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A Elphaba...
Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.
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Viciada em literatura fantástica e romântica.
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sábado, 16 de novembro de 2013
Um
emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa, a
bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova – com quem o autor
teve oportunidade de falar e que resgata do esquecimento uma das mais
comoventes histórias de heroísmo cultural.
Título:
A Bibliotecária de Auschwitz
Autor:
Antonio G. Iturbe
N.º
Páginas: 384
PVP:
18.85 €
ISBN:
978-989-657-432-1
Sinopse:
Minuciosamente
documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem
bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas
verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia
dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de
apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.
Sobre
a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num
lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os
frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que
jamais existiu.
No
meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e
nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo
de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva
de férias».
Um
romance comovente: uma história maravilhosa, pungente e diferente de tudo o que
já leu sobre o Holocausto e de que poucos têm conhecimento.
Leia
um excerto – AQUI
«Não
importa quantas escolas os nazis fecham», respondi-lhes. «Sempre que alguém se
detiver numa esquina a contar qualquer coisa e algumas crianças se juntarem à
sua volta para ouvir, aí terá sido fundada uma escola.» - Excerto do livro
Sobre o auto:
Dedica-se
há mais de vinte anos ao jornalismo cultural. Foi coordenador do suplemento
televisivo de El Periódico, redactor da revista de cinema Fantastic Magazine e
trabalha há dezassete anos na revista Qué Leer, de que é actualmente director.
Colaborou, entre outros órgãos de comunicação social, nas secções de livros dos
programas de rádio de «Protagonistas» Ona Catalana, ICat FM e a Cope, e em
suplementos culturais de jornais como La Vanguardia ou Avui.
Publicou
dois romances, e é autor de uma série de êxito de livros infantis.
Saiba
mais em: Planeta Manuscrito
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Chegou
ao fim de mais um passatempo, com o maravilhoso apoios Planeta Manuscrito,
desta feita alusivo ao Halloween.
Para
sorteio estava disponível um pack com a trilogia Halo da autora Alexandra Adornetto.
Uma narrativa original que leva os seus leitores do inferno ao céu, nas asas de
uma linda história de amor.
Como
sempre, quero agradecer muito as vossas participações. E, se não foi o
vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.
Sem
mais demoras, quem receberá este exemplar é:
*139
– Tânia (…) Alves, Agualva-Cacém
Os
meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente
leitura.
Aproveito,
igualmente, para agradecer à editora Planeta Manuscrito por proporcionar mais
este passatempo.
Boas
leituras*
Primeiro
livro de uma electrizante trilogia ambientada num futuro fictício, mas assustadoramente
possível.
Uma
aliança improvável num mundo perigoso.
*
Uma
aventura de tirar a respiração.
*
Um
romance inesquecível.
Título:
Sob o Céu que Não Existe
Autor:
Veronica Rossi
N.º
Páginas: 296
PVP:
17.76 €
ISBN:
978-989-657-344-7
Sinopse:
Uma
aliança improvável num mundo perigoso. Uma aventura de tirar a respiração!
O
mundo mantinha-os separados, mas o destino reuniu-os.
Aria
viveu toda a vida no Casulo protegido de Reverie. Este era o seu mundo e nunca
pensou sobre o que estaria para lá das fronteiras. Mas, quando a mãe
desaparece, Aria vê-se confrontada a sair para o exterior para a procurar, e a
sobrevivência no deserto o tempo suficiente para a encontrar parece impossível.
Então Aria encontra um estranho chamado Perry. Ele também está à procura de
alguém. Mas é um Externo, um Selvagem, contudo é a única pessoa capaz de a
manter viva na travessia do deserto.
E
se conseguirem sobreviver serão a esperança um do outro para encontrar
respostas às perguntas que vão surgindo à medida que se vão conhecendo.
Leia
um excerto – AQUI
Personagens
cativantes e um enredo de cortar a respiração que envolvem de tal forma o
leitor que se torna impossível parar a leitura.
