Pesquisar Histórias:

A Elphaba...

Adoradora de literatura em geral.
Viciada em literatura fantástica e romântica.
Fascinada por outros mundos e uma eterna sonhadora, assim eu sou.

Aviso:
Este Blogue e todos os textos escritos podem conter Spoilers!

Contacto:

Blog Archive

Com tecnologia do Blogger.

O Que Escrevo...

Seguidores

Próximas Opiniões...

Acasos Felizes
Um Mar de Rosas
Euro Pesadelo: Quem Comeu a Classe Média?
Pivot Point
Kafka Para Sobrecarregados
Amores contados
Maligna
A Revolta
A Marca das Runas
Un mundo feliz
Filha da Magia
Frankenstein
As Cinquenta Sombras Livre

Blogues Com Histórias...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Sinopse:
Tess costumava sentir-se feliz com a sua vida: mora na idílica e costeira Avalon com o filho adolescente, Zach, e a filha nove anos, Kitty, e trabalha na loja de antiguidades local. O único arrependimento que tem é tudo ter corrido tão mal com o seu primeiro amor. Em seguida, o seu casamento chega ao fim e o tal primeiro amor regressa a Avalon...
Suki, irmã de Tess, fugiu da Irlanda anos antes para casar com o político Kyle Richardon. Quando descobre que alguém quer escrever uma biografia sobre ele há apenas um lugar para onde pode ir a fim de se assegurar de que os seus segredos permanecem escondidos.
Danae é a funcionária dos correios de Avalon e esforçou-se bastante para garantir que ninguém sabe de onde veio ou quem é... O passado só a si diz respeito, e ela gostaria de mantê-lo assim.
Em Galway, Mara exibe um sorriso falso num casamento; só quer perguntar uma coisa ao noivo: porque lhe disse ele que a amava? Precisando de deixar o passado para trás, Mara pega na sua vida e prepara-se para um novo começo.
Poderão estas quatro mulheres resolver os seus passados? Ou será que precisam de olhar para trás antes de poderem começar a viver para o futuro?

Entre as várias, muitas, autoras que já tive o prazer de ler publicadas pela Quinta Essência, Cathy Kelly é uma das que mais estimo pela forma sensível como trata a vida através das palavras. As suas histórias, particularmente direccionadas para um público feminino, envolvem o leitor de uma forma poderosa, de tal maneira que as suas personagens se transformam em velhas amigas de quem escutamos, atentamente, receios e segredos, repletos sorrisos e lágrimas, relatos que têm tanto de comum e, ainda assim, são tão íntimos que nos sentimos tocados pela partilha. É uma autora que me apraz, satisfaz, sempre e A Casa de Willow Street superou a alta fasquia que a acompanha.

Tal como já sucedeu em leituras anteriores desta autora, este texto apresenta quatro personagens principais femininas bastante distintas que, por algum laço afectivo, se unem e se encontram ao longo da narrativa, enquanto nos contam as suas vidas os seus dilemas, dificuldades e bonanças, até à descoberta do seu caminho.

Sendo um livro centrado nas suas personagens e nos temas que estas oferecem para reflexão, creio que vou divagar um pouco sobre as mesmas, pelo que peço desde já desculpa.
Mara, a mais jovem das protagonistas, viu, de forma inesperada, ser desfeito o seu sonho de casar com aquele que considerava um príncipe, e para recuperar resta-lhe, unicamente, fugir de tudo o que conhece e receber apoio ao abrigo da sua afável tia, Danee. Embora, logo início, Mara dê provas de uma personalidade arrojada, é fantástico assistir ao desenvolvimento desta personagem quando chega a Avalon, mostrando um lado atencioso e amigo que acaba por dar uma nova vida a esta localidade, onde poderá, eventualmente, encontrar o seu lugar.
Tess não tinha uma vida perfeita, mas tinha uma vida estável pela qual era verdadeiramente grata, com dois filhos abençoados e um companheiro que era acima de tudo seu amigo - numa relação só a amizade pode não ser suficiente. Quando uma decisão precipitada lhe tira repentinamente a paz, Tess terá de começar de novo mas, primeiro, terá de resolver-se com o seu passado se quiser voltar a ser feliz.
Suki, a personagem com quem criei menos ligação, é aquela que aborda uma temática mais recorrente nos romances contemporâneos. Excêntrica, lutadora e numa situação precária, ela é o retrato de alguém que deixou de ser famoso mas a quem sobrou todos os dramas associados ao destaque social… mais tarde só lhe restará voltar às origens e ter esperança de conseguir voltar a construir um novo caminho para as suas ambições.
Por fim Danee, ela foi a minha personagem favorita pela temática que lhe coube representar. Ela é todas as vozes que em sofrem em silêncio, é uma entre muitos em Avalon, dedicada ao seu trabalho mas excluída do mundo porque se recusa a seguir em frente. É a mais corajosa e a que menos se manifesta, porque quando o fizer, quando encarar a realidade perante aqueles que a aceitaram, a sua vida pode não voltar a ser a mesma.
Juntas, elas são parte de um todo a que o leitor poderá já ter tido acesso seu meio, são mais ainda, elas são uma mensagem de esperança, de luz, são prova de que a felicidade pode existir onde menos esperamos desde que se encontre paz interior.

