – George D. Shuman

Este veio da campanha promocional da editora no facebook
Estou muito curiosa!

Pastelaria Studios…
A Trama da Estrela – Vasco Ricardo

Comprei este livro directamente ao autor, com direito a autógrafo e tudo! Quero mesmo lê-lo em breve mas não tenho conseguido tempo. 


Civilização…
O Tempo dos Milagres - Karen Thompson Walker (Opinião)

Uma narrativa surpreendente que nos dá uma perspectiva muito realista de uma catástrofe. 






E pronto, quero ver se vou tirar mais umas fotografias decentes para publicar (aqui há uns dias tentei e ficaram todas horríveis… mesmo horríveis!).

Quanto a estas minhas aquisições, há algum exemplar que tenham lido?
Gostaram?
Dos livros que eu ainda não li, aconselham-me a ler algum o mais brevemente possível?

Boas leituras! 
sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Sinopse:
E se o apocalipse não fosse como pensamos mas algo mais estranho, mais inexplicável, com o desaparecimento de milhões de pessoas em todo o mundo? Velhos, jovens, homens, mulheres, santos, pecadores, todo o tipo de pessoas… simplesmente desaparecidas, de um momento para o outro. Como poderão aqueles que ficaram reconstruir as suas vidas?
É esta a questão que os cidadãos de Mapleton têm de enfrentar, uma comunidade suburbana outrora tranquila que perdeu mais de uma centena de pessoas no dia que ficou conhecido como a Partida Súbita. Kevin Garvey, o presidente da câmara, tenta renovar a esperança e dar algum alento aos habitantes da cidade, mas a sua própria família está a desintegrar-se. A mulher, Laurie, deixou o marido e os filhos para se juntar a uma seita chamada Remanescentes Culpados, cujos membros fazem um voto de silêncio mas vagueiam pelas ruas deixando mensagens sobre o juízo divino. O filho, Tom, desistiu da universidade para se juntar a uma outra seita, liderada pelo «Santo Wayne», um suposto profeta que afirma ser capaz de curar a dor dos que perderam aqueles que amavam. Jill, a filha adolescente, é a única família que resta a Kevin, mas o peso da tragédia comunitária fez com que ela se afastasse cada vez mais.

Um livro desigual e com uma abordagem surpreendente sobre o começo depois do fim, é o que nos trás a recente aposta de Tom Perrotta em terras lusas. Perfeito para quem gosta de ler entrelinhas, esta obra proporciona abordagens variadas a questões tão proeminentes e actuais como a família, religião e emoções diversas através da análise de reacções de um grupo de indivíduos que assistiu ao Arrebatamento.

E de repente, entre a batida de um coração, foram tantos os que deixaram de viver como aqueles que passaram apenas a sobreviver. Não se sabe se foi o fim ou se foi o início de algo. Sabe-se que a mágoa e a ausência de respostas mudaram tudo e todos. Sabe-se que aconteceu a alguém, a um conhecido ou familiar de alguém e que, se se procurar, existirá mesmo um alguém para recordar. Foi apocalíptico e não poupo ninguém.

Kevin não perdeu nenhum familiar mas, como muitos outros, o presidente da câmara colhe os cacos dos muitos cidadãos de Mapleton e sofre com as consequências do desaparecimento de outros enquanto tenta, desesperadamente, manter nos que ficaram aquilo que todos parecem ter perdido, a esperança.
Laurie, a esposa de Kevin, não perdeu os seus mas sente que perdeu tudo, a sua melhor amiga é a imagem de alguém perdido e, face à impotência, também ela terá de procurar algo antes que se perca também.
Tom, o filho de Kevin, sente-se a enlouquecer com o desespero alheio. O começo da universidade não deveria ser assim e uma pausa nos estudos parece a solução acertada quando alguém aparece e apregoa ser capaz de lhe retirar a tristeza que lentamente se aconchega dentro de si.
Jill, a filha adolescente de Kevin, não percebe porque é que os que ficaram têm de se deixar levar na onda de desânimo, ela só quer uma juventude normal mas esse conceito, como muito outros, desapareceu com todas as almas levadas pelo dia fatídico.

Não vos vou mentir, dizer-vos que foi para mim uma tarefa titânica escrever parcas linhas sobre esta história é, literalmente, um eufemismo. Como leitora e curiosa sou, fui automaticamente cativada pela sinopse desta obra mas, desconhecendo totalmente o trabalho deste autor, nada me poderia ter preparado para a sua abordagem, para sua escrita, relativa a temas tão actuais como aqueles que apresenta.