«Veronica
Rossi faz a façanha de nos oferecer perspectivas duplas. Na sua construção não
só do mundo como da linguagem, criando linguagens para as diferentes
personagens e adicionando tensão. As suas personagens são corajosas e complexas
e a escrita suave e evocativa. Inspirador, exigente e hipnotizante.» - Kirkus
Reviews
«Os
fãs de Jogos da Fome vão adorar e brindar a Aria, com a transformação para
guerreira ao longo do romance. Perry é uma figura enigmática, cujo passado
emerge lentamente e cuja força de carácter é apenas justificado por ser
humano.» - Booklist
«O
romance de Veronica Rossi transcende. Há uma luminescência no seu mundo, que
nega as tristes realidades de degradação ambiental. Um trabalho de mestre.» - School
Library Journal
«Uma
obra-prima inesquecível da distopia.» - Examiner.com
Sobre
a autora:
Formou-se
na UCLA e estudou Arte no California College of the Arts, em São Francisco.
Começou a escrever ficção para adolescentes e recebeu os primeiros prémios dos
concursos anuais da Pacific Northwest Writers Association e da SouthWest
Writers antes de terminar «Sob o Céu Que não Existe».
Desde então, é
requisitada por editoras de todo o mundo e já recebeu um convite da Warner
Bros.
Veronica vive no Norte da Califórnia com o marido e os dois filhos.
Pode
visitá-la no Facebook ou em www.veronicarossi.com
Saiba
mais em: Planeta Manuscrito
Sinopse:
1787.
Bristol é uma cidade em franco crescimento, uma cidade onde o poder atrai os
que estão dispostos a correr riscos. Josiah Cole, um homem de negócios que se
dedica ao comércio de escravos, decide arriscar tudo para fazer parte da
comunidade que detém o poder na cidade. No entanto, para isso, Cole vai
precisar de capital e de uma esposa bem relacionada que lhe abra as portas
necessárias.
Casar
com Frances Scott é uma solução conveniente para ambas as partes. Ao trocar as
suas relações sociais pela proteção de Cole, Frances descobre que a sua vida e
riqueza dependem do comércio respeitável do açúcar, rum e escravos.
Entretanto,
Mehuru, um conselheiro do rei de Ioruba, em África, é capturado, vendido e
enviado para Bristol, onde será educado nos padrões ocidentais por Frances, por
quem, inexoravelmente, se irá apaixonar.
Em
Um Comércio Respeitável, Philippa Gregory oferece-nos um retrato vívido e
impressionante de uma época complexa onde impera a ganância e a crueldade que
devastaram todo um continente.
Um
Comércio Respeitável foi o primeiro livro que tive o prazer de ler de Philippa
Gregory enquanto escritora de ficção para adultos e, confesso-vos, ainda nem
sei ao certo como expressar-me sobre a realidade transposta pelas suas
palavras, palavras que me tocaram profundamente.
Os
factos narrados são tão credíveis em relação à época retratada e, muitas
vezes, a autora nos faz acreditar piamente em tudo a que assistimos,
emocionando-nos e envolvendo-nos com as suas personagens sonantes, com os
momentos marcantes por estas vividos e, principalmente, com a crueldade
consecutiva e embelezada, uma crueldade nomeada de respeitável.
A
primeira grande diferença deste livro, em relação a todos os que já li passados
no século XVIII,
tem que ver com o ambiente social em que os intervenientes estão inseridos. Eu,
leitora habituada a romances de época leves, fui confrontada com um livro
histórico com laivos de romance, aqui secundário, em que a classe média se
destaca para alcançar os que sempre desejei conhecer entre o ton, na ficção.
Esqueçam o requinte, as propriedades pitorescas e os vestidos invejáveis,
esta é a história que vos dará a conhecer as vias que tornaram Condes e
Viscondes cobiçados pela sua glória, através de um caminho cru e repudiante,
repleto de sensações desagradáveis e que permite conhecer o holocausto a que África foi submetida pelas sedentas mãos da
Europa, um caminho que nos mostra a quase destruição de um continente,
espelhando a naturalidade com que tal foi feito, e que se foca principalmente no
“venerável” comércio de vidas, em tráfico humano, em tráfico de escravos.