Sei que já me alonguei - devido ao elevado número de protagonistas -, mas o facto é que estas mulheres são a alma de todo o enredo que explora, como muito poucos, as relações amorosas. Jovens ou maduras, passadas ou presentes, saudáveis ou destrutivas, existe espaço para todo o género de ligações e, consequentemente, os problemas ou dádivas que cada uma acarreta. Desta feita, a traição e a violência estão presentes, sendo a violência doméstica o tema que merece maior destaque ao longo do livro.
Quer se trate de um sofrimento colectivo ou de uma dor individual, Cathy excedeu-se na verdade e emocionou-me muito, tão cedo não esquecerei esta história..

Questões mais positivas são, também elas, alvo de exposição e, como tal, o leitor encontrará nestas páginas a amizade, a bondade, o valor da família e mensagens verdadeiramente reconfortantes para equilibrar os momentos mais nostálgicos.

Um livro para quem gosta de ver espelhadas vidas genuínas, onde o romance actual se cruza com mágoas e contentamentos passados para alumiar reencontros, oportunidades, futuros que podem curar os corações mais magoados.

Cathy Kelly é uma contadora de histórias maravilhosa porque a sua escrita, simples, crua e bela, consegue realmente chegar ao leitor.
As suas descrições espaciais são suficientemente trabalhadas para que quem lê se sinta acolhido no local onde se desenvolve a maior parte da acção, em Avalon, mas é nas caracterizações que a autora se excede com um trabalho minucioso e perfeccionista que nos marca através das suas palavras.

Pessoalmente este é o meu livro favorito da autora, da qual eu já era fã. Espero ter oportunidade para ler todas as suas obras em breve, pois creio que não me vou desiludir.
Como nota final, não esquecerei Danee e espero, um dia, ter oportunidade para fazer a minha parte por tudo o que ela representa - temos de manter os olhos abertos para o que nos rodeia.  

Uma grande, grande aposta Quinta Essência que me deu um prazer imenso e que eu recomendo a todas as leitores do meu blogue.



Reencontros (Opinião)
Para Sempre, Meu Amor (Opinião)



Título: A Casa de Willow Street
Autora: Cathy Kelly
Género: Romance


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Os verdadeiros amigos conhecem-nos melhor do que nos conhecemos a nós próprios e estimam-nos mais do que imaginamos…

Título: Ninguém Me Conhece Como Tu
Autora: Anna McPartlin
N.º Páginas: 424
PVP: 15,90 €
ISBN: 9789897260711
Comprar – AQUI
Em eBook – AQUI

Sinopse:
Eva e Lily eram as melhores amigas desde a infância. Porém, uma discussão enorme e dezassete anos mais tarde, Eva acorda de um acidente horrível e encontra a sua velha amiga a cuidar dela. De início, o reencontro é feito a medo, mas durante os muitos meses de Eva no hospital, as amigas enfrentam tanto as mentiras do passado como as suas falhas presentes. E cada uma vê claramente como a outra precisa de mudar a sua vida: Lily deve sair de um casamento impossível e Eva tem de enfrentar a dor que causou a outros. A crise que reuniu Eva e Lily parece uma bênção que lhes deu uma segunda oportunidade para se apoiarem quando mais precisam de um ombro amigo. Mal sabem elas que a sua amizade está sob uma ameaça que irá mudar o futuro para sempre...