Trabalhando particularmente o lado emocional das personagens, Tom Perrotta apresenta-nos uma temática que tanto tem dado que falar este ano 2012, um ano que muitas crenças acreditam ser o último. Tendo vista o este estranho acontecimento, o autor pressupõe a existência de um Arrebatamento que faz desaparecer milhões de vidas deixando-nos uma reflexão singular e pormenorizada de como todos aqueles que por cá ficaram reagem aos desaparecimentos e, fundamentalmente, aos efeitos sociais de um acontecimento com estas proporções.

A família está na primeira linha de reflexão quanto às ressonâncias de tal acontecimento e Kevin, o protagonista, tendo em conta que ninguém da sua família desapareceu, é o exemplo perfeito para obtermos uma visão externa deste evento catastrófico. A forma como reflecte e como tudo na sua vida se altera, mesmo sendo um privilegiado, é muito interessante e, dado que a sua família é bastante dinâmica, permite que o leitor tenha várias perspectivas dos sentimentos deixados por este desastre.

Outro dos factores que é fortemente esmiuçado é a religião e neste ponto o autor criou diversas ceitas interessantes que visão satirizar a necessidade que o ser humano tem de se agarrar a algo superior sempre que se encontra em situações extremas. Os Remanescentes Culpados, uma das ceitas imaginadas, são fascinantes pelo impacto que têm em todos os intervenientes com as suas características peculiares, no entanto, tal como em quase tudo, quanto melhor vamos conhecemos esta vertente religiosa, mais nos vamos surpreendendo pelo seu lado obscuro que certamente não deixará nenhum leitor indiferente.

Em suma, uma temática interessante sob o traço de um autor inteligente que soube efectuar uma abordagem pouco convencional, pouco comercial, mas, ainda assim, direccionada para o entretenimento na mesma medida em que nos faz repensar o lado psicológico de cada um.

Tom Perrotta tem uma escrita bonita assertiva para um público que gosta de narrativas descritivas dando, em particular, primazia à introspecção.

Eu pessoalmente considerei a leitura agradável embora não tenha criado afinidade com qualquer uma das personagens. Senti-me, no entanto, impulsionada para descobrir os rumos que foram sendo criados para os diversos intervenientes que no fim me deixaram a reflectir sobre as suas acções, tanto quanto o conseguiram durante os desenvolvimentos do texto.

Esta obra é uma aposta Contraponto que, como já vem sendo usual, investe fortemente em leituras diferentes que de uma forma ou de oura marcam os leitores. Uma leitura que sugiro aos leitores de ficção em geral e, em particular, aos que gostam de temáticas apocalípticas.

Título: O Mundo Depois do Fim
Autor: Tom Perrotta
Género: Ficção
Editora: Contraponto


Nos cinemas em 2013 pelas mãos de Tim Burton.

Título: O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares
Autor: Ransom Riggs
N.º Páginas: 344
PVP: 17,70 €
ISBN: 9789896661281

Sinopse:
Uma ilha misteriosa. Uma casa abandonada e uma estranha coleção de fotografias peculiares.

Uma terrível tragédia familiar leva Jacob, um jovem de 16 anos, a uma ilha remota na costa do País de Gales, onde vai encontrar as ruínas do lar para crianças peculiares, criado pela senhora Peregrine.
Ao explorar os quartos e corredores abandonados, apercebe-se de que as crianças do lar eram mais do que apenas peculiares; podiam também ser perigosas. É possível que tenham sido mantidas enclausuradas numa ilha quase deserta por um bom motivo. E, por incrível que pareça, podem ainda estar vivas…
Um romance arrepiante, ilustrado com fantasmagóricas fotografias vintage, que fará as delícias de adultos, jovens e todos aqueles que apreciam o suspense.
Uma fantasia arrepiante ilustrada com a fotografia do vintage assombração, um livro que vai encantar adultos, adolescentes, e qualquer um que adora uma aventura nas sombras.


