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A Elphaba...

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sábado, 25 de abril de 2015

Sinopse:
Sir Phillip sabia que Eloise Bridgerton tinha já 28 anos e era, pois claro, uma solteirona. Foi por isso mesmo que pediu a sua mão em casamento. Sir Phillip partiu do princípio de que Eloise estaria desesperada por casar e não seria exigente ou caprichosa.
Só que… estava enganado. No dia em que ela lhe aparece à porta, torna-se óbvio que é tudo menos modesta e recatada.
E quando Eloise finalmente para de falar, ele percebe, rendido, que o que mais deseja é… beijá-la.
É que, quando recebeu a tão inesperada proposta, Eloise ficou perplexa. Afinal, nem sequer se conheciam pessoalmente. Mas depois… o seu coração levou a melhor e quando dá por si está numa carruagem alugada, rumo àquele que pensa poder ser o homem dos seus sonhos. Só que… estava enganada. Embora Sir Phillip seja atraente, é certo, é também um bruto, um rude e temperamental bruto, o oposto dos gentis cavalheiros que a cortejam em Londres.
Mas quando ele sorri… e quando a beija… o resto do mundo evapora-se e Eloise não consegue evitar a pergunta: será que este pesadelo de homem é, afinal, o homem dos seus sonhos?

É difícil explicar-vos como mas a verdade é que sei, garantidamente e antes mesmo de ler a sinopse, que o facto de me encontrar com as palavras de Julia Quinn é uma promessa de excelentes momentos entre páginas.
Sem dúvida alguma uma mestra na sua arte, creio que para a maioria dos leitores deste género de ficção esta autora dispensa apresentações pois quase que adivinho que, estes mesmos leitores, já se apaixonaram em algum dos livros por um elemento da família Bridgerton. Eles são a elite do seu tempo, figuras imponentes e gentis que dão nome a esta série de oito livros e que conquistam com a justiça e o coração.

Para Sir Phillip, Com Amor, o quinto título, é mais uma prova de talento que se faz acompanhar por um novo cenário e muitas das personagens já bem conhecidas de quem lê esta saga e se, por um lado, é uma obra que pode ser considerada ligeiramente diferente, por outro lado tem todo o esmero, humor e cuidados delicados que o eventual adepto desta história deseja encontrar.

Após a épica e perfeita união em A Grande Revelação, Eloise era efectivamente a personagem que eu esperava ver lutar pela sua felicidade, não só por já ter deixado vincada a sua personalidade forte mas também pelas singularidades controversas que a caracterizam para sua época… e assim foi.
Uma troca de correspondência inocente e dois destinos ansiosos por fugir à sua actual realidade são as bases de mais um romance arrebatador, repleto de peripécias e charme, num ambiente mais bucólico que habitual mas que ensinará igualmente aos protagonistas as agruras e as doçuras de um encontro com o verdadeiro amor e com a assinatura de um felizes para sempre.

Gostei de todas as personagens, à sua maneira todas elas têm pormenores encantadores que criam empatia e souberam captar a minha atenção, mas confesso Eloise se destacou pois sou, desde sempre, uma fã sua.
Irreverente, audaz e com um língua viperina, esta solteirona por opção acaba por se revelar uma mulher desesperada por cumprir o matrimónio e fugir à vida citadina. Ao longo da narrativa, revelou que a sua fortaleza de afectos se estendia também à maternidade e que mesmo a pessoa mais firme nas suas convicções treme quando o seu mundo passa a fazer sentido com outros dentro. Teve, sem dúvida, direito a aprendizagens mas foi o seu eterno espírito jovem que fez de si uma grande senhora. Já o cavalheiro que lhe coube no destino não conseguiu em mim o efeito de amor à primeira vista, mas conforme se foi revelando mostrou os motivos mais do que suficientes para receber a minha afeição. De homem duro e gestos contidos, acabou por se revelar o maior dos românticos – até demasiado, confesso, mas se os seus actos e palavras fazem Eloise feliz não sou eu que vou reclamar.