Leia as primeiras páginas – AQUI
 
Da Mesma Autora
«Adorei cada página... Impressionou-me de tal modo que irei lê-lo novamente.» - Irish Mail On Sunday
«Fácil de ler, divertido e emocionalmente cativante.» - The Irish Times
«Anna McPartlin irradia um humor brilhante e um otimismo assertivo... uma escritora maravilhosa.» - Sunday Independent

Sobre a autora:
Anna McPartlin nasceu em Dublin, em 1972. Estarás sempre Comigo, o primeiro livro publicado pela Quinta Essência, é inspirado na própria experiência de perda da autora e na capacidade de sobrevivência necessária para superar os desgostos da vida. Em 2007, foi vencedor do prémio Revelação do Ano nos Irish Book Awards.
Anna McPartlin viveu parte da infância em Dublin, até se mudar para Kerry, na adolescência, onde foi criada pelos tios. Após concluir o ensino secundário, entrou para a faculdade onde estudou Marketing, mas manteve o seu amor pela stand-up comedy e pela escrita. Enquanto trabalhava nas artes conheceu o marido, Donal. Atualmente vive em Dublin.

Saiba mais em: Quinta Essência


quarta-feira, 7 de agosto de 2013
 
Chega ao fim mais um fantástico passatempo aqui no blogue, desta vez com o precioso apoio Civilização.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro O Livro Negro de Hilary Mantel, uma consagradíssima autora de romances históricos inglesa que não deixou o público mais exigente indiferente à sua mestria.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E se não foi o vencedor/a, não desanime, haverá mais oportunidades em breve.



Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*79 - Elsa (…) Nunes - Nick: Elsa Nunes

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente leitura.
E os meus sinceros agradecimentos à Civilização, por me proporcionar mais este passatempo.

Boas leituras©


Título: Não Olhes para Trás
Autora: S. B. Hayes
N.º Páginas: 360
PVP: 10,99 €
ISBN: 9789722633666

Sinopse:
Durante toda a sua vida, Sinead foi atormentada por Patrick, o seu irmão manipulador. Agora ele desapareceu; no entanto, não parou de a perturbar. Quando a sua mãe autoritária a obriga a ir à procura do irmão, Sinead encontra uma série de pistas sinistras que sabe terem-lhe sido deixadas por Patrick. Essas pistas levam-na a Benedict House, um lugar onde o tempo parou e onde nada é o que parece. É aí que conhece James, que também procura respostas para o seu passado atribulado. Juntos, James e Sinead irão descobrir verdades aterradoras, que irão pô-los à prova até ao limite. Porque Benedict House não pertence aos que estão vivos, e Patrick não olhará a meios para os derrotar…

Da Mesma Autora
Sobre a autora:
S. B. Hayes começou os seus estudos num convento católico em Crosby, Merseyside. Na universidade, estudou Inglês e, mais tarde, trabalhou para o Estado. Tem três filhos e faz trabalho voluntário com crianças e adolescentes.
Atualmente, passa o seu tempo a escrever e a trabalhar para a empresa da família, uma consultora na área da petroquímica, mas, sempre que pode, foge para fazer longas caminhadas à beira-mar.

Saiba mais em: Civilização


terça-feira, 6 de agosto de 2013
Sinopse:
Numa villa em St. Tropez, no sul da França, cinco turistas que não se conhecem - todos eles a fugirem da sua vida do dia-a-dia – veem-se reunidos à força no pequeno Hotel dos Sonhos.
Chez Violette parecera ser o refúgio perfeito para o detetive privado Mac Reilly e a sua namorada/parceira, Sunny Alvarez, e para os seus cães Pirate e Tesoro. Sunny chega primeiro e descobre que foram enganados, juntamente com várias outras pessoas que julgaram estar a alugar aquela elegante casa na riviera francesa. De repente e de forma inesperada, são forçados a solucionar um crime e a desvendar um homicídio, tendo como pano de fundo a soalheira e glamorosa Saint-Tropez.