Melhor Livro na Amazon.com
Escolha do Los Angeles Times Summer Reading Guide

«Um trabalho tão original que desafia qualquer categorização.» - Library Journal

«Uma leitura original e deliciosa, pontuada por personagens bem construídas e alguns monstros muito assustadores. Um romance tão sombrio quanto entusiasmante.» - Publisher's Weekly

Sobre o autor:
Ransom Riggs. Nasceu numa fazenda com 200 anos na zona rural de Maryland, onde aos cinco anos dizia que queria ser agricultor porque era fascinado por tratores. Mas ao mudar-se para a Florida, onde havia poucas fazendas, depressa colocou a agricultura de lado. Sem internet e com poucos canais de televisão e com poucos miúdos para brincar, Riggs viu-se forçado a criar a sua própria diversão - fazer as suas histórias. «(…) e é isso que ainda estou fazendo, só que agora sou pago. Então, obrigado, sonolenta aldeia de pescadores Florida!» diz. Mais tarde mudou-se para a terra das crianças peculiares - Los Angeles (onde vive atualmente).
É realizador de várias curtas-metragens premiadas, os seus artigos e ensaios sobre viagens, Strange Geographies, podem ser lidos em mentalfloss.com ou ransomriggs.com. Este é o seu primeiro romance.

Saiba mais em: Contraponto


O guia completo do Além. Uma introdução breve, como a vida.

Título: 100 coisas para fazer depois de morrer
Autor: Viton Araújo e Gustavo Nardini
N.º Páginas: 208
PVP: 14,40 €
ISBN: 9789896920357

Sinopse:
«Apesar de ter colocado oportunamente o meu nome na capa, não sou o autor deste utilitário indispensável a todos os que planeiam morrer um dia. O conteúdo foi-me inteiramente ditado pelo espírito de Mauro Camargo e é fruto da sua insatisfação com a mesmice da vida após a morte. Se não nos tivéssemos encontrado há dois anos no centro espírita, tais anotações nunca teriam saído do seu Moleskine. Para ser absolutamente sincero, o Gustavo também não ilustrou porra nenhuma, teve apenas a sua mão guiada por este talentosíssimo amigo espiritual. Após inúmeras sessões de psicografia, psicoilustração e psicodiscussões editoriais, as 100 Coisas para Fazer Depois de Morrer (o nome é ideia minha) estão aqui organizadas passo a passo, desde os primeiros segundos sem respirar até aos últimos preparativos para a reencarnação. Esperamos que faça bom uso, transformando o dito descanso eterno numa curtição sem fim.» - Viton Araújo


«Se já não estivesse morto, morreria de rir.» - William Shakespeare
«Do caraças.» - Platão
«Julinho e eu divertimo-nos imenso.» - Cleópatra
«Mudou a minha morte.» - Mahatma Gandhi
«Não li, só podemos ler bulas de remédios aqui no inferno.» - Adolf Hitler

Sobre os autores:
Viton Araújo
Nasceu em Porto Alegre (Brasil) em 1982 e trabalha como redator publicitário. Faz parte da trupe de poetas do Poetry Slam português, tendo vencido edições do Poetry Slam Lisboa, Poetry Slam LX e Poetry Slam Night. Foi convidado para participar no Festival do Silêncio, no Musicbox; na Avenida de Poemas, no Tivoli; na Noite-antologia Poetry Slam, no Chapitô; e no Clube da Palavra, no Canal Q da Meo. Entra na antologia Folhinha Poética 2012. Posta sempre que pode novos textos em vitonaraujo.com Vê fantasmas com alguma frequência.

Gustavo Nardini
É brasileiro e vive em Hamburgo, Alemanha. Trabalha como criativo em publicidade, tendo já recebido alguns dos maiores prémios do mercado, e participa em exposições com projetos de fotografia e ilustração. Depois de sofrer um misterioso acidente, adquiriu poderes e passou a psicografar ilustrações como as que se encontram neste livro. Presentemente, está a tentar construir uma armadura para combater o crime, mas até agora só conseguiu desmontar três cafeteiras.
cargocollective.com/gustavonardini


Saiba mais em: Arte Plural


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O FREAK é o novo CHIC.
Um livro eletrizante!

Título: Monsters High – Os Zombies do Lado
Autora: Lisi Harrison
N.º Páginas: 216
PVP: 15,50 €
ISBN: 978-989-666-118-2

Sinopse:
CLEOPATRA DE NILE
- Nova cobra de estimação
- Mantém Deuce, o tipo mais giro da escola, colado a ela
- Vestido justo Hervé Leger e plataformas douradas com tiras

Cleo está furiosa com Frankie e Melody: não param de lhe roubar o protagonismo e estão a passar a sua reportagem de moda para segundo plano, com um filme em que os DAR vão ser os protagonistas.