Através
de três perspectivas diferentes, a autora proporciona ao leitor a possibilidade
de conhecer de forma abrangente a cultura, as relações e os sentimentos
nutridos nestes tempos “auspiciosos”, tempos de ascensão para Inglaterra, enquanto seus intervenientes aprendem o preço das suas almas.
Desta feita, o protagonista Josiah Cole reflecte na perfeição a ambição dos que
vieram do nada e descobriram no comércio marítimo a oportunidade de se erguerem socialmente, transportando rum, açúcar e escravos de África - viagens caras, arriscadas e que quando
efectuadas dentro da legalidade eram pouco rentáveis. Este foi, como todos os
outros, um negócio manipulado e controlado pelos mais ricos, pelos pertencentes
à Merchant Venturers of Bristol, que Josiah veio a descobrir adulterarem bem mais que o comércio.
Frances
Scott, de passado infortúnio, encontra um mundo diferente após o seu casamento
com Josiah. Esta personagem descobre que por detrás da protecção do nome da sua
família a realidade é mais dura do que aparenta, pelo que ver-se-á obrigada
abdicar dos seus valores e a aceitar o inimaginável para ascender na escala
social e alcançar o que sempre desejou. Cometerá muitos erros e na sua
humanidade só muito, muito tarde é que descobrirá que há emoções que não têm
preço, enquanto o leitor assiste ao seu brotar para o mundo real, ora protegida
ora audaz, trabalhando naquela que nunca deveria ter sido uma profissão.
Estas
duas personagens oferecem o prisma negro, mas nem por isso menos sofrido, dos
que tentaram chegar mais longe numa época injusta, uma época em cada um era
definido pelo seu estatuto e pela sua capacidade de chegar mais longe, onde os
escrúpulos, a honra e a dignidade ficavam para segundo plano.
O
terceiro narrador deste texto é Mehuru, um homem respeitado entre o seu povo. Capturado
como escravo, Mahuru tem a sorte ou azar de ser transportado para Inglaterra
onde será ensinado para servir. Conhecê-lo é uma das experiências mais férteis
deste enredo, do seu passado à história do seu povo, passando pelas
dificuldades da travessia a que se vê sujeito, repleta de atrocidades, até ao
seu começo difícil nas terras se sua majestade, é algo tão inebriante quanto
chocante. Este interveniente faz-se acompanhar por vários secundários, com os
quais partilha a cor, que dão profundidade ao seu drama, pelo que é relevante
destacar o papel das mulheres e das crianças perdidas e abusadas, cegas e cativas,
pela prepotência de uma sociedade tão diferente da sua.
Ainda
que remetido para segundo plano, na mesma medida em que é crucial para os
caminhos seguidos pelo texto, encontra-se o romance. Embora eu não lhe tenha
prestado muita atenção, de tão abstraída que me encontrava a absorver todos os
outros pormenores, é estimulante a forma como a relação entre Frances e Mehuru
os transforma, abrindo não só as perspectivas de ambos para os seus mundos
opostos, como pela partilha de sentimentos proibidos, de dilemas secretos que
revolucionaram as suas existências.
Embora
já o tenha referido, penso que não é demais voltar a afirmar a importância do
comércio, pois é a sua influência que domina o livro. A ambição, a sua imposição
nos extractos sociais e o seu verdadeiro preço ganham todo um novo sentido ao tratá-lo
como respeitável, um sinónimo certamente distópico no seu contexto, em que a
ausência de respeito pelo próximo prevalece.
Para terminar, os cenários diversificados são mais um atractivo, de
entre os quais destaco o barco onde Mehuru viaja sujeito às piores visões e condições. Os
tratamentos para com os escravos, ainda que os que conhecemos melhor sejam
privilegiados, é chocante, e mais chocante é descobrir a volatilidade das vidas
que em vez de seguirem para Inglaterra tiveram como destino as plantações de
açúcar, onde a morte era uma constante devido ao trato dos negros como meros
objectos facilmente substituíveis.