Mais do que agradáveis, as personagens secundárias só serviram para tornar o texto ainda mais delicioso. Os filhos de Sir Phillip Crane, uns verdadeiros diabretes, são uns miúdos maravilhosos que acabam por interagir da melhor forma possível com a protagonista. E quanto aos restantes membros da família Bridgerton estiveram, como sempre, no seu melhor. O lado masculino da família superou-se, efectivamente, mas todos os outros acompanharem-nos na perfeição na representação dos seus papéis – criaram momentos hilariantes.


Este não é um título em que questões dilemáticas abundem, no entanto gostei da abordagem feita à educação infantil da época representada e do suposto papel da mulher, com a autora a tocar ligeiramente regras e etiquetas que tão pouco se adequam a Eloise.
O livro acaba, de certa forma, por ser bastante emocional mostrando as camadas de uma personagem que é muito mais do que transparecia numa primeira análise. Medos e inseguranças, próprias de quem tem um casamento tardio, mesmo que por opção, bem como os fardos assumidos em nome da honra e da conduta da parte de Phillip, são algumas das temáticas bem exploradas.
Por fim, gostei muito das trocas de correspondência, maioritariamente por parte de Eloise, que iniciam cada capítulo, pois são um pormenor perfeito neste todo aprazível.

Julia Quinn nunca desilude e, da minha parte, continuo muito satisfeita tanto com a sua escrita como com as personalidades atribuídas aos intervenientes ficcionais. Os diálogos e as descrições têm um primor encantatório que a distinguem entre os seus pares. Sem dúvida que a recomendo, sempre.

Uma aposta Asa que, continuamente, oferece aos leitores maravilhosos romances sensuais de época a todas as adeptas deste género.

Da mesma autora, no blogue:
Crónica de Paixões & Caprichos – Opinião
Peripécias do Coração – Opinião
Amor e Enganos – Opinião
A Grande Revelação – Opinião


Título: Para Sir Phillip, Com Amor
Autora: Julia Quinn
Género: Romance Sensual de Época

Editora: ASA
sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sinopse:
O coração de Penelope Featherington sofre por Colin Bridgerton há... não pode ser!?? ...mais de dez anos? Sim, essa é a triste verdade. Dez anos de uma vida enfadonha, animada apenas por devaneios apaixonados. Dez ingénuos anos em que julga conhecer Colin na perfeição. Mal ela sabe que ele é muito (mesmo muito) mais do que aparenta... Cansado de ser visto como um mulherengo fútil, irritado por ver o seu nome surgir constantemente na coluna de mexericos de Lady Whistledown, Colin regressa a Londres após uma temporada no estrangeiro decidido a mudar as coisas. Mas a realidade (ou melhor, Penelope) vai surpreendê- lo... e de que maneira! Intimidado e atraído, Colin vai ter de perceber se ela é a sua maior ameaça ou o seu final feliz. P.S.: este livro contém a chave do segredo mais bem guardado da sociedade londrina.

A espera terminou, finalmente foi revelado o segredo mais desejado, e bem guardo, da série Bridgerton – sou uma leitora feliz.

Já me habituei e nunca me desiludo, abrir as páginas dos livros de Julia Quinn é sempre um enorme prazer que, no final, nos deixa a suspirar por um pouco mais desta louca família londrina do século XIX.
E, porque a família também são aqueles que nos tocam o coração, neste livro abraçamos a mais querida amiga de muitos membros do clã e vemos como um deles acaba por sucumbir aos fervorosos intentos de sua mãe no que respeita ao matrimónio. Esta é, obviamente, mais uma magnífica história de amor, repleta de humor e com um toque de sensualidade, temáticas em que a autora é rainha e que equilibra, como muito poucas, com a construção de personagens inesquecíveis e a exposição de um retrato de época primoroso.