FRANKIE STEIN
Frankie deixou-se levar por Brett uma vez e jura a si mesma que isso não vai voltar a acontecer. A verdade é que não tem outra opção, pois Bekka continua agarrada ao ex como película aderente. Contudo, quando Brett surge com um plano que podia ajudar os DAR a obterem a liberdade, as faíscas entre os dois soltam-se e Bekka não olha a meios para apagar as chamas... mesmo que isso implique destruir toda a comunidade de monstros.

Da Mesma Série
MELODY CARVER
O relógio não para... Melody tem um prazo limitado para salvar o namorado, Jackson, de ser denunciado por Bekka, desejosa de vingança. No entanto, Cleo está a dificultar as coisas aos DAR... um grupo com o qual Melody suspeita ter mais em comum do que alguma vez pensara.

Ser normal está out.







Sobre a autora:
Reconhecida autora de romances juvenis, Lisi Harrison nasceu no Canadá e trabalhou durante doze anos na MTV como guionista; desde então dedica-se exclusivamente à escrita literária e vive em Laguna Beach, na Califórnia.

Saiba mais em: Contraponto



Com o apoio fantástico apoio da editora Planeta Manuscrito chega ao fim mais um passatempo aqui no blogue.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro A Floresta Mecânica – Os Variantes do autor Robison Wells. Uma repleta de tensão e adrenalina num cenário ligeiramente distópico. (Opinião.)

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime haverá mais oportunidades em breve.

Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*91 Ester (…) AlmeidaPorto

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que desfrute de uma excelente leitura.
Boas leituras a todos. 

Sinopse:
Benson Fisher pensou que uma bolsa para frequentar a Academia Maxfield seria o seu passaporte para uma vida com futuro. Estava enganado. Agora, vive num colégio cercado por uma vedação de arame farpado. Um colégio onde câmaras de vigilância monitorizam todos os seus movimentos. Onde não há adultos. Onde os alunos se dividiram em grupos para sobreviver. Onde a punição por violar as regras é a morte.
Mas, quando descobre, por acidente, o verdadeiro segredo do colégio, Benson percebe que cumprir as regras poderá trazer-lhe um destino pior que a morte, e que a fuga – a sua única esperança de sobrevivência – talvez seja uma missão impossível.

Após um impressionante crescimento relativamente à publicação de literatura fantástica, é cada vez mais recorrente o leitor deparar-se com novidades ligeiramente distópicas, de cenários extremos, repletas de possibilidades reais num futuro distante.


A nova aposta da editora Planeta Manuscrito, A Floresta Mecânica – Os Variantes, é uma das mais recentes opções para os adeptos deste tipo páginas, páginas onde acompanhamos personagens jovens que vêem, precocemente, ser-lhes retirados direitos, dados como garantidos nos nossos dias. São páginas impregnadas de conceitos sociais distorcidos, regimes totalitários obtusos e tecnologias de ponta que despertam invariavelmente um misto de fascínio e horror. A verdade inegável, a conquista de fãs por parte deste género de pseudo-realidade é irrefutável e não pára de aumentar devido ao seu ritmo e intensidade, com que impulsiona uma leitura particularmente viciante, característica destas histórias que exploram os limites do ser humano. Este livro não é excepção.

O nosso protagonista, Benson Fisher, vê sem aviso prévio a sua candidatura a um colégio privado transformar-se no pesadelo inimaginável. O que era um passaporte para o futuro, para a liberdade – depois de muitos anos de criado por famílias de acolhimento que o fizeram sentir-se inadaptado e carente de afecto –, revela-se a final um encarceramento de 24 sob 24 horas numa escola onde os adultos são substituídos por câmaras de vigilância, microfones e uma pequena sociedade dividida em três facções de hormonas explosivas (grupos juvenis) e capazes de matar para se manter vivas. É arrepiante.

Trabalhando cuidadosamente esta premissa que é simples mas que explora primorosamente o lado psicológico de adolescentes em desenvolvimento, o autor apresenta-nos um cenário actual e, regra geral, credível onde vemos esmiuçadas as mentes de intervenientes em tenra idade e sem família. O clima criado permite uma contraditória ilusão de que algo positivo pode advir no futuro, na mesma medida em que lhes é retirada toda a esperança, sufocando-os, martirizando-os, encarregando-os de trabalhos esforçados, num meio totalmente opressivo e hostil, onde forçosamente têm de se entrosar para conseguirem sobreviver.