Quem já leu uma história de Elizabeth Adler rever-se-á, certamente, nas minhas palavras ao apontar esta autora como uma escolha assertiva para boas horas de entretenimento. Nunca desiludindo, as suas narrativas têm a fórmula perfeita para nos fazer viajar através das suas páginas para locais de sonho, onde estão garantidos mistérios variados, uma pitada de humor, romance e muita acção ao longo das múltiplas descrições de cortar o folgo, enquanto acompanhamos as suas personagens encantadoras.

Férias em Saint-Tropez traz-nos de volta a combinação perfeita Mac Reilly e Sunny Alvarez - já conhecida do anterior título De Malibu, Com Amor -, um casal enigmático, díspar e arrojado, que se divide entre a paixão e os muitos problemas que vão surgindo paralelos à sua relação.

Após ter sido resolvido um crime que teve direito a vários homicídios, sustos e perigos, Mac sabe que deve amimar ao extremo a sua adorada Sunny se a quiser manter por perto e esta, por sua vez, sabe que não lhe resistirá independentemente de ele, finalmente, decidir ou não fazer a tão esperada proposta de casamento. Não andam propriamente em sintonia quanto aos seus anseios, é certo, mas se aliarem a sua fogosa e irrevogável ligação a umas idílicas férias no sul de França não há nada que não consigam resolver.
Quando o destino paradisíaco escolhido não cumpre o que promete, um grupo peculiar de viajantes se vê inesperadamente unido na mais impensável das situações e uma morte suspeita é apenas uma entre muitas pontas soltas de algo que deveria ser perfeito, Sunny intui que é melhor não colocar o instinto de Mac à frente do seu coração até porque, por muito que este deseje oferecer-se de corpo e alma à mulher que ama, tanto ela como Mac sabem que nada conseguirá parar o faro de detective deste protagonista, até que este descubra o que realmente passa por detrás da inebriante aura de descontracção e excentricidade de Saint-Tropez.

Os dados estão lançados e os suspeitos são mais que muitos, ou não fosse Adler uma autora que gosta de oferecer um núcleo de intervenientes muito diversificado e repleto de segredos. Da minha parte foram vários os que gostei de conhecer mas, claro está, que o casal principal se destaca quanto à faceta mais romântica da história.
Sunny e Mac têm personalidade interessantes, vincadas, que tal como na vida real se reflectem nos seus animais de estimação - uma orgulhosa Tesoro e um descontraído Pirate -, caracterizações aparte, é importante referir que este casal nos oferece uma visão apelativa das dificuldades sofridas por muitos pares, face a factores externos incontornáveis, e os momentos entre ambos dividem-se entre o romance e a partilha, assim como a preocupação pelo bem-estar e situações divertidas.
Gostei igualmente da inocência de Laureen e Bertrand, que transparecem uma meninice sensível e singular, bem como de Billy e Belinda por serem desiguais e genuínos enquanto caricaturas. No entanto, tão importante como os protagonistas e os intervenientes, são todos os temas abordados e os maravilhosos cenários recriados ao longo destas páginas, que são uma verdadeira perdição.

Das muitas questões que vão sendo exploradas, este livro permite-nos pequenas reflexões sobre as perdas prematuras e a sua influência no quotidiano dos que as sofrem. As relações estão igualmente em vogue, quer sejam elas conflituosas, complexas, fracassadas e/ou por interesse, evidenciando a forma como o rompimento ou um novo começo originam viragens na vida de um indivíduo e, desta feita, é nos proporcionado assistir a mutações no núcleo principal de personagens, enquanto reflectem sobre o seu passado e as suas opções futuras rumo à felicidade.

Parte do mistério abordado neste texto tem origem muito tempo antes do momento em que se passa a acção e Adler conseguiu estabelecer uma conexão bonita, inteligente e muito atractiva com o presente. A tudo o que já citei, juntam-se ainda as prodigiosas descrições desta autora que, uma vez mais, se encontram excelentes em todos os sentidos, apelando aos palatos mais sensíveis e ao arrebatamento através de paisagens soberbas, num local de França que mescla a simplicidade com o luxo - fiquei com um desejo imenso de conhecer Saint-Tropez.