Existem paixões à primeira vista e amores que perduram durante uma vida, são afectos com um fim idêntico que muitas vezes ocorrem em separado mas que, não raras vezes, também sucedem entre um casal – em particular se um dos elementos do par for cego ao que o rodeia, como é o caso. Esta é a história de Penelope Featherington e Colin Bridgerton, uma eterna apaixonada por jovem para o qual é invisível e, claro está, um tolinho com dúvidas existenciais que não vê a linda mulher que sempre o desejou. Toda a história gira, assim, em torno da amizade deste par predestinado ao romance, uma história na qual não faltam muitos pormenores secundários que a enriquecem, bem como o grande mistério em torno a secreta autora das deliciosas Crónicas da Sociedade de Lady Whistledown.

Como, creio, possa ter ficado claro pela minha introdução, eu adorei este casal já bem conhecido das leitoras da série. Adorei os seus encontros e desencontros numa vida em que os seus caminhos se cruzaram múltiplas vezes, um caminho que acaba por se revelar muito mais estreito do que qualquer um deles poderia imaginar.
Conhecer a vida íntima de Penelope foi tudo o que eu esperava e um pouco mais. O seu ambiente familiar difícil, a sua doçura constante e a sua ligação próxima dos Bridgerton tornaram-na verdadeiramente especial, sem dúvida, pelo que fico muito feliz por a ver receber tudo o que merecia. Já Colin espantou-me, numa pensei que pudesse ser tão fechado na sua centralidade mas, no fim, foi mais do que perdoado, tornou-se mais um estimado príncipe como, aliás, todos os Bridgerton acabam por se revelar – são irresistíveis.

As personagens secundárias são as de sempre, as mais queridas. Os manos mais novos têm cada vez mais destaque – o tempo passa –, com a Eloise a ter especial atenção, assim como Lady Danbury (quando esta grande senhora morrer eu juro que choro, muito!). A matriarca da família Bridgerton é, também ela, uma referência sempre e, como não poderia deixar de ser, Lady Whistledown está no seu melhor, em todos os sentidos – vão adorar conhecê-la.

O final é, para mim, indiscutivelmente, o ponto alto – só vos digo que o meu coração ia explodindo de felicidade. E, à parte disso, adorei os momentos de humor, muitos e magníficos, adorei a ligação dos protagonistas à literatura, o que se tornou um grande ponto a favor de Colin, e a “hora do chá” acabou por ganhar todo um novo sentido… gostava de ter o poder de tornar aqueles momentos familiares reais e de estar lá para assistir.
No que respeita a temáticas com seriedade estas são muito ligeiras, este é um livro bastante feliz, mas destaco as dificuldades financeiras, os direitos das mulheres de se afirmarem como trabalhadoras e toda a intriga, um bom espelho da índole humana, que gira em torno da descoberta da identidade da Lady Whistledown.

Quanto a Julia Quinn, creio que não há mais nada que eu possa afirmar que já não tenha citado nos três volumes antecedentes. Ela faz tudo bem feito e a sua legião de fãs já está conquistada entre o público nacional. É, definitivamente, uma autora obrigatória neste género literário – comédias românticas de época com um toque de sensualidade.
As boas notícias para mim? Tenho o próximo livro da série, Para Sir Phillip, Com Amor, à minha espera na estante.

Esta uma das minhas apostas favoritas da ASA, livros que se saboreiam da primeira à última página e que devem ser consumidos sem moderação.

Da mesma autora: 
Livros 1, 2 e 3 - Série Bridgerton
Crónicas de Paixões &Caprichos – Opinião
Peripécias do Coração – Opinião
Amor & Enganos – Opinião

Título: A Grande Revelação
Autora: Julia Quinn
Género: Romance de Época; Sensual
Editora: ASA


Série Bridgerton - Volume V

Título: Para Sir Phillip, com Amor
Autor: Julia Quinn
N.º Páginas: 332
PVP: 16.90 €
ISBN: 9789892327785
Disponível para compra – AQUI
Disponível em eBook – AQUI