Este género de enredo é, como citei anteriormente, muito apelativo e consegue de facto prender, automaticamente e totalmente, aos desenvolvimentos que têm como fim a fuga daqueles por quem vamos criando empatia.
Não existindo nada de extraordinário é, no entanto, latente o trabalho elaborado para conferir pormenores a esta trama que se vai adensando através do decorrer de dias difíceis, comoventes e desoladores
A própria existência é incerta neste livro e essa será, possivelmente, uma das chaves para o sucesso desta história que deixará muitos leitores a ansiar pela sua continuação. Que deixará muito leitores de distopias desejosos de saber o que se estende para lá da incerteza das tensas paredes da Academia Maxfield.

Robison Wells tem talento e criatividade, tendo conseguido de forma prodigiosa elevar o interesse sobre a sua narrativa. A sua escrita simples, crua, tremendamente humana e com a capacidade de alcançar leitores em idades diversas devido à sua aptidão para surpreender e promover o suspense de forma permanente.
As descrições encontram-se bem-conseguidas dando a ver a totalmente o cenário representado, que embora seja bastante limitado, tendo em conta o aprisionamento das personagens, é rico em curiosidades. A nível emocional, existem algumas discrepâncias entre os intervenientes, pois estes tão depressa se apresentam frios e impermeáveis a todo o drama que os rodeia, como sedentos de confiança após verem logradas as expectativas sentimentais, no entanto, todos despertarão, certamente, algo dentro de quem lê.
No geral penso que o maior trunfo desta obra está na sua capacidade de explorar a mente juvenil, evidenciando recônditos traços peculiares e que conseguirão chocar e maravilhar. Sim, esta leitura é um pouco cruel ou não de poderia aproximar do duro conceito de distopia.

Quanto a mim gostei deste livro e irei certamente querer ler a sua continuação. O seu final, totalmente em aberto e expectantes, não devia ser permitido para corações fracos e sensíveis como o meu.
Embora tenha encontrado muitos pontos de interesse e tenha criado laços com algumas personagens, a verdade é que nenhuma delas, nem mesmo o protagonista, conseguiu criar uma ligação realmente forte o que, confesso-vos, considerei estranho atendendo à adrenalina intensa que senti durante toda a narrativa. Tenho, portanto, expectativas com a continuação que promete algo novo e, ainda mais, perturbador.

Esta história é uma aposta da editora Planeta Manuscrito, que investe forte e assertivamente no público juvenil com narrativas bem trabalhadas. Uma realidade que eu sugiro, particularmente, a leitores de fantasia e ficção científica.

Título: A Floresta Mecância – Os Variantes
Autor: Robison Wells
Género: Fantástico


Título: D. Pedro – O Rei Imperador
Autor: Javier Moro
N.º Páginas: 520
PVP: 22,90 €
ISBN: 978-989-657-319-5

Sinopse:
Rei de Portugal, durante sete dias, convertido em imperador do Brasil aos vinte e três anos, D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal, deixou a sua marca na história de dois continentes.
Apesar de uma esmerada educação e de grande inteligência, a sua personalidade era excessiva e contraditória, as mulheres foram a sua salvação e a sua perdição. Teve vários filhos ilegítimos: do casamento com a primeira mulher, a virtuosa Leopoldina de Áustria que o levou ao apogeu teve sete e cinco com a sua amante, a ardente Domitila de Castro, que o arrastou para a decadência.
Quando o imenso Brasil se tornou pequeno e o poder deixou de lhe interessar, pôs a sua vida em risco por aquilo que acreditava ser justo. E alcançou a glória.
Com a beleza exuberante dos trópicos como pano de fundo, Javier Moro narra, com paixão pelo pormenor, a prodigiosa epopeia do nascimento do maior país da América do Sul, com a visão histórica que nos oferece um imperador humano que defende os seus ideiais e não o déspota que em geral os livros de História o costumavam conotar.

Sobre o autor:
Javier Moro nasceu em Madrid em 1955. É autor de Senderos de Libertad, El Pie de Jaipur, Las Montañas de Buda e, em 2001, Era Medianoche en Bhopal, em colaboração com Dominique Lapierre.
Uma Paixão Indiana, a história da bailarina espanhola que casou com o Maharajá de Kapurthala, foi um dos grandes êxitos de crítica e venda dos últimos anos em Espanha e vários países europeus, com tradução em dezassete idiomas, que em breve será levada ao cinema.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito

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