Não me vou alargar a escrever sobre a escrita de Elizabeth Adler, algo sobre o qual já me debrucei diversas vezes aqui no blogues, digo-vos no entanto que foi com fluidez e simplicidade, aliadas a um cuidado extremo, que me senti profundamente envolvida em mais esta narrativa desta autora de eleição para mim.

Um livro que tem de tudo um pouco e que é, a meu ver, a escolha perfeita para quem procura realmente descontrair com uma leitura que conjugue eximiamente romance e policial, principalmente na actual estação do ano, o Verão, pois retrata como muito poucas um local de eleição para as tão ansiadas férias.

Esta é uma aposta assertiva Quinta Essência que eu recomendo sem restrições, por se tratarem de páginas agradáveis que chegarão a um público muito diversificado.

Da mesma autora - opiniões no blogue.
Viagem a Capri (Opinião)
Encontro na Provença (Opinião)
Regresso a Itália (Opinião)
De Malibu, Com Amor (Opinião)


Título: Férias em Saint-Tropez
Autora: Elizabeth Adler
Género: Romance; Policial


domingo, 4 de agosto de 2013

O passado segue-nos até lidarmos com ele…

Título: A Casa de Willow Street
Autora: Cathy Kelly
N.º Páginas: 448
PVP: 16,60 €
ISBN: 9789897260735
Comprar – AQUI
Em eBook – AQUI

Sinopse:
Tess costumava sentir-se feliz com a sua vida: mora na idílica e costeira Avalon com o filho adolescente, Zach, e a filha nove anos, Kitty, e trabalha na loja de antiguidades local. O único arrependimento que tem é tudo ter corrido tão mal com o seu primeiro amor. Em seguida, o seu casamento chega ao fim e o tal primeiro amor regressa a Avalon...
Suki, irmã de Tess, fugiu da Irlanda anos antes para casar com o político Kyle Richardon. Quando descobre que alguém quer escrever uma biografia sobre ele há apenas um lugar para onde pode ir a fim de se assegurar de que os seus segredos permanecem escondidos.
Danae é a funcionária dos correios de Avalon e esforçou-se bastante para garantir que ninguém sabe de onde veio ou quem é... O passado só a si diz respeito, e ela gostaria de mantê-lo assim.
Em Galway, Mara exibe um sorriso falso num casamento; só quer perguntar uma coisa ao noivo: porque lhe disse ele que a amava? Precisando de deixar o passado para trás, Mara pega na sua vida e prepara-se para um novo começo.
Poderão estas quatro mulheres resolver os seus passados? Ou será que precisam de olhar para trás antes de poderem começar a viver para o futuro?

Todas as mulheres necessitam da sua hora Cathy Kelly…

Leia as primeiras páginas – AQUI
 
Da Mesma Autora
«Terno, lírico, fascinante e reconfortante… genial!» - Marian Keyes
«Uma autora capaz de nos comover e de nos fazer identificar com as suas personagens.» - Daily Mail
«A mestria de Kelly para lidar com as complexidades da vida moderna, do casamento e da família fica bem patente na forma como extrai os segredos das suas personagens.» - Choice

Sobre a autora:
Cathy Kelly nasceu em Belfast e cresceu em Dublin. Iniciou a sua carreia num jornal nacional irlandês, onde foi editora de moda e de notícias, crítica cinematográfica e autora da popular coluna de conselhos «Dear Cathy». Actualmente colabora com o jornal Sunday World.
Editou o seu primeiro romance, Woman to Woman, em 1997, que se transformou de imediato num êxito de vendas e converteu Cathy Kelly numa autora reconhecida internacionalmente: os seus livros estão traduzidos em mais de quinze línguas, com milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Alguém como Tu, a sua primeira obra editada em Portugal, recebeu o prémio Romantic Novel of the Year, para o melhor romance do ano, em 2001.
Actualmente, Cathy Kelly vive no condado de Wicklow, na Irlanda, com o companheiro e os filhos gémeos.
Para saber mais, visite http://www.cathykelly.com/

Saiba mais em: Quinta Essência

sábado, 3 de agosto de 2013

 Este é o tipo de surpresas que faz aquecer o coração de alguém que tenha um blogue!