Sinopse:
Sir Phillip sabia que Eloise Bridgerton tinha já 28 anos e era, pois claro, uma solteirona. Foi por isso mesmo que pediu a sua mão em casamento. Sir Phillip partiu do princípio de que Eloise estaria desesperada por casar e não seria exigente ou caprichosa.
Só que… estava enganado. No dia em que ela lhe aparece à porta, torna-se óbvio que é tudo menos modesta e recatada.
E quando Eloise finalmente para de falar, ele percebe, rendido, que o que mais deseja é… beijá-la.
É que, quando recebeu a tão inesperada proposta, Eloise ficou perplexa. Afinal, nem sequer se conheciam pessoalmente. Mas depois… o seu coração levou a melhor e quando dá por si está numa carruagem alugada, rumo àquele que pensa poder ser o homem dos seus sonhos. Só que… estava enganada. Embora Sir Phillip seja atraente, é certo, é também um bruto, um rude e temperamental bruto, o oposto dos gentis cavalheiros que a cortejam em Londres.
Mas quando ele sorri… e quando a beija… o resto do mundo evapora-se e Eloise não consegue evitar a pergunta: será que este pesadelo de homem é, afinal, o homem dos seus sonhos?

Leia um excerto – AQUI

Da mesma autora:
Crónicas de Paixões & Caprichos – Opinião
Peripécias do Coração – Opinião
Amor e Enganos – Opinião
A Grande Revelação – Informações

Sobre a autora:
Julia Quinn começou a escrever mal terminou o seu curso universitário e, para alegria dos seus inúmeros fãs em todo o mundo, nunca mais parou. Traduzidos para vinte e seis línguas, todos os seus romances integram de imediato a lista de bestsellers do New York Times, com especial destaque para a Série Bridgerton. A autora venceu já dois prémios Romantic Times e três Prémios RITA da Romance Writers of America, tendo sido a mais jovem autora a entrar para o Hall of Fame dessa associação. Vive com a família na costa oeste dos Estados Unidos.




sexta-feira, 14 de junho de 2013
Sinopse:
A sensata Kate Sheffield está decidida a encontrar para a sua meia-irmã Edwina um marido de reputação impecável. Mal ela sabe que o visconde Anthony Bridgerton já traçou um plano... que inclui a belíssima jovem! E ele não está habituado a ser contrariado... Embora Anthony seja o solteirão mais cobiçado da temporada, a sua reputação de mulherengo perturba Kate. Ela terá de agir rapidamente, pois Edwina vê com muito bons olhos os avanços do visconde. Mas Edwina fez uma promessa que não está disposta a quebrar: nunca casará sem a bênção de Kate. Cabe, pois, a Anthony convencer aquela que (espera) será a sua futura cunhada. Ele é um homem determinado e seguro de si... e não contava encontrar uma adversária à sua altura. Frente a frente, Kate e Anthony apercebem-se de que têm mais em comum do que imaginaram. Mas o que os une ameaça separá-los para sempre.

Creio, com quase absoluta certeza, que não há quem tenha lido o primeiro título da série Bridgerton e não tenha gostado, ou até ficado fã, de Julia Quinn. Esta autora, na minha opinião, não é apenas boa, ela sabe o que faz e é, por isso, das melhores entre as melhores dentro do seu género literário. Quando penso na sua história, como um todo, não consigo deixar de elogiar a sua criatividade genial para conceber uma família unida, de oito irmãos díspares, divertida e de empatia fácil que, com apelativas personalidades peculiares, levam o leitor a desejar que todos tenha um final, nada mais, nada menos, do que absolutamente feliz.

Relativamente ao livro Peripécias do Coração, foi para mim uma leitura perfeita para descontrair - se é que quando ficamos viciados numa história, e não a conseguimos largar até ao final, descontraímos, mas adiante. Para quem gosta de romances de época com um teor humorístico forte, encontrará no casal de protagonistas abordado um escape exemplar que, entre as regras e imprevistos do ton, com a necessidade de um casamento para breve, proporcionará diálogos tão interessantes quanto assertivos, até que mais um membro da família Bridgerton encontre a bem-aventurança no amor.