Esta
é, portanto, uma leitura que sendo de entretenimento é mais ainda de
aprendizagem, pela certeza de que as suas descrições se aproximam muito da
realidade da época. Uma leitura que sem falar de amor entre os homens, fala do
amor de um povo à sua terra perdida, uma leitura que sem falar de amizade, fala
dos laços criados pela sobrevivência, uma leitura que embora nos mostre os que
ambicionam o belo, mostra o lado mais putrificado dos que deram o exemplo.
Quando
à escrita de Philippa Gregory esta é fluida e simples, mesmo com as trocas de
narradores e a grande carga emocional que transmite ao leitor,
As
descrições, como citei anteriormente, dão a ver a totalidade do ambiente que
rodeia os intervenientes, sendo inclusive bastante sensoriais. Também os
sentimentos, embora pareçam ausentes, estão bem caracterizados, estante latente
a frieza do povo inglês em contraste com aqueles que toda a vida saborearam e
valorizaram o calor do sol nas suas peles queimadas. Sim, e é um livro de
contrastes.
Pessoalmente,
eu não poderia estar mais satisfeita. Comovi-me bastante e compadeci-me de
todos os que já não estão entre nós e um dia conheceram a catástrofe que foi a
escravatura. Muitos traços enraizados nos dias de hoje na cultura africana
passaram a fazer um novo sentido para mim, sobre a qual espero vir a aprender
mais em breve.
Esta
é uma aposta de excelência da Porto Editora que marcou as minhas leituras em
2013 pela sua magnífica qualidade, uma obra que eu recomendo aos interessados e
curiosos pelos temas abordados.
Autora:
Philippa Gregory
Género:
Romance Histórico
Editora:
Porto Editora
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Título:
Encontro de amor num país em guerra
Autor:
Luis Sepúlveda
N.º
Páginas: 208
PVP:
14.40 €
ISBN:
978-972-0-04424-2
Sinopse:
O
presente livro reúne um conjunto de narrativas que se encontravam dispersas por
edições há muito esgotadas ou que permaneciam inéditas nas gavetas do autor.
Com a sua publicação, Luis Sepúlveda quis de certo modo «encerrar» o capítulo
da sua vida literária anterior a O Velho que Lia Romances de Amor, obra que, de
um momento para o outro, em 1992, o transformou no caso mais sério da nova
literatura latino-americana.
A
aventura e a política, o amor e a guerra, a viagem e a utopia, a ironia e o
mistério: todo o mundo do autor, com as suas paixões e os seus temas (alguns,
como o tema amoroso, presentes pela primeira vez com tanta intensidade),
comparece neste notável livro de relatos, que vem confirmar a mestria do grande
escritor chileno e a sua incontornável presença na primeira fila dos grandes
contadores de histórias nossos contemporâneos.
Leia
um excerto – AQUI
A
Porto Editora publica, a 15 de Novembro, Encontro de amor num país em guerra,
um livro que recolhe contos dispersos, escondidos e guardados, durante muitos
anos, nas gavetas de Luis Sepúlveda. Neste livro, que se divide em três partes
( «Amores e Desamores», «Heróis e Canalhas» e «Imprevistos»), é predominante o
sentimento de tristeza, melancolia ou saudade, mas também de paixão e
esperança. A procura de concretização do destino dos personagens assume um
lugar de destaque, um caminho com obstáculos, por vezes bizarros, e encontros
inevitáveis.
Sobre
o autor:
Luis
Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. Da sua vasta obra (toda ela
traduzida em Portugal), destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de
Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas Mundo do Fim
do Mundo, Patagónia Express, Encontro de Amor num País em Guerra, Diário de um
Killer Sentimental ou A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de Romance em
2009), por exemplo, conquistaram também, em todo o mundo, a admiração de
milhões de leitores.
Do
autor, a Porto Editora publicou recentemente História de um gato e de um rato
que se tornaram amigos e Palavras em Tempos de Crise.