«Uma história sobre os desígnios do amor e da paixão, sobre a imponência dos desejos e dos medos e, acima de tudo, sobre escolhas dominadas pela aprendizagem que só o tempo e a vida nos podem ensinar.»

O meu muito obrigado à Quinta Essência por ter colocado um excerto da minha opinião na capa do livro Fama, Amor e Dinheiro, de Menna Van Praag, com a recapagem desta história.
Se tiverem curiosos podem ler a minha opinião.


E saibam mais sobre este livro em Quinta Essência.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Sinopse:
Harry e Madeleine Winslow foram abençoados na vida: têm talento, charme e dinheiro. Harry é um autor premiado e com uma carreira promissora. Madeleine é uma mulher de beleza sublime e graça, cuja bondade e serenidade desmentem a educação privilegiada e vivência luxuosa. Ligados por profunda devoção, partilham um amor que provoca inveja.
Num fim-de-semana, no princípio do Verão passado na praia, Harry e Maddy, que estão na casa dos quarenta, conhecem Claire, uma jovem aparentemente inocente e inteligente, que desperta com a sua juventude cativante e ingenuidade desarmante uma admiração no casal. Atraída pelo inegável magnetismo dos Winslow, Claire entra na vida do casal.
Mas, ao longo do Verão, a amizade e reverência transformam-se em desejo perigoso. O que irá abalar e poderá destruir o mundo dos Winslow.
Uma história de amor, luxúria, engano e traição contada através da perspectiva de Walter, amigo de infância e apaixonado em segredo por Maddy. Indiscrição é um romance pensado, cheio de fascinantes factos da vida, um irresistível e sensual page-turner, que explora o desejo de ter tudo, e as consequências de querer mais, com um equilíbrio subtil de sexo e muito intimista.

Charles Dubow fez tudo tão bem; encantou-me com a sua prosa e conseguiu levar­-me ao âmago das suas vidas imaginárias, deixou-me suspensa na realidade ficcional com infinitas opções, medos, e manteve-me atenta, chegou mesmo a fazer-me acreditar que esta podia ter sido uma história diferente, mas confesso que acho-a quase perfeita assim, feita de muitas páginas que poderiam ser verídicas, páginas onde paira a indiscrição do narrador devido à imprudência de todos os que mereciam um pouco mais.

Tinha um bom pressentimento a respeito deste livro, mas nada me poderia ter preparado para as múltiplas surpresas com que me deparei, para as lágrimas que verti e para as emoções e análises observei ao longo deste romance que, não tendo nada de extraordinário devido ao facto de a fragilidade humana ser de conhecimento geral, está escrito maravilhosamente, expressando-se através de uma voz que certamente se irá destacar neste género literário.

A sinopse de Indiscrição elucida bastante, pelo que não me vou alargar quanto à premissa. Temos uma jovem, Claire, que o acaso leva a conhecer o fantástico casal Harry e Madeleine Winslow, pessoas muito queridas no seu círculo fechado de amigos e extremamente bem relacionadas na alta sociedade. A relação entre estas três personagens vai evoluído enquanto Walter, o melhor amigo de Maddy, nos vai relatando pormenores e histórias da vida de todos eles, até que um dia um conjunto de situações permite que algo aconteça a este grupo de pessoas, algo impensável que alterará e marcará profundamente as suas vidas.
Simplificando desta forma sei que esta narrativa parece pouco atractiva, mas não se iludam porque não existe nada nada de banal neste texto. Tudo o que vai sendo relatado foi pensado para nos tornar observadores de pessoas, observadores de metamorfoses daquela que é a mais complexa criatura ao cimo da terra.