Como irmão mais velho da extensa prole a que pertence, Anthony sabe que é chegada altura de se entregar ao casamento, sob uma importante condição, obviamente - ele e a sua futura noiva não podem estar apaixonados (oh sim, pois, claro… homens!). E é com esta perspectiva no pensamento que conhecemos um homem maduro, tão responsável para com a família quanto boémio, mas com forte sentido de honra e respeitado nos círculos a que pertence. Um homem sem pinga de romance e que de início os leitores sentirão vontade de esganar, ou seja, um homem que tem muito para aprender sobre as Peripécias do Coração. No entanto, Anthony altera-se completamente no decorrer do texto tornando-se bastante interessante e agradável, pelo que é possível acabar por aceitar e compreender o seu comportamento inicial ligado a um passado que, embora seja ligeiramente dramático, não tira a leveza à obra, acabando, isso sim, por incentivar o lado divertido, complicadamente descomplicado, da narrativa e, mais importante ainda, proporcionando até cenas hilariantes.
Já Kate, irmã de Edwina, a flor do ton escolhida por Anthony para atingir mais um objectivo, embora não esteja interessada no casamento porque ela própria não se considera interessante, está ainda menos interessada que um Lorde libertino, independentemente da sua riqueza, conquiste a sua irmã, o que dá início a um jogo peculiar entre um casal invulgar, com direito a muitas picardias e alguma sedução até que um deles dê o braço a torcer. (E não, a opinião de Edwina aqui não conta para nada!)

Em linha gerais, tenho de confessar que não há nada de extraordinário no enredo de Quinn, no entanto é impossível não afirmar que a sua história é especial, porque efectivamente é, através dos seus diálogos irresistíveis, personagens convencionais mas arrojadas e um busílis absurdamente cómico que culmina em momentos de prazer puro para quem lê. Ou seja, Quinn escreve histórias de entretenimento irrepreensíveis.

Neste livro, gostei particularmente de Kate e da sua família, ela pela sua língua viperina, espírito irreverente e personalidade mordaz, que a tornam assustadora perante a aristocracia tradicional mas extremamente apelativa para o leitor, e quanto à sua família, achei interessante a relação que Kate mantém com a madrasta e a meia-irmã, tendo em atenção a afeição entre elas na época em que se passa a acção, uma época em que a imagem prevalecia sobre os afectos.

Em relação aos Bridgerton, foi um enorme prazer ter notícias do casal Daphne e Simon, bem como de todos os outros que pertencem ao clã. Foi igualmente agradável saber um pouco mais sobre esta família e o seu passado, uma família que enternece o coração de quem lê pela sua união nas dificuldades e nas diferenças. Todos têm um coração de ouro, em particular o casal principal que ficamos a conhecer melhor.

Relativamente a Julia Quinn, a autora segue o mesmo estilo de escrita do livro anterior, simples e assertiva, prendendo a atenção do leitor até ao final que, ainda que previsível, é muito atractivo.
As suas descrições são breves, suficientemente cuidadas apenas para que o leitor se sinta enquadrado espacialmente, sendo, como citei anteriormente, os diálogos e as caracterizações das personagens o seu ponto forte, o que, juntamente com o seu humor singular e o magnetismo entre intervenientes, é delicioso.

Quanto a mim, adorei esta história que li num único dia, pelo que já sei que quando pretender ler algo com qualidade e que me abstraia de tudo o resto esta é a opção certa, uma opção que por sinal é muito divertida e cheia de valores.
Por agora, estou curiosa para ler em breve o terceiro título desta série, já publicado, Amores e Enganos e tentar descobrir finalmente quem é a Vossa Autora, uma personagem muito especial e que é mais um toque de génio de Quinn - sim, é minha personagem preferida até ao momento. Fazem-se apostas!

Esta autora foi uma das grandes apostas ASA em 2012 e creio que o será sempre que publicada. É, portanto, um livro que recomendo a todos os leitores que gostem de romances, em particular de comédias românticas de época, sem qualquer tipo de restrições. Maravilhoso.


Livro I
Série Bridgerton




Crónicas de Paixões & Caprichos (Opinião)


Título: Peripécias do Coração
Autora: Julia Quinn
Género: Romance de Época; Comédia
Editora: ASA


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