Saiba
mais em: Porto Editora
Título:
Casos do Beco das Sardinheiras
Autor:
Mário de Carvalho
N.º
Páginas: 88
PVP:
13.30 €
ISBN:
978-972-0-04436-5
Sinopse:
O
Beco das Sardinheiras é um beco como outro qualquer, encafuado na parte velha
de Lisboa. Uns dizem que é de Alfama, outros que é já da Mouraria e sustentam
as suas opiniões com sólidos argumentos topográficos, abonados pela doutrina de
olisiponenses egrégios. Eu, por mim, não me pronuncio. Tenho ideia de que ali é
mais Alfama, mas não ficaria muito escarmentado se me provassem que afi nal é
Mouraria. Creio que o nome lhe vem das sardinheiras que exibem um carmesim
vistoso durante todo o ano, plantadas num canteiro que rompe logo à esquina,
não longe da drogaria que já fica na Rua dos Eléctricos. A gente que habita o
Beco é como as demais, nem boa nem má. Tem sobre os outros lisboetas um apego
ainda maior ao seu sítio e às suas coisas. Desde há muito tempo que não há
memória de que algum dos do Beco tenha emigrado de livre vontade.
Leia
um excerto – AQUI
Podia
ser em Alfama ou na Mouraria, talvez até em Benfica ou na Ajuda: para Mário de
Carvalho, o Beco das Sardinheiras está visível para qualquer pessoa que o
queira encontrar. E são as histórias dos habitantes desse tradicional e
pitoresco beco, entre as quais se encontra o conhecido conto «O tombo da Lua»,
que compõem o livro Casos do Beco das Sardinheiras, publicado pela primeira vez
em 1982 e com nova edição, pela Porto Editora.
Sobre
o autor:
Mário
de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. O seu primeiro livro, Contos da Sétima
Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar
atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico. Desde então, tem praticado
diversos géneros literários, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em
edições sucessivas. Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram
atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais
prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da
APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros
encontram-se traduzidos em várias línguas.
Saiba
mais em: Porto Editora
Chegou
ao fim mais um maravilhoso passatempo aqui no blogue, desta vez com o
fantástico apoios de Editorial Marcador.
Para
sorteio encontrava-se um exemplar do livro O Homem Que Plantava Árvores de Jean
Giono. Uma história intemporal ao qual nenhum leitor fica indiferente.
Gostaria
de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a,
não desanime, haverá mais oportunidades em breve.
Sem
mais demoras, quem receberá este exemplar é:
71* - Arnaldo (…) Santos, Santo Tirso
Os
meus sinceros parabéns, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E
o meu muito obrigado à Editorial Marcador por me oferecer a possibilidade de
realizar este passatempo.
Boas
leituras*
sábado, 9 de novembro de 2013
Já faltou mais, é um facto, mas a verdade é que ainda falta muito para
actualizar as aquisições aqui do blogue. Dito isto, doravante, o objectivo será
fazer uma publicação semanal com os ditos amores, que é como que diz, com os
ditos livros – desejem-me sorte pois vou precisar!
A primeira aquisição, já muito antiga, é um pequeno notebook feito pela Raquel Collin (blogue), que ganhei num
passatempo no blogue Crónicas de Uma Leitora (aqui). Confesso que o notebook é tão giro que está por estrear, nunca tenho coragem de usar estas
coisas! Visitem o blogue da Raquel, tenho a certeza que vão encontrar por lá
algo giro e original, quem sabe até uma futura prenda de natal – para vocês
mesmos *.*
O meu pai foi passear e, como tem muito jeito para me comprar
livros, trouxe-me 11th Hour de James Patterson e Maxine Paetro. Que posso dizer-vos….
Ele quer que eu leia mais em inglês (eu também gostava), no
entanto oferecer-me o 11.º livro de uma série, série Women's Murder Club, pode não ser uma boa
opção. Para os interessados, a Quinta Essência tem editados os três primeiros livros da série em português.