Na nossa natureza, somos muitas vezes impulsionados por emoções despertadas por sentimentos e aquele que muitos procuram encontrar, e ver retribuído, é o amor. Ele é uma espécie de nirvana que nos traz a segurança que advém do companheirismo, da mímica invisível partilhada entre dois seres que se encontram e proporcionam aquilo que realmente procuramos, a felicidade. Maddy e Harry foram abençoados, tinham tudo isso e um pouco mais, que era oferecido pelos seus amigos, vidas contagiadas pela ligação deste par.
Infelizmente, como muitas vezes acontece, o que temos não chega, queremos mais. Queremos o amor mas queremos também a paixão, porque se o amor nos traz a felicidade a paixão faz-nos sentir vivos e, de uma forma mais intensa, queridos. Claire queria sentir-se querida, acima de todas as coisas, talvez para recuperar a sensação de pertença que há muito lhe tinha sido roubada e pertencer ao grupo dos Wilson era algo a que não podia resistir, mas faltava-lhe algo, ela queria mais, queria ser amada e rever-se naqueles que depressa passou a admirar, pessoas para vida com que sempre poderia vir a contar. Já Walter não queria nada, porque o que não tinha estava fora do seu alcance e por isso apenas observava, vivia através dos outros o que não tinha e, como pessoa generosa que era, preocupava-se, não podia fazer mais nada a não ser simplesmente dar e amar e observar, mas nunca pedia ou queria nada. Algum deles está errado nos seus anseios?

Esta é uma história de amor, uma história que se queria bela com tantas vidas para amar, mas o amor, no entanto, faz-se acompanhar do egoísmo, da mesma que o melhor de faz acompanhar do pior. É uma lei da natureza, como aquela que todos os dias provoca uma morte no mundo para proporcionar um nascimento, ou já não existiria mundo, existiria apenas o caos, e é aí que a humanidade se complica porque equilíbrio é algo sensível, é como os desejos que podem tender sempre para os dois lados devido às suas consequências. E porque nada é perfeito, a tentativa de alcançar algo pode levar-nos ao erro e cada erro tem um preço, o preço que tendemos a ignorar quando nos é apresentada a satisfação do desejo… estou a divagar, perdoem-me, vou directa ao busílis da questão.

Estas vidas amaram, ou tentaram, tanto quantos lhes seria possível alcançar, mas erraram porque nem sempre foram felizes nas suas escolhas e por isso pagaram um preço, a justiça desse preço é discutível, ou seja, este livro não é mais do que um retrato de todos nós enquanto seres sociais que tentam satisfazer-se. 
Paixão e traição são os temas mais latentes, a par com o amor e com a generosidade, enquanto assistimos à passagem das estações do ano, à evolução íntima de infinitas possibilidades que nos reserva o futuro. Nestas páginas existe espaço para muitos sorrisos e para muita dor, para culpados que não são exclusivamente culpados e para inocentes que tiveram a sua cota parte de falhas. É um livro fascinante, isso certo, porque me revi nas suas personagens e com elas aprendi algo, enquanto tentei, constantemente, não fazer julgamentos.

Charles Dubow é quase brilhante e a sua escrita é tão simples quando admirável. Não escreveu nada que não pudesse, ou já não tivesse, sido escrito por alguém, é certo, mas a forma como o faz marca pela diferença através de uma abordagem surpreendente e original.
Embora não se alongue nas descrições espaciais, este é um autor cuidadoso para com os seus intervenientes e é a esses que dedica a sua total atenção. Cada caracterização presente nesta história, assim como o desenvolvimento de cada personagem, foi estudado e pensado para nos levar a uma reflexão sobre o Eu e sobre como actuaríamos se estivéssemos na posição ficcional, o que eu considerei maravilhoso.

Pessoalmente, tratando-se de um livro que tem tanto feliz como de dramático, eu não consigo recomendá-lo a todos os leitores, embora ache que deveria ser lido, que merece ser lido. No entanto, quem escolher esta leitura, tenha o cuidado de usufruir tanto das alegrias que esta vai proporcionando, como da esperança, como do amor, como da melancolia final devastadora e profunda, porque tudo vos deixará a reflectir muito depois de terem virado a última página.
Por fim, peço desculpa se esta não foi uma das minhas opiniões convencionais, mas para convencional basta o que é tratado nesta história, que deve ser encarada de uma forma especial.

Esta é uma aposta diferente da Planeta Manuscrito, mas extremamente agradável e marcante. É um tipo de obra que eu espero ver publicado novamente por todo o prazer que me ofereceu nas entrelinhas e que, a ter de ser recomendado por mim, que o seja aos leitores de romances e a todos os que amam ou desejem amar.


Título: Indiscrição
Autor: Charles Dubow
Género: Romance



Com o fantástico apoio da Planeta Manuscrito, dou hoje início a mais um maravilhoso passatempo no blogue.

Para sorteio, está disponível um exemplar Indiscrição do autor Charles Dubow. Uma história de amor, luxúria, engano e traição.

Para se habilitar a ganhar este exemplar terá de ser obrigatoriamente seguidor do blogue, responder acertadamente às questões abaixo colocada e ter em atenção as regras de participação.

Descubra a sua resposta aqui no Blogue ou em Planeta Manuscrito.

Boas leituras©


Regras de participação:
1. Passatempo válido até 23h59 do dia 16 de Agosto de 2013 (sexta-feira).
2. Só é possível uma participação por pessoa e e-mail.
3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
4. O vencedor será sorteado aleatoriamente, será posteriormente contacto por e-mail e o resultado será anunciado aqui, no blogue.
5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.
6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.

7. Boa Sorte!


Uma história de mistério e intriga emocionante, que começa e acaba com um funeral, protagonizada pelo Comissário Guido Brunetti, com a assinatura da grande dama do crime, Donna Leon.

Título: A Rapariga dos Seus Sonhos
Autora: Donna Leon
N.º Páginas: 308
PVP: 17,76 €
ISBN: 9789896574055

Sinopse:
Numa manhã chuvosa, o Commissario Brunetti e o Ispettore Vianello respondem a uma chamada de emergência sobre o aparecimento de um cadáver a flutuar perto de uns degraus no Grande Canal. Ao estender os braços para puxar o corpo, o pulso de Brunetti é enredado pelo cabelo dourado do cadáver e avista um pequeno pé – juntos, Brunetti e Vianello, retiram uma rapariga morta da água.
Todavia, por incompreensível que possa parecer, ninguém comunicou o desaparecimento de uma criança, nem o roubo das jóias em ouro que tem na sua posse. Brunetti é atraído para uma busca não só sobre a causa da sua morte, mas também da sua identidade, a família e os segredos que as pessoas estão dispostas a guardar a fim de proteger os filhos – sejam inocentes ou culpados.
Desde os canais e os palazzi de Veneza até um acampamento cigano no continente, Brunetti debate-se com o preconceito institucional e a criminalidade acobertada para esclarecer o destino da criança morta.

Leia as primeiras páginas – AQUI

«Escrito num estilo poderoso e parcimonioso... este romance de Donna Leon é um dos seus livros mais sombrios e reflexivos.» - Guardian
«Em A Rapariga dos Seus Sonhos, Donna Leon escreve ao seu melhor nível.» - Independent


Sobre a autora:
Donna Leon nasceu a 29 de Setembro de 1942 na Nova Jérsia, mas viveu em Veneza durante vinte anos. Exerceu a actividade de Leitora de Literatura Inglesa na Universidade de Maryland. Há alguns anos a autora decidiu deixar o ensino para se dedicar à escrita e à música barroca. Atingiu rapidamente o êxito com a série policial protagonizada pelo Commissario Guido Brunetti, cuja acção decorre sempre em Veneza. Encontra-se traduzida em mais de vinte e cinco línguas, tendo-se tornado uma das autoras de culto mais lidas em todo o mundo.

Saiba mais em: Planeta Manuscrito



quinta-feira, 1 de agosto de 2013


E chegou ao fim mais um fantástico passatempo aqui no blogue, com o maravilhoso apoio Planeta Manuscrito.

Para sorteio encontrava-se um exemplar do livro A Mulher Que Mergulhou no Coração do Mundo de Sabina Berman. Um livro romance original e cativante.

Gostaria de agradecer a todos pelas vossas participações. E, se não foi o vencedor/a, não desanime haverá mais oportunidades em breve.


Sem mais demoras, quem receberá este exemplar é:

*97 - Soraia (…) Araújo - Nick: Soraia Araújo

Os meus sinceros parabéns ao vencedor/a, espero que usufrua de uma excelente leitura.
Aproveito, igualmente, para agradecer à editora Planeta Manuscrito por proporcionar mais este passatempo.

Boas leituras©

Redes Sociais

WOOK - www.wook.pt