No mesmo cesto de compras, oferta também do meu pai, veio The Wolf Gift de Anne Rice, este sim o primeiro de
uma série e com muito mais hipóteses de vir a ser lido antes da minha reforma…
Veremos, confesso não andar com muito tempo para ler em inglês (algo que sou
muito lenta a fazer), e tenho outras prioridades na língua de sua majestade.
Ainda se lembram dos livros que andaram a sair com as revistas no
verão? Sim, há meses! Sim, estou assim tão atrasada! Uma das minhas compras foi Branca Como a Neve, Vermelha Como o
Sangue de Alessandro D’Avenia. Esta história
publicada pela Caderno sempre me despertou a atenção e a menos de 5 € não lhe resisti!
Informações – AQUI
Na mesma viagem à papelaria veio o livro Lealdade Mortal de J. D. Robb, pseudónimo de Nora Roberts, e com esta aquisição já só me ficam a
faltar uns “1000” livros da série para começar a ler um dia (tenho três). Este
livro é uma mistura policial com romance e, brincadeiras à parte, só oiço dizer
bem. Por 3.99 € foi uma tentação a que acedi. Obrigado Saída de Emergência, Edições Chá das Cinco.
Informações– AQUI
Da Quinta Essência chegou-me mais um livro da minhas adorada Cathy Kelly, que foi a minha leitura preferida desta
autora até ao momento. A Casa de Willow
Street é uma história sobre
pessoas, acontecimentos e emoções verdadeiras com a qual, creio, é impossível
não sentir empatia. Se forem fãs de romance contemporâneo aconselho-vos,
veemente, esta leitura.
Opinião – AQUI
Da 1001 Mundos, ASA, e actualmente a passatempo no blogue, tive o
prazer de ler Iluminada, um romance com uma
pitada de sensualidade e bastante fantasia, em particular mitologia grega, da
autora P. C. Cast que eu adorei. Esta série, Chamamento da Deusa, é aquilo a que eu
chamo entretenimento puro, pelo que aconselho a quem gosta de sobrenatural e
romance, pois de certeza que irá adorar.
Opinião – AQUI
A Menina que Circum-navegou o Reino Encantado - Num Barco Que Ela
Mesma Fez foi paixão à primeira vista. Desde que o livro de Catherynne M. Valente foi publicado que andei a namora-lo e estou ansiosa por
fazer esta viagem ao reino da fantasia, acreditem. Será em breve.
Informações – AQUI
Qualquer livro de Anne Bishop é presença obrigatória nas minhas estantes e A Voz, embora seja uma short story relativa ao Mundo Efémera, não foi excepção. É
uma pequena história que permite ver um pouco do potencial desta autora que,
com sábias palavras, expressa como muito poucos a ambiguidade entre luz e a
escuridão, entre o pior e o melhor da humanidade em mundos maravilhosos.
A Luz das Runas de Joanne Harris, uma publicação ASA, é um livro que eu já queria ter lido mas que
acabei, não sei porquê, por ir adiando. Até o final do ano quero mesmo ver se o
leio porque já li o primeiro título das Crónicas das Runas, embora ainda não tenha
publicado a opinião, e gostei muito.
E porque por vezes também sou bafejada pela sorte, ganhei um
passatempo no blogue Illusionary
Pleasude (aqui), pelo que me chegou a casa o livro Os exploradores e os
cavalos do Além de Marina Santos. É um
livro infanto-juvenil e não seu quando vou ler, confesso.
Por último, este ano tive o prazer de ler Departamento 19, de Will Hill, graças à minha parceria com a Topseller e adorei. Esta fantasia repleta de nomes sonantes,
conhecidos de diversos clássicos de terror, é ideal para o público jovem adulto
e prima pela muita acção e os seus vampiros sangrentos. É um livro com momentos
violentos mas que prende, acima de tudo, pelo enredo interessante. Estou
ansiosa pela continuação!
Espero, realmente, conseguir publicar
mais aquisições em breve para começar a ter esta rubrica em dia.
Até lá, gostaram das minhas aquisições?
Há algum livro, das minhas escolhas, que queiram ler?
Boas leituras*
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